Pará

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          Pará

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            Pará

              278 Descrição arquivística resultados para Pará

              278 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Voyage au Brésil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-918.1 / A262v OBRA RARA / 1869 · Item · 1869
              Parte de Bibliográfico
              AGASSIZ, Louis
              Viagem pitoresca através do Brasil
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / O64v 1976 / 1976 · Item · 1976
              Parte de Bibliográfico

              Alcides Dessalines D ́Orbigny (1802-1875), naturalista francês, veio ao nosso país depois de Saint-Hilaire. Este é um dado importante a considerar no desdobramento e avaliação de sua obra. Conhecendo o trabalho daquele, não foi dele, contudo, um caudatário. Há muitos pontos de contato entre uma obra e outra, mas D ́Orbigny soube ver com seus próprios olhos e fixar o visto em páginas de grande valor que acrescentam as observações do ilustre naturalista, seu antecessor. Comissionado pelo Museu de História Natural de Paris, a fim de estudar o continente americano em geral, especialmente o elemento aborígene sul-americano, partiu da França em 1826, contando apenas vinte e quatro anos de idade. Foi esta viagem que lhe supriu de material de primeira ordem, para compor respeitável acervo de informações, observações agudas e transformar esse cabedal numa obra que o credenciaria como um grande estudioso. D ́Orbigny é considerado, pela especialização de seus estudos, um dos fundadores da paleontologia estratigráfica, com tanto afinco se dedicou ao exame dos nossos fósseis, dos exemplares recolhidos na América do Sul. O presente volume contém exclusivamente a parte de sua excursão pelo Brasil e nos seus onze capítulos acham-se descritas as mais exatas observações sobre a nossa geografia, fauna e flora, sobressaindo-se os dados etnográficos, até hoje considerados fundamentais pelos especialistas

              D'ORBIGNY, Alcide
              Viagem ao Tapajós
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / C854v 1977 / 1977 · Item · 1977
              Parte de Bibliográfico

              Coudreau foi um daqueles intrétidos viajantes do século passado que fascinam pelas descrições pormenoritizadas de um mundo que, se hoje ainda não está inteiramente conquistado, em 1896, data de sua viagem, encontrava-se então em um estágio de colonização bastante incipiente

              COUDREAU, Henri Anatole
              The Eastern Timbira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)TIMBIRA / N713e / 1946 · Item · 1946
              Parte de Bibliográfico
              NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)
              Terra Indígena Munduruku
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FUNAI DA008 · Item
              Parte de Arquivístico

              A terra Indígena Munduruku, localizada no Estado do Pará, possui uma área de 2.340.360 hectares e é o território tradicional da etnia do mesmo nome cuja a população atual é de aproximadamente oito mil pessoas distribuídas em 74 aldeias. A demarcação foi c

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(811.6) / G173p / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Este livro apresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias

              GALLOIS, Dominique Tilkin
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.26(81) / P314 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              . Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais

              GALLOIS, Dominique Tilkin(org.)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-CA-930.26(81) / P314 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade. Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO. Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial. Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais.

              GALLOIS, Dominique Tilkin
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-930.26(81) / P314 / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              . Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais

              GALLOIS, Dominique Tilkin(org.)
              Pape miretom Yomukatohu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-MD-809.81Kaxuyana / P214 / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Programa de formação de professores-pesquisadores Tiriyó e Kaxuyana

              Museu do Índio
              Os Timbira orientais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Timbira / N713t / 1944 · Item · 1944
              Parte de Bibliográfico
              NIMUENDAJÚ, Curt (1883-1945)
              Os Pakaas novos
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / M499P / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico
              MEIRELES, Denise Maldi
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A447d / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Trata-se da leitura de uma lei colonial, o Diretório dos Índios, que vigorou entre 1757 e 1798, a fim de instruir o comportamento do colonizador em relação às populações indígenas envolvidas nos empreendimentos de definição da fronteira norte do Brasil e seu povoamento

              Almeida, Rita Heloísa de
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) Wayana / V445b / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O Belo é a Fera constitui uma etnografia da experiência estética dos índios Wayana que vivem na Amazónia oriental. As vias abertas pelos especialistas na transmissão dos conhecimentos wayana conduziram ao entendimento dos preceitos estéticos que se apoiam na forma, na cor e na ornamentação de pessoas e artefactos; Mas o acto criativo não se confina a esta intervenção, participando de todo o universo indígena pela intensa valorização dos elementos criados. Com ele formulam-se tanto os princípios de alteridade, com expressão nas “anacondas” ou nos “jaguares”, quanto os da estética, pois efectivamente, “o belo é a fera” que se torna mais bela quanto mais feroz

              VELTHEM, Lucia Hussak van
              nomes e nekrets Kayapó: uma concepção de riqueza
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / L433N / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico

              Constitui uma reinterpretação da organização social dos Kayapó, a partir de uma pesquisa de campo realizada na aldeia de Kretire, situada ao norte do Parque Indígena do Xingu. Foco principal: sistema de bens simbólicos, engloba nomes pessoais e prerrogativas. Implica noção de riqueza

              LEA, Vanessa R