Aldeia Tawaya

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              609 Description archivistique résultats pour Aldeia Tawaya

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_40 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prende a haste de madeira que servirá como estrutura para se fixar as pontas das flechas na base da peça, feita de taboca. Amarra a haste com linha de algodão natural, fiada anteriormente por ele.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_42 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. A cada parte da flecha adicionada, Tumi Tuku analisa a envergadura das peças, de forma a garantir a correção de qualquer uma de suas partes constituintes.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_48 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi alterna movimentos em que passa a junção anterior da peça pelo fogo e esculpe essa parte da peça, corrigindo as imperfeições e garantindo a qualidade técnica e estética da mesma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_49 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi alterna movimentos em que passa a junção anterior da peça pelo fogo e esculpe essa parte da peça, corrigindo as imperfeições e garantindo a qualidade técnica e estética da mesma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_51 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku inicia a preparação da palha para a realização da decoração da parte anterior das flechas. A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca. O momento é registrado por Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. É necessário pegar uma balsa para se chegar à parte da aldeia onde estão sendo produzidos esses artefatos, dentro de uma pequena maloca que os homens usam como oficina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku chega à parte da aldeia onde está a pequena maloca que serva de oficina para as suas atividades. Ao fundo, pode-se ver a balsa utilizada para se chegar a essa parte da aldeia, já que em época de cheia, forma-se um pequeno igarapé que a separa do resto da comunidade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corrige as bordas do que será a ponta da flecha com uma faca. Confere o tamanho e a afiação da mesma. À sua frente, no chão, podem-se ver as flechas com as hastes de madeira onde serão encaixadas as pontas cortantes. Vê-se também uma das pontas de bambu (tauat) com o orifício de encaixe para a haste já esculpido.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01K · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corrige as bordas do que será a ponta da flecha com uma faca. Confere o tamanho e a afiação da mesma. À sua frente, no chão, podem-se ver as flechas com as hastes de madeira onde serão encaixadas as pontas cortantes. Vê-se também uma das pontas de bambu (tauat) com o orifício de encaixe para a haste já esculpido.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01L · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01T · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01Z · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZC · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZF · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas produzidas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZG · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas produzidas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZH · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku explica para os jovens que estão filmando as oficinas a parte em que se encontra do processo de produção das flechas. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas que estão sendo produzidas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZK · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão analisa a envergadura de uma das flechas, já quase pronta, certificando-se de que esta está reta, e que irá acertar o alvo quando atirada pelo arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZN · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZP · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01ZQ · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. O homem constrói uma estrutura de madeira na mata próxima à aldeia, na qual prende a sua zarabatana de forma horizontal.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. Binin vai buscar um pedaço de cipó fino e resistente o suficiente para o trabalho.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Binin inicia o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma. Pode-se perceber a boca de Binin cheia de água.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02K · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02O · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão realiza o processo de revestimento da superfície interna da sua arma passando um fino galho para frente e para trás dentro do orifício da zarabatana. Enquanto isso vai jogando pequenas quantidades de barro dentro do mesmo, ao mesmo tempo em que cospe água também no orifício. A mistura somada ao movimento feito pelo homem com o cipó irá selar a superfície interna da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02Q · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. Após selar a sua zarabatana com o cipó nopo, o artesão realiza um processo que reveste a superfície interna da arma, além de deixar o orifício pelo qual passam os dardos livre de impurezas. Dani, aluna formada das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia O artesão é observado por uma de suas filhas e uma amiga dela.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02U · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. De volta à pequena maloca que está servindo de oficina para os homens, o artesão irá iniciar outra fase na construção de sua zarabatana. Ele prepara o artefato para passar por mais um processo de selagem, agora na parte externa, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Para isso, ascende uma fogueira. Na fogueira, coloca cacos de cerâmicas quebradas, que irá utilizar no processo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_02ZH · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Etapa da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia, na Aldeia Tawaya. O artesão inicia outra fase na construção de sua zarabatana, mais um processo de selagem, agora na parte externa da arma, realizado com cera de abelha cozida, mamu. Ele irá repetir todo o processo, alternando a passagem do mamu e do pedaço de cerâmica quente em cima do mesmo, até completar toda a extensão do corpo da arma.

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              Panorama da Aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_03B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Panorama de uma extensão criada na Aldeia Tawaya pelos habitantes da Aldeia Todawak, que estão morando momentaneamente nessa comunidade.

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              Panorama da Aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_03D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Panorama de uma extensão criada na Aldeia Tawaya pelos habitantes da Aldeia Todawak, que estão morando momentaneamente nessa comunidade.

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              Panorama da Aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_03E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Panorama de uma extensão criada na Aldeia Tawaya pelos habitantes da Aldeia Todawak, que estão morando momentaneamente nessa comunidade. Em épocas de cheia do rio, forma-se um igarapé entre essa parte e o resto da aldeia, e é necessário atravessar o alagadiço de balsa. Dani caminha na trilha que leva à balsa.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01Q · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku passa a ponta de bambu dessa flecha já pronta pelo fogo, para que fique mais flexível de ser trabalhada. Acerta, então, a envergadura desse bambu com o joelho. Depois, começa a esculpir as suas bordas com a faca sem ponta. Os homens conversam na língua e em português com a antropóloga Carolina Lopez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu traz um pote de cerâmica cheio de água e um embrulho de folhas que contém argila dentro. Pega um galho fino e resistente e começa a passá-lo por dentro do orifício da arma. Pega, então, uma porção de argila com as mãos, põe água na boca e joga esses dois materiais também dentro do orifício. Começa a fazer um movimento repetitivo com o galho, para frente e para trás.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02P · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150501_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu talha a ponta de sua arma onde irá encaixar o bocal, que se encontra no chão aos seus pés, pintado de urucum. Tumi Tuku acerta as bordas de um dos bambus paca com a sua talhadeira enawat, feita de dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. Esquenta o bambu ao fogo e passa cera de abelha cozida (mamu) nele.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_17 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_18 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade. Imagem da brasa na qual Kuini esquenta o mamu para que fique maleável para ser trabalhado.

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              Oficina de qualificação na aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia Tawaya na noite do dia 22 de abril de 2015 observam o livro presenteado pela editora Ana Dantes, por meio da pesquisadora associada do ProDocult Matis, Michelle Ludvichak. O “Una Isi Kayawa – O livro da Cura” foi lançado pelo povo Huni Kuï no Rio de Janeiro, na última semana de julho de 2014, em um evento da etnia no Parque Lage, no qual os quatro jovens matis que estavam nessa cidade na época para realizar diversas atividades no Museu do Índio compareceram no na noite do dia 24 de julho.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_05 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Korubo Tupa e crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_03 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma o momento de extração da madeira da árvore escolhida por Binin, para a feitura da estrutura da arma. O homem alterna o uso de um facão e um machado.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_05 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma o momento de extração da madeira da árvore escolhida por Binin, para a feitura da estrutura da arma. O homem puxa o pedaço cortado.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_09 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após o corte da madeira que será a estrutura da arma, Binin precisa extraí-la por completo da árvore. Para isso, produz na hora uma espécie de apoio, feito de pedaços de madeira e cipó que encontra na mata ao redor. Assim, pode desprender a parte superior do pedaço de madeira ainda preso da árvore, esse que será o corpo da zarabatana, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_17 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin apoia uma das duas peças de madeira do que será o corpo da zarabatana na estrutura do jirau que acabara de construir e volta a esculpi-la.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_18 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe uma das duas peças de madeira que, juntas, darão origem ao corpo da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_27 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro dessa oficina, e filma Binin passando os dois pedaços de madeira pelo fogo, de forma a amaciá-los.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_30 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_32 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_34 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após unir os dois pedaços com um cipó altamente resistente, Binin volta a esculpir o corpo da arma com uma faca sem ponta, instrumento que utiliza para a feitura de seus artefatos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_40 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. No chão, aos pés do artesão, pode-se ver o caule de uma folha específica que colhe no mato para afiar a talhadeira feita de dente de cutia, utilizada para esculpir o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Vê-se também as cascas dos frutos de urucum utilizados para se pintar as duas metades da arma, os cipós que amarravam essas peças enquanto secavam dentro da maloca e a faca sem ponta, um dos instrumentos utilizados por Binin para esculpir a sua arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_41 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã é seguida por Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e responsável pelo registro dessa oficina, e também pelo seu jacu de estimação, que acompanha a mulher durante toda a atividade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_04 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_08 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã analisa os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), para ver se são de boa qualidade para a produção do adorno.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_12 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã, que vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_20 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara as palhas que utilizará para a decoração de cada flecha, primeiro passo na construção desses artefatos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_13 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi inicia o processo de construção das flechas com a confecção da decoração da parte traseira desses projéteis. Essa é feita com palha e linha de algodão natural pintada com cera da abelha cozida, que os matis chamam de mamu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_17 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_32 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_35 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Com o orifício para a passagem dos dados envenenados já pronto, Binin Chunu lixa por uma última vez as partes internas das metades da estrutura da arma, antes de juntá-las.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_36 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu dá o primeiro passo para a junção das metades de madeira do corpo da zarabatana, amarrando-as uma a outra com um cipó de alta resistência.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_38 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu dá o primeiro passo para a junção das metades de madeira do corpo da zarabatana, amarrando-as uma a outra com um cipó de alta resistência.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_46 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Depois de colar duas metades de pena de mutum (wesnit) por flecha, Tumi as amarra com a mesma linha utilizada para a decoração, fixando-as na taboca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_08 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Planta utilizada para afiar a talhadeira feita de dente de capivara, que leva o mesmo nome desse animal, enawat. É usada para afiar a ponta das flechas, etapa final da construção das mesmas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_14 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe da parte debaixo do corpo do artesão enquanto produz as flechas, e que também utiliza as pernas e pés para isso, em movimentos naturalizados pela própria vivência de sua cultura. Podemos ver um pedaço de cera de abelha cozida, chamada mamu, apoiado em seu pé direito.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_15 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe da parte debaixo do corpo do artesão enquanto produz as flechas, e que também utiliza as pernas e pés para isso, em movimentos naturalizados pela própria vivência de sua cultura. Podemos ver um pedaço de cera de abelha cozida, chamada mamu, apoiado em seu pé direito.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_21 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem. Ele é observado por Shapu Sibó, em um momento de descanso do rapaz da atividade de registro audiovisual das oficinas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_22 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku analisa a envergadura de uma de suas flechas, após concluir o processo de colagem e amarração das penas de mutum (wesnit) nas peças. As penas servem para dar equilíbrio à flecha quando essa é atirada através do arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_27 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_36 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_39 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_41 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. A cada parte da flecha adicionada, Tumi Tuku analisa a envergadura das peças, de forma a garantir a correção de qualquer uma de suas partes constituintes.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_46 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa a ponta dianteira da flecha pelo fogo, de forma que a cera de abelha cozida (mamu) anteriormente colocada nessa parte derreta, e a linha de algodão endureça, fixando a haste de madeira que servirá como estrutura de encaixe da flecha.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_47 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa a ponta dianteira da flecha pelo fogo, de forma que a cera de abelha cozida (mamu) anteriormente colocada nessa parte derreta, e a linha de algodão endureça, fixando a haste de madeira que servirá como estrutura de encaixe da flecha.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_54 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku decora a parte anterior das flechas, feita no mesmo estilo estético da parte posterior: à base de palha e linha de algodão, tanto branca quanto pintada com cera de abelha cozida (mamu). A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01F · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150423_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_07 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_09 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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