Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.
Sin títuloAldeia Tawaya
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Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na sua aldeia. Filma o momento em que Tumi passa cera de abelha cozida, mamu, no bambu que será a ponta cortante da flecha, de forma a poder colá-lo na haste de madeira que o unirá ao corpo da arma.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi explica para Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia, a parte em que se encontra do processo de produção das flechas, além de sua visão acerca das atuais relações de produção dos artefatos matis, que envolvem velhos e jovens.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi explica para Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia, a parte em que se encontra do processo de produção das flechas, além de sua visão acerca das atuais relações de produção dos artefatos matis, que envolvem velhos e jovens.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi força em seu joelho a ponta de bambu da flecha amaciada pelo fogo, modelando o seu formato, de forma que ela se torne mais reta possível.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corta com uma faca sem ponta as bordas internas da parte cortante da flecha, corrigindo e homogeneizando as suas imperfeições.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi testa a letalidade de uma de suas flechas, já montada. Em sua companhia está Txami Matis, outra liderança da etnia.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi prepara seu enawat, instrumento feito de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante das flechas. Em sua companhia está Txami Matis, outra liderança da etnia.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, instrumento feito de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis.
Sin títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. Binin pega uma quantidade de argila com a mão, no momento em que irá jogá-la dentro do orifício da arma. No chão, pode-se ver a panela com a água que utiliza para a atividade.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. No chão, pode-se ver a panela com a água que utiliza para a atividade.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Após passar um pedaço de mamu quente em um primeiro pedaço da estrutura de sua zarabatana, o homem passa por cima um pedaço de cerâmica que esquentava na fogueira. Dessa forma, derrete ainda mais o mamu que passou anteriormente nessa parte, que quando seco, irá criar mais uma camada de selagem no corpo da arma.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Após passar um pedaço de mamu quente em um primeiro pedaço da estrutura de sua zarabatana, o homem passa por cima um pedaço de cerâmica que esquentava na fogueira. Dessa forma, derrete ainda mais o mamu que passou anteriormente nessa parte, que quando seco, irá criar mais uma camada de selagem no corpo da arma.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Esquenta novamente um pedaço de mamu, colocando sua ponta alguns segundos sobre o fogo, para agora passá-lo pela próxima parte da zarabatana. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Binin passa novamente mamu quente, agora na parte seguinte do corpo de sua zarabatana. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo até completar toda a extensão da arma. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya.
Sin títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.
Sin títuloRetrato da menina Tupa Ixte, feito por Dani Matis, sua mãe, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014. A criança segura os peixes que conseguiram ser pescados por seu pai, Kuini Matis. Dani foi responsável pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya, entre abril e maio de 2015.
Sin títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu amarra a extremidade da estrutura do instrumento que construiu, uma espécie de torniquete, e que serve especificamente para a selagem das duas partes de madeira do corpo da arma. À medida que o artesão vai passando toda a zarabatana em seu comprimento por esse instrumento, vai amarrando as metades com um cipó especial que também sela o corpo da arma, e é chamado de nopo.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Damã busca uma clareira na selva, para que ele e seus alunos possam começar a construção de seus artefatos. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. O professor inicia o corte da madeira.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois de o professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo. O professor segue fazendo as flechinhas.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. No final da oficina, o professor prepara um pedaço de cipó para prender as suas flechinhas e as flechinhas de cada um dos alunos.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. No final da oficina, o professor prepara um pedaço de cipó para prender as suas flechinhas e as flechinhas de cada um dos alunos.
Sin títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. No final da oficina, o professor prepara um pedaço de cipó para prender as suas flechinhas e as flechinhas de cada um dos alunos.
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Flechas produzidas por Tumi, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin volta a esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá colocar o bocal da arma, de forma que as duas peças encaixem perfeitamente.
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin passa mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos de Binin passando mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.
Sin títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin constrói a mira da zarabatana, feita de mamu, cera de abelha cozida, revestida de um pedaço oval de madeira.
Sin títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sin títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sin títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sin títuloLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Sin títuloLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Sin títuloBinin explica na língua qual os tipos de árvores que podem ser usados para fazer uma zarabatana, enquanto esculpe os pedaços de madeira que serão o corpo da arma, utilizando um facão.
Sin títuloImagem de Binin andando na trilha, levando consigo os pedaços de madeira que extraiu e seus instrumentos.
Sin títuloBinin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para esculpir os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhe da fogueira que o artesão montou embaixo do jirau.
Sin títuloDetalhe da face e das mãos de Binin enquanto esculpe a madeira.
Sin títuloDetalhe das mãos de Binin coletando uma planta especificamente usada para se afiar a talhadeira de dente de cutia, chamada madë xëta.
Sin títuloBinin afia a sua talhadeira e continua a esculpir na madeira o orifício por onde serão soprados os dardos.
Sin títuloBinin sobe no apoio.
Sin títuloBinin procura materiais na mata.
Sin títuloBinin constrói um pequeno jirau no local, usando galhos finos e cipó, e ascende uma fogueira embaixo do mesmo. Continua esculpindo a madeira com a sua faca sem ponta.
Sin títuloBinin aviva e alimenta a fogueira debaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo. Começa a passar um dos pedaços de madeira pelo fogo.
Sin títuloTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Sin títuloTumã encontra a árvore da qual se retiram os espinhos do demux, a palmeira isan, patauá. Corta um pedaço da casca com o facão.
Sin títuloTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Sin títuloTumi Tuku começa a fazer as suas flechas. Prepara a palha que usará para a decoração. Detalhe das matérias-primas usadas para a confecção das flechas.
Sin títuloImagem dos dois artesãos, Binin Chunu e Tumi Tuku, durante as atividades de construção de suas armas, que ocorreram principalmente dentro de uma pequena maloca, na Aldeia Tawaya.
Sin títuloTumi Tuku termina de passar cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Pega fio de paina de samaúma e começa o processo. Detalhe das mãos do artesão.
Sin títuloDetalhe das mãos de Tumi Tuku enquanto faz a decoração de suas flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra.
Sin títuloEnquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.
Sin títuloTumi Tuku faz a decoração das suas flechas.
Sin títuloTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio.
Sin títuloTumi Tuku afia sua faca sem ponta e continua cortando penas de mutum, wesnit, ajustando as bordas das mesmas.
Sin títuloTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio.
Sin títuloTumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Ao fundo, é possível ver Shapu Sibó, bolsista do ProDocult Matis, também fazendo o registro das oficinas. O artesão começa a colar as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Continua a preparar as penas.
Sin títuloTumi Tuku amarra um pedaço de linha em torno das duas metades de pena que colou em cada flecha, de forma a fixá-las ainda mais. Enquanto isso, Shapu Sibó filma Binin Chunu fazendo a amarração definitiva das duas metades de sua zarabatana.
Sin títuloTumi Tuku terminando a confecção da parte de trás de suas flechas.
Sin títuloTumi Tuku começa a fazer as suas flechas. Detalhe do artesão preparando as palhas que usará para a decoração. Detalhe das matérias-primas usadas para a confecção das flechas. Os homens conversam na língua.
Sin títuloTumi Tuku inicia o processo de decoração da parte de trás de suas flechas, utilizando fio de paina de samaúma. Enquanto isso, Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Sin títuloDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Sin títuloBinin Chunu constrói o instrumento que utilizará para o processo de selagem das metades do corpo de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Sin títuloTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio. Afia sua faca sem ponta e continua cortando as penas, ajustando as bordas das mesmas. Binin Chunu traz para dentro da pequena maloca o torniquete que construiu, para assim dar continuidade à confecção de sua zarabatana.
Sin títuloBinin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, nas duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana. Detalhe do espaço da pequena maloca que os homens utilizam como ofcina para a feitura de seus artefatos.
Sin títuloBinin começa a amarração das duas metades do corpo de sua zarabatana, usando primeiramente um cipó comum em pontos específicos ao longo de sua extensão. Os homens conversam na língua.
Sin títuloBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas.
Sin títuloBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua.
Sin títuloBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Sin títuloBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi.
Sin títuloTumi Tuku retoma a feitura de suas flechas. Passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Conversa na língua com Binin Chunu.
Sin títuloOutro ângulo, visto de cima, de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Fala na língua.
Sin títuloTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida. Os homens conversam na língua. Tumi Tuku conversa com a antropóloga Carolina Lopez, em português.
Sin títuloTumi Tuku, fora da pequena maloca, esculpe hastes de madeira com o seu facão.
Sin títuloTumi Tuku enrola um pedaço de linha de paina de samaúma na parte da frente da taboca de uma de suas flechas. Nesse local, encaixa uma das hastes de madeira que estava esculpindo.
Sin títuloTumi Tuku esculpe uma haste de madeira já encaixada ao corpo da flecha com a sua talhadeira feita de dente de capivara, e que leva o mesmo nome desse animal, enawat ('capivara').
Sin títuloTumi Tuku esculpe a haste de madeira já encaixada ao corpo da flecha com a sua talhadeira feita de dente de capivara, e que leva o mesmo nome desse animal, enawat ('capivara').
Sin títuloTumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, no encaixe das hastes de madeira das flechas que acabou de esculpir, e depois as passa pela fogueira que Binin Chunu ascendera anteriormente. Os homens conversam na língua.
Sin títuloTumi Tuku faz a decoração da parte da frente de suas flechas, localizada em cima do encaixe entre a taboca e a haste de madeira. É feita ao mesmo estilo da decoração da parte de trás, com o uso de palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu fala na língua.
Sin títuloTumi Tuku faz a decoração da parte da frente de suas flechas, localizada em cima do encaixe entre a taboca e a haste de madeira. É feita ao mesmo estilo da decoração da parte de trás, com o uso de palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu fala na língua.
Sin títuloTumi Tuku retoma a feitura de suas flechas. Passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Binin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Sin títuloTumi Tuku ajeita as penas de suas flechas e observa a envergadura das mesmas.
Sin títuloTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando os dedos. Explica sobre esse processo na língua. Começa a grudar as cinzas na parte de trás das flechas, onde acabou de passar mamu, cera de abelha cozida
Sin títuloTumi Tuku esculpe hastes de madeira com a sua faca sem ponta. Binin Chunu fala na língua.
Sin títuloTumi Tuku enrola um pedaço de linha de paina de samaúma na parte da frente da taboca de uma de suas flechas. Nesse local, encaixa uma das hastes de madeira que estava esculpindo. Enquanto vai observando a envergadura da flecha, vai acertando o encaixe da haste. Repete o processo com outra flecha em confecção. Binin Chunu e Carolina Lopez conversam na língua. Imagem da fogueira que Binin Chunu acendeu.
Sin títuloTumi Tuku passa uma das pontas de bambu na qual esculpiu o orifício de encaixe pela fogueira acesa na pequena maloca.Passa cera de abelha cozida (mamu) na parte do bambu que contém o orifício. Os homens conversam na língua.
Sin títuloDetalhe do rosto de Tumi Tuku enquanto este conversa com Binin Chunu. O artesão está repetindo o mesmo trabalho que fez, agora com outra flecha: enrola linha de paina de samaúma em torno do bambu, e então passa a haste de madeira encaixada no corpo de uma das tabocas pela fogueira.
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