Detalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas, primeira etapa na construção desses artefatos. Binin Chunu enrola o cipó nopo, que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Dani MatisAldeia Tawaya
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Tumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku passa cera de abelha cozida (mamu) na haste de taboca (tauat) de cada flecha, para poder colar a decoração. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar para a confecção de sua zarabatana. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisDetalhe de Tumi Tuku fazendo a decoração das flechas. Ele usa palha e fio de paina de samaúma, ora na cor branca natural, ora pintada com mamu, cera de abelha cozida, material que possui coloração negra. Binin Chunu enrola o cipó nopo que irá utilizar na construção de sua arma. Os homens conversam na língua.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku faz a decoração das suas flechas. Conta, em português, como aprendeu a fazer as flechas. Binin Chunu afia a sua faca para começar a próxima etapa da confecção de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku corta penas de mutum, wesnit, ao meio. Afia sua faca sem ponta e continua cortando as penas, ajustando as bordas das mesmas. Binin Chunu traz para dentro da pequena maloca o torniquete que construiu, para assim dar continuidade à confecção de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku continua cortando penas de mutum, wesnit, enquanto Binin Chunu passa mamu, cera de abelha cozida, em uma das duas peças de madeira do corpo de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Assim, cola as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Binin Chunu continua a montagem do instrumento próprio que construiu para a selagem das metades de sua zarabatana, uma espécie de torniquete.
Shapu Sibó MatisImagem de Binin Chunu arrumando as matérias-primas para a próxima etapa de construção da sua zarabatana, e detalhe das matérias-primas utilizadas na feitura das flechas por Tumi Tuku.
Dani MatisOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisOs artesãos Tumi Tuku e Binin Chunu andam na mata, indo em direção à pequena maloca que serve como oficina para a confecção de seus artefatos.
Shapu Sibó MatisTumi Tuku amarra um pedaço de linha em torno das duas metades de pena que colou em cada flecha, de forma a fixá-las ainda mais. Enquanto isso, Shapu Sibó filma Binin Chunu fazendo a amarração definitiva das duas metades de sua zarabatana.
Dani MatisTumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, enquanto Binin Chunu inicia o processo de amarração das metades do corpo da zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas e as utiliza para amarrar as penas que colou na taboca de cada flecha. Os homens conversam na língua. Binin irá começar a utilizar o torniquete que construiu.
Shapu Sibó MatisBinin Chunu talha a ponta de sua arma onde irá encaixar o bocal, que se encontra no chão aos seus pés, pintado de urucum. Tumi Tuku acerta as bordas de um dos bambus paca com a sua talhadeira enawat, feita de dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. Esquenta o bambu ao fogo e passa cera de abelha cozida (mamu) nele.
Shapu Sibó MatisLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Tupa Maria, Dani, entre outros, participaram da atividade.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Damë Pajé, Bësso e outras crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. As matxó, “mulheres mais maduras”, Tumã Japonesa e Tupa assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Korubo Tupa e crianças matis assistem ao vídeo sobre a qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Tupa Maria, Dani, entre outros, participaram da atividade.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. A liderança Mantê, Tupa Maria, um jovem e crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. A liderança Mantê, Tupa Maria e seu marido, além de outros jovens e crianças, assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
Carolina LopezLideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Korubo Tupa e crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia Tawaya na noite do dia 22 de abril de 2015 observam o livro presenteado pela editora Ana Dantes, por meio da pesquisadora associada do ProDocult Matis, Michelle Ludvichak. O “Una Isi Kayawa – O livro da Cura” foi lançado pelo povo Huni Kuï no Rio de Janeiro, na última semana de julho de 2014, em um evento da etnia no Parque Lage, no qual os quatro jovens matis que estavam nessa cidade na época para realizar diversas atividades no Museu do Índio compareceram no na noite do dia 24 de julho.
Carolina LopezLideranças que estavam na aldeia Tawaya na noite do dia 22 de abril de 2015 observam o livro presenteado pela editora Ana Dantes, por meio da pesquisadora associada do ProDocult Matis, Michelle Ludvichak. O “Una Isi Kayawa – O livro da Cura” foi lançado pelo povo Huni Kuï no Rio de Janeiro, na última semana de julho de 2014, em um evento da etnia no Parque Lage, no qual os quatro jovens matis que estavam nessa cidade na época para realizar diversas atividades no Museu do Índio compareceram no na noite do dia 24 de julho.
Carolina LopezKuini talha uma pequena depressão em uma das pontas da madeira. Imagem dos maxilares de macacos de onde serão retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, com a faca, vai retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.Fala na língua.
Dani MatisKuini passa, novamente, a parte do artefato em que colocou o mamu, cera de abelha cozida, pela brasa. Dá um último ajuste no material com a ponta dos dedos e conclui a produção de seu ralador.
Dani MatisKuini vai moldando o mamu do artefato derretido pela brasa usando as pontas dos dedos. Coloca mais pedacinhos de mamu, cera de abelha cozida, na área.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini começa a inserir os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.
Dani MatisNa área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. De vez em quando, esquenta o mamu em uma brasa, para que fique maleável para ser trabalhado.
Dani MatisDetalhe do rosto do artesão Kuini.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini, com a faca, retirando os dentes dos maxilares dos macacos e inerindo-os na pequena depressão que talhou na ponta da madeira, essa que será a parte cortante do ralador.
Dani MatisKuini, agora, pega a brasa inteira e passa ela mesma sobre a parte cortante do artefato, onde acabou de colocar as bolinhas de mamu, cera de abelha cozida. Assim, o mamu derrete, garantindo a fixação dos dentes na madeira. O artesão aperta o molda o mamu derretido no artefato com a ponta dos dedos.
Dani MatisKuini inicia a oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, chamado tatxik nokoxkatê. O tatxik é a matéria-prima para uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente pelos homens. O artesão talha a madeira que será o corpo do artefato. Ao seu lado, sua filha, Tupa Ixte.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade.
Dani MatisKuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador, além da faca que o artesão utiliza na atividade. Imagem da brasa na qual Kuini esquenta o mamu para que fique maleável para ser trabalhado.
Dani MatisEntão, Kuini vai colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes e de um grande pedaço de mamu, matérias-primas usadas para a confecção do ralador.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Dani MatisDetalhe das mãos de Kuini colocando bolinhas de cera de abelha cozida, mamu, nos espaços que ficaram entre os dentes.
Dani MatisOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. As matérias-primas para a feitura do instrumento: dentes retirados das mandíbulas de macacos caçados e um pedaço de madeira esculpido no formato da peça. Em uma etapa posterior da produção, é utilizado também mamu, cera de abelha cozida.
Dani MatisOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Detalhe das mãos de Kuini quando esse extrai os dentes da mandíbula de um crânio de macaco, que provavelmente ele mesmo caçara anteriormente para alimentar a sua família.
Dani MatisOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Pedaço de mamu, cera de abelha cozida, utilizado como cola e/ou selador durante a construção de diversos artefatos da cultura material matis, inclusive do ralador para o cipó taxik.
Dani MatisOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. O artesão organiza as matérias-primas que restaram, após a feitura da peça, dentro de um cesto que utiliza para isso. Assim, poderá utilizá-las posteriormente na construção de outros artefatos.
Dani MatisOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Ralador para o cipó tatxik pronto, ao lado do cesto no qual o artesão guarda matérias-primas que utiliza para a feitura de seus artefatos, provavelmente trançado por uma de suas duas mulheres.
Dani MatisOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Detalhe das mãos de Kuini quando esse insere os dentes de macaco na peça de madeira, a base do artefato, usando uma ferramenta.
Dani MatisOficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. O artesão passa mamu, cera de abelha cozida, na parte da peça de madeira onde inseriu os dentes de macaco, e que servirão para ralar o cipó que dá origem à bebida tatxik. Assim, os dentes ficam fixados na base de madeira da peça.
Dani MatisTumã junta todos os espinhos que coletou e fala sobre os demux na língua.
Dani MatisTumã pega a trilha de volta para a aldeia.
Dani MatisTumã busca uma clareira na mata para iniciar o trabalho. Retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando os fiapos de madeira grudados neles. Vai contando sobre os demux na língua.
Dani MatisTumã retira um a um os espinhos de dentro da casca da palmeira e vai limpando-os dos fiapos de madeira.
Dani MatisTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Dani MatisTumã inicia uma trilha na aldeia, em busca da árvore da qual retira os espinhos para fazer o ornamento facial demux. Fala na língua
Dani MatisImagem da palmeira de isan, patauá, da qual a artesã extraiu um pedaço da casca.
Dani MatisTumã encontra a árvore da qual se retiram os espinhos do demux, a palmeira isan, patauá. Corta um pedaço da casca com o facão.
Dani MatisTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Dani MatisTumã vai em busca de uma palmeira isan, patauá, com casca melhor para a produção dos adornos. Corta um pedaço da casca de outra com o facão.
Dani MatisTumã analisa os espinhos que ficam dentro da casca da árvore do patauá, isan, para ver se estão bons para se produzir o adorno. Fala na língua.
Dani MatisO professor Damã Jacinaldo produz a corda para o seu arco.
Shapu Sibó MatisEm uma clareira no meio da mata, o professor Damã Jacinaldo e seus alunos começam o trabalho de esculpimento da madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira e começa a ensinar aos alunos como cortar a matéria-prima.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo também extrai os seus próprios pedaços de madeira. Ensina aos alunos os tipos de madeira que podem ser usados. O trabalho é conjunto. Os meninos brincam entre si durante a atividade.
Shapu Sibó MatisUm dos meninos tenta extrair mais madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira. Ele também extrai os seus próprios pedaços de madeira
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo pede aos seus alunos que façam a extração da madeira.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos continuam o trabalho de produção de suas flechinhas, agora em outra clareira, que possui um tronco caído para trabalharem em cima. Damã Jacinaldo, então, começa a esculpir o arco. O conjunto do arco e flechas infantil chama-se xëkpan.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira com suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Shapu Sibó MatisOs alunos continuam a esculpir as suas próprias flechinhas usando as suas facas e facões. O professor Damã Jacinaldo continua a esculpir o arco que está produzindo.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto. As flechinhas começam a surgir.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, na mata próxima à aldeia.
Shapu Sibó MatisO professor Damã Jacinaldo e seus alunos, depois de extraírem bastante madeira, buscam uma clareira para iniciar os trabalhos de esculpimento das flechinas.
Shapu Sibó MatisCom as flechinhas já prontas, os alunos e o professor Damã Jacinaldo andam pela trilha, em direção à outra clareira.
Shapu Sibó MatisOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro fílmico desse evento.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A mulher coloca um espinho em seu próprio furo, para ver se o diâmetro do mesmo é apropriado para a confecção do adorno.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro do evento, e filma Tumã indo procurar a árvore da qual se extraem os espinhos do demux.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Árvore da qual são extraídos os espinhos que constituem os demux, a palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua).
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã, que vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro fílmico do evento.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), e que dão origem aos demux.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã é seguida por Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e responsável pelo registro dessa oficina, e também pelo seu jacu de estimação, que acompanha a mulher durante toda a atividade.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã analisa os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), para ver se são de boa qualidade para a produção do adorno.
Carolina LopezOficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã, que vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos.
Carolina Lopez