Aldeia Vila Nova
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Gilmar Maxakali falando.
Sem títuloTrabalho de qualificação de acervo: tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Toninho imita canto de pássaro (putux xanot) que canta andando à noite. Ele não viu, mas o pai dele contou.
Final da história que está no arquivo <mx_rj_vid_20150424_04>. É a história sobre o antepassado que seguiu os Kotkuphi na estrada.
Sem títuloO porco está amarrado em um pau. Mozart e Maciel o carregam assim. Anatório caminha atrás com Laurindo (de calça azul) e um outro rapaz.
Sem títuloPanorama das pessoas ocupando o pátio.
Sem títuloHomens capinam a margem do caminho que dá acesso ao pátio e ao kuxex.
Sem títuloDois rapazes voltam do rio para a estrada, de bicicleta.
Sem títuloPorco está sendo arrastado para perto do kuxex. Bruno filma. Pacari Pataxó também registra.
Sem títuloMeninos almoçando usando as tampas das panelas.
Sem títuloRoberto Romero fala palavras que está aprendendo em Língua Maxakali. A cena é em frente à casa de Marquinhos Maxakali. Bruno Vasconcelos também aparece.
Sem títuloArnalda descasca mandioca.
Sem títuloMenina lavando pratos. Marciano Maxakali, filho de Marquinho, a ajuda.
Sem títuloCrianças levando cadeiras para o kuxex, que estpa sendo reformado com capim.
Sem títuloChegam na estrada com o porco. Colocam o bicho dentro do carrinho de mão. Maciel empurra o carrinho aldeia acima.
Sem títuloMulheres que estavam cantando dentro do kuxex saem em debandada, correndo para suas casas. Kotkuphi estava chegando à aldeia e ele não pode encontrá-las dentro de seu kuxex. É como antigamente: os homens saiam para temporadas de caça e as mulheres tomavam conta do kuxex porque ele estava vazio. Arrumavam-no também.
Sem títuloMulher continua o preparo do kotpex, recheando-o.
Sem títuloMoças comem e falam para a câmera que está gostoso.
Sem títuloTrabalho de qualificação de acervo em Belo Horizonte. Visionagem e escuta dos materiais gravados durante o encontro de pajés ocorrido durante o trabalho de campo de Fevereiro de 2014, na T.I. Pradinho.
Sem títuloAnatório sai da aldeia, chegando na estrada. Josemar Maxakali o pergunta onde está indo. Conversam um pouco.
Sem títuloMulheres carregando panela com suco. Em seguida, outras preparam o kotpex com a mandioca que já está ralada e com folhas de bananeira.
Sem títuloDalvina Maxakali e Bilza Maxakali preparam comida. Anatório está próximo. Zé Ilton pela o porco, que teve a pele sapecada com capim e fogo.
Sem títuloCanto coletivo kotkuphi
Choro de kotkuphi
Varinhas batendo na parede do kuxex
Crianças participam de “auê” com os parentes pataxó à noite, em frente à casa do cacique da Aldeia Vila Nova Guigui Maxakali. Bruno filma e Leonardo grava o áudio.
Sem títuloQualificação de acervo: escuta das gravações antigas do acervo do MI.
O que estão ouvindo aqui é a história da leão, contada por Dominguinhos, no arquivo <AVESON 198 Lado A>.
Dominguinhos é pai da mãe de Geró (Rosária, Rosário ou Rosalina), que mora na Aldeia Cachoeirinha, em Topázio, MG.
Antônio é bisavô de Toninho. Toninho é filho de José Antoninho, que é filho de Antoninho, que é filho de Capitão Antônio. Antônio é o que está contando a história.
A história contada no fim da gravação é mesmo da onça pelada, contada por Nicolau, mas está cortada, não está completa.
Pacari, Iena e Vandiclea Pataxó cantam em palmas junto com Roberto Romero cantos de capoeira.
Sem títuloZé Antoninho conta em português a história contada por Toninho no arquivo <mx_rj_vid_20150424_01>. É a história se refere ao tempo em que os homens saiam para temporadas longas de caça e as mulheres ficavam sozinhas na aldeia e cuidavam do kuxex. Arrumavam e cantavam a música de Kotkuphi, história de mutum, tuim. Quando acaba o canto, Kotkuphi vem, o espírito, ficar na porta da casa que as mulheres tinham feito pra ele. Aí ele gritou e as mulheres saem correndo para suas casas. Os Kotkuphi trazem os bichos que mataram, caçaram.
Sem títuloCrianças participam de “auê” com os parentes pataxó à noite, em frente à casa do cacique da Aldeia Vila Nova Guigui Maxakali. Tocam chocalhos e dançam em roda em volta do fogueira. Bruno filma e Leonardo grava o áudio.
Sem títuloCanto solo de kotkuphi
Sem títuloCanto coletivo kotkuphi
Choro de kotkuphi
Varinhas batendo na parede do kuxex
Grito coletivo de Yãmĩy e vocalização coletiva de dentro do kuxex
Sem títuloGrito coletivo de Yãmĩy e vocalização coletiva de dentro do kuxex
Sem títuloGuigui fala ao microfone. Gilmar e Joviel também. Valdinei Maxakali aparece filmando.
Sem títuloCanto solo sequencial
Sem títuloCanto.
Sem títuloTrabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Já no início Zé Antoninho começa falando sobre a ordem da sequência de cantos, um pouco em Maxakali, um pouco em Português. Toninho também comenta. Estamos revisando as anotações para saber quais cantos que já foram transcritos.
Guigui convida os parentes pataxó a se apresentarem cantando. Eles o fazem, com a participação de alguns Maxakali.
Sem títuloCanto começa. Mulheres cantam e dançam ao redor dos cantores.
Sem títuloTrabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
5’10’’ – Toninho explica que quando os assobios acontecem no fim de uma sequência de cantos, é porque acabou aquela sequência. Outra vai começar.
6’00’’ – Toninho pede para colocar fotos de bolsas/artesanato na internet para tentar vender as coisas que trouxeram.
6’54’’ – Toninho explica que o Kotkuphi que está cantando é kokuphi pahok, Kotkuphi cego.
11’50’’ – Zé Antoninho mostra que está fazendo um índice dos cantos que estavam sendo transcritos. Ricardo Jamal comenta sobre o que é um índice, uma tabela.
Trabalho de qualificação de acervo em Belo Horizonte. Visionagem e escuta dos materiais gravados durante o encontro de pajés ocorrido durante o trabalho de campo de Fevereiro de 2014, na T.I. Pradinho.
Marilton assiste a história que Israel Maxakali conta no arquivo <mx_rj_vid_20150414_02>. Marilton diz que não entende bem o que ele diz, porque ele está falando coisas na língua do antepassado. Mesmo assim, traduz um pouco.
Ao fundo, ouve-se os apitos pataxó que Josemar está escutando em outro computador.
Toninho Maxakali e Guigui Maxakali fala ao microfone. Toninho Maxakali canta solo um longo canto. Em seguida Guigui retoma a fala (00:05:12). Outros cantam: Manoel Damásio (00:10:10), Joviel (00:14:20), Guigui (00:17:05).
Sem títuloTrabalho de qualificação de acervo: tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Sem títuloTrabalho de qualificação de acervo: tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Sem títuloTrabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Sem títuloQualificação de acervo: escuta das gravações antigas do acervo do MI.
O que estão ouvindo aqui é a história da leão, contada por Dominguinhos, no arquivo <AVESON 198 Lado A>.
18’20’’ – Toninho conta a história do antepassado que foi buscar mel. Sobrou um pouco. Ele teve sede e seguiu o caminho da anta, por onde ela passava para tomar água. Ele pendurou sua bolsa em um galho de árvore e pisou nas raízes da árvore para tomar água. Então, o leão saiu e pegou a cabeça dele e entrou no rio. O pai e a esposa do antepassado esperavam, mas ele não chegava. Então, no dia seguinte, os familiares foram procurá-lo, para saber o que tinha acontecido, se algum bicho tinha pegado ele. Acharam, por fim a bolsa com mel. O pai do rapaz morto mandou outras pessoas procurarem o cocô do leão com os restos do filho. Acharam o calcanhar. Ele colocou o osso no fogo e passou por pilão. O pó foi colocado em uma flecha, na ponta e no encaixe da ponta. O pai guardou em uma bananeira perto de casa. Durante a noite, o filho morto jogou a flecha no chão. No dia seguinte, ele deu a flecha para alguém que não achou o leão. Depois ele mandou o cunhado que andava direto com o filho morto. O leão havia brigado com a esposa dele, perto do rio. O cunhado achou o leão e flecou. O bicho caiu dentro do rio. Então, o antepassado tirou um pau grande e tateou a água até achar o leão morto. O pai do rapaz morto desceu pelo pau até dentro da água e pegou o leão morto. Levou o bicho para a aldeia tirou o couro e repartiu a carne entre todas as pessoas, que comeram.
Trabalho de qualificação de acervo: transcrição, tradução e exegeses. Toninho e Zé Antoninho escutam as gravações do ritual de Kotkuphi realizado no ano de 2008.
Sem títuloCantoria. Roda com adultos e crianças.
Sem títuloApresentação de canto e dança Pataxó.
Sem títuloApresentação de canto e dança Pataxó.
Sem título