Violência contra índios
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Advogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
ARAÚJO, Ana ValériaBaseada numa ampla pesquisa documental, o livro narra os conflitos armados entre os Kaingang do oeste paranaense e diferentes agentes de ocupação territorial, desde a primeira expedição para Guarapuava até a "pacificação" no início do século XX. Preenche de forma admirável uma lacuna na historiografia regional, centrada nos mitos do "vazio demográfico" e da epopéia imigrante
Mota, Lucio TadeuBaseada numa ampla pesquisa documental, o livro narra os conflitos armados entre os Kaingang do oeste paranaense e diferentes agentes de ocupação territorial, desde a primeira expedição para Guarapuava até a "pacificação" no início do século XX. Preenche de forma admirável uma lacuna na historiografia regional, centrada nos mitos do "vazio demográfico" e da epopéia imigrante
Mota, Lucio TadeuInformação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr.Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contras os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granada para ser utilizada contra os índios Parakanã
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes de caixa de granada enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Teles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregada contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granadas enviadas pela Fundação Brasil Central ao Dr. Carlos Teles para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granadas para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Caixa de granadas para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Este livro narra a saga de um grupo de indigenistas que revolucionou o indigenismo governamental brasileiro a partir da década de setenta, em conjunto com outros seguimentos sociais, abandonando os confortos da vida urbana, embrenaram=se nos mais afastados rincões do país, tornando-se aliados verdadeiros dos povos indígenas, com os quais passaram a lutar pela liberdade, respeito, reconhecimento étnico e auto-determinação desses povos
SCHIAVINI, FernandoInformação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Diversos detalhes da caixa de granadas enviada pela F.B.C. do Rio ao Dr. Carlos Téles da Estrada de Ferro Tocantins afim de serem empregadas contra os "Parakanã"."; Descrição da foto: Granadas para serem utilizadas contra os índios Parakanã
Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca
Wagley, CharlesDepois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Depois da morte de índios, Martinho Marcelino que esta sentado no centro da canoa conduz as crianças que escaparam para distribuí-las entre os matadores de seus pais em Santa Catarina
Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
O matador de índios chamado Martinho Marcelino em Santa Catarina, no centro com outros dois companheiros
Grupo de homens empregados na matança dos índios em Santa Catarina, sob a direção de Martinho Marcelino, à direita de calça branca, paletó e boné
Relatório produzido pelo Conselho Indigenista Missionário - CIMI - no ano de 2012 sobre a violência contra os povos indígenas do Brasil
Dossiê do álbum Violência contra índios
A publicação aborda a violência praticada contra o patrimônio indígena, como os conflitos territoriais, danos ambientais e a violência praticada contra os indivíduos. Outro tema abordado pelo relatório são as violências decorrentes da omissão do poder público, como os suicídios e a desassistência à saúde indígena. O capítulo final do relatório apresenta dados sobre ameaças a povos indígenas isolados, de pouco contato com o homem branco que vivem na Amazônia; Em 2008, o Cimi registrou 68 mortes de indígenas como conseqüência de desassistência à saúde. Estes dados referem-se aos estados do Acre, Amazonas, Rondônia, Tocantins, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Maranhão
CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIOCom este relatório o Conselho Indigenista Missionário quer; mais uma vez afirmar seu compromisso com os povos; indígenas no Brasil, na defesa de sua dignidade e de seus direitos inalienáveis e sagrados; Em 2010, o governo ignorou constantemente os povos; indígenas, seus apelos, seus protestos, seus projetos de vida; Atropelou os seus direitos e tem falhado na proteção de suas; comunidades. Belo Monte, alicerçada na ilegalidade, na força e; na negação de diálogo com as populações atingidas, é talvez o; mais emblemático, mas apenas um entre tantos casos
CONSELHO INDIGENISTA MISSIONÁRIO