Maria Dorinete cortando a folha de palmeira em dois para facilitar o carregar
UntitledApiwtxa
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preparando a tinta (lama com agua)
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
UntitledMaria Dorinete creando grafismos com a lama sagrada
UntitledMaria Dorinete creando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
UntitledMaria Dorinete creando grafismos com a lama sagrada
Untitledpintando a linha de base com ajuda das 'linhas' da plataforma da casa
Untitledpintando a linha de base com ajuda das 'linhas' da plataforma da casa
UntitledMaria Dorinete creando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada, detalhe
UntitledMaria Dorinete creando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
Untitledpintando o 'x' no pano, como tambem ja se encontra no proprio kitarentse que esta vestindo
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada, detalhe
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada, detalhe
UntitledLouisa creando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada, detalhe
Untitledgrafismo, menina sentado, menino (kitarentse masculino=grafismos tecidos!) olhando para o trabalho das mulheres
Untitledgrafismos, detalhe
Untitledgrafismos, detalhe. Fazendo a linha
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada, plano geral
Untitledpintando um kitarentse masculino inteiramente de preta com a lama
Untitledcreando grafismos com a lama sagrada
UntitledMaria Dorinete marcando a borda e creando grafismos com a lama sagrada
UntitledLouisa creando grafismos com a lama sagrada
UntitledMaria Dorinete usando o topo do dedo para pintar pontos
UntitledMaria Dorinete usando o topo do dedo para pintar pontos, detalhe
Untitledplano geral dos grafismos creados, artistas descansando na cozinha
Untitledplano geral dos grafismos creados, artistas descansando na cozinha, Maria Dorinete terminando o ultimo grafismo
Untitledgrafismo feito com a lama sagrada, detalhe
Untitledsubindo o baranco com os panos lavados
Untitledindo para o rio com panos totalmente cobertos pela lama sagrada
Untitledtirando a lama seca dos panos. O que fica e uma cor preta.
Untitledtirando a lama seca dos panos. O que fica e uma cor preta. Plano geral
Untitledchegando na casa de Valdete
UntitledMaria Dorinete salvando os panos, porque a chuva ia manchar os panos recentemente tingidos.
UntitledAo lado de Alze que está assinando: Louisa e Matawo.
Em frente de Alze: a pesquisadora indígena/bolsista de Prodocult Maria Dorinette Pinhanta e o coordenador Peter Beysen (ambos vistos de costas)
Casa de Valdete Pinhanta. Apiwtxa. Rio Amônia.
Sentado no banco no fundo: o grande líder Antonio Pinhanta.
Casa de Valdete Pinhanta. Apiwtxa. Rio Amônia.
Os participantes:Alze, Matawo, Luiza, Ipitxa, Ashira, Erishe, Iniriya, Maria.
Casa de Valdete Pinhanta. Apiwtxa. Rio Amônia.
Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledMara Dorinette: antes de pegar a lama reza-se para o dono da lama que é uma cobra.
Igarape. Apiwtxa. Rio Amônia.
Ipitxa está mexenda na lama para obter uma consistência igual. O balde esta posta na plataforma de uma casa. Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledSegundo os Ashaninka a lama protege contra as mordidas de cobra como aqui na foto quando um kitarentse masculino está totalmente cobertopor ela.
Apiwtxa. Rio Amônia.
Algodão crescendo entre as plantas de mandioca na roçada de Diene.
Apiwtxa. Rio Amônia.
Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledO tamanho do tear na foto é pequeno. Para aprender a produzir um kitarentse masculino é bom de começar a aprender tecer produzindo uma bolsa com um tear pequeno. O principio é o mesmo, mas sendo menor, o tear é mais fácil de manipular. Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledColocar os fios com diferentes cores em torno dos bastões do tear define já os futuros grafismos dos kitarentse masculinos ou das bolsas. Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledEscola de Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledEscola de Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledEscola de Apiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amonia.
Untitled‘Mestre’ Mambuka sempre toma em conta a forma do rosto de alguém para acrescentar algo extra.
Apiwtxa. Rio Amonia.
Casa de Joana. Apiwtxa. Rio Amonia.
UntitledContinuação da foto_134
Observa-se que os meninos não estão vestidos de kitarentse (a roupa tradicional) por causa de uma falta recente de algodão devido a uma doença misteriosa das plantas.
Apiwtxa. Rio Amonia.
Apiwtxa. Rio Amonia.
UntitledApiwtxa. Rio Amonia.
UntitledApiwtxa. Rio Amonia.
UntitledApiwtxa. Rio Amonia.
UntitledApiwtxa. Rio Amonia.
UntitledCasa de Valdete Pinhanta. Apiwtxa. Rio Amonia.
UntitledCasa de Seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.
UntitledCasa de Seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.
UntitledCasa de Seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.
UntitledCasa de Seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.
UntitledApiwtxa. Rio Amonia.
UntitledAntonio Pinhanta descascando as folhas do milho para posteriormente confeccionar com elas a tampa do recipiente de urucum. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
UntitledContinuação da fotografia_126
Antonio Pinhanta colocando as folhas do milho contra o taboca para assim obter a medida certa da futura tampa. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Continuação da fotografia_128
Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Continuação da fotografia_129
Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
Antonio Pinhanta colocando a pasta de urucum no recipiente de taboca/bambu. Detalhe do pote com pasta de urucum e o frasco com óleo de palmeira. Comunidade Apiwxta, Rio Amônia.
UntitledApiwtxa. Rio Amonia.
UntitledCasa de Valdete e Alze.
Apiwtxa. Rio Amonia.
Bebendo caiçuma (bebida de mandioca fermentada).
Apiwtxa. Rio Amonia.
Micanga espalhada num pano. Sempre com a presença de crianças já aprendendo a arte aos poucos.
Casa de Diene e Rica. Apiwtxa. Rio Amonia.
Comunidade Apiwtxa, Rio Amônia, Antonio Pinhanta segurando a mesma faixa da coroa com o grafismo mais avançado
UntitledComunidade Apiwtxa, Rio Amônia,
UntitledValdete Pinhanta (D) e Moises pinhanta (E) Comunidade Apiwtxa, Rio Amônia,
UntitledFilho de Goya, comunidade Apiwtxa, Rio Amônia,
Untitled