Enquanto Tumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, Binin Chunu inicia o processo de amarração das duas metades do corpo de sua zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas.
Dani MatisAldeia Tawaya
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Binin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas.
Shapu Sibó MatisBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisImagem dos dois artesãos, Binin Chunu e Tumi Tuku, durante as atividades de construção de suas armas, que ocorreram principalmente dentro de uma pequena maloca, na Aldeia Tawaya.
Dani MatisEnquanto esquenta cinzas em uma panela na fogueira, Binin Chunu irá começar o processo de encaixe do bocal em sua zarabatana. O artesão talha a ponta de sua arma, onde irá encaixar o bocal, que foi pintado de urucum. Imagem das flechas de Tumi Tuku, três já prontas e três em processo de confecção.
Shapu Sibó MatisDepois de passar cera de abelha cozida (mamu) pela ponta da zarabatana que está talhando para encaixar o bocal, Binin Chunu enrola cipó nopo na mesma e prende esse, no final, com um pequeno pedaço de cipó comum. Passa essa área da arma pelo fogo. Tumi Tuku passa a haste de madeira de uma de suas flechas, cheia de mamu, pelo fogo. Binin Chunu passa mais mamu pela ponta da zarabatana. Passa-a novamente pelo fogo. Encaixa o bocal na mesma. Passa mais mamu na área do encaixe.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.
Shapu Sibó MatisEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Dani MatisEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Dani MatisEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku inicia o processo de decoração da parte de trás de suas flechas, utilizando fio de paina de samaúma. Enquanto isso, Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele pinta o fio de paina de samaúma com mamu, cera de abelha cozida, material de coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Dani MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas, primeira etapa na construção desses artefatos. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Dani MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku faz a decoração das suas flechas. Conta, em português, como aprendeu a fazer as flechas. Binin Chunu afia a sua faca para começar a próxima etapa da confecção de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio. Afia sua faca sem ponta e continua cortando as penas, ajustando as bordas das mesmas. Binin Chunu traz para dentro da pequena maloca o torniquete que construiu, para assim dar continuidade à confecção de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku continua cortando penas de mutum, wesnit, enquanto Binin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, em uma das duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Assim, cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Binin Chunu continua a montagem do instrumento próprio que construiu para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Shapu Sibó MatisImagem de Binin Chunu arrumando as matérias-primas para a próxima etapa de construção da sua zarabatana, e detalhe das matérias-primas utilizadas na feitura das flechas por Tumi Tuku.
Dani MatisOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku amarra um pedaço de linha em torno das duas metades de pena que colou em cada flecha, de forma a fixá-las ainda mais. Enquanto isso, Shapu Sibó filma Binin Chunu fazendo a amarração definitiva das duas metades de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, enquanto Binin Chunu inicia o processo de amarração das metades do corpo da zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas e as utiliza para amarrar as penas que colou na taboca de cada flecha. Os homens conversam na língua. Binin irá começar a utilizar o torniquete que construiu.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu talha a ponta de sua arma onde irá encaixar o bocal, que se encontra no chão aos seus pés, pintado de urucum. Tumi Tuku acerta as bordas de um dos bambus paca com a sua talhadeira enawat, feita de dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. Esquenta o bambu ao fogo e passa cera de abelha cozida (mamu) nele.
Shapu Sibó MatisKuini talha uma pequena depressão em uma das pontas da madeira. Imagem dos maxilares de macacos de onde serão retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.Fala na língua.
Dani MatisKuini passa, novamente, a parte do artefato em que colocou o mamu, cera de abelha cozida, pela brasa. Dá um último ajuste no material com a ponta dos dedos e conclui a produção de seu ralador.
Dani MatisKuini vai moldando o mamu do artefato derretido pela brasa usando as pontas dos dedos. Coloca mais pedacinhos de mamu, cera de abelha cozida, na área.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini começa a inserir os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. De vez em quando, esquenta o mamu em uma brasa, para que fique maleável para ser trabalhado.
Dani MatisDetalhe do rosto do artesão Kuini.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini, com a faca, retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, agora, pega a brasa inteira e passa ela mesma sobre a parte cortante do artefato, onde acabou de colocar as bolinhas de mamu, cera de abelha cozida. Assim, o mamu derrete, garantindo a fixação dos dentes na madeira. O artesão aperta o molda o mamu derretido no artefato com a ponta dos dedos.
Dani MatisKuini inicia a oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, chamado tatxik nokoxkatê. O tatxik é a matéria-prima para uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente pelos homens. O artesão talha a madeira que será o corpo do artefato. Ao seu lado, sua filha, Tupa Ixte.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade. Imagem da brasa na qual Kuini esquenta o mamu para que fique maleável para ser trabalhado.
Dani MatisEntão, Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Dani MatisTumã junta todos os espinhos que coletou e fala sobre os demux na língua.
Dani MatisTumã pega a trilha de volta para a aldeia.
Dani MatisTumã busca uma clareira na mata para iniciar o trabalho. Retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando os fiapos de madeira grudados neles. Vai contando sobre os demux na língua.
Dani MatisTumã retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando-os dos fiapos de madeira.
Dani MatisTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Dani MatisTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Dani MatisImagem da palmeira de isan, patauá, da qual a artesã extraiu um pedaço da casca.
Dani MatisTumã encontra a árvore da qual se retiram os espinhos do demux, a palmeira isan, patauá. Corta um pedaço da casca com o facão.
Dani MatisTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Dani MatisTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Dani MatisTumã analisa os espinhos que ficam dentro da casca da árvore do patauá, isan, para ver se estão bons para se produzir o adorno. Fala na língua.
Dani MatisO professor Damã Jacinaldo produz a corda para o seu arco.
Shapu Sibó MatisEm uma clareira no meio da mata, o professor Damã Jacinaldo e seus alunos começam o trabalho de esculpimento da madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira e começa a ensinar aos alunos como cortar a matéria-prima.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo também extrai os seus próprios pedaços de madeira. Ensina aos alunos os tipos de madeira que podem ser usados. O trabalho é conjunto. Os meninos brincam entre si durante a atividade.
Shapu Sibó MatisUm dos meninos tenta extrair mais madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos continuam o trabalho de produção de suas flechinhas, agora em outra clareira, que possui um tronco caído para trabalharem em cima. Damã Jacinaldo, então, começa a esculpir o arco. O conjunto do arco e flechas infantil chama-se xëkpan.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira com suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Shapu Sibó MatisOs alunos continuam a esculpir as suas próprias flechinhas usando as suas facas e facões. O professor Damã Jacinaldo continua a esculpir o arco que está produzindo.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto. As flechinhas começam a surgir.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, na mata próxima à aldeia.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos, depois de extraírem bastante madeira, buscam uma clareira para iniciar os trabalhos de esculpimento das flechinas.
Shapu Sibó MatisCom as flechinhas já prontas, os alunos e o professor Damã Jacinaldo andam pela trilha, em direção à outra clareira.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku terminando a confecção da parte de trás de suas flechas.
Dani MatisTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida. Os homens conversam na língua. Tumi Tuku conversa com a antropóloga Carolina Lopez, em português.
Dani MatisTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida
Shapu Sibó MatisTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando o cabo de sua faca.
Dani MatisTumi Tuku passa uma das pontas de bambu na qual esculpiu o orifício de encaixe pela fogueira acesa na pequena maloca.Passa cera de abelha cozida (mamu) na parte do bambu que contém o orifício. Os homens conversam na língua.
Dani MatisTumi Tuku passa uma das pontas de bambu na qual esculpiu o orifício de encaixe pela fogueira acesa na pequena maloca. Assim, torna esse material mais flexível e fácil de ser manejado.
Dani MatisTumi Tuku termina de passar cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Pega fio de paina de samaúma e começa o processo. Detalhe das mãos do artesão.
Dani MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração.
Dani MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração.
Dani MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de madeira, e a passa novamente pelo fogo.
Dani MatisTumi Tuku alisa o mamu, cera de abelha cozida, que passou na taboca da flecha com a mão. Inicia a próxima etapa, e desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando o cabo de sua faca. Conversa na língua com Binin Chunu.
Dani MatisTumi Tuku retoma a feitura de suas flechas. Passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Conversa na língua com Binin Chunu.
Dani MatisOutro ângulo, visto de cima, de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Fala na língua.
Dani MatisDetalhe das mãos de Tumi Tuku terminando de passar mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Alisa o mamu com a mão. Conversa na língua com Binin Chunu.
Dani MatisTumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Explica sobre a sua flecha, na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe das mãos de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Conversa na língua com Binin Chunu.
Dani MatisDetalhe das mãos de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Explica sobre a sua flecha, na língua.
Dani MatisTumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, no encaixe das hastes de madeira das flechas que acabou de esculpir, e depois as passa pela fogueira que Binin Chunu ascendera anteriormente. Os homens conversam na língua.
Dani MatisTumi Tuku passa a ponta de bambu dessa flecha já pronta pelo fogo, para que fique mais flexível de ser trabalhada. Acerta, então, a envergadura desse bambu com o joelho. Depois, começa a esculpir as suas bordas com a faca sem ponta. Os homens conversam na língua e em português com a antropóloga Carolina Lopez.
Dani MatisTumi Tuku observa a envergadura de sua flecha, já pronta. Pega outra, na qual irá repetir o trabalho de esculpimento das bordas.
Dani MatisTumi Tuku repete o processo com outra flecha: mede o bambu que será a ponta de do artefato com a haste que encaixou, no dia anterior, na parte da frente da taboca. Esculpe um orifício de encaixe no bambu com o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal. Afia o seu enawat usando o caule de uma planta própria para isso e continua a esculpir o orifício de encaixe.
Dani Matis