Política indigenista
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Reflete a construção do espaço social do indigenismo no Brasil dentro de uma visão de campo
Sem títuloEstabelece os contornos do exercício do poder tutelar do Estado Nacional sobre as populaçOes indígenas dispersas pelo território brasileiro
Sem títuloAborda a atuação das comissOes militares comandadas por Rondon para a construção de linhas telegráficas no Oeste brasileiro
Sem títuloPublicação sobre o monitoramento da política indigenista no triênio de 2013 a 2015
Os projetos de Estado para os povos indígenas se estendem pelos séculos de colonização portuguesa e brasileira nessa porção de terra que hoje denominamos Brasil. Neste processo os recursos, o trabalho e o legado dos povos indígenas têm sido objeto de propostas e especulação por parte dos invasores da terra, convertidos em ocupantes e, muitas vezes, até mesmo em "amigos dos índios". Contudo esses planejamentos oficiais jamais levaram em conta os projetos de futuro formulados pelos povos indígenas. Os ensaios sobre a idéia de "etnodesenvolvimento" aqui reunidos, ao contrário, apostam que somente com a participação dos índios se pode rumar em direção à transformação das bases dessa política. É sempre bom, porém, lembrar que tal caminho, transformado em políticas públicas, pode, caso seus principais interessados não sejam seus agentes privilegiados, recair no desvario das bem-intencionadas ações de exploração e domínio
Sem títuloEsta obra é uma ediçao do material contido no site O Xingu dos Villas Boas, criado pelo Portal Estadão. No livro, está contada a saga dos irmãos que, em 1943, assumiram o comando da expedição Roncador-Xingu, desbravando de forma pacífica o Brasil Central e revelando ao país e ao mundo a face de povos indígenas até então desconhecidos. Para a realização do projeto, o sertanista Orlando Villas Boas juntou seus arquivos aos da Agência Estado, e garantiu a participação generosa de amigos e admiradores. O resultado foi a reunião de cerca de 300 imagens, muitas delas inéditas, depoimentos exclusivos e perfis de todas as tribos que habitam o Parque do Xingu e a afirmação de que o sonho dos irmãos - de preservar a cultura desses povos e o próprio ambiente na região - não foi em vão.; ;
Além de reproduzir integralmente os diários de campo escritos nos anos de 1950, este livro inclui, de maneira interessante, comentários reflexivos do autor enquanto releitor de seus próprios diários, assim apresentando um duplo registro da experiência de campo do etnólogo. Tanto os diários quanto os comentários proporcionam uma leitura prazeirosa, não apenas pelo estilo agradável do autor como pelos detalhes e incidentes descritos e comentados. Acompanha um pequeno dossiê fotográfico, de caráter etnográfico e pessoal
Sem títuloTerceiro livro da trilogia que começou com Red Gold (1978) e passou por Amazon Frontier (1987), oferecendo uma cobertura ampla da história dos índios no Brasil desde 1500. A exemplo dos volumes anteriores, o autor se vale de anos de pesquisa e apresenta uma impressionante quantidade de informações. Como sugere o título ("Morrer se preciso for"), este livro não apenas começa com a saga rondoniana como também se inspira nesta vertente do indigenismo, dando um amplo destaque para as ações de sertanistas como os irmãos Villas-Bôas e para as situações de primeiro contato com "índios isolados". Diferentemente dos livros anteriores, este mostra um aproveitamento maior da etnologia contemporânea e vê os índios mais como protagonistas do que vítimas da história
Sem títuloApresenta o indigenismo e o conjunto geral de valores, normas e modos de ação prática adotados pelo valores, normas e modos de ação prática adotados pelo governo em relação aos índios. Apresenta a política indigenistas tanto em aspectos ideológicos e jurídico-formais quanto em caráter de ação prática e concreta
Sem títuloFruto de uma tese de doutorado defendida na UFPE, o livro abarca a atribulada história dos povos indígenas que, no século XVIII, enfrentaram o avanço da presença colonial na região do rio Tocantíns. A autora traz inúmeros aportes documentais que permitem elucidar o protagonismo de homens e mulheres Akroá, Karajá e Xakriabá (entre outros) nos embates violentos, na negociação de acordos de paz e na constituição de um espaço colonial para os índios. É de grande interesse a utilização de textos e depoimentos de obscuros estadistas, de sertanistas semi-analfabetos e de outros personagens que ilustram o encontro nem sempre feliz entre a política indigenista de Lisboa e as práticas locais do sertão. O livro inclui mapas ilustrados, com destaque para um manuscrito da Biblioteca Pública de Évora que mostra representações pictóricas de índios e aldeias
Esta tese busca compreender a construção dos relacionamentos entre os índios estabelecidos no sul da América e os portugueses. Estes, durante a segunda metade do século XVIII, empreenderam uma vigorosa tentativa de expansão das suas fronteiras com o fim de aumentar os seus domínios americanos. Para viabilizar tal expansão, os portugueses valeram-se do expediente de buscar entabular relações amistosas com as populações indígenas, para com isto possibilitar o seu estabelecimento na região. Além entabular relações amistosas com as populações indígenas, os portugueses também buscavam atrair para os seus domínios os índios vassalos do Rei de Espanha, principalmente os habitantes das missões jesuíticas situadas na margem oriental do rio Uruguai. Com tal estratégia, pretendiam aumentar as suas forças na região e, paralelamente, debilitar as espanholas. Para atrair os índios, os lusitanos desenvolveram uma série de políticas, chamadas genericamente de "bom tratamento", as quais deveriam convencê-los da superioridade dos portugueses em relação aos espanhóis. Perceber, portanto, como os índios que eram alvo destas disputas por vassalos utilizaram aquelas políticas para satisfazer os seus próprios interesses é a principal questão colocada neste trabalho
Sem títuloEsta publicação tem por objetivo apresentar, comentar e discutir algumas leis que tratam da relação entre pessoas, comunidades e meio ambiente. Nossa intenção foi escrever um manual que pudesse responder às dúvidas mais freqüentes que surgem no dia-a-dia em relação à legislação que trata de áreas protegidas, sejam elas terras indígenas ou unidades de conservação. Por meio de perguntas e respostas buscamos reunir informações que possam ser úteis para aquelas pessoas que vivem nessas áreas ou em seu entorno
Sem títuloO artigo apresenta reflexões sobre as políticas para os índios da América formuladas pelos Impérios ibéricos, problematizando-as para além das demandas e questões europeias
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