Pará
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Alcides Dessalines D ́Orbigny (1802-1875), naturalista francês, veio ao nosso país depois de Saint-Hilaire. Este é um dado importante a considerar no desdobramento e avaliação de sua obra. Conhecendo o trabalho daquele, não foi dele, contudo, um caudatário. Há muitos pontos de contato entre uma obra e outra, mas D ́Orbigny soube ver com seus próprios olhos e fixar o visto em páginas de grande valor que acrescentam as observações do ilustre naturalista, seu antecessor. Comissionado pelo Museu de História Natural de Paris, a fim de estudar o continente americano em geral, especialmente o elemento aborígene sul-americano, partiu da França em 1826, contando apenas vinte e quatro anos de idade. Foi esta viagem que lhe supriu de material de primeira ordem, para compor respeitável acervo de informações, observações agudas e transformar esse cabedal numa obra que o credenciaria como um grande estudioso. D ́Orbigny é considerado, pela especialização de seus estudos, um dos fundadores da paleontologia estratigráfica, com tanto afinco se dedicou ao exame dos nossos fósseis, dos exemplares recolhidos na América do Sul. O presente volume contém exclusivamente a parte de sua excursão pelo Brasil e nos seus onze capítulos acham-se descritas as mais exatas observações sobre a nossa geografia, fauna e flora, sobressaindo-se os dados etnográficos, até hoje considerados fundamentais pelos especialistas
D'ORBIGNY, AlcideCoudreau foi um daqueles intrétidos viajantes do século passado que fascinam pelas descrições pormenoritizadas de um mundo que, se hoje ainda não está inteiramente conquistado, em 1896, data de sua viagem, encontrava-se então em um estágio de colonização bastante incipiente
COUDREAU, Henri AnatoleA terra Indígena Munduruku, localizada no Estado do Pará, possui uma área de 2.340.360 hectares e é o território tradicional da etnia do mesmo nome cuja a população atual é de aproximadamente oito mil pessoas distribuídas em 74 aldeias. A demarcação foi c
Relata um breve momento da vida dos índios GaviOes do sul do Pará e suas tentativas de resistências à aculturação imposta pelas sociedades civilizada brasileira
GONDIM, Fátima das Graças de AragãoEste livro apresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias
GALLOIS, Dominique Tilkin. Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais
GALLOIS, Dominique Tilkin(org.)Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade. Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO. Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial. Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais.
GALLOIS, Dominique Tilkin. Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais
GALLOIS, Dominique Tilkin(org.)Programa de formação de professores-pesquisadores Tiriyó e Kaxuyana
Museu do ÍndioAborda a experiência antropológica vivida a partir de 1975 com os "GaviOes" do grupo Jê-Timbira localizado ao sul do Pará
FERRAZ, IaraApresenta uma etnografia básica da vida social entre os Arara que vivem na margem esquerda do Rio Iriri, no sul do estado do Pará
PINTO, Marnio TeixeiraTraça a leitura analítica de uma lei colonial, o "Diretório dos Índios", que vigorou entre 1757-1798. Discute questOes relativas à transposição da cultura européia ocidental ao tempo da colonização e sua absorção pelo índio brasileiro
Almeida, Rita Heloísa deTrata-se da leitura de uma lei colonial, o Diretório dos Índios, que vigorou entre 1757 e 1798, a fim de instruir o comportamento do colonizador em relação às populações indígenas envolvidas nos empreendimentos de definição da fronteira norte do Brasil e seu povoamento
Almeida, Rita Heloísa deTraça a leitura analítica de uma lei colonial, o "Diretório dos Índios", que vigorou entre 1757-1798. Discute questOes relativas à transposição da cultura européia ocidental ao tempo da colonização e sua absorção pelo índio brasileiro
Almeida, Rita Heloísa deTraça a leitura analítica de uma lei colonial, o "Diretório dos Índios", que vigorou entre 1757-1798. Discute questOes relativas à transposição da cultura européia ocidental ao tempo da colonização e sua absorção pelo índio brasileiro
Almeida, Rita Heloísa deCompreende a relação dos Asurini com o mundo sobrenatural. Analisa dois temas centrais: o xamanismo e a relação entre os gêneros
ANDRADE, Lucia M. M. deCompreende a relação dos Asurini com o mundo sobrenatural. Analisa dois temas centrais: o xamanismo e a relação entre os gêneros
ANDRADE, Lucia M. M. deO Belo é a Fera constitui uma etnografia da experiência estética dos índios Wayana que vivem na Amazónia oriental. As vias abertas pelos especialistas na transmissão dos conhecimentos wayana conduziram ao entendimento dos preceitos estéticos que se apoiam na forma, na cor e na ornamentação de pessoas e artefactos; Mas o acto criativo não se confina a esta intervenção, participando de todo o universo indígena pela intensa valorização dos elementos criados. Com ele formulam-se tanto os princípios de alteridade, com expressão nas “anacondas” ou nos “jaguares”, quanto os da estética, pois efectivamente, “o belo é a fera” que se torna mais bela quanto mais feroz
VELTHEM, Lucia Hussak vanConstitui uma reinterpretação da organização social dos Kayapó, a partir de uma pesquisa de campo realizada na aldeia de Kretire, situada ao norte do Parque Indígena do Xingu. Foco principal: sistema de bens simbólicos, engloba nomes pessoais e prerrogativas. Implica noção de riqueza
LEA, Vanessa R