Madihá

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        Termos hierárquicos

        Madihá

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          Madihá

            Termos associados

            Madihá

              886 Descrição arquivística resultados para Madihá

              886 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_011 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              O grupo da Oficina do Totore chega na varanda da casa da filha de Kubiu. Marohe, que estava a beira do fogo se retira. Kubiu e Zakaria preparam os instrumentos para iniciar a fabricação da flauta. Dário também está participando hoje.

              Benjamim Kulina
              O grupo de mulheres chega na rua de trás da aldeia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150405_069 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O grupo de mulheres atravessa, cantando e dançando, a rua de trás da aldeia, nos fundos do campo. Elas se direcionam para o fim da rua, ao final do campo. Elas param de cantar e apenas caminham, ainda de braços dados e em formação de manada.

              João Onima Kulina
              O grupo de mulheres entra na roda dos homens
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_MY_VID_20150405_026 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O grupo de mulheres se aproxima da linha de homens e os homens se esticam para fechar uma roda em volta da manada de mulheres. Elas cantam e dançam em trote em formação de manada. Eles também cantam e dançam em linha. Os homens carregam panelas e as mulheres carregam suas hastes. A manada de mulheres fura novamente a linha de homens, mas desta vez alguns homens buscam paneladas de koiza e surpreendem algumas mulheres e as obrigam a tomar o koiza. Capturam algumas mulheres, pelo cabelo, o pelo braço, e oferecem uma panelada inteira de koiza. Outros homens aproveitam a captura e também trazem suas panelas para a mulher tomar.

              Maria Yndera Waidor Kulina
              O grupo de mulheres se aproxima da aldeia pela varação
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_MY_VID_20150405_013 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O grupo de mulheres se aproxima da aldeia pela varação. Algumas mulheres cantam. À frente Haniha chega com o andar diferente e urrando como queixada. Em seguida, várias mulheres e crianças cantam o canto do kohana: Os kohana estão entrando. Elas chegam em fila, pela varação.

              Maria Yndera Waidor Kulina
              O grupo de mulheres vem pela varação
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_MY_VID_20150405_012 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O grupo de mulheres se aproxima através da varação. Estão todas com adereços, pintadas e carregam hastes com folhas.Primeiro elas dão gritos e urros. Depois, elas começam a cantar o canto do kohana.

              Maria Yndera Waidor Kulina
              O maracajá se aproxima da varanda onde ocorre a oficina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_024 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              O maracajá, sob chuva, se aproxima da varanda onde a oficina está ocorrendo. Komizi, que está vestido com o couro, chama. Ele vai vomitar noma. Ele se agacha, se transforma. Então ataca um cachorro e o morde. Depois morre de rir, enquanto o cão foge chorando. Komizi vomita e Zakaria grita e ri: É noma, Hinawi.

              Benjamim Kulina
              O mestre do Teteko fabrica as flautas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_014 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              O mestre do Teteko fabrica as flautas de bambu que compõem o instrumento. O casco do jabuti, já limpo pelas formigas, descansa ao lado da cadeira. O instrumento é composto por um reco-reco feito com o casco de jabuti e uma resina, onde se passa os dedos fazendo vibrar e uma pequena flauta de dois ou três tubos de bambu, anexadas ao reco-reco por um barbante. João Ikobo testa a sonoridade dos bambus que cortou e vai tirando pequenos pedaços até chegar na altura certa. Enquanto isso, João Onima avalia o casco e tenta tirar um som no reco-reco. A neta de Ikobo observa tudo na porta da casa.

              Benjamim Kulina
              O mestre do Totore abre caminho em uma ribanceira.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_079 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Enquanto Zakaria tira um pouco do hihiti madoni, Kubiu explica que ali se encontram estes pequenos cipós que servem como corda para o Hihiti. Benjamim mostra os madoni nas mãos de Zakaria e depois no local onde são encontrados, próximos á raiz de uma árvo

              Benjamim Kulina
              O mestre do Totore mostra qual é o caminho do Totore
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_078 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu, o mestre do Totore, mostra qual é o caminho do Totore e explica outras coisas. Os outros também dão opinião. Eles discutem e Kubiu informa que vai fazer o Totore lá em sua casa, e não no mato como os outros instrumentos. "Terminou. Estou indo", ele diz e segue pelo "caminho do totore".

              Benjamim Kulina
              O posto de saúde bem adiantado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_004 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Imagem do posto de saúde já com paredes e estrutura de telhados adiantados. Um operário madiha entra no quadro e segue pelo caminho da obra.

              Benjamim Kulina
              O posto de saúde mais de perto
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_005 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Operários madiha. Alguns jovens madiha estão ajudando na obra - provavelmente foram contratados pelo chefe de obra.

              Benjamim Kulina
              O Tokorime vai embora
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_072 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              O Tokorime finalmente vai embora. Ele sobe para o lugar de onde chegou. Ainda faz alguns gestos. Risca o chão com os pés, igual a um galinho. E vai embora. Some nas folhagens.

              Benjamim Kulina
              O tracajá de madeira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_069 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os Madiha informam que seu uso é decorativo e é produzido com a madeira cedro, sedo em madiha.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_048 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Maria José pergunta sobre a tampa de um dos vasos e o que tipo de coisas aquele vaso tampado guardaria. Depois de um tempo, um dos Madiha brinca que é para guardar dori (feitiço). Raimundo fala que pode ser para guardar mel (hidzi okhini). Fabiana confirma com os Madiha se o zipa bedeni é usado para tomar líquidos: água, mingau de banana, caiçuma, etc.

              Benjamim Kulina
              Oficina Boborara. Boborara hinede
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_009 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi, o especialista no Boborara explica o que vamos fazer durante a criação da flauta Boborara.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_021 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Komizi explica que estamos indo para o mato buscar o Boborara: ele, Benjamim, Joaquim, Zakaria, Onima, Hinawi, explica. Ele explica que vamos buscar zumi (taboca): zumi towi = buscar taboca.

              Benjamim Kulina
              Oficina Hihiti. Hihiti hinede
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_008 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Zakaria, o especialista no Hihiti explica o que vamos fazer durante a criação do Hihiti, o arco de boca.

              Benjamim Kulina
              Oficina Hihiti. Zakaria e Kubiu explicando sobre a haste
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_063 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu e Zakaria explicam que a haste é feita a partir do tronco do birihari - aricuri em português. Kubiu sai para mostrar a planta e a imagem fica com Zakaria que prepara uma haste.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_003 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Zakaria, com rapé sob os lábios, nomeia todo o grupo que seguirá com ele. Ele informa que vamos longe, em caminhada demorada, para buscar os materiais necessários para a criação do Hihiti, o arco de boca.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_001 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Onima, com caderno caneta e máquina fotográfica sentado em banco na cozinha da casa de João Ikobo. Ele anota alguma coisa no caderno. Zupira está sentada no chão e suas netas estão na powi. Joaquim também anota coisas em seu caderno e outros três meninos se sentam a seu lado. Um homem observa tudo do lado de fora da casa. E um outro sentado em frente aos cestos (tsahe e shapoto) observa tudo. João Ikobo prepara a resina do reco-reco Teteko. Ele esquenta, amolecendo a resina e então tira um pedaço, que será colocado na abertura do casco. Felipe Agostini fotografa. Komizi permanece sentado na powi, chupando pirulito.

              Benjamim Kulina
              Oficina Teteko. Na casa do teteko hinede
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_011 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo está em sua casa, onde iniciará a criação do instrumento musical Teteko. Ele fala um pouco sobre os primeiros passos da criação do instrumento, fala um pouco sobre como os antigos usavam o Teteko para as festas, etc. Então, ele começa a fazer o Teteko, matando o jabuti. Seu neto está a seu lado durante toda a cena na cozinha de sua casa (também nas próximas cenas na mesma cozinha).

              Benjamim Kulina
              Oficina Teteko. Teteko hinede
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141119_010 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo, o especialista no Teteko, reco-reco de casco de jabuti, expliac o que vamos fazer durante a criação do Teteko. Ele tem um jabuti vivo nas mãos, com cujo casco ele fará o Teteko.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_007 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu caminha com terçado na varação que leva até sua casa. Benjamim narra que ele é o totore hinede, mestre do totore. E que estamos indo para aprender a fabricação da flauta totore.

              Benjamim Kulina
              Oficina Totore. O grupo vem pelo caminho na mata
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_077 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              O grupo da Oficina de Totore vem pelo caminho na mata. Benjamim narra o que está acontecendo: estão indo buscar o Totore, agora que o Hihiti já está pronto. Passam Kubiu, Zakari, Joaquim, Felipe, Komizi, João. Kubiu explica que estão indo buscar o Totore, e Zakaria também fala.

              Benjamim Kulina
              Ofiicna de Montagem e Edição
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_RO_VID_20150513_001 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Rodolpho ensinando Benjamim Kulina na Oficina de Montagem e Edição

              Rodolpho
              Operário em casa kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_002 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A câmera se aproxima de casa onde estão os operários. Benjamim comenta que estão descarnando um boi.

              Benjamim Kulina
              Operário madiha bebe água no filtro
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_008 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Operário madiha bebe água do filtro - é o filho de Davi, neto de Momo.

              Benjamim Kulina
              Operário madiha mexe cimento em um balde
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_009 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Operário madiha mexe cimento em um balde. É o filho de Davi, neto de Momo. Seu tio, ribeirinho não indígena, irmão de Davi, orienta o trabalho.

              Benjamim Kulina
              Operário pousa de chapéu para filme
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_022 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Operário de chapéu pousa para o filme e comenta que o trabalho está sendo registrado. Ao fundo a contrução e um operário empilha tijolos.

              Benjamim Kulina
              Operários descarnando boi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_003 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Operários não indígenas estão descarnando um boi e conversando. O chefe de obras fala para Benjamim ir lá filmar os meninos tirando barro. Mas ele continua filmando a casa em que o boi está sendo descarnado.

              Benjamim Kulina
              Operários descarnando boi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_004 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Operários não indígenas descarnam boi na varanda de minha antiga casa.

              Benjamim Kulina
              Operários fazendo cimento
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150203_004 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os operários batem o cimento para levantar as paredes do posto.

              Benjamim Kulina
              Operários na estrutura do telhado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_019 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os operários esperam em cima da estrutura do telhado, os operários de baixo alçar a telha para que eles possam levantá-la.

              Benjamim Kulina
              Organização dos abanos para qualificação
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_020 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Museólogas organizam material para qualificação. Áudio: Raimundo explica como é o processo de coleta do cipó para fabricação do cesto.

              Benjamim Kulina
              Os arcos hihiti praticamente prontos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_034 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Detalhe dos arcos de hihiti praticamente prontos extendidos no chão encostados em um tronco, junto com Zakaria. Benjamim narra que já finalizamos a fabricação dos arcos. Zakaria explica que os arcos já estão prontos e que agora devemos ir procurar o madoni, a corda que amarra os arcos e que vibra produzindo o som do instrumento.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_MY_VID_20150405_024 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Enquanto os homens reorganizam a roda quebrada, a manada de mulheres se reaproxima do centro do terreiro. Elas cantam e trotam. Os homens pararam por um momento de cantar. João Ikobo assiste em uma extremidade do terreiro. Os homens voltam a cantar e a manada de mulheres segue até o fim da rua, se distanciando novamente do terreiro.

              Maria Yndera Waidor Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_016 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo, Raimundo, Benjamim e toda a equipe de museologia entram em um dos corredores de cerâmica. George tira muitas fotos dos Kulina, enquanto eles tocam, vêem e conhecem as cerâmicas de outras etnias.

              Benjamim Kulina
              Os Madiha chegam ao Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_007 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os Kulina entram no Museu do Índio. Observam as fotos dos Ashaninka nas portas de vidro do prédio principal.

              Benjamim Kulina
              Os padrões de desenho nas peças de miçanga
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_075 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Miçangas. Discussão sobre os padrões desenhados (hanoni) nas peças de miçanga. O motivo do primeiro colar mostrado seria Butani hanon (arraia). Raimundo mostra uma bolsa e explica que ela está desenhada com motivo do peixe sarapó (zuri hanoni). O segundo colar, de Maria José (Rohoze kha), teria como motivo o irama hanoni (um peixe pequeno, cará). O motivo desenhado na barra do colar da casa seria hidepe ore hanon (jibóia). A testeira seria também jibóia. O colar seria arraia. O outro eu brinco que seria kaxinawa kha. Arnaldo confirma que é kaxinawa kha. George identifica o desenho kaxinawa (eles estiveram no museu na semana anterior) como pata de onça. Os kulina acham possível. Arnaldo avalia a peça e finalmente identifica como batano makha hanon (cobra do mato não identificada).O último colar mostrado traz o motivo do ziki mekhene hanon (jararaca).

              Benjamim Kulina
              Os pedaços cortados de kathapare
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_014 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Detalhe dos pedaços já cortados do kathapare. Zakaria começa a esculpir o primeiro arco, utilizando o terçado.

              Benjamim Kulina
              Os peixes boiam na água
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_021 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dá para ver os peixes passando boiando na água. Enquanto isso os homens jogam as zagaias e as recolhem com peixe. Benjamim grita alguma coisa. São kairu, isto é, mandins. Sakire e Riuta se esbanjam, com alegria.

              Benjamim Kulina
              Os peixes começam a escacear
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_038 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Sakire em primeiro plano na boca do igarapé. Atrás duas meninas pequenas brincam no barranco, pegando peixes.

              Benjamim Kulina
              Os pescadores chegam no terreiro
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_036 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Os pescadores chegam no terreiro e vão jogando seus pequenos molhos de peixes na tábua estendida no chão. Um rapaz passa direto sem deixar peixes. Assim que o último homem joga o peixe e os homens se retiram do terreiro, as moças, meninas e mulheres se atiram sobre os peixes. Cada uma pega um molho. Há certa organização na distribuição. Elas chamam outras mulheres que se atrasam.

              Benjamim Kulina
              Os usos dos cestos pequenos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_030 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo e Arnaldo explicam os usos dos Tsahe bedeni, os cestos pequenos. Eles explicam que os cestos neste tamanho podem servir para crianças carregarem ou como brinquedos. Podem servir ainda para guardar coisas em casa e ainda como casa de pequenos pássaros domesticados.

              Benjamim Kulina
              Outra canoa chegando na aldeia Buaçu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_048 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Outra canoa no rio chegando na aldeia. Já estão na altura da grande praia que antecede a aldeia Buaçu. (rio acima).

              Benjamim Kulina
              Painéis na fachada do Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150513_001 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Painéis na fachada dos prédios do Museu do Índio: tokorime deni, segundo a narração de Benjamim

              Benjamim Kulina
              Panela com po´o cozinhando
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_038 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Chão com as mandiocas derramadas da panela ao lado da fogueira. Panela cozinha mandiocas na fogueira.

              João Onima Kulina
              Panorâmica da aldeia Buaçu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_020 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Panorâmica de Buaçu, desde o caminho aos fundos da aldeia até a casa de Raimundo Izui. A aldeia vista do posto de saúde.

              Benjamim Kulina
              Panorâmica no terreiro
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150405_012 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Panorâmica pelo terreiro. Menino brinca no terreiro.

              João Onima Kulina
              Paredes recem construídas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150203_006 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Olhando a obra por dentro. Visão panorâmica de todo o conjunto que já foi levantado.

              Benjamim Kulina
              Pausa na caminhada para comer bananas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_043 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              O grupo da Oficina do Hihiti e do Totore faz uma pausa em um tapiri construído em meio a um roçado recentemente queimado e cortado e come as bananas maduras que encontram penduradas no esteio do tapiri. Os homens conversam. Kubiu explica que ainda falta um bom caminho, ainda faltam dois igarapés a serem atravessados, para se chegar ao local onde se encontra o hihiti madoni. E ainda mais para se chegar ao local onde se encontram pedaços de zumi do tamanho correto para a fabricação da flauta Totore.

              Benjamim Kulina
              Pausa para o almoço
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_041 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As museólogas guardam os cestos Keruri para fazermos uma pausa para o almoço.

              Benjamim Kulina
              Peixes boiando na água
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_023 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os peixes boiam na água e os homens coletam os peixes com as zagaias. Benjamim conversa com alguém.

              Benjamim Kulina
              Peixes boiando na água
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_024 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os peixes boiam na água. Alguns tentam se salvar pulando na margem ou nos galhos. Os homens coletam os peixes com zagaia. O filho de Zewa vai coletando um por um, os que estão presos entre galhos em uma das margens. Ao fundo, uma canoa cheia de homens pescando com zagaia. Um rapaz recolhe os peixes dentro do rio com as mãos.

              Benjamim Kulina
              Perguntas e comentários sobre o Hihiti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_025 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Equipe de museologia comenta o Hihiti e faz perguntas aos indígenas.

              Benjamim Kulina
              Pertinho da lama
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_MY_VID_20150405_037 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Imagem das pessoas se lambuzando na lama, bem de perto. Algumas mulheres levantam da confusão com o rosto cheio de lama, tapando inclusive a vista.

              Maria Yndera Waidor Kulina
              Pessoas recolhem os peixes jogados na praia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_037 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Auzira, rapaz na canoa na margem da boca do igarapé. Muitas pessoas pescando com zagaia e com mãos. Eriana e outras meninas e homens recolhem os peixes deixados na praia.

              Benjamim Kulina
              Pintura no shapoto
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_011 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Falam um pouco sobre a pintura no shapoto. Supõe-se que seja com jenipapo. Maria José pergunta sobre o algodão que arremata a costura do cesto. É karia kha, isto é, de branco. Desfiam as redes velhas para tirar o algodão. Maria José comenta sobre a técnica kalapalo de desfiar redes antigas para feitura de uma determinada máscara. Fabiana lembra que os Maxakali fazem o reaproveitamento intenso em seus fazeres. Maria José pergunta como é carregado o cesto, usando Fabiana de modelo. Os Madiha mostra que o shapoto é carregado pelas mulheres alçado na testa. Lembra-se da lata d´água na cabeça. Raimundo mostra como se articula a alça nas tramas do cesto. Fabiana fica carregando o cesto na testa como modelo.

              Benjamim Kulina
              Placa Posto de Saúde Indígena Governo Brasil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_026 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Placa informando que está sendo construído um posto de saúde indígena, obra do governo federal.

              Benjamim Kulina
              Posto em contrução
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_025 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Uma vista lateral do posto em construção. Benjamim comenta do que se trata.

              Benjamim Kulina
              Primeiras paredes já levantadas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150203_001 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Já começam a se levantar as paredes do posto.

              Benjamim Kulina
              Primeiros preparos dos peixes na canoa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_054 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens e mulheres fazem os primeiros preparativos nos peixes, panelas e canoas, labvando as canoas, na beira do rio, em frente à praia em que estão aportados. Sakire, Sahino, etc.

              Benjamim Kulina
              Problema com a canoa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_062 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Equipe de museologia tira a canoa e percebemos que há um problema que parecem ser fungos. Na banqueta são colocados a canoa, o tracajá e o tatu de madeira. Raimundo e Arnaldo corrigem a informação de que se trata de uma uba. Segundo eles, na verdade este é uma imitação de canoa, e não de uba. Maria José tenta entender a diferença entre a uba e a canoa. Os Madiha tentam explicar a diferença.

              Benjamim Kulina
              Pupunhas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_045 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Pupunhas amarelas no pé.

              João Onima Kulina
              Puxando carrinho de mão
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_008 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os operários madiha entram e saem da construção com carrinhos de mão puxando barro.

              Benjamim Kulina
              Qualificação do shapoto, o cesto cargueiro kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_010 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo explica a utilzação dos shapoto pequeno: para as meninas pequenas trazerem produtos do roçado. Maria José pergunta sobre os produtos do roçado: banana, mandioca, cará, etc. Os shapoto maiores são de utilização de adultos. Maria José pergunta sobre o desenho e se há alguma significação especial. Os Kulina afirmam que não, apenas para decoração. Raimundo afirma algo sobre o hanoni do shapoto. Os shapoto, assim como os shashakora, são feitos com a folha da palmeira aricuri, birihari em kulina. Eles são confeccionados, assim como todos os artefatos feitos com este material, pelas mulheres.

              Benjamim Kulina
              Qualificação dos cestos Hepiri
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_015 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Explicação e anotação da matéria prima do hepir: murmuru. A equipe pede o nome da folha na língua kulina: za´ana. A imagem é de Fabiana anotando e, depois, dos hepiri expostos sobre a mesa. Aparecem ainda George e outras pessoas da equipe de museologia. No fim da cena aparece a equipe kulina de qualificação.

              Benjamim Kulina
              Qualificação dos cestos Keruri, cestos de toucador
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_036 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo e Raimundo dão explicações sobre o Keruri. Os materiais, as técnicas, etc. Eles explicam que são as mulheres que fabricam os cestos. Explicam que ele é feito com uma espécie de capim amazônico. Raimundo explica a técnica de utilização do capim: deixa secar ao sol durante um dia.

              Benjamim Kulina
              Qualificação dos cestos Topi e Tsahe
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_016 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Maria José e Fabiana colocam os cestos Topi e Tsahe em exposição para que os Kulina façam a sua qualificação. Benjamim filma a equipe de museologia do MI. Raimundo mostra as maneiras como o cesto pode ser carregado, por homens e mulheres. Homens e mulheres fabricam o cesto e homens e mulheres também o utilzam. Sobre o material, ele explica que o Tsahe, um dos cestos é feito de um cipó chamado em kulina tsahe, em português seria o cipó Timbó.

              Benjamim Kulina
              Queixadas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_MY_VID_20150405_036 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As pessoas chafurdam na lama. Alguns meninos esgotam o koiza do bote, jogando nas pessoas e no chão onde rolam homens, moças, rapazes e meninas.

              Maria Yndera Waidor Kulina
              Raimundo deslinda os cestos tsahe
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_029 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo tira os cestos uns de dentro dos outros, enquanto esclarece sobre os materiais e técnicas dos cestos pequenos.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_047 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo explica todo o processo da produção de cerâmica: as mulheres encontram barro bom, tiram, colocam no shapoto e trazem para a aldeia. Moldam e depois colocam para secar. Coloca no shashakora para secar. Depois faz fogo e queima. George pergunta a respeito dos desenhos (hanoni). Raimundo explica que então as mulheres fazem os desenhos. Benjamim comenta baixo (por trás da câmera) o nome de um desenho de cerâmica. Maria José e Fabiana vão escolhendo alguns vasos com desenhos diferentes. Arnaldo toma um com pintas esbranquiçadas desenhadas. Ele explica que a pintura foi feita de barro mesmo, barro branco. Na verdade, ele explica, as mulheres misturam barro branco com cinzas. Fabiana pergunta o que seria o desenho. A princípio Arnaldo afirma que o desenho seria da pele do kahawiri (gato-do-mato).

              Benjamim Kulina
              Raimundo fala das primeiras impressões da viagem
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_AK_VID_20150511_003 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo falando da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e das coisas que já viveu no Rio de Janeiro. Fala também do mar, da praia, dos brancos nadando pelados, etc.

              Arnaldo Kulina
              Raimundo fala sobre as peças de miçangas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_072 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimudno experimenta um colar de miçangas. Fabiana pergunta sobre um desenho. George também questiona a respeito dos desenhos, dos grafismos nas peças de miçanga. Maria José vai embora para um compromisso.

              Benjamim Kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_007 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo fornece informações sobre os vários tipos de cestaria. Ele explica que o Shapoto, ou cesto cargueiro é produzido pelas mulheres a partir do aricuri (birihari). O Hepir, ou cesto platiforme é produzido pelas mulheres a partir do murmuru (za´ana). O shashakora, ou a antiga cama kulina, é produzido pelas mulheres a partir da palmeira aricuri (birihari). O pessoal do museu comenta que chegou a acreditar que o shashakora seria um abano gigante.

              Benjamim Kulina
              Raimundo mostra o pratinho usado para tomar bebidas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_043 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo explica que o pratinho de cerâmica, conhecido como zipa bedeni em kulina, era utilizado no passado para tomar diversos tipos de bebidas: Koiza, bare pahane, patso (cervejas, bebidas doces de banana e outras frutas, água). Raimundo explica os modos como eram utilizados diversos tipos de vasos de cerâmica: para cozinhar, para conter líquidos, para guardar, etc.

              Benjamim Kulina
              Rapaz carrega carrinho de mão dentro da obra
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_007 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dentro da construção. O irmão de Davi brinca com Zewa. Diz um monte de coisas zoando Zewa.

              Benjamim Kulina
              Rapaz carrega lenha para cozinhar o Koiza
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_002 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Rapaz carrega lenha para cozinhar o Koiza. É o filho de Zakaria. João Onima, o filmador, narra o que está acontecendo.

              João Onima Kulina
              Rapaz carregando saco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_006 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Um rapaz atravessa o terreiro carregando um saco com mandiocas. João Onima narra a cena, explicando quem é e para onde e para que ele está levando aquele saco.

              João Onima Kulina
              Rapaz chegando sozinho na canoa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_041 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Rapaz chega sozinho em canoa com motor rabeta.

              João Onima Kulina
              Rapaz em canoa descendo o rio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_005 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Rapaz não identificado tenta ligar o motor enquanto canoa é levada pelo rio.

              Benjamim Kulina