Komizi se enfia dentro do tabocal pois encontrou taboca do jeito ideal para a produção do boborara.
Coletivo KulinaOficina Boborara
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Komizi faz acabamentos na flauta produzida. Benjamim filma e Joaquim anota as informações passadas por Komizi.
Coletivo KulinaKomizi, sentado ao pé de uma bananeira dá os primeiros acertos nos pedaços de taboca que escolheu para fazer os boborara.
Coletivo KulinaKomizi faz e acerta os furos necessários para tirar boa sonoridade da flauta transversal.
Coletivo KulinaKomizi produz mais uma flauta boborara
Coletivo KulinaKomizio se apresenta no caminho antes de iniciar a jornada em busca de bons pedaços de taboca (zumi) para produzir o boborara.
Coletivo KulinaKomizi assopra a flauta em processo de produção para testar sua sonoridade.
Coletivo KulinaKomizi toca a flauta produzida e também canta os cantos da flauta.
Coletivo KulinaDetalhe de Komizi fazendo sua flauta boborara cantar.
Coletivo KulinaKomizi toca a flauta para ouvirmos e tirar fotos.
Coletivo KulinaKomizi com o rosto pintado de urucum e violeta genciana – pronto para ir para a mata.
Coletivo KulinaKomizi, mestre artesão do instrumento Boborara espalha o urucum sobre o rosto deixando-o completamente vermelho.
Coletivo KulinaKomizi, mestre artesão do instrumento Boborara pinta o rosto com urucum para ir para a mata, onde se realizará a oficina de criação do boborara. Traços de urucum no rosto.
Coletivo KulinaKomizi faz finos traços violetas sobre o fundo vermelho de urucum no rosto.
Coletivo KulinaKomizi toca a flauta e dança junto com o pesquisador indígena Joaquim Kulina.
Coletivo KulinaKomiz e Joaquim tocam a flauta e dançam, divertidos.
Coletivo KulinaBenjamim Kulina com o rosto pintado para ir para a mata.
Coletivo KulinaBenjamim Kulina pinta o rosto para ir para a mata registrar a oficina.
Coletivo Kulina