Aldeia Tawaya

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_25 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_27 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150501_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto esquenta cinzas em uma panela na fogueira, Binin Chunu irá começar o processo de encaixe do bocal em sua zarabatana. O artesão talha a ponta de sua arma, onde irá encaixar o bocal, que foi pintado de urucum. Imagem das flechas de Tumi Tuku, três já prontas e três em processo de confecção.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150501_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Depois de passar cera de abelha cozida (mamu) pela ponta da zarabatana que está talhando para encaixar o bocal, Binin Chunu enrola cipó nopo na mesma e prende esse, no final, com um pequeno pedaço de cipó comum. Passa essa área da arma pelo fogo. Tumi Tuku passa a haste de madeira de uma de suas flechas, cheia de mamu, pelo fogo. Binin Chunu passa mais mamu pela ponta da zarabatana. Passa-a novamente pelo fogo. Encaixa o bocal na mesma. Passa mais mamu na área do encaixe.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_14 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku inicia o processo de decoração da parte de trás de suas flechas, utilizando fio de paina de samaúma. Enquanto isso, Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele pinta o fio de paina de samaúma com mamu, cera de abelha cozida, material de coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio. Afia sua faca sem ponta e continua cortando as penas, ajustando as bordas das mesmas. Binin Chunu traz para dentro da pequena maloca o torniquete que construiu, para assim dar continuidade à confecção de sua zarabatana.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_18 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Assim, cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Binin Chunu continua a montagem do instrumento próprio que construiu para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_27 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku amarra um pedaço de linha em torno das duas metades de pena que colou em cada flecha, de forma a fixá-las ainda mais. Enquanto isso, Shapu Sibó filma Binin Chunu fazendo a amarração definitiva das duas metades de sua zarabatana.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_22 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, enquanto Binin Chunu inicia o processo de amarração das metades do corpo da zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas e as utiliza para amarrar as penas que colou na taboca de cada flecha. Os homens conversam na língua. Binin irá começar a utilizar o torniquete que construiu.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150501_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu talha a ponta de sua arma onde irá encaixar o bocal, que se encontra no chão aos seus pés, pintado de urucum. Tumi Tuku acerta as bordas de um dos bambus paca com a sua talhadeira enawat, feita de dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. Esquenta o bambu ao fogo e passa cera de abelha cozida (mamu) nele.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Na área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Na área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini começa a inserir os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Na área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_20 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini, agora, pega a brasa inteira e passa ela mesma sobre a parte cortante do artefato, onde acabou de colocar as bolinhas de mamu, cera de abelha cozida. Assim, o mamu derrete, garantindo a fixação dos dentes na madeira. O artesão aperta o molda o mamu derretido no artefato com a ponta dos dedos.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini inicia a oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, chamado tatxik nokoxkatê. O tatxik é a matéria-prima para uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente pelos homens. O artesão talha a madeira que será o corpo do artefato. Ao seu lado, sua filha, Tupa Ixte.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_17 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_18 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade. Imagem da brasa na qual Kuini esquenta o mamu para que fique maleável para ser trabalhado.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_14 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Então, Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo também extrai os seus próprios pedaços de madeira. Ensina aos alunos os tipos de madeira que podem ser usados. O trabalho é conjunto. Os meninos brincam entre si durante a atividade.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_14 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo e seus alunos continuam o trabalho de produção de suas flechinhas, agora em outra clareira, que possui um tronco caído para trabalharem em cima. Damã Jacinaldo, então, começa a esculpir o arco. O conjunto do arco e flechas infantil chama-se xëkpan.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto. As flechinhas começam a surgir.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150426_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida. Os homens conversam na língua. Tumi Tuku conversa com a antropóloga Carolina Lopez, em português.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150426_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku passa a ponta de bambu dessa flecha já pronta pelo fogo, para que fique mais flexível de ser trabalhada. Acerta, então, a envergadura desse bambu com o joelho. Depois, começa a esculpir as suas bordas com a faca sem ponta. Os homens conversam na língua e em português com a antropóloga Carolina Lopez.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumi Tuku repete o processo com outra flecha: mede o bambu que será a ponta de do artefato com a haste que encaixou, no dia anterior, na parte da frente da taboca. Esculpe um orifício de encaixe no bambu com o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal. Afia o seu enawat usando o caule de uma planta própria para isso e continua a esculpir o orifício de encaixe.

              Dani Matis