trançados de algodão

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        trançados de algodão

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141118_01 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Sikima, o senhor mais idoso da aldeia Buaçu, passa boa parte dos dias deitados em uma powi bem velha na varanda de sua casa. É muito comum encontrarmos nas varandas das casas, powi velhas enroladas nos caibros para o dono da casa ou um visitante aproveitá-las para um descanso breve. Elas também, neste caso powi mais novas, são utiizadas para dormir à noite. Os fios grossos de algodão fiados pelas mulheres kulina deixam a powi muito macia e confortável.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_28 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Adas: Raimundo mostra como os adas, adornos de braço, são vestidos. As peças de algodão são confeccionadas pelas mulheres e este adereço é utilizado sobretudo pelos homens em momentos festivos. Esta peça é colocada no antebraço e depois os fios de algodão que escapam da braçadeira são enrolados sobre o peito e as costas. Esta peça foi confeccionada por Kuma´a, da aldeia Ipiranga Velha, na Terra Indígena Alto Purus, AC.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20131125_01 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              Kaino, filho de Kuma´a, de Ipiranga Velha, veste a braçadeira para mostrar como ela é usada. Foi ele quem forneceu a peça ao Museu do Índio. A braçadeira é confeccionada com algodão tirado dos roçados e fiado pelas mulheres Kulina. A tecelagem é feita com um tear manual produzido no momento da tecelagem, sempre pelas mulheres que são as conhecedoras das técnicas da tecelagem. Esta foi tecida por Kuma´a. A braçadeira é utilizada como adorno em momentos especiais, como grandes e importantes reuniões ou festas que reúnem muitas aldeias.

              Sin título
              Senhora tece uma bolsa com tear manual
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_04 · Unidad documental simple · 2012
              Parte de Arquivístico

              Wemo, da aldeia Buaçu, confecciona bolsas de algodão com tear manual que ela faz em sua cozinha.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_02 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Zupira, da aldeia Santa Júlia, está em fase final da confecção de uma powi. Ela utiliza dois paus que servem de tear. As tramas da powi não são nada fechadas. Assim como na confecção de outros tecidos, o algodão é fiado pelas mulheres e pode ser colorido através de diversas técnicas: aguano, amaidada, argilas, etc. É comum também as mulheres utilizarem fios coloridos de velhas redes para tecer as powi. Na primeira etapa da confecção, as mulheres utilizam mãos e pés para tecer o algodão. Com eses dois paus fincados no chão elas esticam os fios e passam as tramas entre eles.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_27 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              As bolsas, chamadas pelos Kulina Mochira, são produzidas com uma espécie de tear manual. Elas são desenhadas com diversos motivos. Elas podem ser tecidas com fios de algodão colorido comprado na cidade ou com fios de algodão colorido desfiado de peças velhas compradas na cidade, como velhas redes. Mas ela pode também ser tecida com algodão plantado, colhido e fiado pelas mulheres kulina. Neste caso, os fios podem ser coloridos através de diversas técnicas. Um exemplo é o uso da casca de uma árvore, chamada pelos kulina awano, aguano em português. Mistura-se a casca da árvore na água, que fica com uma coloração marrom. Emerge-se o fio do algodão na água e deixa por um tempo, fervendo. Depois ele fica com a cor marrom e pode ser trançado na peça confeccionada através do tear. Outra técnica utiilzada é a pintura do fio com uma folha chamada pelos Kulina ‘amaidada’, com coloração violeta (não foi possível descobrir o nome da planta em português). Pinturas a base de argila também são utilizadas, bem como outras técnicas. Os tecidos de algodão são feitos sempre pelas mulheres e as bolsas são utilizadas para carregar objetos, documentos, papéis, dentre outras coisas (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo sapel sowiko. Banani Karina rali).

              Sin título