Dois temperamentos de mulher, em dois povos indígenas de Mato Grosso. Quem é ela, como cada sociedade molda o feminino? Como se fosse um romance, 'Sexo e desigualdade' nos transporta para o quotidiano dos índios. Estamos dentro, seguindo as mulheres - o trabalho árduo entremeado com as horas de brincadeira ou preguiça, as reclusões, os cuidados com o corpo e a saúde, a nudez vestida de adornos, a festa dos banhos de rio, os namoros, a malandragem, as regras de comportamento, o afeto derramado, gente se pegando e abraçando, as crianças, as risadas, o proibido e o sensual, o casamento e o parentesco, a violência doméstica, a feitiçaria, o perigo do além e da doença, as aparições, a contínua ameaça invisível.; A mulher é igual aos homens? Pode ser pajé, vira chefe, atinge o domínio espiritual, decide a guerra? Está sendo submissa ou rebelde, quando desafia a ordem familiar, na fuga inesperada com um amado, ou com todas as outras mulheres, as que decidem viver sem homens, no mito das Amazonas? Só a experiência de uma antropóloga como Carmen Junqueira, com uma vida dedicada aos índios, é capaz da proeza de um livro que entrelaça com simplicidade fantasmas, rotina, labuta, mitos, magia, análise social, traduzindo o impacto de um outro modo de ser
JUNQUEIRA, CarmenRelacionamento humano
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / J95s / 2002
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2002
Parte de Bibliográfico