Aldeia Bukuak

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              570 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As mulheres seguem andando na trilha, buscando algum igarapé ou alagadiço que tenha argila de qualidade. Bësson (saia azul florida) é seguida por Tumã (saia preta e branca), Tumã (saia rosa), Enawat e seu bebê, seu outro filho Binin, Tëkpa e Shawa.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Início da oficina de produção de cerâmica. Bësson, Tumã, Tumã, Enawat, Tëkpa e Shawa, as artesãs responsáveis pela oficina de produção de cerâmica, andam na trilha que pegaram na aldeia em busca de um igarapé com argila de qualidade. Os filhos de Enawat, o bebê Binin e o menino Binin, acompanham o grupo de mulheres.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Bësson, Tumã, Tumã, Enawat, Shawa e Tëkpa, as artesãs responsáveis pela oficina de produção de cerâmica, andam na trilha que pegaram na aldeia, procurando um igarapé para poder extrair argila de qualidade. Os filhos de Enawat, o bebê Binin e o menino Binin, acompanham o grupo de mulheres.

              Batsi Matis
              Oficina de produção de cerâmica, chegando à aldeia.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Depois de cerca de 40 minutos de caminhada, as artesãs vão chegando à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã, Binin, Enawat e seu bebê e Tumã. As mulheres levam seus cestos e folhas cheios de argila e chegam até a construção de paxiúba que serve como local para a confecção de seus artefatos. Shawa chega logo depois.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_02I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã faz as perfurações de sua máscara de mariwin, que seguem o ciclo ornamentálico matis. Depois de pôr os mananukit, os kwiashak, esses uma espécie de adornos que só os mariwin possuem, e o deshankete, perfura o demux nas abas de seus nariz.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã faz as perfurações de sua máscara de mariwin, que seguem o ciclo ornamentálico matis. Depois de pôr os mananukit, os kwiashak, esses uma espécie de adornos que só os mariwin possuem, e o deshankete, perfura o demux nas abas de seus nariz.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Uma matxó, mulher mais velha, e mais crianças juntam-se ao grupo. Bësson descansa, sentada. As mulheres interagem durante a atividade, que é feminina e coletiva. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira. Tëkpa mexe com um galho as cinzas que esquentam ao fogo. Tumã (saia preta e branca) começa a modelagem de sua peça.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enawat tenta recuperar a sua peça, amassada por porcos enquanto secava à noite. É observada por Shawa e Bësson, que continua trabalhando na confecção de seu tëtxuk. Outra mulher e sua filha passam para ver o que está acontecendo. Tëkpa também se junta às mulheres. Atrás, sentado no tronco, Batsi, um dos responsáveis pelo registro fílmico do evento.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Na construção de paxiúba que lhes serve como oficina, as mulheres começam a tratar a argila. Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia rosa) ascendem uma fogueira. Tëkpa traz mais lenha. Binin, filho de Enawat, acompanha as mulheres na atividade. Tumã (saia preta e branca) traz uma panela cheia de mëi, cinzas, e o seu sekte, peneira. Na fogueira, as mulheres colocam outra panela, por sua vez cheia de cinzas mëi úmidas por causa da chuva da noite anterior. Assim, esquentam-nas para secá-las. Tumã (saia preta e branca) prepara-se para peneirar as suas cinzas.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após chegarem à aldeia, as mulheres dirigem-se à construção de paxiúba que lhes serve como oficina para a confecção de artefatos. Lá, começam a tratar a argila. Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa) e Tëkpa ascendem uma fogueira.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Shawa auxilia Tumã a peneirar as cinzas, mexendo aquelas que estão na panela e passando-as para a matxó, mulher mais madura. As impurezas que ficam no sekte são jogadas em uma folha. Bësson senta-se perto do grupo. Tumã (saia rosa) e Tëkpa (bermuda jeans) cuidam das cinzas que estão esquentando ao fogo. Binin, filho de Enawat, acompanha as mulheres durante a atividade. As mulheres conversam entre si e com a antropóloga Carolina Lopez.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia rosa) esquenta cinzas mëi ao fogo, recebendo a ajuda de Tëkpa. Shawa auxilia Tumã a peneirar as cinzas, mexendo aquelas que estão na panela e passando-as para a matxó, mulher mais madura. As impurezas que ficam no sekte são jogadas em uma folha. Bësson descansa, sentada. As mulheres conversam entre si e com a antropóloga Carolina Lopez. O menino Binin acompanha as artesãs durante toda a atividade.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca) traz uma panela cheia de mëi, cinzas, e o seu sekte, peneira. Binin traz um xucate, abano trançado, para Tumã (saia rosa) avivar o fogo. Nesse, Bësson coloca uma panela cheia de cinzas mëi, que as mulheres usam para temperar a argila, mas que estão úmidas por causa da chuva da noite anterior. Assim, esquentam-nas para secá-las. Tumã (saia preta e branca) prepara-se para peneirar as suas cinzas. Usa para isso o seu sekte, peneira. Shawa junta-se à senhora e vai pegar folhas, nas quais Tumã irá depositar as impurezas que ficam na peneira. Bësson senta um pouco para descansar, enquanto Tumã (saia rosa) cuida da fogueira. Shawa ajuda a matxó, mulher mais madura, mexendo as cinzas para que a senhora possa passá-las pela peneira.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca) filtra suas cinzas mëi em seu sekte, peneira. Tumã (saia rosa) aviva o fogo que esquenta uma panela com cinzas úmidas usando o seu xucate, abano trançado. Shawa auxilia Tumã a peneirar as cinzas, mexendo aquelas que estão na panela e passando-as para a matxó, mulher mais madura. As impurezas que ficam no sekte são jogadas em uma folha.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca) começa a temperar a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira. Tumã (saia rosa) mexe as cinzas que estão esquentando ao fogo. As mulheres conversam entre si, pedindo que o menino Binin traga água para elas. Tumã (saia rosa) também começa a temperar um pedaço de argila com o pó de cinzas mëi. Tëkpa segura sua filha no colo e o menino Binin aviva o fogo da fogueira com o xucate, abano trançado, logo após trazer água para as artesãs. Bësson cuida das cinzas ao fogo. Enquanto temperam a argila, as mulheres vão molhando-a também.

              Batsi Matis
              Oficina de produção de cerâmica, extraindo a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As mulheres, finalmente, conseguem encontrar um igarapé que contêm argila de qualidade. Tumã (saia preta e branca) entra na água para começar a extração. A mulher pega a matéria-prima do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços queTëkpa e Bësson (saia azul florida) vão retirando do fundo das margens. Três cachorros acompanham as mulheres durante toda a atividade. Shawa junta-se a Tumã (saia preta e branca), que ensina a jovem a reconhecer uma argila de qualidade e extraí-la da forma correta. As mulheres conversam entre si. Separam folhas e vão colocando os pedaços de argila que vão coletando em cima das mesmas. Enawat, sentada na margem, amamenta seu bebê Binin.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de produção de cerâmica, extraindo a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tëkpa, por ser uma das mais novas artesãs, é escolhida para afundar seu corpo no fundo da água, para pegar argila de qualidade, que dá para Bësson trabalhar e amaciar. Tumã (saia preta e branca) junta-se a essas mulheres na extração. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços que as mulheres vão tirando do fundo do igarapé. Enawat, sentada na margem, amamenta seu bebê Binin. Shawa segue Tumã (saia preta e branca) na extração. Essa conversa com a antropóloga Carolina Lopez.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de produção de cerâmica, extraindo a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enawat, com seu bebê no colo, e Tumã (saia rosa) escutam a conversa de Tumã com a antropóloga Carolina Lopez. Essa artesã e Tëkpa continuam a extrair argila do fundo das margens do igarapé. Shawa trabalha e amacia, fora d´água, a argila que coletou. Bësson (saia azul florida) também já está fora d´água.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de produção de cerâmica, extraindo a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As mulheres, finalmente, conseguem encontrar um igarapé que contêm argila de qualidade. Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia preta e branca) entram na água para começar a extração. Três cachorros acompanharam as mulheres durante toda a atividade. Tumã, Enawat e seus dois filhos, Tëkpa e Shawa também chegam ao iagarapé e juntam-se às outras mulheres para iniciarem a atividade da extração. As mulheres separam folhas e vão colocando os pedaços de argila que vão coletando em cima das mesmas. A argila é retirada do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços queTëkpa e Bësson (saia azul florida) vão retirando do fundo do igarapé.

              Batsi Matis
              Oficina de produção de cerâmica, extraindo a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01K · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca), Tëkpa (bermuda jeans) e Bësson (saia azul florida) extraem a argila do fundo das margens do igarapé. Tumã (saia rosa) é responsável por ficar fora d´água, recebendo os pedaços que as mulheres vão coletando. Vai juntando esses em pequenos montes, protegidos por folhas. Shawa (bermuda marrom) segue Tumã (saia preta e branca) na atividade de extração. As mulheres conversam com a antropóloga Carolina Lopez. Enawat amamenta o seu bebê sentada à margem do igarapé. Seu outro filho, Binin, acompanha as mulheres na atividade.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_16 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã limpa os seus tsanut, conchas que as mulheres matis usam como instrumentos para a feitura de suas cerâmicas. Mostra toda a sua coleção para a equipe de filmagem e explica para a antropóloga Carolina Lopez que o conjunto de tsnaut de uma artesã serve para a feitura de cerâmicas dos mais variados tamanhos, desde as pequenas até as muito grandes. Guarda sua coleção na bolsinha trançada que possui especificamente para isso. Volta a polir o seu masën, buzina.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_10 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu masën, buzina, utilizando para isso uma duë, faca não indígena. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. Enquanto isso, sua máscara de mariwin passa pelo processo de pré-queima, realizado com a peça individualmente em uma pequena fogueira.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_11 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu masën, buzina, utilizando para isso uma duë, faca não indígena. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. Enquanto isso, sua máscara de mariwin passa pelo processo de pré-queima, realizado com a peça individualmente em uma pequena fogueira.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de produção de cerâmica. Tumã foi escolhida pela equipe de filmagem para ser acompanhada durante as atividades finais do evento, já que essa é considera pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A mulher é observada por uma de suas netas.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150502_01 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A artesã explica para a antropóloga Carolina Lopez sobre as muxa de sua cerâmica. Imagem de peças já prontas e das peças que estão sendo confeccionadas pela mulher.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de produção de cerâmica. Tumã foi escolhida pela equipe de filmagem para ser acompanhada durante as atividades finais do evento, já que essa é considera pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A mulher é observada por uma de suas netas.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_02 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de produção de cerâmica. Tumã foi escolhida pela equipe de filmagem para ser acompanhada durante as atividades finais do evento, já que essa é considera pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz as muxa, tatuagens, de seu pote, utilizando para isso o seu tsanut, concha especificamente usada pelas mulheres para a confecção de suas cerâmicas. A presença de muxa, tatuagens, demonstra a importância das cerâmicas: como as pessoas, são tatuadas. A mulher é observada por uma de suas netas.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca) trança uma espécie de cesto, utilizando uma folha que extraiu na hora mesmo. Através desse, irá realizar o transporte da argila para a aldeia. Tumã (saia rosa) também trança o seu cesto. Após colocar a sua argiladentro do cesto que trançou, Tumã (saia preta e branca), com uma faca, extrai pedaços da casca de uma árvore, para assim as mulheres produzirem as alças de seus cestos, como o faz Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia rosa). O menino Binin, filho de Enawat, que está com o seu outro filho no colo, acompanha as mulheres durante toda a atividade. Shawa e Tëkpa também possuem os seus montes de argila, que levam embalados em folhas. As mulheres preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta e branca) e Shawa (bermuda marrom) começam a extrair uma grande folha, para assim fazerem um tipo de cesto, através do qual irão realizar o transporte da argila para a aldeia. Tumã trança o cesto e coloca o seu monte de argila dentro. Tumã (saia rosa) também trança o seu cesto. Tumã (saia preta e branca), com uma faca, extrai pedaços da casca de uma árvore, para assim as mulheres produzirem as alças de seus cestos, como o faz Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia rosa). O menino Binin, filho de Enawat, que está com o seu outro filho no colo, acompanha as mulheres durante toda a atividade. Shawa e Tëkpa também possuem os seus montes de argila, que levam embalados em folhas. As mulheres preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.

              Batsi Matis
              Oficina de produção de cerâmica, indo para a trilha.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Início da oficina de produção de cerâmica. Tumã, Bësson e Damë Bëtxum, um dos responsáveis pelo registro fílmico do evento, dirigem-se para uma trilha onde irão buscar um igarapé para realizar a extração da argila.

              Batsi Matis
              Oficina de produção de cerâmica, modelando a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_03 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As mulheres começam a modelar a argila. Tumã (saia rosa) modela a sua peça com o auxílio de um tsanut, concha que as mulheres tradicionalmente usam como instrumento para a feitura de suas cerâmicas.

              Damë Bëtxum Matis
              Oficina de produção de cerâmica, modelando a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Bësson molda a sua peça, colocando mais uma camada de argila na mesma, um cilindro que adiciona à sua estrutura. Vai unindo a parte ao todo com a ponta dos dedos. Coloca mais uma camada de argila. Tumã (saia preta e branca) também molda a sua peça.

              Batsi Matis
              Oficina de produção de cerâmica, modelando a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_03D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Bësson molda a sua peça usando a ponta dos dedos. Tumã (saia preta e branca) também molda a sua peça, enquanto a outra Tumã (saia rosa) seca cinzas ao fogo. Shawa e Tëkpa descansam, assim como Damë Bëxtum, um dos responsáveis pelo registro da oficina, que está com o seu filho Tumi no colo.

              Batsi Matis
              Oficina de produção de cerâmica, modelando a argila.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_03B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Bësson molda a sua peça com o auxílio de um tsanut, concha que as mulheres tradicionalmente usam como instrumento para a feitura de suas cerâmicas. As mulheres conversam com a antropóloga Carolina Lopez. Tumã (saia rosa) também molda uma peça com o uso do seu tsanut. Tëkpa cuida das cinzas ao fogo e Shawa descansa sentada, com o seu filho no colo. Mais crianças juntam-se ao grupo. É comum que crianças de até certa idade acompanhem as mulheres em suas atividades diárias.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Após temperar a argila, Tumã começa a modelagem de seu pedaço. Faz uma esfera e nessa vai esculpindo um orifício no meio. O formato da peça vai começando a aparecer. Tumã (saia rosa) vai filtrando mais cinzas mëi na peneira sekte. Bësson (saia azul florida) também começa a moldagem de sua peça, usando a mesma técnica: faz uma esfera com a argila e depois vai abrindo um orifício, até o formato da peça ir surgindo. Uma matxó, mulher mais velha, junta-se ao grupo. Binin, filho de Enawat, também acompanha a atividade.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã faz os olhos de sua máscara e depois alisa a sua parede interna com a concha tsanut.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. As mulheres conversam entre si.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto molda a sua máscara de mariwin, Tumã fala sobre esses seres. Ao seu lado, a outra Tumã molda um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas. As mulheres conversam entre si durante a feitura de suas cerâmicas, atividade que é feminina e coletiva. Tumã coloca a sua máscara moldada para secar ao sol. Pega então outra peça sua, já modelada e seca.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã fala sobre os seres mariwin.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã (saia preta) e Tumã (bermuda listrada) continuam a moldagem de suas peças, que agora já podem ser identificadas: um masën, instrumento musical também chamado de "buzina" pelos indígenas, e uma máscara de mariwin. Tumã fala sobre os seres mariwin.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_02F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã molda a boca de sua máscara, após fazer suas sobrancelhas e nariz, e fala sobre os seres mariwin. Atrás dela estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02R · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_02Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã molda, então, a boca de sua máscara. Fala sobre os seres mariwin para a antropóloga Carolina Lopez. Atrás da artesã estão Tumã, produzindo o seu tsinte witsun xete, instrumento para tear, e a filha e o neta dessa. Uma outra mulher (blusa de onça) também se juntou ao grupo.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01K · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Quase no final da caminhada, cerca de 40 minutos depois, as artesãs param em uma roça próxima à aldeia para comer mamão maduro. Tëkpa corta a fruta, e a distribui primeiramente para Tumã (saia preta e branca). Ao seu lado, em sentido horário, estão Tumã, Shawa, Enawat, Binin e Bësson.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A antropóloga Carolina Lopez junta-se ao grupo de mulheres para comer mamão maduro e conversar. Ao seu lado, em sentido anti-horário, estão Shawa, Tumã, Tumã, Tëkpa, Bësson e Enawat.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_01J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê, Shawa (bermuda marrom), e os cachorros que acompanharam as mulheres durante toda a atividade. Elas levam seus cestos e folhas cheios de argila.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150429_01M · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O grupo prepara-se para a caminhada de volta à aldeia. Tëkpa é seguida por Bësson (saia azul florida), Tumã (saia rosa), Tumã (saia preta e branca), Binin, Enawat e seu bebê e Shawa (bermuda marrom). As mulheres levam seus cestos e folhas cheios de argila.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_08 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã realiza a pré-queima de sua máscara de mariwin, processo feito com o propósito de evitar que a peça se rache ou quebre durante a queima de fato. Enquanto isso, faz o polimento do seu masën, buzina, usando a semente tonkete, instrumento específico para isso.

              Coletivo Matis
              Oficina de produção de cerâmica, queima das peças.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_25 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Com um galho comprido, Tumã vai mexendo na fogueira. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos começam a aparecer. A artesã mexe nas peças com o galho, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo.

              Coletivo Matis
              Oficina de produção de cerâmica, queima das peças.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_19 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Depois de algumas horas, a artesã Tumã inicia o processo de queima das peças. Acende uma fogueira, cujas lenhas foram armadas em formato de forno, e dentro das quais foram colocadas as peças de cerâmica. A mulher vai alimentando a fogueira com mais lenha.

              Coletivo Matis
              Oficina de produção de cerâmica, queima das peças.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_26 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Com um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.

              Coletivo Matis
              Oficina de produção de cerâmica, queima das peças.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_27 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Com um galho comprido, Tumã vai mexendo nas peças, ajeitando as lenhas em torno delas, para assim aproveitar ao máximo o fogo. À medida que a madeira vai queimando, tornando-se cinzas, os artefatos vão começando a aparecer.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CMA_VID_20150502_17 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tumã explica sobre o processo de pré-queima das peças, enquanto realiza o mesmo com o masën, buzina, e a máscara de mariwin. A pré-queima serve para que as peças não se quebrem ou rachem durante a queima de fato. Coloca também o seu pote para passar pela pré-queima.

              Coletivo Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150429_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Uma matxó, mulher mais velha, junta-se ao grupo. As mulheres interagem durante a atividade, que é feminina e coletiva. Tumã e Tumã começam a temperar a argila com o pó de cinzas que resultou da filtragem pelo sekte, peneira.Tëkpa segura sua filha no colo e mexe as cinzas que esquentam ao fogo.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Início da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_03A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Início da oficina de produção do tsinte witsun xete, o intrumento para tecer os witsun, adornos trançados. A artesã Tumã foi a responsável e vai buscar a matéria-prima em uma mata próxima à aldeia. Extrai a madeira com um facão e depois pega o caminho de volta para a aldeia.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso. Ao seu lado, estão sua filha e seu neto.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_03B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A artesã Tumã volta para a construção de paxiúba que serve como oficina para a confecção de artefatos. Começa a talhar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, os adornos trançados. Usa um terçado para isso.

              Damë Bëtxum Matis