Urbanização

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              13 Descrição arquivística resultados para Urbanização

              Olhar urbano, olhar humano
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-711.4 / O46 / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Tanto o urbanismo quanto seu ensino nos curso de graduação e pós-graduação no país muitas vezes passam ao largo das questões sociais, para continuar privilegiando uma abordagem progressista que insiste no elogio da modernidade. Justifica-se, então a proposta básica de trabalho sintetizada no título desta coletânea, “Olhar urbano, olhar humano”.: contribuir para os estudos do espaço urbano no âmbito dos cursos de graduação, em especial os cursos de Arquitetura e Urbanismo, procurando evidenciar a importância dos aportes das ciências sociais e humanas para um urbanismo reflexivo e crítico no Brasil

              SÁ, Cristina (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-711:325 / M296p / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico

              Jacob Maos disserta sobre a colonização de terras, onde “a reparação arbitrária do racional relativo à organização espacial da colonização de terras e seu subseqüente componente econômico têm a atenção dos planejadores do potencial inerte aos padrões espaciais e sociais da colonização rural” e sua “meta geral é a de valorizar a situação nas regiões deprimidas; desvendar as pressões migratórias sobre os centros urbanos e acelerar a transição da agricultura tradicional para a agricultura moderna”. Estabelece um esboço conceitual que pressupõe: atividade agricultura ou sócio-econômica; incorporar meios funcionais; problematizar as adaptações culturais e sociais; não se prender as complexidades da colonização tradicional; a produtividades nas áreas adicionais; mais áreas para cultivo; direcionar o ciclo migratório para áreas que não os centros urbanos super-povoados; novos recursos e forma de crescimento no meio rural; Enfim, trata das escalas, a moradia, a vila e o grupo inter-vila. Apropriadas pelos camponeses num nível de cooperação, podendo gerar crescimento econômico. Para isso seus objetivos são: 1) maximizar o número de famílias; 2) maximizar o emprego; 3) recreação e serviços; 4) ambiente social propício. A fazenda familiar, a comunidade e a região de colônias rurais, serão mecanismos de fortalecer os sujeitos em processos de: a) subsistência; b) subsistência e produção; c) especialização. De forma a valorizar os aspectos físicos, humanos e institucionais; O autor, ao falar das experiências recentes, afirma que a colonização Européia é o modelo mundial rural. Logo, “o funcionamento e a evolução dos vários padrões de colonização podem ser melhor compreendidos pelo exame das mudanças espaciais ocorridas no passado”; O caso de Israel – desenvolvimento rural integrado – é a síntese da experiência européia, dentro de um contexto geográfico, que gerou novos padrões de colonização: a) O mais antigo modelo de colonização densa e planejada (transplantada da Europa), onde a terra é distribuída aos colonos com os títulos de posse (fazendas grandes); b) Cooperativa de pequenos proprietários cada fazendeiro trabalha em sua própria parcela de terra e vive em sua sede; c) Sociedade coletiva e ideológica, onde a propriedade é dos próprios operários, que residem no seu centro, onde o lote é agregado a casa; Na Itália, segundo o autor, o modelo de colonização é disperso, onde as desapropriações de latifúndios e loteamentos geraram o isolamento social das famílias agrícolas. Na Espanha “a ineficiência do minifúndio nortista e o desemprego crônico nas regiões de latifúndio têm causado baixos padrões de vida e pobreza, proporcionando o êxodo do setor mais jovem e mais dinâmico da população rural”. Mesmo assim existe um sistema de cooperação; Por fim, é bom frisar, que no modelo de Israel a vila é parte de um grande sistema que permite expansão das atividades econômicas para além dos limites da própria vila, criando um modelo dinâmico, flexível, num estágio crescente de crescimento; Na América Latina as características que são apontadas como: a ausência de avaliação da colonização de terras, problemas estruturais de serviços, padrões dispersos de concentração, o paternalismo dos esquemas de colonização, latifúndio, tendências os padrões agrícolas coletivos. Para organização espacial dos serviços rurais, Jacob, fala da necessidade de hierarquias, que estabeleçam áreas comunitárias, produtivas, Edu-cacionais e comercias, criando justaposições de sistemas rural e urbano; Por fim, apresenta um modelo de colonização, estabelecendo critérios: minimi-zando distancias para o trabalho, custos de infra-estruturas, culturas, iniciativa individual e da família, pátio agrícola e flexibilidade de mudanças futuras na terra

              MAOS, Jacob O
              Projeto Rondon
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FPR 24 · Item
              Parte de Arquivístico

              Documentário realizado a partir do registro do trabalho voluntário desenvolvido pelos jovens universitários do rio de janeiro. Resumo das cenas: homens desembarcando de ônibus do Projeto Rondon/ cumprimento entre moradores e visitantes/ embarque num barco

              Projeto Rondon
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FPR 18 · Item
              Parte de Arquivístico

              Registro do trabalho de medição de ruas e, aparentemente, também a construção de novas. Resumo das cenas: casa/ índios/ índios adultos e crianças caminhando/ paisagem local/ caminho estreito/ índios carregando ferramentas/ índios adultos e crianças/ índio

              ILSON, Paulo