Aldeia Bukuak

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Aldeia Bukuak

          Termos equivalentes

          Aldeia Bukuak

            Termos associados

            Aldeia Bukuak

              570 Descrição arquivística resultados para Aldeia Bukuak

              570 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Três mariwin chegam à maloca.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Nesse momento, enquanto as mulheres mastigam caiçuma e os homens preparam e tomam a bebida tatxik, três mariwin chegam à maloca. Começam a sua atuação, tentando pegar as crianças para lhes dar golpes de varetas nas nádegas. Interagem com as pessoas na maloca.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã separa três das peças que produziu para queimar: a máscara de mariwin, o masën, instrumento musical, e um pote.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu pote usando a concha tsanut. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_20 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_21 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe dos instrumentos que Tumã utiliza para algumas etapas do processo de confecção de suas cerâmicas. A mulher explicou que a sua coleção de conchas tsanut, que possui exemplares dos mais variados tamanhos, serve para produzir, por sua vez, os mais diferentes tipos de peças. Ao lado, a faca nawa, não indígena, chamada duë na língua matis. À frente, um de seus potes, já pronto.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_29 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_33 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe das peças de cerâmica passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. À frente, um masën já pronto, com sua haste de taboca característica.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_38 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. As peças são colocadas no interior da fogueira.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_44 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_47 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_52 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_53 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_26 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Após o acabamento do seu masën, a mulher coloca-o na fogueira pequena para passar pelo processo de pré-queima. Ela explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_27 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina. Enquanto isso, a máscara de mariwin e o masën passam pelo processo de pré-queima. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_35 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_36 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_40 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_41 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira também com folhas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_42 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_45 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_48 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco com uma tonkete, semente negra arredonda específica para isso, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir sua máscara de mariwin já seca, de forma que a sua superfície fique mais lisa e homogênea possível.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01M · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_07 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ao lado de seus pés, o masën, que será ainda trabalhado.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_09 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina. Ao seu lado, em cima do xukate, assento trançado na qual está sentada, encontra-se a concha tsanut e uma das sementes negras arredondadas que usa para polir as suas peças, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe do pote de Tumã, já pronto para ser levado ao fogo. Atrás desse, está a tsanut, concha usada pelas mulheres para a modelagem de suas cerâmicas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Ao seu lado, pode-se ver o pote com a água que utiliza para dar os retoques finais nas peças, além de seu pote já pronto.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_18 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_19 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_23 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_24 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_31 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe da máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_32 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, durante sua pré-queima. Enquanto isso, a máscara de mariwin também passa por esse processo. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_37 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. As peças são colocadas no interior da fogueira.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_39 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_43 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima, realizada em uma fogueira pequena, com cada peça individualmente. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu pote usando a concha tsanut. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_06 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. A matxó, mulher mais velha, é observada por uma de suas netas, que acompanha o trabalho da avó por alguns momentos. A observação é uma das formas de aprendizado na pedagogia matis.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. À sua volta, as peças que produziu na oficina e peças já prontas, produzidas em tempos anteriores.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_12 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz os últimos retoques em seu masën, instrumento musical.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_13 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ajeita a pequena fogueira, na qual irá realizar a pré-queima de cada uma das peças individualmente. Ela disse que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_14 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. A máscara de mariwin é a primeira peça a ser colocada na pequena fogueira para a pré-queima. Ela disse que esse processo é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_22 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã guarda sua coleção de tsanut que retirou para mostrar. Explicou que a sua coleção de conchas tsanut, que possui exemplares dos mais variados tamanhos, serve para produzir, por sua vez, os mais diferentes tipos de peças. A mulher possui uma bolsinha trançada especificamente para guardar os seus instrumentos de confecção de cerâmicas.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_30 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_04 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_05 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. A matxó, mulher mais velha, é observada por uma de suas netas, que acompanha o trabalho da avó por alguns momentos. A observação é uma das formas de aprendizado na pedagogia matis.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produziu durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_15 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Ao seu lado, pode-se ver o pote com a água que utiliza para dar os retoques finais nas peças, além de seu pote já pronto.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_17 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina, enquanto a máscara de mariwin já passa pelo processo de pré-queima. As peças passam individualmente pela pré-queima, já que essa é realizada em uma fogueira pequena.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_25 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_28 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_34 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe das peças de cerâmica passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. À frente, um masën já pronto, com sua haste de taboca característica.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_46 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando dentro dela. É possível ver as folhas da árvore que está em cima da fogueira secando, em decorrência do alto calor que essa produz.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_49 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_50 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_51 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.

              Carolina Lopez
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

              Damë Bëtxum Matis
              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01K · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tenke, aljava, que possui grande valor material e simbólico para os caçadores. Cada homem possui uma ligação especial com o seu tenke, que serve para levar os dardos da zarabatana durante a caça com essa arma. Esse artefato é guardado pendurado nos pilares das malocas das aldeias, junto às panelinhas onde fica armazenado o veneno curare. As suas opo, duas bolsas tecidas, servem para guardar a paina de samaúma utilizada nos dardos, de acordo com o método de caça matis.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tenke, aljava, que possui grande valor material e simbólico para os caçadores. Cada homem possui uma ligação especial com o seu tenke, que serve para levar os dardos da zarabatana durante a caça com essa arma. Esse artefato é guardado pendurado nos pilares das malocas das aldeias, junto às panelinhas onde fica armazenado o veneno curare. As suas opo, duas bolsas tecidas, servem para guardar a paina de samaúma utilizada nos dardos, de acordo com o método de caça matis.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia de oficinas de produção de artefatos.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia de oficinas de produção de artefatos na Aldeia Bukuak. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia de oficinas de produção de artefatos.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia de oficinas de produção de artefatos na Aldeia Bukuak. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento de seu tëtxuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ela é observada por Tëkpa, à sua direita, e Enawat, à sua esquerda, que recomeça os trabalhos ajeitando um de seus potes, amassado por porcos do mato enquanto secava à noite.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Damë Bëtxum e Batsi, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos ocorridas em suas aldeias. Tumã e Tumã realizam correções em suas peças, já secas. À frente, Bësson faz o polimento de sua peça.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02Y · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZC · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZD · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZH · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZK · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Momento da oficina registrado por Damë Bëtxum e Batsi, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014. Da esquerda para a direita: Tumã (saia preta), sua filha e seu neto, que se juntaram ao grupo, Tumã (bermuda listrada), e outra mulher que chegou depois e que se juntou também à atividade de produção das peças. A feitura de cerâmicas é uma atividade coletiva e feminina.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZL · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã corrige as partes da máscara que acabara de produzir: nariz, sobrancelhas e boca.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZM · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta. Os jovens matis responsáveis pelo registro fílmico do evento documentam o momento.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe das mãos de Tumã no momento em que esculpe o rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ao fundo, pode-se ver Tumã construindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumi Machopa, vendo a realização da oficina de produção de cerâmicas, foi buscar na hora a sua espingarda, e com apenas um tiro, matou na mata próxima uma arara, para ser feito o mananukit da máscara de mariwin, os adornos faciais que ficam em suas bochechas, produzidos com as penas desse animal.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos. Perfura esses na massa e continua a esculpi-la, corrigindo a espessura e bordas da peça.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02K · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos. Perfura esses na massa e continua a esculpi-la, corrigindo a espessura e bordas da peça.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos. Perfura esses na massa e continua a esculpi-la, corrigindo a espessura e bordas da peça.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02P · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã faz correções em seu masën, instrumento de sopro tradicional matis, adicionado mais argila ao seu bocal.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã faz correções em seu masën, instrumento de sopro tradicional matis, adicionado mais argila ao seu bocal.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZF · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZN · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZQ · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZT · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. As peças produzidas pelas mulheres foram sendo colocadas para secar ao sol, em cima de um sekte, peneira. Seriam queimadas no dia seguinte e, assim, prontas para serem enviadas ao Museu do Índio/RJ por meio da antropóloga responsável pelo ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã coloca a máscara de mariwin que está produzindo em seu próprio rosto, para poder medir a altura em que irá fazer os buracos para os olhos na máscara de cerâmica.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica. Os Matis tem o costume de apontar as coisas com a ponta do queixo, como faz Tumã na foto.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Enquanto as outras mulheres terminavam de produzir os seus xukate, Bësson já polia o seu tëtxuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Perto de sua perna, pode-se ver uma panela cheia das cinzas mëi, que as mulheres usaram no dia anterior para temperar a argila.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson conclui a feitura de seu tëtuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik. As mulheres voltam a trabalhar as suas cerâmicas, acompanhadas pelo macaquinho de estimação de uma delas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Detalhe de Tumã fazendo o polimento de seu masën, instrumento de sopro dos matis.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Tumã faz a correção das paredes internas de sua máscara de mariwin, artefato essencial para a vida simbólica e ritual matis.

              Carolina Lopez