Antropologia

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              1471 Descrição arquivística resultados para Antropologia

              1471 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Memória da antropologia no sul do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572(816) / M533 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Por ocasião dos 50 anos da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), três professores titulares aposentados de universidades federais do Sul do Brasil reuniram a história regional dessa ciência na obra intitulada Memória da antropologia no Sul do Brasil. Cada capítulo traz um detalhado retrospecto de como a antropologia começou a ser feita no Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, tornando-se, no conjunto, uma preciosa fonte de informação para aqueles que têm interesse em conhecer a evolução desses estudos não só nas instituições federais de ensino superior, mas também nos demais centros de pesquisa da região que se dedicam a essa área de conhecimento

              SANTOS, Silvio Coelho dos (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.72(81=1-82) / A162 / 2018 · Item · 2018
              Parte de Bibliográfico

              O livro trata de uma produção conjunta de um coletivo de pesquisadores que, de diferentes maneiras e em momentos diversos, vêm escrevendo sobre o tema das memórias e dos patrimônios indígenas

              ABREU, Regina
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A447m / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              Nessa narrativa os índios são personagens quase exclusivos dos primeiros capítulos da história, quando se fala dos primórdios da colonização. Para o olhar do europeu e da elite da jovem nação, os indígenas fazem parte de uma natureza a domar, integrando um seguimento inóspito do cenário, como o excessivo calor, os mosquitos, as cobras e animais peçonhentos. A riqueza e exuberancia daquela terra proveem de suas matas, de seus pássaros, de suas minas, não da grandeza dessas culturas ou do labor de seus primeiros habitantes. Mérito ou iniciativa própria, aos indígenas não se lhes atribui

              ALMEIDA, Maria Regina Celestino de
              Minhas palavras
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / L664m / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Publicando as lições ministradas entre 1959 e 1982 na École dês Hautes Étyudes e no Collège de France, o autor de “Tristes Trópicos” nos deixa vislumbrar os cominhos pelos quais passearam suas idéias, um dos grandes suportes, senão o maior deles, do pensamento antropológico de todos os tempos. Nessas aulas e conferências, esboços de suas obras, ele nos revela não só a gênese desses trabalhos, como também a essência deles, nos dando a oportunidade de ler o resumo de sua produção. Os movimentos de uma reflexão elaborada em trista e dois anos de exercício intelectual, a duração de toda uma geração

              LÉVI-STRAUSS, Claude
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M149m / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Através de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon

              MACHADO, Maria Fátima Roberto
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / P436N / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Este trabalho inscreve-se dentre as etnografias dedicadas ao grupo indígena usualmente conhecido como Uitoto, de autodenominação Murui e Muira-murui(ou Muinane). Resulta de pesquisa realizada entre os anos de 1999-2004(entre períodos de campo longo e visitas pontuais), na AmazOnia colombiana, em particular San Rafael, rio Caraparaná

              PEREIRA, Edmundo Marcelo Mendes
              Nova luz sobre a antropologia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / G298n / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Os conceitos não têm sentidos rigidamente fixos, mas se desenvolvem e modificam no tempo e espaço. Geertz, um dos maiores antropólogos da segunda metade do século XX, discute conceitos como país, nação e identidade sob nova luz, ultrapassando as fronteiras disciplinares. Suas obras na área de ciências sociais são referência por sua clareza e importância. Com um pensamento pós-moderno e multicultural, Geertz retoma questões de filosofia política, psicologia, religião e história num trabalho de grande interesse para qualquer um disposto a enxergar sob nova perspectiva a antropologia no mundo contemporâneo

              GEERTZ, Clifford
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kaingang / N936 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Esta coletânea reúne pesquisas que contribuem para ampliar os horizontes acadêmicos sobre os Kaingang no Brasil Meridional, a partir do principio de que essas pessoas não são apenas um objeto de pesquisa, mas genuínos mestres com muito a ensinar

              TOMMASINO, Kimiye
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.89 / A274a / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              A Antropofagia no Novo Mundo nos séculos XVI e XVII é o tema desse livro que trata do ?alimento homem? que, ritualmente, se torna alimento para outro homem, o qual, por sua vez, vive na perspectiva, altamente significativa para sua cultura, de se tornar, um dia, ele mesmo alimento para os outros. A Antropologia se apresenta, aqui, como perspectiva de análise imprescindível, constituindo-se, ela mesma, enquanto esboço de um estudo crítico sobre sua própria característica de compreensão/digestão da alteridade cultural. Finalmente, uma metodologia de estudo histórico-religiosa se impõe pela característica ?ritual? desta específica forma de antropofagia.

              Agnolin, Adone
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-980.41 / G633 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              O autor alia uma extensa pesquisa documental a sua longa experiência como etnógrafo e indigenista para produzir um detalhadíssimo relato das relações entre os Tenetehara do Maranhão e os brancos, desde o contato inicial com os franceses no início do século XVII aos dias de hoje. Conforme alerta o próprio autor, o livro está escrito em vários registros distintos, passando pela teoria antropológica ("ontosistêmica"), pela história do contato, pela "economia igualitarista", pela demografia e pela filosofia. A parte sobre a história é organizada pela seqüência das principais instituições da política indigenista, com uma concentração maior no período do SPI. No mais, destacam-se a abordagem da rebelião de Alto Alegre (1901) e o capítulo sobre a demografia histórica. Presente de maneira indireta ao longo do livro, a voz dos índios aparece de maneira explícita num capítulo curto com a transcrição de alguns depoimentos

              GOMES, Mércio Pereira
              O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / R484p / 1995 · Item · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Por que o Brasil ainda não deu certo? Quando chegou ao exílio no Uruguai, em abril de 1964, Darcy Ribeiro queria responder a essa pergunta na forma de um livro-painel sobre a formação do povo brasileiro e sobre as configurações que ele foi tomando ao longo dos séculos. A resposta veio com este que é o seu livro mais ambicioso, fruto de trinta anos de estudo ? uma tentativa de tornar compreensível, por meio de uma explanação histórico-antropológica, como os brasileiros se vieram fazendo a si mesmos para serem o que hoje somos. Uma nova Roma, lavada em sangue negro e sangue índio, destinada a criar uma esplêndida civilização, mestiça e tropical

              RIBEIRO, Darcy (1922-1997)
              O que faz o brasil, Brasil?
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 (81) / D155 / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Livro sobre reflexões antropológicas sobre a realidade brasileira

              DaMatta, Roberto
              Obras e vidas: o antropólogo como autor.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572 / G298o / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O que a etnografia é não está muito claro. Talvez ela seja uma espécie de escrita, para aqueles que se empenham em produzi-la e/ou consumi-la. Mas diversas considerações, talvez não muito razoáveis, têm impedido seu exame como tal. Para desenvolver esta idéia inicial, o autor Clifford Geertz analisa o trabalho de antropólogos bastante diferentes como Claude Lévi-Strauss, Edward Evan Evans-Pritchard, Bronislaw Malinowski e Ruth Benediet

              GEERTZ, Clifford
              Olhar urbano, olhar humano
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-711.4 / O46 / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Tanto o urbanismo quanto seu ensino nos curso de graduação e pós-graduação no país muitas vezes passam ao largo das questões sociais, para continuar privilegiando uma abordagem progressista que insiste no elogio da modernidade. Justifica-se, então a proposta básica de trabalho sintetizada no título desta coletânea, “Olhar urbano, olhar humano”.: contribuir para os estudos do espaço urbano no âmbito dos cursos de graduação, em especial os cursos de Arquitetura e Urbanismo, procurando evidenciar a importância dos aportes das ciências sociais e humanas para um urbanismo reflexivo e crítico no Brasil

              SÁ, Cristina (org)
              Os Caçadores
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.02 / S492c / 1971 · Item · 1971
              Parte de Bibliográfico
              SERVICE, Elman R
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / M317C / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este trabalho conjuga interesses da história e da antropologia, partindo ao mesmo tempo de uma certeza e uma constatação. A certeza de que as explicaçOes históricas sobre a formação de uma determinada área ou região devem inserir em seus discursos os povos indígenas e seus contextos; e a constatação da irrelevAncia dada para a onstrução de uma história sobre os índios nos Campos de Araraquara

              MANO, Marcel
              Os direitos do indio: ensaios e documentos.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-340.5(81) / C972d / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico

              A legislação colonial portuguesa e a legislação brasileira sempre reconheceram o direito dos índios sobre suas terras. Mas no Brasil, entre o que a lei diz e o que se pratica quase sempre existe um abismo. Ao longo dos séculos, os índios brasileiros foram escravizados, mortos e espoliados de suas terras

              CUNHA, Manuela Carneiro da
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.61(81=1-82) / P112 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Reflete sobre a complexidade do contato entre os indígenas colonizados e os europeus colonizadores. Verifica como dezesseis grupos indígenas, que habitam a região ao norte do Rio Amazonas, interpretam seu encontro com os brancos. Revela as representações simbólicas nativas sobre doenças infecciosas e trabalho indígena escravo. O volume dá voz ao indígena na história colonial, reconstrói as histórias de contato do ponto de vista do nativo e mostra o potencial dos índios brasileiros de se apropriar sócio-simbolicamente das instituições governamentais e das tecnologias de comunicação

              ALBERT, Bruce
              Palestra Milton Guran
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 155 · Item · 2010
              Parte de Arquivístico

              Palestra chamada Antropologia e Imagem realizada pelo antropólogo e fotógrafo da Universidade Federal Fluminense Milton Guran, no Curso Dimensões das Culturas Indígenas: arte, línguas indígenas e política cultural no dia 19 de julho de 2010