Aldeia Tawaya

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        Aldeia Tawaya

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            Aldeia Tawaya

              609 Archival description results for Aldeia Tawaya

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02N · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02R · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. O homem é observado por uma de suas filhas e uma amiga dela, enquanto pega mais uma quantidade de argila no chão, colocada por ele em cima de uma folha, para realizar o processo que repete inúmeras vezes.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02S · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. O homem é observado por uma de suas filhas e uma amiga dela, e está com a água na boca, que irá cuspir para dentro do orifício da zarabatana, em processo que repete inúmeras vezes, em movimentos contínuos e regulares.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02V · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. De volta à pequena maloca que está servindo de oficina para os homens, o artesão irá iniciar outra fase na construção de sua zarabatana. Ele prepara o artefato para passar por mais um processo de selagem, agora na parte externa, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Para isso, ascende uma fogueira e nela esquenta a ponta de um pedaço de mamu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02W · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. De volta à pequena maloca que está servindo de oficina para os homens, o artesão irá iniciar outra fase na construção de sua zarabatana. Ele prepara o artefato para passar por mais um processo de selagem, agora na parte externa, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Binin começa a passar o pedaço de mamu quente no corpo de sua arma, revestindo-a com esse material. Enquanto isso, Tumi, ao fundo, trabalha linha de algodão natural para mais uma etapa da feitura de suas flechas.

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              Panorama da Aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_03C · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Panorama de uma extensão criada na Aldeia Tawaya pelos habitantes da Aldeia Todawak, que estão morando momentaneamente nessa comunidade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150423_01 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150502_01B · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Detalhe das mãos de Kuini quando esse insere os dentes de macaco na peça de madeira, a base do artefato, usando uma ferramenta.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150502_01E · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. O artesão passa mamu, cera de abelha cozida, na parte da peça de madeira onde inseriu os dentes de macaco, e que servirão para ralar o cipó que dá origem à bebida tatxik. Assim, os dentes ficam fixados na base de madeira da peça.

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