Aldeia Tawaya

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        Aldeia Tawaya

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            Aldeia Tawaya

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02A · Item · 2015
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              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03B · Item · 2015
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              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03D · Item · 2015
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              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_01B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_21 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin começa a amarração das duas metades do corpo de sua zarabatana, usando primeiramente um cipó comum em pontos específicos ao longo de sua extensão. Os homens conversam na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin explica na língua qual os tipos de árvores que podem ser usados para fazer uma zarabatana, enquanto esculpe os pedaços de madeira que serão o corpo da arma, utilizando um facão.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para esculpir os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhe da fogueira que o artesão montou embaixo do jirau.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para continuar esculpindo os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhes das serragens caindo do entalhe e de Shapu Sibó filmando a cena.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_15 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin agora utiliza o facão para esculpir a madeira. Fala na língua. Começa a alimentar a fogueira montada embaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin aviva e alimenta a fogueira debaixo do jirau com serragens da própria madeira que está esculpindo. Começa a passar um dos pedaços de madeira pelo fogo.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin posiciona o apoio que está fazendo na árvore da qual está extraindo a madeira, e pega mais um pedaço de tronco para adicionar ao mesmo. Vai buscar cipó.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O artesão Binin Chunu encontra uma boa árvore, em meio à trilha que iniciou na aldeia, para realizar a extração da madeira para a feitura de sua zarabatana. Começa a cortá-la com um machado.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin amarra os dois troncos finos do apoio com cipó. Fala na língua. Sobe nesse apoio para extrair da árvore a parte de cima da madeira, utilizando o facão. Depois de extrair a madeira, começa a modelá-la no local mesmo, dividindo-a em dois pedaços com o machado.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin inicia a trilha por onde procura a árvore boa para a extração da madeira. Encontra-a, e depois de limpar a área com o facão, começa a extração da madeira com o machado. Puxa o pedaço cortado com as mãos, enquanto Dani filma a cena.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza dois troncos mais finos para construir um apoio que utilizará para extrair a parte de cima da madeira da árvore. Busca também cipó para isso, com o qual amarra os dois troncos, construindo o apoio. Fala na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em cima do apoio, Binin corta a parte de cima do pedaço de madeira com o facão, extraindo-o da árvore. No local mesmo, usa o machado para dividir esse pedaço em dois. Começa a esculpí-los com o machado e depois com o facão. Fala na língua.

              Shapu Sibó Matis
              Oficina de produção da zarabatana, moldagem da madeira.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_14 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando a sua envergadura mais reta possível. Esquenta mais a madeira, para torná-la mais flexível ainda.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin pega uma estrutura de madeira já seca para continuar a oficina. Desamarra os cipós e separa os dois pedaços. Depois, pega urucum e pinta os pedaços. Pega a madë xëta, talhadeira feita de dente de cutia (madë) e começa a esculpir na madeira o oríficio por onde serão soprados os dardos. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_26 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_24 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

              Shapu Sibó Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em uma fogueira que acendeu, Binin Chunu coloca cacos de cerâmica velha para esquentar. Esquenta também um pedaço de mamu, cera de abelha cozida. Passa o pedaço de mamu quente sobre uma parte da extensão da sua arma. Depois, em cima dessa mesma área, passa pedaços da cerâmica quente. Assim, o mamu derrete ainda mais sobre a superfície da zarabatana, realizando-se uma espécie de selagem externa. Alterna a passagem de cera quente e de cacos de cerâmica por cima da mesma.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02O · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02P · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.

              Dani Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu repete o processo de jogar um pouco de argila, água e depois movimentar para frente e para trás o galho dentro da arma, só que agora pela outra saída do orifício. Na imagem, uma das filhas do artesão e sua amiga.

              Dani Matis