Aldeia Bukuak

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              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Depois de secarem durante uma noite, as peças são polidas pelas mulheres, que utilizam sementes negras arredondadas especificas para esse fim, chamadas tonkete. Bësson faz o polimento do seu txuma, cuia masculina para se tomar a bebida tatxik.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02M · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson alisa as bordas de seu ancha, prato ritual que serve para alocar os espinhos usados para a tatuagem dos jovens. Utiliza para isso o tsanut, concha tradicionalmente usada pelas mulheres matis para a confecção de suas cerâmicas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02O · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã faz correções em seu masën, instrumento de sopro tradicional matis, adicionado mais argila ao seu bocal.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02R · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Abrigo de folhas feito pelas mulheres para poderem secar as suas peças, sem o perigo dessas serem destruídas por porcos do mato, como acontecera na noite anterior.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02T · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Txuma, cuia para se tomar a bebida tatxik, já pronta, secando ao sol em cima de um sekte, peneira.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02W · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02Z · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZE · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZG · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã termina de esculpir o nariz no rosto de sua máscara de mariwin. O momento é registrado por Batsi Matis, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos em sua aldeia.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZI · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZJ · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe a última parte de sua máscara de mariwin, a boca.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZR · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak, ocorrida logo após a oficina de produção do xukate. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento de seu tëtxuk, pote que serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ela é observada por Enawat e Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e um dos responsáveis pela filmagem das oficinas de produção de artefatos em sua aldeia, que registra o momento com a sua própria câmera.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Bësson faz o polimento de seu txuma, cuia masculina própria para se tomar a bebida tatxik, utilizando uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Agora que as peças já secaram durante uma noite, as mulheres realizam o polimento das mesmas com sementes negras arredondadas que usam especificamente para esse fim, chamadas tonkete. Tumã faz o polimento de seu masën, instrumento de sopro, e Tumã faz o polimento de sua máscara de mariwin, ambas produzindo as peças para o Museu do Índio/RJ.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02S · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Abrigo de folhas feito pelas mulheres para poderem secar as suas peças, sem o perigo dessas serem destruídas por porcos do mato, como acontecera na noite anterior.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02U · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã observa Tumã indo para o mato para iniciar a oficina de produção do tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos, enquanto termina o polimento de uma de suas peças. Ao seu lado, uma mulher que se juntou ao grupo e iniciou, então, a produção de sua própria peça. A produção de cerâmicas é uma atividade coletiva e feminina.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02V · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZA · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZB · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe as partes do rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZO · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZP · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã inicia o processo de colocação das perfurações faciais tradicionais na sua máscara de mariwin, feitas de pedaços do caule de uma planta.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZS · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Da esquerda para a direita: Tëkpa, uma mulher que se juntou posteriormente ao grupo, a filha e o neto de Tumã, e Tumã (saia preta). À frente, a outra Tumã, trabalhando em mais uma de suas peças, e com a máscara de mariwin já pronta ao seu lado.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZU · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Momento da oficina de produção de cerâmicas, atividade coletiva e feminina, na qual as mulheres conversam e interagem entre si. Da esquerda para a direita: uma mulher que se juntou ao grupo (roupa estampada), a filha e o neto de Tumã (saia preta), que está ao lado desses, produzindo o tsinte witsun xete, instrumento para tecer adornos. A outra Tumã (short listrado) está à frente dessa.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_02ZV · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumi Machopa, vendo a realização da oficina de produção de cerâmicas, foi buscar na hora a sua espingarda, e com apenas um tiro, matou na mata próxima uma arara, de forma a, assim, ser feito o mananukit da máscara de mariwin, os adornos faciais que ficam em suas bochechas, produzidos com as penas desse animal.

              Carolina Lopez
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe do rosto de Tumã, matxó, mulher madura, considerada pelas outras uma mestra artesã na arte da cerâmica. Atrás dela, sua txuka, xará mais nova, Tumã, fazendo suas peças de cerâmica, durante essa que é uma atividade feminina e coletiva.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Tumã esculpe o rosto de sua máscara de mariwin: nariz e sobrancelhas.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe das mãos de Tumã esculpindo a última parte em argila de sua máscara de mariwin, a boca.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Detalhe da máscara de mariwin que está sendo produzida por Tumã, já com algumas das perfurações faciais que a compõe, feitos com pedaços do caule de uma planta.

              Damë Bëtxum Matis
              Segundo dia da oficina de cerâmica.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_02K · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Segundo dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. As participantes do primeiro dia continuaram sua atuação: Tumã, Tumã, Bësson, Enawat, Tëkpa e Shawa. Da esquerda para a direita: mulher que se juntou ao grupo (roupa estampada), ao seu lado a filha e o neto de Tumã (saia preta), que está ao lado desses, e mais à frente a outra Tumã (bermuda listrada).

              Damë Bëtxum Matis
              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os jovens tentam fazer com que as mulheres também levem golpes dos mariwin. Esses interagem com as pessoas através de gestos. Um dos mariwin vai embora.

              Damë Bëtxum Matis
              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As mulheres voltam aos seus lugares e continuam a mastigar a mandioca para a feitura da caiçuma. Conversam com os homens que tomam tatxik sobre a visita dos mariwin.

              Damë Bëtxum Matis
              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os três mariwin que chegaram à maloca interagem com as pessoas. Tentam dar um golpe de vareta nas nádegas ou na parte posterior dos corpos das crianças. Um deles esfrega-se nas costas de uma mulher, uma forma de fertilizá-la. Um dos mariwin dá um golpe nas costas da antropóloga Carolina Lopez.

              Damë Bëtxum Matis
              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Um mariwin golpeia as costas de um menino com sua vareta. Depois, outro golpeia outro menino. Essa é uma forma de incitar o crescimento das crianças que já tem idade de andar, tornando seus corpos mais fortes. As pessoas interagem com os mariwin, animadas. Um menino mais velho submete-se ao golpe do mariwin voluntariamente.

              Damë Bëtxum Matis
              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os mariwin começam a golpear as mulheres que estão mastigando a caiçuma. Elas tentam fugir deles. Os mariwin vão embora, não antes sem um deles ameaçar a câmera com as suas varetas.

              Damë Bëtxum Matis
              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Uma menina chora, mas um jovem a segura para que um mariwin possa dar um golpe de vareta em suas costas. Os mariwin tentam golpear uma mulher.

              Damë Bëtxum Matis
              Ritual dos mariwin.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_03H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Uma das mulheres mostra a marca que o golpe do mariwin deixou em suas costas. Acredita-se que os golpes desses seres tão poderosos aumentam a fertilidade das mulheres.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa pega brasa de uma das fogueira acesas pelas mulheres, que as usam para cozinhar na maloca, e coloca embaixo de seus dardos já envenenados. Dessa forma, o veneno esquenta e seca, fixando-se nos dardos. Imagem dos artefatos e instrumentos usados pelo caçador: seu tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana, seus potes com veneno e o pote e cuia auxiliares que usa para a atividade. Fala sobre a prática na língua.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Prática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador amassa uma folha específica, tirando o seu sumo. A atividade foi realizada na maloca.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Com o seu bastonete, Kuini Pusa passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai mexendo o veneno com o mesmo bastonete. Os dardos envenenados vão sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150430_04D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa pega um bastonete próprio para a execução da tarefa. Mexe o seu veneno. Depois, usando o mesmo bastonete, passa o curare na ponta de seus dardos, um a um. Vai colocando os dardos envenenados para secar, apoiando-os em cima de um pequeno tronco que pegou anteriormente para isso.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_04D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa vai mexendo o seu veneno com o bastonete e com esse passando-o na ponta de seus dardos, um a um. Fala sobre a atividade na língua. A brasa embaixo dos dardos é para esquentar e secar o curare nos mesmos, fixando-o.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_04G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa fecha o seu pote cheio de veneno e prende a sua tampa com cordéis. Imagem dos dardos envenenados sendo esquentados por uma brasa colocada embaixo dos mesmos. Dessa forma, o veneno seca, fixando-se nos dardos.

              Batsi Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_BM_VID_20150430_04A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Prática de passar o veneno curare nos dardos da zarabatana. Kuini Pussa pede que a equipe de filmagem registre essa atividade, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. O caçador desamarra o cordel que garante a armazenagem de seu veneno e abre o pote que contêm o mesmo. A atividade foi realizada na maloca.

              Batsi Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. O homem brasas de uma das fogueiras acesas pelas mulheres para cozinharem, em um dos cantos da maloca, e as coloca embaixo dos dardos já envenenados, de forma a esquentar e fixar melhor o curare nas mesmas. Kuini continua passando, então, o veneno em seus dardos.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini prepara o veneno com um bastonete próprio para isso, dentro da maloca. O curare fica guardado em panelinhas específicas, penduradas nos pilares das malocas, e são individuais e inalienáveis de cada homem que o produz.

              Damë Bëtxum Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. No detalhe, o tenke, aljava que leva os dardos da zarabatana, e as panelinhas que servem para guardar o curare, que no dia a dia ficam penduradas nos pilares das malocas da aldeia. Atrás dessas, há uma cuia velha que o caçador utiliza para preparar o veneno, que está no pote de cerâmica, para assim passá-lo nos dardos.

              Damë Bëtxum Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. Detalhe de Kuini preparando o veneno com um bastonete próprio para isso, dentro da maloca.

              Damë Bëtxum Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno na ponta dos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.

              Damë Bëtxum Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.

              Damë Bëtxum Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Detalhe do pote de cerâmica auxiliar que Kuini utiliza para misturar o veneno, ao retirá-lo da panelinha na qual é guardado, pendurado nos pilares da maloca. Atrás, outra cuia auxiliar utilizada no processo.

              Damë Bëtxum Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini prepara o veneno com um bastonete próprio para isso. O curare fica guardado em panelinhas específicas, penduradas nos pilares das malocas. O veneno é utilizado exclusivamente pelo homem que o produz.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. O homem traz brasas de uma das fogueiras acesas pelas mulheres para cozinharem, em um dos cantos da maloca, e as coloca embaixo dos dardos já envenenados, de forma a esquentar e fixar melhor o curare nos mesmos.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini passa o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso. Ao seu lado, encontram-se o tenke, aljava, e as panelinhas que servem para guardar o curare, que no dia a dia ficam penduradas nos pilares das malocas da aldeia. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e bolsista do ProDocult Matis, é um dos responsáveis pelo da prática.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça com essa arma. Kuini prepara o veneno com um bastonete próprio para isso, dentro da maloca. O curare fica guardado em panelinhas específicas, penduradas nos pilares das malocas. O veneno é utilizado exclusivamente pelo homem que o produz.

              Damë Bëtxum Matis
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Conjunto de instrumentos utilizados para a caça com a zarabatana: o tenke, aljava onde se guardam os dardos e materiais associados, e duas panelinhas que servem para guardar o veneno, que no dia a dia ficam penduradas nos pilares das malocas. Há também, por último, uma cuia velha que o homem pegou apenas para trabalhar o seu veneno, de forma a passá-lo nos dardos.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso. A atividade é registrada por Damë Bëtxum e Batsi, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Kuini começa a passar o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150430_04G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. O homem passa o veneno nos dardos, um a um, utilizando um bastonete próprio para isso. Coloca brasas que pegou de uma das fogueiras acesas pelas mulheres para cozinharem, em um dos cantos da maloca, embaixo dos dardos já envenenados, de forma a esquentar e fixar melhor o curare nos mesmos.

              Carolina Lopez
              Passando o veneno curare nos dardos da zarabatana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150430_04G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Kuini Pussa Matis, pai do cinegrafista Damë Bëtxum, pediu que a equipe registrasse a atividade em que passa o veneno curare em seus dardos de zarabatana, realizada momentos antes da saída para a caça. Detalhe das mãos de Kuini passando o veneno nos dardos, um a um, com de um bastonete próprio para isso.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, a participante mais madura dessa oficina, produz o sekte, de trançado mais difícil. A mulher prepara os fios de tucum ao mesmo tempo em que fia o sekte. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos ocorridas em sua aldeia.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02L · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Shawa vem se juntar a Bësson e Dani para a feitura dos trançados. A criança é filha de Dani e, ainda nessa idade, acompanha a mãe em quase todas as suas atividades diárias.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02F · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, uma matxó mulher mais madura, produz uma sekte, peneira, de feitura mais complexa e especializada. Dani produz uma pulseira masculina. A oficina foi registrada por Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Durante a oficina, em um dos cantos da maloca, estava uma panela cheia de mandioca, que as mulheres da aldeia estavam cozinhando para fazerem caiçuma, atividade feminina e coletiva.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02J · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos ocorridas em sua aldeia. É também bolsista do ProDocult Matis.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02K · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson costura a rede de seu sekte utilizando uma agulha feita de osso de queixada (txawa).

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02M · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Detalhe das mãos de Dani, enquanto essa produz uma pulseira, witsun, masculina. Os witsun são feitos utilizando-se o sinte witsun xete, o instrumento para tecer witsun, usado junto ao tear. Os padrões presentes em um witsun são feitos utilizando-se pequeninas varetas de madeira, dispostas estrategicamente ao longo da peça.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02P · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson prepara mais fios de tucum para continuar a tecer a rede de sua sekte, enquanto Shawa prepara-se para iniciar a feitura de um witsun.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02U · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Detalhe das mãos de Bësson trançando a rede de seu sekte, um dos artefatos mais importantes da cultura material feminina matis, A artesã utiliza uma agulha feita de osso de queixada (txawa).

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02W · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Shawa produz o seu witsun, provavelmente um adorno feminino, visto o seu tamanho e largura. As mulheres usam pequeninas varetas de madeira, localizadas estrategicamente ao longo da peça, para criar os variados padrões que constituem os adornos trançados matis.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, a participante mais madura dessa oficina, produz o sekte, de trançado mais difícil. A mulher prepara os fios de tucum ao mesmo tempo em que costura o sekte.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02D · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Dani produz uma pulseira masculina, maior do que a feminina. Os witsun são feitos utilizando-se o sinte witsun xete, o instrumento para tecer witsun, usado junto ao tear. Os padrões presentes em um witsun são feitos utilizando-se pequeninas varetas de madeira, dispostas estrategicamente ao longo da peça.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02Q · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Shawa prepara os fios de tucum no tamanho certo para iniciar a feitura de um witsun.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02R · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Em destaque, o sekte que está sendo produzido por Bësson. Esse artefato é um dos mais importantes da cultura material feminina matis.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02A · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, a participante mais madura dessa oficina, produz o sekte, de trançado mais difícil.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02B · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson, a participante mais madura dessa oficina, produz o sekte, de trançado mais difícil. A mulher prepara os fios de tucum ao mesmo tempo em que costura o sekte.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Dani produz uma pulseira masculina, maior do que a feminina. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é o responsável pelo registro fílmico do evento.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Durante a oficina, em um dos cantos da maloca, estava uma panela cheia de mandioca, que as mulheres da aldeia estavam cozinhando para fazerem caiçuma, atividade feminina e coletiva.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02N · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson prepara mais fios de tucum para continuar a tecer a rede de sua sekte, enquanto Shawa prepara-se para iniciar a feitura de um witsun.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02O · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson prepara mais fios de tucum para continuar a tecer a rede de sua sekte, enquanto Shawa prepara-se para iniciar a feitura de um witsun.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02S · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson prepara na hora as linhas já fiadas de tucum para poder trançar a rede de seu sekte, artefato de feitura complexa.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02T · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Detalhe das mãos de Bësson trançando a rede de seu sekte, um dos artefatos mais importantes da cultura material feminina matis, A artesã utiliza uma agulha feita de osso de queixada (txawa).

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150501_02V · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oficina de trançado, mais especificamente dos adornos, os witsun, e da peneira, sekte, ocorrida na Aldeia Bukuak. As participantes foram Bësson, Shawa e Dani. Os witsun possuem extrema importância para a cultura matis, assim como o sekte, utilizado tanto para peneirar as cinzas mëi que servem para temperar a argila das cerâmicas, quanto para a feitura das bebidas fermentadas. Bësson trança a rede de seu sekte, um dos artefatos mais importantes da cultura material feminina matis, utilizando uma agulha feita de osso de queixada (txawa). Ao fundo, Dani produz a sua witsun.

              Carolina Lopez
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01E · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dani tece um witsun, adorno trançado; pelo tamanho, parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. As pequeninas varetas de madeira distribuídas ao longo da peça definem os desenhos que vão sendo tecidos na mesma, constituintes do corpus de padrões trançados da cultura matis.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01G · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada. Detalhe das mãos da artesã realizando a atividade. Shawa junta-se ao grupo e irá começar a produzir a sua witsun. Mede o comprimento da mesma passando fios de tucum pelo seu próprio pulso. Dani tece a sua witsun masculina e está acompanhada de sua filha. A atividade ocorre na maloca.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01I · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Shawa inicia o trançado de seu witsun. Após distribuir fio de tucum pelo seu mabante, tear, começa a utilizar o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun, e a distribuir as pequeninas varetas de madeira, utilizadas para a definição do tipo de padrão a ser trançado no adorno. Bësson prepara na hora os fios de tucum que usa para tecer o seu sekte, peneira. As mulheres conversam entre si.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01H · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Shawa inicia a feitura de seu witsun. Distribui fio de tucum pelo seu mabante, tear. Toda mulher possui o seu próprio mabante. Dani tece o que parece ser uma pulseira masculina, mais grossa do que as femininas. Detalhe da mulher utilizando o seu tsinte witsun xete, instrumento para tecer witsun. Bësson, a participante mais madura da atividade, costura a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Utiliza para isso fio de tucum, xapex, e uma agulha feita de osso de queixada.

              Damë Bëtxum Matis
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_VID_20150501_01C · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Bësson, a participante mais madura da atividade, trança a rede de seu sekte, peneira, artefato de feitura mais complexa. Ela conversa sobre a atividade com a antropóloga Carolina Lopez. Para a produção do artefato, é utilizado fio de xapex, tucum.

              Damë Bëtxum Matis