Aldeia Tawaya

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        Aldeia Tawaya

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            Aldeia Tawaya

              609 Archival description results for Aldeia Tawaya

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03C · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_01 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              O artesão Binin Chunu encontra uma boa árvore, em meio à trilha que iniciou na aldeia, para realizar a extração da madeira para a feitura de sua zarabatana. Começa a cortá-la com um machado.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_23 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Binin pega uma estrutura de madeira já seca para continuar a oficina. Desamarra os cipós e separa os dois pedaços. Depois, pega urucum e pinta os pedaços. Pega a madë xëta, talhadeira feita de dente de cutia (madë) e começa a esculpir na madeira o oríficio por onde serão soprados os dardos. Fala na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_05 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Em cima do apoio, Binin corta a parte de cima do pedaço de madeira com o facão, extraindo-o da árvore. No local mesmo, usa o machado para dividir esse pedaço em dois. Começa a esculpí-los com o machado e depois com o facão. Fala na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_09 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele pinta o fio de paina de samaúma com mamu, cera de abelha cozida, material de coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_23 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150426_35 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tumi Tuku faz a decoração da parte da frente de suas flechas, localizada em cima do encaixe entre a taboca e a haste de madeira. É feita ao mesmo estilo da decoração da parte de trás, com o uso de palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu fala na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150426_05 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Binin Chunu esculpe com um facão e uma faca o bocal de sua zarabatana. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, em cima da taboca, na parte em que fez a amarração das penas. Depois, alisa o mamu com a mão. Auxilia o amigo no esculpimento do bocal da zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150502_01F · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. O artesão organiza as matérias-primas que restaram, após a feitura da peça, dentro de um cesto que utiliza para isso. Assim, poderá utilizá-las posteriormente na construção de outros artefatos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150426_01 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Tumi Tuku inicia a decoração da parte anterior das flechas, feita no mesmo estilo estético da parte posterior: à base de palha e linha de algodão, tanto branca quanto pintada com cera de abelha cozida (mamu). A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca. Tumi amarra as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_01 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_07 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois do professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_09 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois do professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Atrás do menino, a árvore da qual se extrai a madeira para fazer as flechinhas do xëkpan.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_24 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_25 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_30 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_07 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin termina de esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma, que se encontra já pronto e pintado de urucum, aos seus pés.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_13 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_18 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_19 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01H · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01P · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na sua aldeia. Filma o momento em que Tumi passa cera de abelha cozida, mamu, no bambu que será a ponta cortante da flecha, de forma a poder colá-lo na haste de madeira que o unirá ao corpo da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01Q · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZE · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku explica para Dani, responsável pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia, como faz para prender a ponta cortante da flecha ao corpo da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZL · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02D · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02J · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. Detalhe da panela com a água que utiliza para a atividade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02T · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. De volta à pequena maloca que está servindo de oficina para os homens, o artesão irá iniciar outra fase na construção de sua zarabatana. Ele prepara o artefato para passar por mais um processo de selagem, agora na parte externa, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Para isso, ascende uma fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZA · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Esquenta novamente um pedaço de mamu, colocando sua ponta alguns segundos sobre o fogo, para agora passá-lo pela próxima parte da zarabatana. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZB · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Em meio à alternagem dos movimentos de passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, Binin passa a própria parte da zarabatana já com o mamu diretamente em cima do fogo, rapidamente, de forma que a cera derreta em torno do corpo da arma de forma homogênea. Quando seca, a cera de abelha cozida cria uma camada resistente, selando o corpo da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZD · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZE · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.

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              Panorama da Aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_03A · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Panorama de uma extensão criada na Aldeia Tawaya pelos habitantes da Aldeia Todawak, que estão morando momentaneamente nessa comunidade.

              Untitled
              Panorama da Aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_03F · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Panorama de uma extensão criada na Aldeia Tawaya pelos habitantes da Aldeia Todawak, que estão morando momentaneamente nessa comunidade. Ao fundo, pés de urucum, ao lado de um galinheiro tomado pelas trepadeiras.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_01 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_02 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02B · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03A · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03E · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03G · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_06 · Item · 2015
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              Binin amarra os dois troncos finos do apoio com cipó. Fala na língua. Sobe nesse apoio para extrair da árvore a parte de cima da madeira, utilizando o facão. Depois de extrair a madeira, começa a modelá-la no local mesmo, dividindo-a em dois pedaços com o machado.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_02 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Binin inicia a trilha por onde procura a árvore boa para a extração da madeira. Encontra-a, e depois de limpar a área com o facão, começa a extração da madeira com o machado. Puxa o pedaço cortado com as mãos, enquanto Dani filma a cena.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_03 · Item · 2015
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              Binin utiliza dois troncos mais finos para construir um apoio que utilizará para extrair a parte de cima da madeira da árvore. Busca também cipó para isso, com o qual amarra os dois troncos, construindo o apoio. Fala na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_12 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Enquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_13 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Enquanto faz a decoração de suas flechas, Tumi Tuku fala para a antropóloga Carolina Lopez a sua visão sobre a atual falta de interesse dos jovens na construção de seus artefatos, entre outros assuntos. Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_29 · Item · 2015
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              Binin Chunu no início do processo de amarração definitiva das metades de sua zarabatana. O artesão construiu na hora uma espécie de torniquete, pelo qual ia passando sua arma. A selagem dessa foi completada amarrando-se toda a sua extensão com um cipó negro chamado nopo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_10 · Item · 2015
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              Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_12 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.

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