Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezAldeia Tawaya
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Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
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Dani MatisLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
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Carolina LopezLideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
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Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.
Dani MatisLideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes
Dani MatisLideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes
Dani MatisBinin constrói um pequeno jirau no local, usando galhos finos e cipó, e ascende uma fogueira embaixo do mesmo. Continua esculpindo a madeira com a sua faca sem ponta.
Shapu Sibó MatisBinin amarra os dois pedaços de madeira com cipós.
Dani MatisBinin começa a amarração das duas metades do corpo de sua zarabatana, usando primeiramente um cipó comum em pontos específicos ao longo de sua extensão. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisBinin amarra os dois pedaços de madeira, um ao outro, com cipós. Depois, continua esculpindo-os com a faca sem ponta. Fala na língua.
Shapu Sibó MatisBinin pega os dois pedaços de madeira e seus instrumentos e segue por uma trilha.
Shapu Sibó MatisBinin aviva e alimenta a fogueira debaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo. Começa a passar um dos pedaços de madeira pela fogueira.
Dani MatisBinin chega a uma clareira, onde continua o processo de construção da sua arma.
Shapu Sibó MatisBinin coletando cipó.
Dani MatisBinin coleta mais cipó. Fala na língua.
Dani MatisBinin Chunu constrói o instrumento que utilizará para o processo de selagem das metades do corpo de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Shapu Sibó MatisBinin pega uma estrutura de madeira já seca para continuar a oficina. Desamarra os cipós e separa os dois pedaços. Depois, pega urucum e pinta os pedaços. Fala na língua.
Shapu Sibó MatisBinin explica na língua qual os tipos de árvores que podem ser usados para fazer uma zarabatana, enquanto esculpe os pedaços de madeira que serão o corpo da arma, utilizando um facão.
Dani MatisImagem de Binin andando na trilha, levando consigo os pedaços de madeira que extraiu e seus instrumentos.
Dani MatisBinin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para esculpir os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhe da fogueira que o artesão montou embaixo do jirau.
Dani MatisDetalhe da face e das mãos de Binin enquanto esculpe a madeira.
Dani MatisBinin utiliza um jirau que construiu em uma clareira na mata para continuar esculpindo os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta.
Dani MatisBinin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para continuar esculpindo os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhes das serragens caindo do entalhe e de Shapu Sibó filmando a cena.
Dani MatisBinin esculpe os pedaços de madeira com o facão. Detalhe do apoio utilizado para a extração da madeira e da árvore usada.
Shapu Sibó MatisBinin esculpe os dois pedaços de madeira com o facão. Fala na língua.
Dani MatisBinin agora utiliza o facão para esculpir a madeira. Fala na língua. Começa a alimentar a fogueira montada embaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo.
Dani MatisBinin utiliza o facão para esculpir a madeira.
Dani MatisDetalhe das mãos e do rosto de Binin esculpindo a madeira com a faca sem ponta.
Shapu Sibó MatisBinin utiliza o facão para esculpir a madeira.
Dani MatisDepois de amarrados, Binin continua a esculpir os dois pedaços de madeira com a faca sem ponta.
Dani MatisBinin esculpe os dois pedaços de madeira que serão o corpo da arma, utilizando para isso uma faca sem ponta. Constrói um pequeno jirau no local, usando galhos finos e cipó, e ascende uma fogueira embaixo do mesmo.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Dani MatisBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi.
Dani MatisBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Dani MatisDetalhe das mãos e do rosto de Binin Chunu esculpindo o bocal de sua zarabatana com uma faca, duë. Fala na língua.
Dani MatisBinin Chunu esculpe com uma faca, duë, o bocal de sua zarabatana. Conversa na língua com Tumi Tuku.
Shapu Sibó MatisBinin aviva e alimenta a fogueira debaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo. Começa a passar um dos pedaços de madeira pelo fogo.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Binin passando a madeira pelo fogo.
Dani MatisBinin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando sua envergadura mais reta possível.
Dani MatisBinin sobe no apoio.
Shapu Sibó MatisBinin puxa com as mãos o pedaço que cortou, para separá-lo do resto da árvore.
Dani MatisBinin posiciona o apoio que está fazendo na árvore da qual está extraindo a madeira, e pega mais um pedaço de tronco para adicionar ao mesmo. Vai buscar cipó.
Dani MatisO artesão Binin Chunu encontra uma boa árvore, em meio à trilha que iniciou na aldeia, para realizar a extração da madeira para a feitura de sua zarabatana. Começa a cortá-la com um machado.
Dani MatisBinin corta com o machado um tronco fino, para assim fazer um apoio no qual subirá para poder extrair da árvore a parte de cima da madeira cortada.
Dani MatisBinin amarra os dois troncos finos do apoio com cipó. Fala na língua. Sobe nesse apoio para extrair da árvore a parte de cima da madeira, utilizando o facão. Depois de extrair a madeira, começa a modelá-la no local mesmo, dividindo-a em dois pedaços com o machado.
Dani MatisBinin inicia a trilha por onde procura a árvore boa para a extração da madeira. Encontra-a, e depois de limpar a área com o facão, começa a extração da madeira com o machado. Puxa o pedaço cortado com as mãos, enquanto Dani filma a cena.
Shapu Sibó MatisBinin utiliza dois troncos mais finos para construir um apoio que utilizará para extrair a parte de cima da madeira da árvore. Busca também cipó para isso, com o qual amarra os dois troncos, construindo o apoio. Fala na língua.
Shapu Sibó MatisEm cima do apoio, Binin corta a parte de cima do pedaço de madeira com o facão, extraindo-o da árvore. No local mesmo, usa o machado para dividir esse pedaço em dois. Começa a esculpí-los com o machado e depois com o facão. Fala na língua.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu corta pedaços de uma folha para fazer a decoração de sua arma.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu faz a decoração de sua arma usando pedaços de folhas e cipó pintado com mamu, cera de abelha cozida.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu cola mais mamu, cera de abelha cozida, na ponta de sua zarabatana, entre o encaixe do bocal e a primeira das fitas da decoração.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu usa também pedaços de cipó pintados com mamu, cera de abelha cozida, para fazer a decoração de sua arma.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu faz a decoração da sua arma usando pedaços de folhas e cipó pintado com mamu, cera de abelha cozida.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu faz a mira de sua zarabatana usando mamu, cera de abelha cozida, e um pedaço de madeira esculpido.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu anda pela trilha, levando de volta a sua zarabatana para a pequena maloca que os homens usam como oficina para a construção de seus artefatos.
Dani MatisBinin Chunu anda pela trilha, levando de volta a sua zarabatana para a pequena maloca que os homens usam como oficina para a construção de seus artefatos.
Dani MatisBinin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando a sua envergadura mais reta possível. Esquenta mais a madeira, para torná-la mais flexível ainda.
Shapu Sibó MatisBinin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando a sua envergadura mais reta possível.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu monta o instrumento que construiu e que usará para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete feito, galhos e cipó.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu passa cacos de cerâmica quente em cima da cera de abelha cozida, mamu, que colocou no encaixe entre o bocal e o corpo da arma.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, nas duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana. Detalhe do espaço da pequena maloca que os homens utilizam como ofcina para a feitura de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, nas duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana. Detalhe do espaço da pequena maloca que os homens utilizam como ofcina para a feitura de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu passa a ponta da zarabatana que está talhando pelo fogo. Continua esculpindo a mesma.
Shapu Sibó MatisBinin pega uma estrutura de madeira já seca para continuar a oficina. Desamarra os cipós e separa os dois pedaços. Depois, pega urucum e pinta os pedaços. Pega a madë xëta, talhadeira feita de dente de cutia (madë) e começa a esculpir na madeira o oríficio por onde serão soprados os dardos. Fala na língua.
Dani MatisEm uma clareira próxima à aldeia, Binin Chunu monta uma estrutura de madeira e prende a sua zarabatana a essa, em posição horizontal. Fala na língua.
Dani MatisEtapa individual da oficina de produção da zarabatana. Em uma clareira próxima à aldeia, Binin Chunu monta uma estrutura de madeira e prende a sua zarabatana a essa, em posição horizontal.
Dani MatisEtapa individual da oficina de produção da zarabatana. Em uma clareira próxima à aldeia, Binin Chunu monta uma estrutura de madeira e prende a sua zarabatana a essa, em posição horizontal.
Dani MatisBinin Chunu desprende a sua zarabatana da estrutura de madeira, vira-a e a prende novamente, agora com a outra ponta voltada para si.
Dani MatisBinin Chunu desprende a sua zarabatana da estrutura de madeira, vira-a e a prende novamente, agora com a outra ponta voltada para si.
Dani MatisDe volta à pequena maloca, Binin Chunu prepara a zarabatana para mais uma etapa de sua confecção, uma nova selagem na sua superfície externa.
Dani MatisBinin Chunu enrola o cipó chamado nopo, que irá utilizar em uma das etapas da construção de sua arma.
Dani MatisBinin procura materiais na mata.
Shapu Sibó MatisBinin saindo da aldeia para extrair a madeira com a qual fará sua zarabatana. Leva consigo um machado e um facão. Fala na língua.
Shapu Sibó MatisBinin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua.
Shapu Sibó MatisBinin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.
Shapu Sibó MatisBinin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.
Shapu Sibó MatisEm uma fogueira que acendeu, Binin Chunu coloca cacos de cerâmica velha para esquentar. Esquenta também um pedaço de mamu, cera de abelha cozida. Passa o pedaço de mamu quente sobre uma parte da extensão da sua arma. Depois, em cima dessa mesma área, passa pedaços da cerâmica quente. Assim, o mamu derrete ainda mais sobre a superfície da zarabatana, realizando-se uma espécie de selagem externa. Alterna a passagem de cera quente e de cacos de cerâmica por cima da mesma.
Dani MatisEm meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.
Dani MatisEm meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.
Dani MatisEm meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.
Dani MatisBinin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Joga mais água dentro do orifício e continua o movimento com o galho. Fala na língua.
Dani MatisBinin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.
Dani MatisBinin Chunu repete o processo de jogar um pouco de argila, água e depois movimentar para frente e para trás o galho dentro da arma, só que agora pela outra saída do orifício. Na imagem, uma das filhas do artesão e sua amiga.
Dani Matis