Pesca
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Motivação do registro: Ikiji reconhece o tingui synyny (Heisteria sp, família Olacaceae) pelo cheiro marcante. O bagaço do talo deste arbusto é usado como tempero no veneno de pesca com timbó (kunaha).
Participantes: Ikiji
Evento: itinerário com Ikiji e Xiriaki na casa, roças e floresta adjacente
Motivação do registro: Detalhe do tingui synyny (Heisteria sp, família Olacaceae), arbusto escandente de folhas simples, alternas, estípula terminal, sem resina, com muitas lenticelas no caule e cheiro adstringente marcante. O bagaço do talo deste arbusto, coletado em floresta de várzea, é usado como tempero no veneno de pesca com timbó (kunaha).
Evento: itinerário com Ikiji e Xiriaki na casa, roças e floresta adjacente
Motivação do registro: Peixe (buwa), família Erythrinidae, possivelmente Erythrinus ou Hoplerythrinus, capturado na pesca com tingui bakiama, com bexiga natatória em evidência.
Evento: Registro de pescaria com tingui de Arihunia e de casas e roças de Bau e Amihini
Motivação do registro: Wariawi mostra peixe capturado na pesca com tingui bakiama (Clibadium sylvestre).
Participantes: Wariawi
Evento: Registro de pescaria com tingui de Arihunia e de casas e roças de Bau e Amihini
Motivação do registro: formigas kirumaji (Pseudomyrmex sp), usadas como tempero no veneno de pesca com tingui de folha (bakiama, Clibadium sylvestre).
Evento: itinerário com Kwakwai na floresta.
Motivação: desenho livre
Participantes: Baxihywy, Niangai, Kabukwari, Amihini, Ania, Ainimuru, Hiu
Evento: oficina de desenho_Projeto ProdDOC_viagem 1
GPS: S6° 56.99', W66° 18.54'
Descrição: Da esquerda para direita, kunaha (timbó, Deguelia utilis), peixe, bakiama (tingui, Clibadium sylvestre).
Motivação do registro: Arihunia leva feixe de raízes de timbó (kunaha, Deguelia utilis) para pescaria no igarapé Xindigiaru
Participantes: Arihunia, Amihini, Xabi e Tyry, com seus filhos pequenos; a anciã Wixkiawa; as adolescentes Ariakuru, Juwawi, Hatiri, Tiniriu, Miguel Aparício, Juliana Lins, Paulo Múmia, Felipe da Silva (indigenista FUNAI).
Na foto: Arihunia.
Evento: pescaria com timbó no igarapé Xindigiaru
Motivação do registro: close do timbó (kunaha, Deguelia utilis) sendo batido para pescaria no igarapé Xindigiaru.
Participantes: Arihunia, Amihini, Xabi e Tyry, com seus filhos pequenos; a anciã Wixkiawa; as adolescentes Ariakuru, Juwawi, Hatiri, Tiniriu, Miguel Aparício, Juliana Lins, Paulo Múmia, Felipe da Silva (indigenista FUNAI).
Evento: pescaria com timbó no igarapé Xindigiaru
Índio pescando piranhas com linha no meio da Baía da Onça Cega. Algumas pessoas observam da margem da baía
Sin títuloÍndio Umutina chamado Pimbó espalhando e tirando a seiva do cipó-timbó mediante lavagem a fim de facilitar a pescaria
Sin títuloÍndio Umutina chamado Pimbó espalhando e tirando a seiva do cipó-timbó mediante lavagem a fim de facilitar a pescaria
Sin títuloÍndio Umutina triturando o cipó-timbó para a extração de seiva mediante lavagem
Sin títuloRecolhendo os peixes asfixiados pela ação da seiva do timbó
Sin títuloRecolhendo os peixes asfixiados pela ação da seiva do timbó
Sin títuloÍndia Umutina na barragem divisória da lagoa pescando com redes
Sin títuloÍndio Umutina flechando os peixes atordoados pela seiva espumosa
Sin títuloÍndio Umutina limpando um peixe bagre flechado no rio Paraguai
Sin títuloOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
Sin títuloOs peixes são estendidos para secar próximo ao fogo aceso durante dia e noite enquanto as duas aves tuiuiú esperam
Sin títuloÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
Sin títuloÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
Sin títuloÍndio Umutina transportando um tipo de planta chamada timbó para ajudar na pescaria
Sin títuloÍndio Umutina batendo o timbó no rio para auxiliar na pescaria pois a seiva deste cipó envenena os peixes facilitando a pesca
Sin títuloÍndio Umutina batendo o timbó no rio para auxiliar na pescaria pois a seiva deste cipó envenena os peixes facilitando a pesca
Sin títuloCriança Umutina pescando em um córrego com arco e flecha
Sin títuloÍndia Umutina dentro de córrego capturando peixes com uma peneira chamada puçá
Sin títuloÍndio Umutina pescando em um rio com arco e flecha
Sin títuloÍndio Umutina pescando com arco e flecha
Sin títuloÍndio Umutina dentro do rio batendo cipó-timbó para eliminar a seiva envenenada que facilita a pescaria
Sin títuloÍndio Umutina dentro do rio batendo cipó-timbó para eliminar a seiva envenenada que facilita a pescaria
Sin títuloGrupo de expedicionários exibindo peixes apanhados no rio Camanaú
Pesca dos índios Bororo
Sin títuloPesca dos índios Bororo
Sin títuloÍndios flechando peixes no rio enquando outros descansam
Índios flechando peixes no rio enquando outros descansam
Cerca de peixes feita por índios Ianahuquá
Sin títuloRede para pescar
Sin títuloPescando pintado
Sin títuloCurral de pedras para prender peixes, feito por índio Ianahuquá
Sin títuloCurral de pedras feita pelos índios Ianahuquá para prender peixes
Sin títuloCurral de pedras feita pelos índios Ianahuquá para prender peixes
Sin títuloArraia fisgada
Sin títuloHomens pescando um peixe pintado
Sin títuloRegistro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
Sin títuloResumo das cenas: índios numa canoa, remam no rio/ adultos e crianças reunidos/ índias ralando mandioca/ índias segurando os peixes pescados/ diversos índios/ índio descascando e comendo fruto/ homens trabalhando na floresta/ índios carregando cestos de palha/ índias com filhos/ índias amassando e peneirando mandioca/ índias se alimentando com seus filhos/ índios homens e mulheres/ índias preparando alimento/ índia tomando água/ índios dançando em volta da fogueira/ índios praticando esporte/ índios saltando e nadando no rio/ índios entram numa canoa/ cerimônia indígena/ índios com vestimentas especiais e adornos