Plantas
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Registro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniApresenta os resultados das pesquisas realizadas na Estação Científica Ferreira Penna, na Floresta Nacional da Caxiuanã, uma base de pesquisa do Museu Goeldi. Reune 30 trabalhos referentes as populações, ambiente físico, interação entre a flora e os microorganismos da floresta
LISBOA, Pedro L. BDuas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil
STADEN, HansHans Staden é figura quase lendária do século XVI, que escreveu sobre suas viagens ao Brasil, onde, convivendo com índios antropofagos, participou de "arrojadas aventuras". Historicamente, foi esse navegador o primeiro a deixar em forma de livro, para conhecimento dod pósteros, uma obra que o tornou secularmente célebre e que se fixou como uma das fontes mais autorizadas da etnografia sul-americana
STADEN, HansRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
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Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
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Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
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Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniRegistro de plantas medicinais utilizadas, durante oficina de capacitação em técnicas audiovisuais na aldeia Formoso.
Bruno Oliveira AroniDécada de 60, ápice da era paz e amor, quando os jovens ouviam rock e buscavam alternativas de viver. Foi nesta época que Carlos Castaneda, recém formado em antropologia, resolveu pesquisar sobre o uso das plantas medicinais entre os indígenas mexicanos.; Durante sua viagem ao Norte do México, Castaneda viu sua vida completamente transformada, por conta de uma antiga ciência conhecida como feitiçaria. Através de um índio yaqui, ele foi iniciado nas artes da magia, jogando por terra tudo o que havia aprendido até então. E foi com seus novos pensamentos que ele se tornou um dos gurus de toda uma geração. Com o tempo, o sistema de crenças e interpretações que ele se dispôs a estudar terminou por envolvê-lo de tal maneira que o pesquisador se tornou o próprio objeto do estudo. É neste livro que Carlos Castaneda mergulha no coração da magia, desafiando as crenças de que tudo o que é real é lógico.
CASTANEDA, CarlosRelatório do desenhista Júlio Agostinho Horta Barboza ao Posto indígena Kurt Nimuendajú; Legenda: Índio Forrageiro