Desenho realizado durante a Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, posterior à reunião de anuência na comunidade Santa Rosa do projeto Prodocult Museu do Índio/Unesco, em 29/10/2019. Conteúdo: arco e flecha (ponta de metal); animais (porco, cotia e um pássaro e inambu), pilão para socar coca.
Estevão Penedo Pena (comunidade Santa Rosa)alimentação
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Desenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: árvore frutífera, patauá; palavra “wáh” e língua Hup. Categorias temáticas: manejo ambiental; extrativismo; alimentação.
Sabino Brasil MonteiroPedaços de jacaré (hàt), peixe (b’ö́y, yòp e sṍ’ tẽh) e paca (hũyáw) sobre pìj k’et (folhas cabari) e kekèw k’et, que há pouco foram moqueados no jirau. Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesAo amanhecer, homem mostra paca caçada durante a noite anterior, já sem o couro e o ventre, pronta para ser cortada e assada. Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa).
Bruno Ribeiro MarquesDesenho feito na Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, durante os dias 27 e 28 de novembro de 2019, antes da caminhada de Taracuá Igarapé até Serra Grande (Paç Pö́g) na própria comunidade Taracuá Igarapé. Conteúdo: casa de roça (b’ot mòy); tocos de árvores derrubadas e, no entorno, mata virgem.
Eugênio SocotQuando o sol estava surgindo no último dia da caminhada na cabeceira do igarapé Cabari, as caças e pescas da noite eram moqueadas em um jirau (wáb). Leonardo Seabra Serra (comunidade Água Viva).
Bruno Ribeiro MarquesQuando o sol estava surgindo no último dia da caminhada na cabeceira do igarapé Cabari, as caças e pescas da noite eram moqueadas em um jirau. Leonardo Seabra Serra (comunidade Água Viva).
Bruno Ribeiro MarquesAo amanhecer, pedaços de peixe são cozidos na panela, enquanto alguns roedores comestíveis (nuh bì’) secam sobre a lenha que alimenta o fogo. Sônia Pires Gonçalves (comunidade santa Rosa). Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesAo amanhecer, pedaços e peixe e rã são cozidos na panela, enquanto alguns roedores comestíveis são secos sobre a lenha que alimenta o fogo. Sônia Pires Gonçalves (comunidade santa Rosa). Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesS’ùg Pɨg (cucura do mato) coletada pelas mulheres e crianças enquanto os demais estavam abrindo o caminho que estava cerrado nesta altura.
Bruno Ribeiro MarquesEm local de descanso no segundo dia de caminhada, enquanto alguns seguiram à frente para abrir o caminho que estava cerrado, a carne da paca caçada à noite é distribuída entre os caminhantes. Júlio Seabra Caldas e Virgolino Penedo Pena, no segundo dia de caminhada.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena misturando cinzas de folhas de embaúba e coca para elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Bruno Ribeiro MarquesJúlio Seabra Caldas depurando a mistura de coca com cinzas de folhas de embaúba para elaborar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k). Em primeiro plano, bacia com folhas de coca recém-colhidas.
Bruno Ribeiro MarquesFolhas de coca em bacia para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena secando folhas de coca em forno para dar início à elaboração do ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena batendo o pano com a mistura de coca e cinzas de folha de embaúba, depurando. Em língua Hup, esta ação é chamada de pũ’ũ̀h pɨ́h.
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena usando pilão (pũ’ũk tö́k) para preparar o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k), composto feito com folhas de coca secas e piladas, misturadas à cinza de folhas secas de embaúba ou outras plantas; comida, em geral, de homens mais velhos.
Bruno Ribeiro MarquesAntônio Penedo Neres queimando folhas secas de embaúba, cujas cinzas (em língua Hup, pũ’ũ̀k b’öh) serão misturadas às folhas secas e piladas de coca, preparando o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Bruno Ribeiro MarquesIdalino Andrade Pena colocando o composto de coca seca e pilada e cinzas de folhas de embaúba em pano para depurar, fazendo o ipadu (em língua Hup, pũ’ũ̀k).
Bruno Ribeiro MarquesDesenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: igarapés e seus afluentes das cabeceiras; pássaros, peixes e jacaré; árvores frutíferas; casa; homem; caminhos, um deles em direção às serras; Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena) com sua cobertura vegetal e uma palmeira no topo, no pé das mesmas, uma onça;
Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa)Desenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: igarapés e seus afluentes das cabeceiras; árvore frutífera; tapiri; homem com zarabatana e a roupa dos antigos (b’ö́b); casal com adorno ritual, flauta e roupa dos antigos; Paç Pö́g (Serra Grande) e Paç Tẽh (Serra Pequena);
Isaías Pires Gonçalves (comunidade Santa Rosa)Jaime Caldas Pena pede para registrar uma fotografia, em suas palavras, como um Húp Ĩ́h (homem Hup), vindo da roça com folhas secas de embaúba e seu aturá pequeno (máj tẽh), já com ipadu (coca, pũ’ṹk) na boca.
Bruno Ribeiro MarquesGuilherme Boreiro da Silva (comunidade Waguiá) bebe chibé (sih, água com farinha de mandioca) em parada para descanso em Sana Huh höhöd (clareira / local de acampamento Cachoeira Abacaxi). Ao fundo, Hupd’äh descansam, Domingos Soares (Cabeça da Onça), Antônia Soares Andrade (São Fernando), Elizeu Boreiro da Silva (Waguiá) e outros. Segundo dia de caminhada, trecho de ida para o alto rio Tiquié.
Bruno MarquesAntônia Soares Andrade (comunidade São Fernando) faz fogueira e prepara alimentos em acampamento em Sana Huh höhöd (clareira / local de acampamento Cachoeira Abacaxi). Cozinha na panela e moqueia peixes no jirau. Quarto dia de caminhada, trecho de retorno para a comunidade Waguiá (alto rio Papuri).
Bruno MarquesTraíras (b’ö́y) pescadas recentemente antes de irem para o moquém. Amarração em feixe com cipó (yúb). Quarto e último dia de caminhada na cabeceira do igarapé Cabari.
Bruno Ribeiro MarquesPeixes sendo moqueados em jirau no acampamento em Sana Huh höhöd (clareira / local de acampamento Cachoeira Abacaxi). Recipiente de folha cabari (pij k’et) amarrada com cipó (tɨt). Uso de folha de palmeira como envoltório de peixes. Quarto dia de caminhada, trecho de retorno para a comunidade Waguiá (alto rio Papuri).
Bruno MarquesDesenho realizado na continuação da Oficina de etnomapeamento e produção iconográfica, voltada ao mapeamento da floresta e às imagens da vida dos Hupd’äh, anterior à caminhada entre Santa Rosa e Paç Pö́g (Serra Grande), em 11/12/2019. Conteúdo: tatu (yë̀w, em língua Hup), com detalhes de seu carapaça; palavra “tatu”.
Idalino Andrade Pena (comunidade Santa Rosa)