Grito coletivo de Yãmĩy e vocalização coletiva de dentro do kuxex
UntitledAldeia Vila Nova
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Canto coletivo (fora de quadro)
UntitledUm rádio tocando música ao fundo.
Canto coletivo - Kotkuphi (fora de quadro)
Choro coletivo de kotkuphi
UntitledImitação de grito de kotkuphi
UntitledMulher espalhando a mandioca ralada sobre a folha de bananeira e depois recheando o kotpex com carne de porco.
UntitledMulher falando para a câmera e manipulando o kotpex que acabou de sair do fogo.
UntitledFora do kuxex, as mulheres estão reunidas. Guigui fala ao microfone. Homens se aproximam.
UntitledChoro coletivo de kotkuphi
UntitledHomens jogam dominó.
UntitledChoro coletivo de kotkuphi
UntitledCanto coletivo lotkuphi (fora de quadro)
UntitledCanto coletivo kotkuphi
Choro coletivo
Varinhas batendo na parede do kuxex
Os parentes pataxó cantam e dançam com as crianças Maxakali.
UntitledTrabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
UntitledGilmar Maxakali falando. Em 00:01:35 começa a falar Pequi Maxakali.
UntitledToninho Maxakali falando. Joviel fala em 00:04:45. Gilmar Maxakali começa a falar no final.
UntitledQualificação de acervo: escuta das gravações antigas do acervo do MI.
O que estão ouvindo aqui é a história do leão, contada por Dominguinhos, no arquivo <AVESON 198 Lado A>.
A história contada no fim da gravação é mesmo da onça pelada, contada por Nicolau, mas está cortada, não está completa. Toninho conta um pouco adiante: Antepassado foi pegar taquara para fazer ponta de flecha, mas ao voltar para a aldeia não repartiu entre as pessoas. Outro antepassado viu e, no dia seguinte, conversou com sua esposa para irem tirar taquara para eles, pois ficaram sem. Então, foram e ao voltar, anoiteceu. Instalaram-se à beira da estrada. Acenderam fogo, deitaram e dormira. Aí veio a onça pelada e tirou a cabeça da mulher e comeu. O antepassado acordou em seguida, ouvindo a onça pelada comer alguma coisa, e quis acordar a mulher para ouvir também. Balançou a mulher, mas ela estava morta, sem a cabeça. O antepassado a colocou dentro da sua bolsa e amarrou forte no alto de uma árvore. O inmõxã veio e foi deixando o sangue que pingava encher a sua boca. Então, engolia. Ao tentar encher uma segunda vez sua boca, o antepassado flechou-o dentro da boca. O antepassado enterrou a esposa e depois queimou inmõxã. É preciso queimar para acabar tudo. Onça pelada é inxox kaxax. É sempre algum bicho que vira, à noite: porco, cachorro, carneiro.
Trabalho de qualificação de acervo: visionagem do material gravado na viagem de campo à Aldeia Maravilha ocorrida em outubro de 2014 . No material que assistem, as mulheres cantam dentro do kuxex.
3’17’’ – Toninho explica o contexto, em língua Maxakali. Em 8’40 ele começa a desenhar.
No arquivo <mx_rj_vid_20150424_02>, Zé Antoninho conta em português.
Trabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Toninho e Zé Antoninho escrevem cantos ao mesmo tempo. Toninho canta baixinho conferindo o que está escrevendo e, em seguida, vamos conferindo reescutando o canto.
Qualificação de acervo: escuta das gravações antigas do acervo do MI.
O que estão ouvindo aqui é <AVESON 198 - Lado A>. Trata-se da história de inmõxã contada por Antônio, bisavô de Toninho Maxakali. O vídeo fica cortado no final, mas o que acontece é que ao abrir os olhos bem perto do antepassado, inmõxã é morto com uma flechada no olho.
Trabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Imagem no início está embaçada (até 3’00’’).
17'30'' – Toninho canta um canto com muitas repetições e ele está se preocupa em escrever todas. Mas sai de cena um pouco depois, cansado com a escrita das repetições.
Trabalho de qualificação de acervo: visionagem do material gravado na viagem de campo à Aldeia Maravilha ocorrida em outubro de 2014 . No material que assistem, os Yãmĩy vêm pegar comida com as mulheres.
Toninho explica que as mulheres tentam dar comida para os Yãmĩy, mas não sempre acertam pra quem têm que dar comida. Por isso as pessoas riem. Há mais Yãmĩy cantando dentro do kuxex. Quando gritam vem outro até o pátio.
15’05’’ – Explicações sobre cada um dos espíritos: Yãmĩy preto, Yãmĩy vermelho (os dois vêm do mato) e iymãgnãg (é o nome do espírito que se refere ao passarinho takxen, não identificado. É ele que vem com um espinho na mão quando as crianças estão brincando no pátio). Quem precisa do Yãmĩy vermelho o chama e ele vem (precisa porque quer escutar o canto dele, dar comida pra ele). O preto vem sozinho, de graça, sem ninguém precisar dele.
Trabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
UntitledCantoria. Roda com adultos e crianças.
UntitledCantos de yamĩyhex
UntitledCanto coletivo (fora de quadro)
UntitledPreparo da comida. Ouvimos canto coletivo
UntitledConvidados Pataxó cantam e dançam junto a Maxakalis.
UntitledCanto solo
UntitledCanto coletivo (fora de quadro)
UntitledApresentação de canto e dança Pataxó.
UntitledApresentação individual de cantos maxakali, com microfone, em pátio diante da kuxex
UntitledApresentação individual de cantos maxakali, com microfone, em pátio diante da kuxex
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