Índia Umutina chamada Matarepatá com sua sobrinha Hodotó usando indumentária de uso diário como saia tubular (ametá), colares, brincos e bracelete
UntitledUmutina
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Índia Umutina chamada Matarepatá com sua sobrinha Hodotó usando indumentária de uso diário como saia tubular (ametá), colares, brincos e bracelete
UntitledInterior da casa cemitério dos índios Umutina, observando se a sepultura coberta com folhas de palmeira e uma esteira de palha de buriti
UntitledCasa cemitério dos índios Umutina
UntitledCriança Umutina na mata com arco e flecha na mão
UntitledConstrução de casa indígena dos índios Umutina
UntitledÍndios Umutina sentados numa casa indígena onde fazem a comida e tendo vários utensílios domésticos como panelas de cerâmica e cestos
UntitledÍndio Umutina dentro do rio batendo cipó-timbó para eliminar a seiva envenenada que facilita a pescaria
UntitledÍndios Umutina construindo habitação
UntitledÍndios Umutina construindo a casa de máscaras, utilizada durante os rituais de culto aos mortos
UntitledÍndios Umutina construindo a casa de máscaras, utilizada durante os rituais de culto aos mortos
UntitledÍndio Umutina chamado Atukaré se preparando para o ritual de culto aos mortos. Ele enrola o bojú, fita trançada de fibra de tucum no cabelo formando um coque e também usa alguns adornos como brincos de pena e braceletes
UntitledÍndios Umutina dançam uma cerimônia do ritual de culto aos mortos na aldeia chamado Cerimonial Mixinosê, usando indumentária própria para a ocasião e rodeiando a “máscara-esteira”
UntitledÍndios Umutina dançam uma cerimônia do ritual de culto aos mortos na aldeia chamado Cerimonial Mixinosê, usando indumentária própria para a ocasião e rodeiando a “máscara-esteira”
UntitledÍndios Umutina dançam uma cerimônia do ritual de culto aos mortos na aldeia chamado Cerimonial Mixinosê, usando indumentária própria para a ocasião e rodeiando a “máscara-esteira”
UntitledÍndios Umutina dançam uma cerimônia do ritual de culto aos mortos na aldeia chamado Cerimonial Mixinosê, usando indumentária própria para a ocasião e rodeiando a “máscara-esteira”
UntitledConstrução da casa de máscaras dos índios Umutina
UntitledConstrução da casa de máscaras dos índios Umutina
UntitledConstrução da casa de máscaras dos índios Umutina
UntitledConstrução da casa de máscaras dos índios Umutina
UntitledConstrução da casa de máscaras dos índios Umutina
UntitledConstrução da casa de máscaras dos índios Umutina
UntitledDança do ritual de culto aos mortos pelos índios Umutina chamado Cerimonial Bakuré, realizada sobre uma esteira de palha no interior da casa de máscaras
UntitledÍndios Umutina dançando na aldeia com indumentária do ritual de culto aos mortos: saia de franja de buruti e máscara de talo de buriti chamada ichilaká
UntitledÍndios Umutina dançando na aldeia com indumentária do ritual de culto aos mortos: saia de franja de buruti e máscara de talo de buriti chamada ichilaká
UntitledÍndios Umutina dançando na aldeia com indumentária do ritual de culto aos mortos: saia de franja de buruti e máscara de talo de buriti chamada ichilaká
UntitledÍndios Umutina dançando na aldeia com indumentária do ritual de culto aos mortos: saia de franja de buruti e máscara de talo de buriti chamada ichilaká
UntitledÍndios Umutina dançando na aldeia com indumentária do ritual de culto aos mortos: saia de franja de buruti e máscara de talo de buriti chamada ichilaká
UntitledÍndio Umutina confeccionando saias de franja de buriti para dança de ritual de culto aos mortos
UntitledÍndio Umutina sentado no chão de pernas cruzadas utilizando alguns adornos como colar, braçadeiras e tornozeleira
UntitledÍndios Umutina colocando as saias de franja de buriti, indumentária utilizada para o ritual de culto aos mortos
UntitledÍndios Umutina colocando as saias de franja de buriti, indumentária utilizada para o ritual de culto aos mortos
UntitledDistribuição de oferendas para os índios Umutina que representavam os dançarinos espíritos
UntitledÍndia Umutina guardando ave tuiuiú, considerada a portadora das almas
UntitledÍndia Umutina com adorno no meio da vegetação
UntitledCoroa trançada – Barepôdo – Usado pelos índios Umutina como ornato de festa e coroa de morto. É constituído por uma roda de cipó, tendo ao centro uma faixa larga tecida de buriti, nas cores de palha e cor de telha. A faixa tecida é ligada ao bambu, por me
UntitledCoroa trançada – Barepôdo – Usado pelos índios Umutina como ornato de festa e coroa de morto. É constituído por uma roda de cipó, tendo ao centro uma faixa larga tecida de buriti, nas cores de palha e cor de telha. A faixa tecida é ligada ao bambu, por me
UntitledXuare – Enfeite distintivo da tribo, usado no braço e feito com penas do peito do mutum-cavalo
UntitledXuare – Enfeite distintivo da tribo, usado no braço e feito com penas do peito do mutum-cavalo
Untitled“Bodo” – diadema de uso masculino confecccionado pelos índios Umutina. Feito com penas de arara azul e verde na parte externa, vermelho e amarelo na interna. As penas se acham presas na corda por resina e cera vegetal
UntitledArtefato de palha constituído de 30 varetas de matéria prima, amarradas com fibra, arrematado com dois cones. O símbolo circular representa a família dos pacus menores e os tubulares os acaris. Usado no Ritual do culto aos mortos
Untitled“Matapi Curica – jacá confeccionado com folha de buriti, tendo na boca uma corda de buriti, que eles [os índios] põem nas costas para carregar alimentos.” [Catálogo existente no SEMU/MI]. “Cesto de carga dos homens – matapí, feita de lascas verdes, tirdas
UntitledNovelo de fio de tucum
Untitled“Manetocopo Agicuetá – colar feito com dentes de onça pintada. Composto de duas cordinhas e seis dentes de onça, sendo dois grandes e quatro pequenos.” [catálogo do Semu/MI]. “Colar de dentes de onça – manetókopó ajikwetá. Os dentes, perfurados na raiz, s
UntitledColar usado pelos índios Umutina
Untitled“Ameta – Saia de algodão usada pelas índias Umutina.”
Untitled“Ameta – Saia de algodão usada pelas índias Umutina.”
UntitledCesto coniforme feito de fios enlaçados usado pelos índios Umutina
UntitledDetalhe da franja da Ajupú – faixa de algodão usado como turbante em uma das fases da festa mortuária
UntitledFerrão de arraia, usado para tirar espinhos dos pés. É pontiagudo, tendo uma serrinha de cada lado
Untitled“Flautins de taquara, usada na festa mortuária pelos Índios Umutina.” [catálogo do SEMU/MI] “Flautim de gomo de taquara – katápze, usado para anunciar o início do cerimonial “Hatóri” (Ritual do Culto aos Mortos).” [legenda da prancha indicada acima]
UntitledEstojo peniano feita de palha de palmeira de buriti
Untitled“Apocopú – instrumento feito com dentes de cotia para fabricar farpas de flecha. Implementos específicos para a manufatura de armas.”
Untitled“Apocopú – instrumento feito com dentes de cotia para fabricar farpas de flecha. Implementos específicos para a manufatura de armas.”
Untitled“Brincos de coco de tucum – “badódokwá”. Os aros de coco de tucum são seccionados, e por essa abertura eram pendurados no orifício de lóbulo das orelhas. Usavam de um até dez ou mais destes aros de cada lado, nos quais enfiavam pela alça, os coloridos pen
Untitled“Brincos de coco de tucum – “badódokwá”. Os aros de coco de tucum são seccionados, e por essa abertura eram pendurados no orifício de lóbulo das orelhas. Usavam de um até dez ou mais destes aros de cada lado, nos quais enfiavam pela alça, os coloridos pen
Untitled“Brincos de coco de tucum – “badódokwá”. Os aros de coco de tucum são seccionados, e por essa abertura eram pendurados no orifício de lóbulo das orelhas. Usavam de um até dez ou mais destes aros de cada lado, nos quais enfiavam pela alça, os coloridos pen
Untitled“Machado de pedra – Palotóri. Encabamento executado espontaneamente por Yarepá, um dos mais velhos. O machado de pedra foi encontrado pelos índios numa capoeira. A pedra é presa pela volta do pau flexível e duro, lascado ao comprido, que serve de cabo. No
Untitled“Machado de pedra – Palotóri. Encabamento executado espontaneamente por Yarepá, um dos mais velhos. O machado de pedra foi encontrado pelos índios numa capoeira. A pedra é presa pela volta do pau flexível e duro, lascado ao comprido, que serve de cabo. No
Untitled“Machado de pedra – Palotóri. Encabamento executado espontaneamente por Yarepá, um dos mais velhos. O machado de pedra foi encontrado pelos índios numa capoeira. A pedra é presa pela volta do pau flexível e duro, lascado ao comprido, que serve de cabo. No
Untitled“Bapo – Chocalho usado nas danças no tempo do milho verde e para cantoria fúnebres.” [catálogo do SEMU/MI]. Chocalho globular confeccionado com recipiente de cabaça, cabo de madeiro e alça de fibra
UntitledMachado de pedra – Palotóri. Encabamento executado espontaneamente por Yarepá, um dos mais velhos. O machado de pedra foi encontrado pelos índios numa capoeira. A pedra é presa pela volta do pau flexível e duro, lascado ao comprido, que serve de cabo. No
UntitledColar de dentes de porco selvagem em fio de tucum, intercalados com sementes de “Lágrimas de Nossa Senhora”, sendo um adorno feminino de uso diário
UntitledColar de dentes de porco selvagem em fio de tucum, intercalados com sementes de “Lágrimas de Nossa Senhora”, sendo um adorno feminino de uso diário
UntitledColar de concha dos índios Umutina
UntitledColar de concha dos índios Umutina
UntitledEnfeite de penugem de tuiuiú – mamônobó ou Pseambu, usado em diversos cerimoniais do Ritual do Culto aos Mortos
Untitled“Kuricupu – panela de barro cozido, apresentando nas partes externa e interna manchas escuras que provavelmente foram ocasionadas pela proximidade destas partes ao fogo. Na borda 2 faixas de ornamentações em forma de ½ lua. Feita por índios Umutina civili
UntitledO índio Cupodonapá anuncia chegada no posto dos índios Umutina com toques num berrante
UntitledÍndia Umutina chamada Barucolotó preparando brincos de orelha de penas na companhia de seu filho Jucuepa Curicá
UntitledÍndia Umutina socando o milho em pilão
UntitledAve mansa chamada tuiuiú ou jaburu na casa indígena dos índios Umutina. Ele era considerado como a ave “portadoras de almas”
UntitledÍndia Umutina chamada Babidotó fazendo fita trançada de algodão silvestre para amarrar o cabelo dos homens
UntitledÍndia Umutina chamada Babidotó fazendo fita trançada de algodão silvestre para amarrar o cabelo dos homens
UntitledÍndia Umutina chamada Babidotó fazendo fita trançada de algodão silvestre para amarrar o cabelo dos homens
UntitledÍndia Umutina chamada Babidotó fazendo fita trançada de algodão silvestre para amarrar o cabelo dos homens
UntitledÍndia Umutina chamada Babidotó trançando fita de algodão usada pelos homens para amarrar o cabelo
UntitledÍndio Umutina chamado Atucaré pintando seu corpo com tinta de jenipapo
UntitledÍndio Umutina chamado Joaquim
UntitledÍndio Umutina chamado Jacuepa cobrindo com palha o teto de sua casa indígena
UntitledEx-chefe servidor do Serviço de Proteção aos Índios com índios Umutina do Posto Indígena Fraternidade Indígena chamados Uapodonepá e Nanepá
Jovem índio Umutina do Posto Indígena Fraternidade Indígena arrumando tijolos
Índios Umutina do Posto Indígena Fraternidade Indígena trabalhando em plantação
índios Barbados, ou Umutina, com o pessoal do posto de Barra do Bugres
UntitledÍndia Umutina. É comum entre os Umutina o uso de abundantes colares e argolas de penas. Suas cintas tão tecidas por elas mesmas
UntitledÍndios Umutina com empregados do Posto de Cachoeirinha Fraternidade Indígena
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Homens trabalhando na mata registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Registro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Crianças Umutina chamadas Ikodo, Joaquim e a menina Hodoto
UntitledCasa indígena dos casais Umutina Jarepá Matarepatá e Mitoponepá Uarepatá
UntitledAve chamada tuiuiú ou jaburu em frente a casa indígena dos Umutina
UntitledÍndio Umutina chamado Mitoponepa pintando com tinta de jenipapo sua mulher chamada Uarepatá
UntitledÍndio Umutina chamado Joaquim a espera de peixe para flechar
UntitledÍndio Umutina chamado Joaquim a espera de peixe para flechar
UntitledÍndia Umutina na barragem divisória da lagoa pescando com redes
UntitledÍndio Umutina flechando os peixes atordoados pela seiva espumosa
UntitledÍndio Umutina doente deitado e amarrado na casa indígena sobre esteira de palha de buriti
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