Crianças korubo da aldeia Tankala Maë na expedição para retirada de paxiúba para fabricação de artefatos.
Sin títuloAmazonas
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Crianças korubo da aldeia Tankala Maë na expedição para retirada de paxiúba para fabricação de artefatos.
Sin títuloCrianças korubo da aldeia Tankala Maë na expedição para retirada de paxiúba para fabricação de artefatos.
Sin títuloCrianças korubo da aldeia Tankala Maë na expedição para retirada de paxiúba para fabricação de artefatos.
Sin títuloCrianças e mulheres korubo na caminhada na floresta para retirada de paxiúba.
Sin títuloCrianças e mulheres korubo na caminhada na floresta para retirada de paxiúba.
Sin títuloCrianças e mulheres korubo na caminhada na floresta para retirada de paxiúba.
Sin títuloCrianças e mulheres korubo na caminhada na floresta para retirada de paxiúba.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloTxitxopi, cacique korubo, talhando paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloMalu Xuma, segunda esposa do cacique Txitxopi Korubo, amamentando Empule Bruno durante a retirada de paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloMalu Xuma, segunda esposa do cacique Txitxopi Korubo, amamentando Empule Bruno durante a retirada de paxiúba para fabricação de zarabatana.
Sin títuloCasa de Abená
Sin títuloCasa de Abená
Sin títuloCasa de Abená
Sin títuloDona Graciela tirando tucum e organizando as folhas de tucum, sempre usando técnicas para não pegar os espinhos.
Sin títuloAs Jovens mulheres no caminho da roça com suas cabeças de Tucum
Sin títuloNa imagem vendo a mulher com seu aturá nas costas, cheio de mandioca e frutas em cima também. Isso é típico entre as mulheres Baniwa.
Sin títuloEm todas as roças, sempre é plantada diversos tipos de frutas, justamente pensando nos filhos e netos. A dona da roça cortou cana e colheu também cubío para fazer salada com pimenta.
Sin títuloNa imagem as mulheres com seus aturás nas costas e cesta em sua cabeça, voltando da roça para casa.
Sin títuloNo meio da roça está a dona da roça, sua filha Nilda e eu (Francineia), a dona Cristina com seu aturá e as mulheres jovens todas em pé atentas para ouvir a narrativa que está sendo contada pela dona Maria José, mostrando as variedades de manivas, que deve ser plantada na capoeira. Ela explicou o porquê atrás das casas, pois disse, que as vezes chove o dia inteiro. E as vezes no final do dia ela vai rapidinho arrancar, pois fica muito de perto de sua casa, isso é uma estratégia criada para tempo de muita chuva.
Sin títuloAtividade de registro realizada em novembro de 2019. Nessa imagem vemos uma jovem, usando como ferramenta de registro o seu celular, levantada perto de igarapé, indo para roça. Toda registro feita sobre tucum e roça, jovens mulheres usaram celulares para ajudar a fazer os registros durante a conversa feita com as conhecedoras da comunidade.
Sin títuloNa imagem vemos uma senhora com sua lenha na cabeça. Essa imagem representa todas as mulheres baniwa. Quando voltam para casa, elas sempre levam lenha para casa, pois com ela cozinham, defumam peixe ou caça. Lenha é o gás dos indígenas
Sin títuloDona Lúcia, limpando peixes para cozinhar e outros para moquear, na foto temos peixes variados que são: tucunaré amarelo, tucunaré surubiana, aracú pinima, aracú dumé e aracá raio.
Sin títuloÁ esquerda está a Dona Bidoca, no meio a sua netinha, e do lado a dona Isabel. As duas são artesãs profissionais da comunidade. Na imagem vemos a Dona Bidoca ensinando a sua neta a fazer artesanato. Esse repasse para as crianças é um aprendizado muito riquíssimo do “aprender/brincar”.
Sin títuloA Dona Isabel Castro e Bidoca Castro, estão puxando tucum, usando suas técnicas tradicionais para tirar os fios da folha de tucum.
Sin títuloChegando no sítio Típuku, a Laura Martins sai com seus aturás nas costas, indo em direção do caminho da roça.
Sin títuloNa imagem aparece as mãos de Dona Lúcia Emílio, que está espocando as frutas de urucum para tirar suas sementes e tingir ramas de tucum.
Sin títuloDona Bidoca pintando rosto do Fabrício com karajurú ou Crajirú. Antes de fazer dabucurí todos estavam se pintando para participar da festa.
Sin títuloEncabeçando a dança o Sr. Gracindo e sua esposa Íris e os demais atrás, dançando alegremente para festejar os dias dos professores, praticando as danças nossas.
Sin títuloNa imagem vemos a Jovem Josiane Mandú subindo numa árvore para poder tirar tucum. Algumas árvores, servem de apoio para pode tirar a matéria-prima. Pois pé de tucum é muito espinhosa, por isso é tirado com um gancho feito com uma vara bem cumprida.
Sin títuloRegistro do cotidiano e das principais atividades: mulheres juntas estão sentadas numa roça que acabou de ser derrubada que é na terra firme. Essa roça foi derrubada por meu pai, Francisco. As demais mulheres estavam sentadas e minha mãe plantando caroço de tucumã.
Sin títuloDona Cleomar Olímpio com seus aturás em sua roça que foi queimada recente que está no processo do plantio de maniva e de frutas.
Sin títuloEssa planta se chama “ remédio da roça”, essa planta tem uma raiz idêntica a mandioca. Por isso ela deve ser sempre plantada na roça nova para ter fartura na hora de arrancar mandioca.
Sin títuloNa foto, aparece uma panela de açaí sendo mexido com cuia yamarú. Depois de ser socado com pedaço de madeira, já está no ponto de fazer o vinho de açaí, coar em seguida e depois tomar xibé de açaí (farinha com açaí).
Sin títuloA Dona Bibiana fazendo beiju, sempre usando suas técnicas de fazer. Forno deve está numa temperatura certa para poder dá certo. Sempre usando os saberes tradicionais e usando os artefatos próprios
Sin títuloUma cesta cheia de frutas tirada da roça. Na ida a roça sempre trazem variedade de frutas para casa que são: banana, e dois tipos de batatas
Sin títuloNa imagem aparece Aparecida Batista e seu esposo Jaime Chaves segurando motor rabeta, indo para roça que fica umas 2 horas descendo no rio. Se deslocando da comunidade às suas roças que ficam em seus sítios, é uma rotina das famílias indígenas do rio Içana.
Sin títuloAlgumas frutas são plantadas na roça, tais como pupunha. A Dona aparecida está colhendo frutas de pupunha que tirou na sua roça antiga que já é “kukuera”, onde só tem frutas.
Sin títuloNa foto, percebemos que a Aparecida usa peneira de farinha com massa em cima e aos poucos vai sacudindo e vai caindo, se transformando em beiju, e vai ser cortado em forma de triângulo, e vão ficando na beiro do forno para ficar crocantes.
Sin títuloNadma e Josi fazem trocas entre a caça por pimenta. As trocas alimentares entre as famílias é um modo comum de suprir as necessidades de cada família.
Sin títuloEliezer e Nazaré seguem para a roça com seus filhos pequenos, na canoa. Para chegar à roça, as famílias frequentemente precisam se deslocar de canoa, com ou sem motor.
Sin títuloNazaré colhe pimentas na roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sin títuloCesta formada por uma panela velha e folhas de embaúba dão suporte para as pimentas colhidas na roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sin títuloAs pimentas foram colhidas na roça da Sr. Nazaré e Eliezer, depois são colocadas numa peneira grande. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sin títuloTrocar plantas ou mudas entre as mulheres é uma troa de saberes. A muda de pimenta é embalada numa folha de embaúba, isso é uma técnica que usamos para proteger a muda.
Sin títuloNa foto aparece Dona Carol pilando as cascas queimadas para transformá-las em cinza.
Sin títuloMulheres Baniwa sentadas, depois de uma longo dia de trabalho, momento de tomar xibé de patuá, e aproveitar para conversar mais sobre as peças feitas .
Sin títuloDona Carol e Francy Silva, mestras de cerâmica com seus aturás rumo à extração das cascas de caraípe na floresta.
Sin títuloMulher baniwa da comunidade de Santa Isabel retirando casca do tronco com facão.
Sin títuloFrancy da Silva e Dona Carol retiram barro de um buraco perto do rio.
Sin títuloMistura de cinza de caraípe (kawa) com barro (dekai) para fazer a base de cerâmica. Aparece a mão de Dona Arcélia.
Sin títuloDona Carol e Dona Docilene Brazão moldam juntas, são duas mestras de cerâmica que estão na troca de conhecimento entre elas e as jovens.
Sin títuloA Francy Silva moldando uma peça cerâmica com forma de biribá.
Sin títuloTrês meninas recolhem um barro mais avermelhado no igarapé.
Sin títuloMulher baniwa pintando sua cerâmica com padrão baniwa, usando os desenhos feitos por elas mesmas, desenhos apropriado para cada objeto.
Sin títuloImagem da casa onde as peças de cerâmicas estão sendo defumadas e queimadas.
Sin títuloDona Carol pegando cerâmica já defumada e queimada no fogo, já envernizada com breu.
Sin títuloMomento em que elas estão puxando o tucum para tirar fios da folha. Elas sentam embaixo de jambeiro para fazer o trabalho
Sin títuloDocumentário da viagem ao Rio Negro, no Amazonas, pela Inspetoria de Fronteiras, chefiada por Rondon. O filme mostra cenas em Manaus e manifestações dos estudantes do colégio dirigido pelos salesianos. Nas cenas seguinte vemos solenidade comemorativas da fundação desses colégios. Partem de barco pelo Rio Negro chegam em Barcelos. É mostrado salas de aula, estudantes fazendo exercício físico e ginástica. O filme mostra as atividades da missão, começando pela estação meteorológica, escola agrícola que apresenta suas plantações de arroz, mandioca, cana e laranja. Os estudantes trabalhando no trato com a terra. As jovens índias aprendem sobre horticultura, corte e custura. Mostra, ainda, cenas de assistência médica, sala de cirurgia e famárcia. Aparece também oficina de carpintaria, sapataria e olaria. Vemos, também, o dormitório dos estudantes índios internos, com suas redes. Mostra os índiosMakú. Em seguida mostra os rios com cachoeiras e os barcos descendo nas correntezas e vencendo os desafios da natureza. Observa-se também o Padre José distribuíndo brindes aos índios Makú, como forma de catequese. Aparecem os índios do rio Tiquié, índios distribuíndo adornos para festa. E os Tuyúka aparecem dançando
Sin títuloLegenda da foto: Os índios Pirarães cultivavam suas roças dentro da mata e são os Igapós que dão acesso à elas
Sin títuloLegenda da foto: Os Pirarães e suas famílias passam a maior parte do tempo em alagados, sobre cascas ou pirogas (canoa) nas matas amazônicas
Sin títuloLegenda da foto: O pessoal do posto indígena do Maici usava barraca de lona antes da construção do posto
Sin títuloLegenda da foto: Chegada da expedição ao posto do Barracão Santos Dumont no Rio Cabixi
Sin títuloLegenda da foto: Para aperfeiçoar a embarcação é preciso concluir o serviço à fogo. Com isso a canoa ganha mais resistência
Sin títuloJarreteira tecida constituída de faixa tecida com fios de tucum segundo a técnica do entretecido
Sin títuloPulseira tecida, constituída por faixa tecida com fios de tucum, segundo a técnica do entretorcido. Apresenta uma das extremidades arrematada com fios torcidos, provenientes do prolongamento do tecido arrematado com nó, que ultrapassam pela extremidade oposta do objeto, para atá-lo ao pulso
Sin títuloPulseira tecida constituída de uma faixa confeccionado com fibra vegetal não identificada segundo a técnica do entretorcido. Apresenta as extremidades com acabamento com fios torcidos, oriundos do prolongamento dos fios tecidos que atravessam orifícios abertos na extremidade oposta da pulseira, a fim de ajustá-la ao pulso
Sin títuloBatedor - espátula confeccionado em madeira de paxiúba, para tecelagem
Sin títuloAmostra de argila amarela "ewa", matéria-prima utilizada na manufatura de artefatos indígenas, usada para o processo de confecção da cerâmica do povo Baniwa, é um pigmento utilizado na pintura e desenho das peças, é o responsável pelo tom vermelho (quando a pintura amarela sobre a peça cinza escura se transformará em pintura vermelha sobre uma peça clara, depois do processo da queima da cerâmica)
Sin títuloAmostra de argila "dekai", matéria-prima utilizada na manufatura de artefatos indígenas, usada para o processo de confecção da cerâmica, dentro de um tubo de ensaio da localização geográfica Santa Isabel
Sin títuloFios de tucum (Astrocaryum spp.) na cor natural e tingidos por um tipo de cipó chamado "oü", que dá coloração amarromzada aos fios, que são reunidos formando maço. Os fios estão em estado ainda a ser trabalhado, ou seja, ainda não estão em ponto de fios torcidos
Sin títuloNovelo de tucum, constituído de fibra de tucum torcida, cujos fios encontram-se enrolados formando uma esfera assimétrica.
Sin títuloCaroço de jarina
Sin títuloNovelo de fios de tucum novo
Sin títuloFlauta reta de osso confeccionado com fêmur de mamífero não identificado apresentando três orifícios em sua extensão e pendurada a fio de fibra natural não identificada. Possui decoração formada por tufos de penas de arara de cor vermelhas, amarradas ao fio de fibra, junto a extremidade proximal do osso
Sin títuloFlauta reta de osso confeccionado com fêmur de mamífero não identificado apresentando três orifícios em sua extensão e pendurada a fio de fibra natural não identificada. Possui decoração formada por tufos de penas de tucano amarelas, amarradas ao fio de fibra, junto a extremidade proximal do osso
Sin títuloEspada de madeira confeccionado com uma base de madeira não identificada, em forma de cruz, revestida de trançado de taboca e cipó formando motivos geométricos característicos do grupo
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloOsso da mandíbula de porco-do-mato
Sin títuloBrinquedo igara confeccionado com madeira não identificada entalhada. Exibindo em sua parte interna, três travessões em sua extensão representando banco para acomodação de passageiros. Sendo seu interior tinto com urucum e a superfície com tinta de pariri. Apresenta na lateral externa a inscrição "ALFREDO CASTRO GUIMARÃES". Acompanha o objeto remo cordiforme confeccionado com a mesma matéria-prima
Sin título