Mulheres colhem hastes de uma planta, para adereço ou bastão, no meio da varação para o mato. Maria explica o que elas estão fazendo e o nome da planta que vão usar. As mulheres seguem na varação.
Maria Yndera Waidor KulinaMadihá
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Mulheres na varanda onde se descasca e corta as mandiocas.
João Onima KulinaMulheres, sentadas em cima do bote, mexendo o Koiza, que já virou uma cerveja branca. Com as mãos, as mulheres mexem na cerveja. Elas cantam enquanto estão mexendo. João Onima faz um comentário, informa o dia 05 de abril de 2015
João Onima KulinaMoças derramam a mandioca cozida e amassada das bacias no bote. Elas se divertem e tem os rostos pintados. Ouve-se ao fundo o canto de uma mulher. João Onima narra.
João Onima KulinaMulher grita chamando alguém para buscar peixes. Todos riem. Mulheres chegam com panelas, bacias e latas para pegar os peixes nas canoas.
Benjamim KulinaMulheres enfileiradas no fundo do campo de futebol. Elas se organizam, vagarasoamente em roda, de mãos dadas. Algumas se jogam no chão para descansar. Elas ficam rodando até que Maria as manda começar a cantar. Então elas começam a cantar o canto de kohana.
Maria Yndera Waidor KulinaMulheres, moças e meninas estão em roda no terreiro da aldeia. Elas carregam panelas. Algumas estão pintadas, mas não usam adereços a não ser os de miçangas usadoso cotidianamente. Atrás delas, descansa o bote de cerveja. Os homens tangenciam o terreiro e o bote. Eles passam cantando.
João Onima KulinaMulheres em formação de manada dançam e cantam, deixando a aldeia. O canto delas fala de 'Kohana', que é o nome dado aos espíritos-queixadas. Elas estão pintadas e usam seus colares de miçangas mais bonitos. Maria narra e faz comentários. Maria corre e faz uma imagem de frente do mesmo grupo, cantando e dançando em formação de manada, com os braços dados. Haniha organiza.
João Onima KulinaMulheres e meninas correm para buscar panelas e potes. Uma moça filma no celular. O grupo de homens passa, cantando e dançando, atrás da moça com celular. Ouve-se o canto das mulheres na direção que filma o celular da moça. A roda de mulheres se formou novamente e a manada de homens a circunda. A roda se abre encontrando a manada que se volta para ela.
João Onima KulinaNoida, Wazura, crianças e cachorro chegam no bote.
João Onima KulinaMoças derramando as bacias de mandioca cozidas e amassadas no bote.
João Onima KulinaMulheres descascam mandioca na varanda repleta de mandiocas e cascas de mandioca. As mulheres conversam.
João Onima KulinaMulheres, moças e meninas cortando mandioca e colocando na panela. João Onima faz comentários e as meninas repetem o que ele fala.
João Onima KulinaMulheres, moças e meninas cortam mandioca e colocam na panela para cozinhar o koiza. Muitas estão com o rosto belamente pintado, e muitos colares no pescoço. As mulheres conversam, falam coisas engraçados e riem o riso esganiçado típico das meninas kulina.
João Onima KulinaHihihi, Leticia, Heri, Itsé, Ini Maua, Rawaini, Tsamia, etc. João Onima narra, falando o nome de todas as mulheres e moças que aparecem descascando as mandiocas.
João Onima KulinaMulheres em meio a uma montanha de mandioca, casca e outras mulheres na varanda de uma casa kulina. Elas cortam mais mandiocas e colocam nas panelas que vão cozinhar o koiza. João Onima narra e mexe com as mulheres que elas não cantam. Elas respondem mal-humoradas e rindo ao mesmo tempo.
João Onima KulinaMulheres descascando mandioca para produzir a bebida semi-fermentada chamada Koiza. Elas estão na varanda de uma casa. Mulheres, senhoras mais velhas, meninas e adolescentes.
João Onima KulinaAs mulheres dão paneladas de koiza para os homens e eles já começam a vomitar para esvaziar a barriga. Jorge Namari ajeita o bastão contra a barriga, para forçar o vômito.
João Onima KulinaMarohe, depois Ruziniha, depois outra mulher, dão as panelas cheias para Omina beber.
João Onima KulinaAs mulheres cantam e dançam em roda no centro do terreiro. O grupo de homens cantam e dançam, em formação de manada e circulam a roda de mulheres. Ao fundo, descansa o bote de cerveja. De repente o grupo de homens interrompe seu movimento circular e começa a ir para frente e para trás, interrompendo assim também a roda de mulheres que se abre. Os homens continuam em formação de manada. O grupo de mulheres se posiciona em formação de círculo aberto, como uma rede ou armadilha. Elas também dançam para frente e para trás, em direção à manada de homens. A manada de homens ameaça romper a linha de mulheres. A linha de mulheres ameaça abraçar e capturar a manada de homens - sempre dançando e cantando.
João Onima KulinaMulheres confeccionam adereços com a folha verde da bananeira: saias e adereços de cabeça.
Maria Yndera Waidor KulinaMulheres confeccionando adereços no meio do roçado de bananas. Hadoma com criança a tiracolo faz um adereço com folha verde de bananeira. Rihane confecciona um adereço bem próximo à câmera para que possamos ver o que fazem com a folha da bananeira. Rihane reclama que não está ouvindo nenhum hohori cantando. Waiça concorda. De repeten, Haniha ataca as duas brincando de hizama (queixada). Elas riem. Haniha ataca novamente Rihane. Maria explica que se trata de um queixada. Haniha sai andando esquisito e atacando as mulheres, sem ou com crianças a tiracolo. Gritarias e gargalhadas se multiplicam. Marohe e Ruziniha passam, tomando o caminho. Marohe está com um adereço na virilha feito de folhas velhas de bananeira. Maria explica.
Maria Yndera Waidor KulinaMulheres confeccinam adereços de cabeça e virilha com as folhas verdes de bananeira.
Maria Yndera Waidor KulinaMulheres confeccionam adereços de virilha e de cabeça com as folhas verdes da bananeira. Filha de Siko usa um adereço de cabeça interesantíssimo, feito com as folhas maduras da bananeira. Na virilha ela usa um adereço com folhas verdes de bananeira. Também usa uma perneira feita com a folha verde da bananeira. Ruziniha confecciona um adereço de virilha com folha madura (velha) de bananeira.
Maria Yndera Waidor KulinaMulheres confeccionam adereços com a folha verde de bananeira
Maria Yndera Waidor KulinaAs mulheres começam a deixar as panelas e se reunem no terreiro. Os homens continuam vomitando nas extremidades do terreiro. Algumas meninas devolvem koiza para o bote. As mulheres começam a chamar as outras mulheres: Venham!
João Onima KulinaMulheres com panelas pelo terreiro oferecendo koiza aos homens. Ubiraci vomita e ri.
João Onima KulinaMulheres agachadas arrancando macaxeira em seu roçado e enchendo os seus shapotos.
Benjamim KulinaVárias mulheres e moças atravessam o terreiro carregando bacias. João Onima faz uma narração que provoca risos no grupos de moças e mulheres.
João Onima KulinaMoças trazem lenha para a fogueira que cozinha o Koiza.
João Onima KulinaAs mulheres cantam e dançam em roda no terreiro da aldeia. Ao fundo o bote de cerveja e atrás deles, passa o grupo de homens, também cantando e dançando, em formação de manada.
João Onima KulinaMulheres, moças e meninas cantam e dançam em roda na entrada da aldeia, nos fundos do campo de futebol. Dentro da roda, Haniha brinca pulando e urrando como queixada, preso na roda. Ela avança sobre as mulheres nas laterais.
Maria Yndera Waidor KulinaMulheres cantam e dançam em formação de manada entrando pela rua de trás da aldeia, aos fundos do campo de futebol. A frente da manada, vem Haniha urrando e caminhando estranhamente. A manada vem caminhando e cantando.
Maria Yndera Waidor KulinaMulheres brincam encenando um queixada doente, deitado. Uma mulher (Marohe) o abana enquanto o queixada (Haniha) ataca as pessoas em volta, urra, e se aproxima. Ele olha o outro no chão e volta. Ele se aproxima e uma mulher oferece rapé para ele. Ele finalmente aceita, cheira e então morde a mão da mulher. Todos riem. O kohana se aproxima, depois de receber a bebida imaginária, e então chupa o doente no chão. Maria explica que está curando. Depois o kohana faz o vômito (como os azaba que vem até a aldeia para curar). Durante a encenação, as mulheres continuam confeccionam seus adereços. Uma menina faz uma perneira de folha verde de banana. Ele chupa mais uma vez o doente e volta para trás. As mulheres riem da tradução do tsina para o português: rapé. A moça que veio oferecer o tsina para o kohana é ou foi casada com um ribeirinho não indígena e se confundiu, falando rapé ao invés de tsina.
Maria Yndera Waidor KulinaIni Maua se balança em um rede em uma outra varanda.
João Onima KulinaMoças e mulheres assistem ao caos que se instala no terreiro, encostadas em uma varanda.
João Onima KulinaMulheres arrastam homens e meninos para dar mais paneladas de koiza. Um rapaz brinca com uma menina no terreiro. Alguns homens continuam vomitando.
João Onima KulinaMeninas jogam a mandioca cozida e amassada no bote. Ouvem-se mulheres cantando.
João Onima KulinaMulheres amassando mandioca para o Koiza.
João Onima KulinaRira conversa, Joaquim faz anotações, Kubiu e Zakaria fazem os furos, queimando, das flautas totore. Komizi pede o gravador. As mulheres, moças e meninas estão amontoando a varanda. Elas começam a bater com paus na varanda e a cantar o Doshe´e. Joaquim registra com o gravador de voz. Doshe´e é uma rito kulina: as mulheres mandam os homens irem pescar (ou caçar) afirmando que estão com fome. Elas vão de casa em casa em toda a aldeia. Batem com paus nas paredes da casa, cantando o canto de Doshe´e que em geral fala que estão com fome e que os homens devem ir para uma pescaria (ou caçada) coletiva. Um dos cantos de Doshe´e é o canto do tsabira - que remete a um mito em que homens ariranha (tsabira) trazem muitos peixes para as mulheres humanas em troca de sexo. As mulheres traem os maridos, mas trazem muita comida para casa. Isto em um tempo em que os homens ainda não sabiam pescar.
Benjamim KulinaMulher de Zakaria tira o pelo de um porco, que servirá para o jantar.
Benjamim KulinaNos fundos da varanda repleta de cascas de mandioca e de mandiocas descascadas, mulher de Bené entorna a água de uma lata em uma panela para cozinhar o koiza. João Onima narra a cena. Uma adolescente chega para ajudá-la.
João Onima KulinaMulher preparando peixe em uma bacia na praia.
Benjamim KulinaMulher passa com panela vazia em frente a homens que tomam e vomitam.
João Onima KulinaMaria Ydera limpa panela. João Onima comenta.
João Onima KulinaHadoma faz um adereço de cabeça curioso para seu filho, com a folha verde da bananeira.
Maria Yndera Waidor KulinaMulher leva menina para banhar no porto.
João Onima KulinaDuas mulheres passam carregando farinha e produtos do roçado em um grande shapoto
Benjamim KulinaAuzira carrega bacia cheia de peixes. Homem também carrega balde cheio de peixes. Manoe limpa os peixes na praia.
Benjamim KulinaMuita gente marrom de lama chafurda na lama de koiza. Meninos de cima do bote jogam koiza nas pessoas e no chão. Vira uma verdadeira luta de queixadas enlameados. Homens e mulheres esfregando o sexo oposto no chão enlameado.
Maria Yndera Waidor KulinaMonte de shatha. Benedito, acompanhado de sua netinha, se senta na frente do monte de shatha. As mulheres estão falando muitas coisas. Ele brinca com a netinha (Najara). Na varanda da casa, Joaninha, a esposa de Benedito come, enquanto os rapazes ficam olhando o celular de Dário (Gato). No celular, toca uma música peruana.
João Onima KulinaMontanha de tijolos no terreiro da aldeia Buaçu. Os tijolos são para a construção de um posto de saúde que atenderá os indígenas de todas as aldeias da boca do Chandless. Mãe e filha passam pelo terreiro carregadas de produtos do roçado: bananas, macaxeira e outros produtos.
Benjamim KulinaMoças se esquentam à beira do fogo. João Onima comenta que elas dançaram ou dançarão até o amanhecer. Elas riem com vergonha. Na varanda perto do fogo, rapazes assistem a alguma coisa. João Onima narra o que está acontecendo.
João Onima KulinaMoças que derramavam a mandioca cozida e amassada no bote atravessam a varanda da casa. Ouve-se o canto de duas mulheres. Haniha aparece na imagem cantando balançando em sua rede velha.
João Onima KulinaMoças assistem da varanda ao caos do terreiro, enquanto outras já lambuzadas de koiza, buscam mais bebida em suas panelas para dar entupirem os homens. Vários homens encontram-se escornados nos bancos pela aldeia. Outros estão vomitando sem parar.
João Onima KulinaMoças carregam o shata na cabeça.
João Onima KulinaMoça entorna panela de koiza na cabeça de Ubiraci, enquanto outras quatro dão suas panelas para ele tomar. Entra koiza até em seu ouvido.
João Onima KulinaMoças carregam o shata na cabeça. Menina traz um pequenino molho para ajudar as moças.
João Onima KulinaHaniha dentro de canoa fisgando peixes (já recolhidos) enquanto homem joga coisas dentro da canoa.
Benjamim KulinaMoça com rosto pintado cozinhando mandioca. Atrás dela várias meninas amassando mandioca para o Koiza. João Onima faz algum comentário. Uma mulher descansa na rede. João Onima mexe com uma delas, de nome Marohe.
João Onima KulinaVídeo-foto de menina kulina com colares de miçanga. Mulheres na varanda cortando e descascando mandioca para fazer o koiza. João Onima narra o evento e mexe com as mulheres que elas não cantam.
João Onima KulinaMoças carregam shata, o veneno de pesca mais comum entre os Kulina.
João Onima KulinaMoças trazem do porto shata, o veneno de pesca mais comum entre os Kulina.
João Onima KulinaFabiana, Andrea e George colocam sobre a banqueta as peças de miçanga e as bolsas de algodão.
Benjamim KulinaMeninos molham o chão em frente ao bote com koiza
Maria Yndera Waidor KulinaMeninos molham o chão com koiza. Meninos jogam koiza nas meninas. Em vingança, meninas pegam alguns rapazes e atolam na lama. Além disso, pegam lama no chão e esfregam em seus cabelos e rostos. Os rapazes começam a buscam meninas que estão fora e trazer para jogá-las na lama. As meninas então saem na captura de rapazes para jogá-los na lama. Homens e mulheres se jogando e chafurdando na lama. HIzama (queixadas), brincam os Kulina. Alguns homens ainda procuram mulheres para dar bebida.
Maria Yndera Waidor KulinaA menina Tsueni, imersa na lama à margem do igarapé, próxima de sua boca, cata os peixes com a mão e um terçado. Seu irmão mais novo, um pouco abaixo, faz o mesmo. Um menino peladinho pula na marge e com um pedaço de pau leve fisga alguns peixes. A canoa chega na boca do igarapé e famílias inteiras se encontram nas margens catando os peixes com as mãos. Dário (Gato), outros meninos, Eriana, Auzira, Haniha, outros, uns com zagaias outros com as próprias mãos. As outras canoas chegam logo atrás da primeira. As pessoas gritam de excitação.
Benjamim KulinaHomens estão na praia, comendo cana enquanto meninos estão se banhando no rio. Jorge Namari grita alguma coisa. Ouvem-se as mulheres cantando ao fundo e o som de um hohori. Tsauri traz a voadeira e as crianças peladas brincando sobem e pulam do barco.
João Onima KulinaMeninas derramam mandioca cozida e amassada da bacia no bote. Elas entram no bote e tentam tirar a mandioca da bacia.
João Onima KulinaMeninas se juntam em meninos que estão sentados em banco para lhes dar paneladas de koiza para beber. João Onima mostra o rio.
João Onima KulinaMeninas pegam folhas de bananeira para confeccionar adereços. Maria explica o que estão pegando e o que vão fazer (bare phane). As mulheres confeccionam adereços com as folhas de bananeira, as folhas recolhidas mais cedo e outros materiais da mata. Rihane, com menina pendurada a tiracolo, corta uma folha de bananeira para produzir um adereço. Hadoma e outras mulheres também.
Maria Yndera Waidor KulinaMuitas pessoas amontoadas na varanda onde as mulheres descascam e cortam mandiocas. Imagem de longe. João Onima narra. Vista do terreiro. Filhinha de João conversa com ele enquanto ele filma. Ela fala do Koiza.
João Onima KulinaMeninas mexendo na mandioca que já está descansando no bote.
João Onima KulinaMeninas despejam mandioca da bacia para o bote.
João Onima KulinaMeninas chegam da aldeia na praia com bacias e baldes.
Benjamim KulinaMeninas amassam mandioca na bacia, usando um pilão.
João Onima KulinaMeninas cozinham e amassam mandioca. Elas tiram as panelas do fogo, e derramam a mandioca na bacia para amassar.
João Onima KulinaTsueni prepara os mandins, agachada na praia de Buaçu.
Benjamim KulinaMenina brincando em casa. Imagem distante e ruim.
Coletivo KulinaIni Maua voltando da cacimba. João Onima narra.
João Onima KulinaIni Mauá balança em sua powi velha. Ela fala seu nome. Ouve-se outra mulher cantando. João Onima manda ela repetir, cantar mais um canto.
João Onima KulinaIni Mauá canta balançando em sua powi velha.
João Onima KulinaIni Mauá cantando enquanto balança em sua powi velha. Ela para um pouquinho de cantar e olha para a câmera. Quando vê que está filmando ela continua a cantar. Depois se levanta para reamarrar sua powi.
João Onima KulinaJoão Ikobo mata o jabuti e retira sua carne para fora do casco.
Benjamim KulinaMaria José e Andrea mostram uma máscara Xavante para que os indígenas comparem e falem um pouco mais sobre a máscara Koama, para que elas possam ter uma ideias de como é esta máscara.
Benjamim KulinaMarohe, Beta e amiga molhadas com potinhos de minhoca, para pescar.
Benjamim KulinaMulher se alimenta com crianças na varanda de sua casa. Benedito chega e também se alimenta.
João Onima KulinaMaria se penteando, enquanto sua irmã cuida de seu bebê.
João Onima KulinaMaria José pergunta se a criação de cerâmica é feita apenas com barro ou se as ceramistas utilizam, como é o caso em outras etnias, de outros materiais misturados no barro. Os Kulina afirmam que a técnica das mulheres kulina utiliza mesmo apenas o barro. Raimundo começa a explicar a respeito da escolha do barro e da moldagem da cerâmica. George narra a sua história de caça entre os Marubo (hilária).
Benjamim KulinaMaria José e equipe de museologia organizam a qualificação do shashakora, a antiga cama kulina, de palha.
Benjamim KulinaMaria José explica que a buzina de cerâmica é uma buzina Marubo.
Benjamim KulinaAndrea e Maria José mostram uma máscara Xavante para os Kulina para que comparem com a koama e que elas possam entender melhor como é a máscara kulina koama. Os Kulina afirmam que esta é feita com a folha do buriti. Não é muito parecida, na verdade.
Benjamim KulinaMaria José conversa na escada da Reserva Técnica das cerâmicas.
Benjamim KulinaMaria entra na roda das mulheres, que cantam e dançam. Haniha, o queixada, aparece para atacá-la, enquanto urra. O queixada ataca outras mulheres, enquanto elas cantam. Algumas mulheres gritam incentivando os ataques.
Maria Yndera Waidor KulinaZakaria faz um mapeamento de onde se poderá encontrar os materiais para finalizar o Hihiti e para o Totore.
Benjamim KulinaMandioca cozida e amassada no bote com água.
João Onima KulinaDa praia de Buaçu, vemos os madiha subindo para a aldeia Buaçu com as latas, baldes e bacias de peixes.
Benjamim KulinaEnquanto isso, os operários madiha tiram barro do chão para levar para o canteiro de obras.
Benjamim KulinaCaminho dos fundos da aldeia. Dois operários madiha vem de longe, trazendo uma grande telha de ameanto (ou material parecido).
Benjamim KulinaTambém há um ribeirinho não indígena ajudando na obra. Ele opera uma motoserra no alto da estrutura do telhado.
Benjamim Kulina