Aldeia Tawaya

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02G · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Binin Chunu continua fazendo o movimento repetitivo com o galho, para a frente e para trás, dentro da zarabatana. Fala na língua, explicando também o que está fazendo, um processo de selagem da superfície interna de sua arma. Joga mais argila e água dentro do orifício da arma e continua o movimento com o galho no mesmo. Repete esses processos, alternadamente.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02N · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em uma fogueira que acendeu, Binin Chunu coloca cacos de cerâmica velha para esquentar. Esquenta também um pedaço de mamu, cera de abelha cozida. Passa o pedaço de mamu quente sobre uma parte da extensão da sua arma. Depois, em cima dessa mesma área, passa pedaços da cerâmica quente. Assim, o mamu derrete ainda mais sobre a superfície da zarabatana, realizando-se uma espécie de selagem externa. Alterna a passagem de cera quente e de cacos de cerâmica por cima da mesma.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150427_02O · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Em meio a esses movimentos, Binin Chunu passa a própria área da zarabatana preenchida com cera cozida derretida pela fogueira. Continua alternando a passagem da cera de abelha cozida e de cacos de cerâmica quente por cima da mesma. Fala na língua.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150427_06 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              O professor Damã Jacinaldo também extrai os seus próprios pedaços de madeira. Ensina aos alunos os tipos de madeira que podem ser usados. O trabalho é conjunto. Os meninos brincam entre si durante a atividade.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_VID_20150501_01 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto esquenta cinzas em uma panela na fogueira, Binin Chunu irá começar o processo de encaixe do bocal em sua zarabatana. O artesão talha a ponta de sua arma, onde irá encaixar o bocal, que foi pintado de urucum. Imagem das flechas de Tumi Tuku, três já prontas e três em processo de confecção.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_01 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini inicia a oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, chamado tatxik nokoxkatê. O tatxik é a matéria-prima para uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente pelos homens. O artesão talha a madeira que será o corpo do artefato. Ao seu lado, sua filha, Tupa Ixte.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_VID_20150502_06 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Na área em que talhou uma pequena depressão na madeira, Kuini insere os dentes de macacos, que constituirão a parte cortante do ralador. Faz isso usando uma faca, tanto a lâmina quanto o cabo. Imagem dos maxilares de macacos de onde são retirados os dentes, matérias-primas para a confecção do ralador.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_04 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Tupa Maria, Dani, entre outros, participaram da atividade.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_07 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Damë Pajé, Bësso e outras crianças matis assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_10 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. As matxó, “mulheres mais maduras”, Tumã Japonesa e Tupa assistem ao vídeo sobre a oficina de qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_11 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014. Mantê, Korubo Tupa e crianças matis assistem ao vídeo sobre a qualificação do acervo museológico da etnia, realizada um ano antes.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150422_09 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças e suas famílias que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015 reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que haviam sido qualificados em 2014 pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro. Os indígenas qualificaram na aldeia as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran e também assistiram ao vídeo do documentarista Celso Renato Maldos sobre a experiência da visita e qualificação do acervo museológico matis, realizada no dia 24 de julho de 2014.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_07 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após o corte da madeira que será a estrutura da arma, Binin precisa extraí-la por completo da árvore. Para isso, produz na hora uma espécie de apoio, feito de pedaços de madeira e cipó que encontra na mata ao redor. Assim, pode desprender a parte superior do pedaço de madeira ainda preso da árvore, esse que será o corpo da zarabatana, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_10 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu e Dani, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. Binin começa a esculpir, no local mesmo, a madeira que extraiu da árvore escolhida. É possível vê-la à esquerda.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_11 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Shapu Sibó, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. Binin começa a esculpir com o facão a madeira que acabara de extrair da árvore escolhida. Divide-a em dois pedaços que, futuramente, serão novamente unidos para formar o corpo da zarabatana.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_13 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia. Binin esculpe com o facão a madeira que acabara de extrair da árvore escolhida. Divide-a em dois pedaços que, futuramente, serão novamente unidos para formar o corpo da zarabatana.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_21 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin alterna a utilização de um facão e uma faca sem ponta para esculpir o corpo da arma, que pode chegar a mais de três metros de comprimento.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_24 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin reaviva a fogueira na qual irá esquentar os dois pedaços de madeira, de forma que fiquem mais flexíveis para serem trabalhados. A fogueira é alimentada por serragens da própria madeira que o homem está esculpindo. Dani e Shapu Sibó, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro da oficina.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_33 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após unir os dois pedaços com um cipó altamente resistente, Binin volta a esculpir o corpo da arma com uma faca sem ponta, instrumento que utiliza para a feitura de seus artefatos.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_35 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_37 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Após cerca de seis dias secando dentro da maloca, as duas partes da zarabatana presas com o cipó são desamarradas e novamente separadas. Binin pega a estrutura de uma zarabatana já seca para continuar a oficina. Separados os pedaços, precisa esculpir o orifício pelo qual irão passar os dardos envenenados. Para isso, pinta-os com urucum, de forma que quando for esculpir o orifício, qualquer possível desvio seja facilmente identificado com o contraste entre a superfície vermelha da madeira e o interior maciço da peça que está sendo talhada.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150423_42 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, na Aldeia Tawaya. O artefato é um dos mais valorizados da cultura material da etnia, levando vários dias para ser produzido e reunindo em si um grande número de matérias-primas diferentes. Binin esculpe em cada uma das metades da estrutura da arma - que serão depois novamente unidas - o orifício por onde passarão os dardos envenenados. Para isso, utiliza uma talhadeira feita de dente de cutia que leva esse mesmo nome: madë xëta, “dente de cutia”.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_06 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é responsável pelo registro fílmico desse evento.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_07 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Tumã corta um pedaço da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua), escolhida, de cujo interior são extraídos os espinhos que constituem os demux.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_10 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_11 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A mulher coloca um espinho em seu próprio furo, para ver se o diâmetro do mesmo é apropriado para a confecção do adorno.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_16 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. A artesã vai extraindo um a um os espinhos que ficam no interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Alisa-os um por vez, para retirar todos os fiapos de madeira colados aos mesmos. Vai reunindo os demux já prontos entre os seus lábios, para não perdê-los.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150424_19 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ornamento facial demux, realizada pela mestra artesã Tumã Japonesa, na Aldeia Tawaya. Esse adorno é usado por pessoas de ambos os sexos e a quantidade de espinhos nas abas do nariz vai crescendo com a idade, podendo chegar a uma dúzia de cada lado. Enquanto vai trabalhando os espinhos que constituem o adorno, Tumã vai compartilhando conhecimentos sobre o uso dos mesmos.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_04 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara as palhas que utilizará para a decoração de cada flecha, primeiro passo na construção desse artefato.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_10 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Dani e Shapu Sibó, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_11 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro audiovisual das oficina de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_19 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu esculpe em madeira maciça o bocal de sua zarabatana.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_20 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi enrola a linha de algodão natural pintada com cera da abelha cozida, mamu, na ponta traseira da flecha, de forma a fazer a sua decoração, primeira parte da produção desse artefato.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_23 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Após fazer a decoração da parte de trás das flechas com palha e linha de algodão natural, Tumi prepara as penas de mutum (wesnit), responsáveis por dar equilíbrio aos projéteis quando atirados pelo arco.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_25 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prepara e corta as penas de mutum (wesnit), que são coladas e amarradas na parte de trás das flechas, responsáveis por dar equilíbrio às mesmas quando atiradas pelo arco.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_29 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Bocal da zarabatana já esculpido por Binin Chunu. À esquerda, pode-se ver um pedaço de cera de abelha cozida, mamu, também utilizada durante o processo de produção da zarabatana, além de rolos de um tipo específico de cipó, chamado nopo, utilizado para enrolar todo o comprimento do corpo dessa arma, selando as metades de madeira de sua estrutura.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_41 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi realiza a colagem das penas de mutum (wesnit) na parte traseira de cada flecha: duas metades por peça. Essas servem para dar equilíbrio às flechas quando atiradas pelo arco.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_48 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Depois de colar duas metades de pena de mutum (wesnit) por flecha, Tumi as amarra com a mesma linha utilizada para a decoração, fixando-as na taboca.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150425_50 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Primeiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu segundo dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe dos rolos de nopo, tipo de cipó especialmente utilizado para a amarração e selagem do corpo da zarabatana, difícil de ser encontrado na mata. Na ponta superior direita, detalhe da zarabatana sendo pressionada pelo instrumento que serve ao processo de selagem dos dois pedaços de madeira que dão origem ao seu corpo.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_01 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi termina de amarrar as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_04 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades Um dos filhos de Binin Chunu observa seu pai esculpindo o bocal da zarabatana que está construindo para o Museu do Índio/RJ.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_09 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_19 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_23 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi amassa pó de cinzas com o cabo de seu facão, material que irá grudar nas partes não cobertas da cera de abelha que usou para colar as penas de mutum na extremidade posterior das flechas; esse é o acabamento dessa parte da peça.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_24 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_25 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_31 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pela filmagem das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_32 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco. Dani e Shapu Sibó, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_33 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_44 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi afia a sua talhadeira feita de dente de capivara, enawat, no caule de uma folha específica para isso. Irá utilizar o enawat para esculpir as pontas e pontos de junção de cada flecha, garantindo a unidade e qualidade das mesmas.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_45 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi utiliza a sua talhadeira feita de dente de capivara, enawat, para esculpir a junção da base de taboca da flecha com a haste de madeira que será utilizada para prender a sua ponta. Garante assim a unidade e qualidade da peça.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150426_50 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku inicia a preparação da palha para a realização da decoração da parte anterior das flechas. A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01B · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. É necessário pegar uma balsa para se chegar à parte da aldeia onde estão sendo produzidos esses artefatos, dentro de uma pequena maloca que os homens usam como oficina.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150427_01E · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.

              Sin título
              Retrato da menina Tupa Ixte.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150502_02A · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Retrato da menina Tupa Ixte, feito por Dani Matis, sua mãe, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014. A criança segura os peixes que conseguiram ser pescados por seu pai, Kuini Matis. Dani foi responsável pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya, entre abril e maio de 2015.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_03 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Pede para que um deles extraia a madeira para a produção, quando avista a árvore correta na floresta.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_08 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois do professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_10 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Logo depois do professor começar o corte de sua madeira, os alunos o seguem, cortando os seus próprios pedaços. Atrás do menino, a árvore da qual se extrai a madeira para fazer as flechinhas do xëkpan.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_13 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_16 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_18 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_19 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos fazem as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Na pedagogia matis, as crianças aprendem fazendo.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_20 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Damã é professor das crianças na escola da aldeia, e faz ele também as flechinhas, para que os meninos assim possam observá-lo e aprender, enquanto fazem as suas próprias.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_21 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. A essa altura, cada menino já acumula um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e também treinar a sua pontaria.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_22 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. A essa altura, cada menino já acumula um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e também treinar a sua pontaria.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_23 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_26 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_27 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_28 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_31 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Os alunos continuam fazendo as suas próprias flechinhas, seguindo o professor. Os meninos precisam acumular um grande número de flechinhas, que utilizarão para brincar e treinar a sua pontaria, atividade que repetem até se tornarem jovens caçadores.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150427_32 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do arco e flechas infantil, o xëkpan, realizada na Aldeia Tawaya. O professor Damã Jacinaldo leva os meninos de sua turma para uma aula diferente, ocorrida na mata ao redor da aldeia. Damã é professor das crianças na escola da aldeia, e faz ele também as flechinhas, para que os meninos assim possam observá-lo e aprender, enquanto fazem as suas próprias.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_02 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_08 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin faz o primeiro teste de encaixe do bocal no corpo de sua zarabatana, enquanto Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na taboca de uma das flechas, de forma a inserir a ponta cortante no corpo da mesma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_14 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_15 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão ajeita a zarabatana em seu colo, para então poder produzir a mira da mesma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_20 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150502_01A · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. As matérias-primas para a feitura do instrumento: dentes retirados das mandíbulas de macacos caçados e um pedaço de madeira esculpido no formato da peça. Em uma etapa posterior da produção, é utilizado também mamu, cera de abelha cozida.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150502_01C · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Detalhe das mãos de Kuini quando esse extrai os dentes da mandíbula de um crânio de macaco, que provavelmente ele mesmo caçara anteriormente para alimentar a sua família.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DM_FOT_20150502_01D · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de produção do ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida consumida diariamente pelos homens no centro das malocas. O artefato foi construído por Kuini Matis, um darasibo (ancião), da Aldeia Tawaya. Pedaço de mamu, cera de abelha cozida, utilizado como cola e/ou selador durante a construção de diversos artefatos da cultura material matis, inclusive do ralador para o cipó taxik.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_03 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_06 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_VID_20150422_08 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Lideranças que estavam na Aldeia Tawaya na noite de 22 de abril de 2015, como Mantê, Binin Chunu, Tumi Tuku e suas famílias, além das matxó (mulheres mais velhas) Tumã Japonesa e Tupa, reuniram-se no centro da maloca para assistirem no notebook da antropóloga Carolina Lopez aos arquivos dos acervos museológico e arquivístico do Museu do Índio/RJ, que foram qualificados pela comitiva de quatro jovens que vieram ao Rio de Janeiro, em 2014. Dani, uma das jovens que veio ao Rio de Janeiro, também estava na aldeia e, por vezes, ia explicando aos outros sobre a sua experiência no museu.

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