Aldeia Tawaya

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              609 Description archivistique résultats pour Aldeia Tawaya

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_01A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças, como Tumi Tuku, Binin Chunu e Mantê, além de crianças, vêem o livro enviado pela pesquisadora Michelle Ludvichak “Una Isi Kayawa – Livro da Cura”, do povo Huni Kui (Kaxinawá) do Rio Jordão, presenteado à etnia pela editora Anna Dantes

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_02A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150422_03D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_04 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin posiciona o apoio que está fazendo na árvore da qual está extraindo a madeira, e pega mais um pedaço de tronco para adicionar ao mesmo. Vai buscar cipó.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150423_12 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin utiliza um jirau que construiu em uma clareira para continuar esculpindo os pedaços de madeira, usando para isso uma faca sem ponta. Detalhes das serragens caindo do entalhe e de Shapu Sibó filmando a cena.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150423_14 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin utiliza as raízes de uma árvore para moldar a madeira esquentada, tornando a sua envergadura mais reta possível. Esquenta mais a madeira, para torná-la mais flexível ainda.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_20 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku passa mais mamu, cera de abelha cozida, na taboca de cada flecha. Ao fundo, é possível ver Shapu Sibó, bolsista do ProDocult Matis, também fazendo o registro das oficinas. O artesão começa a colar as penas nas tabocas: duas metades por flecha. Continua a preparar as penas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150425_28 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu no início do processo de amarração definitiva das metades de sua zarabatana. O artesão construiu na hora uma espécie de torniquete, pelo qual ia passando sua arma. A selagem dessa foi completada amarrando-se toda a sua extensão com um cipó negro chamado nopo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_13 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu esculpe o bocal de sua zarabatana, enquanto Tumi Tuku faz a decoração de suas flechas. Esse artesão conversa, em português, com a antropóloga Carolina Lopez sobre a sua visão acerca do atual desinteresse dos jovens pelas questões de sua própria cultura, entre outros assuntos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_22 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Tumi Tuku separa pedaços de linha de paina de samaúma, enquanto Binin Chunu inicia o processo de amarração das metades do corpo da zarabatana. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, nas linhas e as utiliza para amarrar as penas que colou na taboca de cada flecha. Os homens conversam na língua. Binin irá começar a utilizar o torniquete que construiu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150425_24 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin começa a usar o torniquete que construiu. Para o processo de selagem das metades do corpo de sua arma, além desse instrumento, utiliza também um cipó chamado nopo, que vai amarrando em toda a extensão do corpo da arma, enquanto a passa pelo torniquete. Fala na língua com seu filho e mulher.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_01S · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Txami, outro darasibo, ancião, junta-se aos homens na pequena maloca que serve como oficina para a feitura de seus artefatos. Tumi Tuku acerta as bordas da ponta de bambu, paca, de sua flecha com o enawat, talhadeira feita de dente de capivara. Todos conversam.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Binin Chunu repete o processo de jogar um pouco de argila, água e depois movimentar para frente e para trás o galho dentro da arma, só que agora pela outra saída do orifício. Na imagem, uma das filhas do artesão e sua amiga.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02Q · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_12 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo e seus alunos esculpem a madeira usando as suas facas e facões. Os alunos vão observando o professor e imitando os seus movimentos. O trabalho é conjunto. As flechinhas começam a surgir.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_14 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo e seus alunos continuam o trabalho de produção de suas flechinhas, agora em outra clareira, que possui um tronco caído para trabalharem em cima. Damã Jacinaldo, então, começa a esculpir o arco. O conjunto do arco e flechas infantil chama-se xëkpan.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_03 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Na área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini começa a inserir os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_08 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Na área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_20 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Kuini, agora, pega a brasa inteira e passa ela mesma sobre a parte cortante do artefato, onde acabou de colocar as bolinhas de mamu, cera de abelha cozida. Assim, o mamu derrete, garantindo a fixação dos dentes na madeira. O artesão aperta o molda o mamu derretido no artefato com a ponta dos dedos.

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              Oficina de qualificação na aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_01 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças que estavam na aldeia Tawaya na noite do dia 22 de abril de 2015 observam o livro presenteado pela editora Ana Dantes, por meio da pesquisadora associada do ProDocult Matis, Michelle Ludvichak. O “Una Isi Kayawa – O livro da Cura” foi lançado pelo povo Huni Kuï no Rio de Janeiro, na última semana de julho de 2014, em um evento da etnia no Parque Lage, no qual os quatro jovens matis que estavam nessa cidade na época para realizar diversas atividades no Museu do Índio compareceram no na noite do dia 24 de julho.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_03 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Tupa Maria, Dani, entre outros, participaram da atividade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_06 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. A liderança Mantê, Tupa Maria, um jovem e crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_08 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. A liderança Mantê, Tupa Maria e seu marido, além de outros jovens e crianças, assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_01 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin Chunu é seguido por Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento. Binin vai extrair a madeira para esculpir a estrutura da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentesShapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e um dos responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma Binin adentrando a mata para a extração da madeira com a qual fará a estrutura da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_04 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani Matis, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro audiovisual desse evento, filma o momento de extração da madeira da árvore escolhida por Binin, para a feitura da estrutura da arma. O homem alterna o uso de um facão e um machado.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_12 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe o facão a madeira que acabara de extrair da árvore escolhida. Divide-a em dois pedaços que, futuramente, serão novamente unidos para formar o corpo da zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_16 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. O rapaz filma o momento em que Binin constrói um jirau com uma pequena fogueira embaixo, para assim dar continuidade ao processo de construção da arma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_20 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Jirau que Binin construiu na hora e que serve para o processo de produção desse artefato. A pequena fogueira embaixo dos galhos é alimentada por serragens da própria madeira que o homem está esculpindo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_23 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin reaviva a fogueira na qual irá esquentar os dois pedaços de madeira, de forma que fiquem mais flexíveis para serem trabalhados. A fogueira é alimentada por serragens da própria madeira que o homem está esculpindo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_25 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin começa a passar os dois pedaços de madeira pelo fogo, de forma a amaciá-los.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_29 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após ajeitar a envergadura das duas peças de madeira, tornando-as mais retas possíveis, Binin une os dois pedaços, amarrando-os com cipó de alta resistência.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_38 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_01 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro do evento, e filma Tumã indo procurar a árvore da qual se extraem os espinhos do demux.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_03 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Árvore da qual são extraídos os espinhos que constituem os demux, a palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_13 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã, que vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_14 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro fílmico do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_15 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_17 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Detalhe das mãos da artesã extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), e que dão origem aos demux.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_21 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_01 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara e organiza os diferentes tipos de matérias-primas e instrumentos que utilizará para a produção das flechas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_06 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. O artesão utiliza mamu, cera de abelha cozida, para colar as diferentes partes que constituem uma flecha matis. Aqui, passa a cera para colar a decoração inicial da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_08 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi utiliza mamu, cera de abelha cozida para colar as diferentes partes que constituem uma flecha matis. Aqui, passa a cera na taboca para colar a decoração inicial da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_16 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_18 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_24 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia. Dani captura o momento em que Tumi afia a faca que usa para cortar as penas de mutum ao meio, para poder colá-las na parte de trás de cada flecha.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_26 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um das responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia. O rapaz captura o momento em que Tumi corta ao meio as penas de mutum, para poder colá-las na parte de trás de cada flecha. No chão, podemos ver as flechas já decoradas e as penas ainda não cortadas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_27 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu constrói um instrumento próprio, uma espécie de torniquete, que serve ao processo de junção das metades de madeira que constituem a estrutura da zarabatana.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_30 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_34 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_39 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Enquanto Binin Chunu amarra as metades do corpo de sua zarabatana com cipós de alta resistência, Tumi Tuku prepara linha de algodão natural para fixar as penas de mutum nas flechas, após já tê-las colado com mamu, cera de abelha cozida.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_40 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_42 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu inicia a utilização da ferramenta, uma espécie de torniquete, que construiu e que serve especificamente para a selagem dos dois lados da zarabatana, completada pela amarração das mesmas com um tipo de cipó especialmente utilizado para isso, chamado nopo. O artesão passará o cipó por todo o comprimento do corpo da arma, enquanto a mesma é apertada em alguns de seus pontos pelo selador.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_49 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro dessas oficinas, e filma Binin Chunu utilizando a ferramenta que construiu e que serve especificamente para a selagem dos dois lados da zarabatana. O artesão completa esse processo realizando a amarração das metades com um tipo de cipó especialmente utilizado para isso, chamado nopo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_02 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi termina de amarrar as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_10 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_11 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_20 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem. Ele é observado por Shapu Sibó, em um momento de descanso do rapaz da atividade de registro audiovisual das oficinas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_26 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_29 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_30 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_35 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_38 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.

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