Tumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Assim, cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Binin Chunu continua a montagem do instrumento próprio que construiu para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Sem títuloAldeia Tawaya
609 Descrição arquivística resultados para Aldeia Tawaya
Binin usa o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Tumi vai amarrando as penas nas tabocas das flechas. Os homens conversam na língua.
Sem títuloDetalhe das mãos de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Conversa na língua com Binin Chunu.
Sem títuloDetalhe das mãos de Tumi Tuku passando mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Explica sobre a sua flecha, na língua.
Sem títuloTumi Tuku desfaz algumas cinzas que estão em um prato usando o cabo de sua faca.
Sem títuloBinin Chunu ascende uma pequena fogueira. Fala na língua.
Sem títuloTumi Tuku repete o processo com outra flecha: enrola um pedaço de linha de paina de samaúma na parte da frente da taboca de uma de suas flechas e, nesse local, encaixa uma das hastes de madeira que estava esculpíndo. Enquanto vai observando a envergadura da flecha, vai acertando o encaixe da haste. Binin Chunu e Carolina Lopez conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku esculpe uma das hastes de madeira com o seu facão. Depois, encaixa-a na taboca de mais uma flecha, observando sempre a envergadura da mesma.
Sem títuloTumi Tuku desamara a linha antes amarrada à taboca da flecha cuja haste acabara de esculpir. Compara o tamanha dessa com o de outra flecha, e passa a esculpir a haste de madeira já encaixada ao corpo dessa outra flecha, usando a sua talhadeira feita de dente de capivara, e que leva o mesmo nome desse animal, enawat ('capivara').
Sem títuloTumi Tuku acerta as bordas das penas das flechas com uma faca sem ponta, instrumento que usa para a feitura de seus artefatos. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku limpa com o facão os bambus com os quais fará as pontas das suas flechas, chamados paca.
Sem títuloOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Ralador para o cipó tatxik pronto, ao lado do cesto no qual o artesão guarda matérias-primas que utiliza para a feitura de seus artefatos, provavelmente trançado por uma de suas duas mulheres.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe com o facão os dois pedaços de madeira que extraíra um pouco antes de uma árvore selecionada. Futuramente, as metades serão unidas para formar o corpo da zarabatana.
Sem títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Pede para que um deles extraia a madeira para a produção, quando avista a árvore correta na floresta.
Sem títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Pede para que um deles extraia a madeira para a produção, quando avista a árvore correta na floresta.
Sem títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.
Sem títuloOficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Damã faz uma demonstração aos seus jovens alunos de como devem atirar com o arco para acertar um alvo.
Sem títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi com seu enawat nas mãos, o instrumento feito de dente de capivara (animal chamado enawat, em matis) que serve para afiar a ponta cortante da flecha. Ao seu lado, encostadas na parede da maloca, as flechas que estão sendo produzidas pelo artesão, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).
Sem títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na ponta cortante que irá encaixar em uma das flechas, etapa final da construção da mesma. À sua esquerda, encostados na parede da maloca, podem-se ver os frutos de urucum utilizados por Binin, anteriormente, para pintar o bocal de sua zarabatana.
Sem títuloÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Sem títuloTumi Tuku repete o processo com outra flecha: mede o bambu que será a ponta de do artefato com a haste que encaixou, no dia anterior, na parte da frente da taboca. Esculpe um orifício de encaixe no bambu com o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal. Afia o seu enawat usando o caule de uma planta própria para isso e continua a esculpir o orifício de encaixe.
Sem títuloTumi Tuku pega linha de paina de samaúma, que sua mãe fiara anteriormente, e começa a enrolar no bambu. Depois, passa a haste de madeira encaixada na taboca pela fogueira. Então, passa cera de abelha cozida (mamu) nessa haste de madeira e a passa novamente pelo fogo. Assim, encaixa o bambu na haste de madeira. Observa a envergadura da flecha e, então, continua enrolando a linha, agora unindo as duas partes. Observa, de novo, a envergadura da sua flecha, agora já pronta. Irá repetir o trabalho com outra flecha. Os homens conversam na língua.
Sem títuloTumi Tuku acerta as bordas da ponta de bambu, paca, de sua flecha com o enawat, talhadeira feita de dente de capivara. Os homens conversam na língua.
Sem títuloBinin Chunu desprende a sua zarabatana da estrutura de madeira, vira-a e a prende novamente, agora com a outra ponta voltada para si.
Sem títuloBinin Chunu desprende a sua zarabatana da estrutura de madeira, vira-a e a prende novamente, agora com a outra ponta voltada para si.
Sem títuloBinin Chunu anda pela trilha, levando de volta a sua zarabatana para a pequena maloca que os homens usam como oficina para a construção de seus artefatos.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo e seus alunos, depois de extraírem bastante madeira, buscam uma clareira para iniciar os trabalhos de esculpimento das flechinas.
Sem títuloO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Sem títuloDepois de passar cera de abelha cozida (mamu) pela ponta da zarabatana que está talhando para encaixar o bocal, Binin Chunu enrola cipó nopo na mesma e prende esse, no final, com um pequeno pedaço de cipó comum. Passa essa área da arma pelo fogo. Tumi Tuku passa a haste de madeira de uma de suas flechas, cheia de mamu, pelo fogo. Binin Chunu passa mais mamu pela ponta da zarabatana. Passa-a novamente pelo fogo. Encaixa o bocal na mesma. Passa mais mamu na área do encaixe.
Sem títuloBinin Chunu passa cacos de cerâmica quente em cima da cera de abelha cozida, mamu, que colocou no encaixe entre o bocal e o corpo da arma.
Sem títuloBinin Chunu faz a decoração da sua arma usando pedaços de folhas e cipó pintado com mamu, cera de abelha cozida.
Sem títuloKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.Fala na língua.
Sem títuloEntão, Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador.
Sem títuloDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Sem títuloDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Sem títuloKuini vai moldando o mamu do artefato derretido pela brasa usando as pontas dos dedos. Coloca mais pedacinhos de mamu, cera de abelha cozida, na área.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó Matis, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. É também um dos bolsistas do ProDocult Matis, desenvolvendo relatórios de pesquisa sobre temas da cultura de sua etnia.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após o corte da madeira que será a estrutura da arma, Binin precisa extraí-la por completo da árvore. Para isso, produz na hora uma espécie de apoio, feito de pedaços de madeira e cipó que encontra na mata ao redor. Assim, pode desprender a parte superior do pedaço de madeira ainda preso da árvore, esse que será o corpo da zarabatana, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia O rapaz filma o momento em que Binin constrói um jirau com uma pequena fogueira embaixo, para assim dar continuidade ao processo de construção da arma.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin constrói um jirau com uma pequena fogueira embaixo, para assim dar continuidade ao processo de construção da arma.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin apoia uma das duas peças de madeira do que será o corpo da zarabatana na estrutura do jirau que construiu e a esculpe.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. O jovem Shapu observa Binin, que alterna a utilização de um facão e uma faca sem ponta para esculpir o corpo da arma, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin começa a passar os dois pedaços de madeira pelo fogo, de forma a amaciá-los.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Com a madeira amaciada pelo fogo, Binin utiliza a estrutura de uma árvore para flexionar e moldar as duas peças, de forma que fiquem mais retas possíveis, garantindo a qualidade dos futuros tiros.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência. Os alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, Dani e Shapu Sibó, são os responsáveis pelo registro dessa oficina.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.
Sem títuloOficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Para fazer o orifício por onde passarão os dardos envenenados, Binin utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia e que leva esse mesmo nome, madë xëta,”dente de cutia”. O artesão usa o caule de uma folha específica que colhe no mato para afiar esse instrumento.
Sem títuloOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux.
Sem títuloOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã volta para a trilha e busca um pedaço de tronco para sentar e trabalhar os espinhos que darão origem ao adorno.
Sem títuloOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro fílmico do evento.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe das matérias-primas utilizadas para a produção das flechas matis.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara as palhas que utilizará para a decoração de cada flecha, primeiro passo na construção desse artefato.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Enquanto passa mamu, cera de abelha cozida, para colar na taboca a decoração com a qual inicia a construção das flechas, Tumi vai contando para a equipe de registro audiovisual da oficina sua visão acerca da atual situação dos jovens matis, principalmente em relação à produção dos artefatos tradicionais de seu povo.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, na ponta de trás das flechas para poder colar a decoração, enquanto Binin Chunu realiza a produção do bocal da zarabatana.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi inicia o processo de construção das flechas com a confecção da decoração da parte traseira desses projéteis. Essa é feita com palha e linha de algodão natural pintada com cera da abelha cozida, que os matis chamam de mamu.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi pinta a linha de algodão, que ele mesmo fiara anteriormente, com cera de abelha cozida, mamu, matéria-prima de coloração negra. O artesão utiliza a linha para a decoração de suas peças.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi inicia o processo de construção das flechas com a confecção da decoração da parte traseira desses projéteis. Essa é feita com palha e linha de algodão natural pintada com cera da abelha cozida, que os matis chamam de mamu.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi faz a decoração da parte de trás de todas as flechas que está produzindo para o acervo do Museu do Índio/RJ.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Após fazer a decoração da parte de trás das flechas com palha e linha de algodão natural, Tumi prepara as penas de mutum (wesnit), responsáveis por dar equilíbrio aos projéteis quando atirados pelo arco.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu constrói um instrumento próprio, uma espécie de torniquete, que serve ao processo de junção das metades de madeira que constituem a estrutura da zarabatana.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 são os responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu dá o primeiro passo para a junção das metades de madeira do corpo da zarabatana, amarrando-as uma a outra com um cipó de alta resistência.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu inicia a utilização da ferramenta, uma espécie de torniquete, que construiu e que serve especificamente para a selagem dos dois lados da zarabatana, completada pela amarração das mesmas com um tipo de cipó especialmente utilizado para isso, chamado nopo. O artesão passará o cipó por todo o comprimento do corpo da arma, enquanto a mesma é apertada em alguns de seus pontos pelo selador.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu inicia a utilização da ferramenta, uma espécie de torniquete, que construiu e que serve especificamente para a selagem dos dois lados da zarabatana, completada pela amarração das mesmas com um tipo de cipó especialmente utilizado para isso, chamado nopo. O artesão passará o cipó por todo o comprimento do corpo da arma, enquanto a mesma é apertada em alguns de seus pontos pelo selador.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Depois de colar duas metades de pena de mutum (wesnit) por flecha, Tumi as amarra com a mesma linha utilizada para a decoração, fixando-as na taboca.
Sem títuloPrimeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Depois de colar duas metades de pena de mutum (wesnit) por flecha, Tumi as amarra com a mesma linha utilizada para a decoração, fixando-as na taboca.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi termina de amarrar as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades Um dos filhos de Binin Chunu observa seu pai esculpindo o bocal da zarabatana que está construindo para o Museu do Índio/RJ.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe o bocal da zarabatana que está construindo para o Museu do Índio/RJ.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe o bocal da zarabatana que está construindo para o Museu do Índio/RJ.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe da parte debaixo do corpo do artesão enquanto produz as flechas, e que também utiliza as pernas e pés para isso, em movimentos naturalizados pela própria vivência de sua cultura. Podemos ver um pedaço de cera de abelha cozida, chamada mamu, apoiado em seu pé direito.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prende a haste de madeira que servirá como estrutura para se fixar as pontas das flechas na base das peças, feitas de taboca. Amarra a haste com linha de algodão natural, fiada anteriormente por ele.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku inicia a decoração da parte anterior das flechas, feita no mesmo estilo estético da parte posterior: à base de palha e linha de algodão, tanto branca quanto pintada com cera de abelha cozida (mamu). O momento é registrado por Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku decora a parte anterior das flechas, feita no mesmo estilo estético da parte posterior: à base de palha e linha de algodão, tanto branca quanto pintada com cera de abelha cozida (mamu). A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca.
Sem títuloSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe das mãos de Tumi Tuku realizando a decoração da parte anterior das flechas, feita no mesmo estilo estético da parte posterior: à base de palha e linha de algodão, tanto branca quanto pintada com cera de abelha cozida (mamu). A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Sem títuloTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante das flechas, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis.
Sem títuloEtapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.
Sem título