Lendas indígenas

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              32 Descrição arquivística resultados para Lendas indígenas

              CANAIMÉ
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2589 / 1987 · Item · 1987
              Parte de Bibliográfico
              Enciclopédia Bororo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Bororo / A337e V. 2 / 1962 · Item · 1962
              Parte de Bibliográfico
              ALBISETTI, Cesar
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / F363E / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              O propósito deste trabalho é analisar um fenOmeno relativamente conhecido na cena pública do indigenismo brasileiro: as incursOes Xavante à sede da FUNAI, em Brasília; As incursOes Xavante se iniciam antes da ocupação de gabinetes no prédio, ainda na aldeia, não se podendo afirmar com certeza onde tais empreendimentos Xavante têm seu término. A melhor forma de se visualizar de modo típico-ideal o processo no qual se inclui a ocupação da FUNAI é um ciclo: ainda na aldeia constata-se a necessidade de se obter determinado tipo de bens (cargos, carros, combustível, dinheiro, etc), sonha-se com a viagem, expOe-se a necessidade de se viajar no conselho da aldeia e, a partir daí, faz-se o planejamento da viagem

              FERNANDES, Estêvão Rafael
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811) / R343 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Do Amazonas a Paris reproduz em edição fac-similar, acompanhada de tradução para o português, duas raras criações de Vicente do Rego Monteiro editadas em francês em Paris: Légendes, croyances et talismans des Indiens de l’Amazone e Quelques visages de Paris, respectivamente em 1923 e 1925. Estes dois livros de artista representam alguns dos mais belos exemplos bibliográficos produzidos pelas vanguardas latino-americanas. Inspirado na originalidade da estética marajoara e, paradoxalmente, no orientalismo japonês, Rego Monteiro volta-se para suas raízes, mostrando, em Légendes., seu indianismo de vanguarda em imagens figurativas de indígenas, pintadas em seda. Em Quelques., Paris é retratada em 10 desenhos de traço estilizado que, além da influência indígena, mostram elementos de um art déco geométrico. A publicação dessas duas obras acondicionadas em embalagem especial traz ao grande público a possibilidade de conhecer uma parte da rica produção de vanguarda brasileira.

              REGO MONTEIRO, V. de
              Makunaíma e Jurupari: cosmogonias ameríndias.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / M488m / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Makunaíma e Jurupari: Cosmogonias Ameríndias, organizado por Sérgio Medeiros, reúne num conjunto duas das mais relevantes coletâneas de contos indígenas em esmeradas traduções, com ensaios atuais sobre o valor estético e antropológico de ambos. A sua publicação pela coleção Textos da Editora Perspectiva vem preencher a lacuna que existia em nossa bibliografia especializada, nesse assunto. De fato, uma das racoltas constitui provavelmente a primeira tradução integral para o português do texto de Stradelli, e a outra repõe em circulação as aventuras de Makunaíma, na versão que inspirou a Mário de Andrade a composição de seu famoso "herói sem nenhum caráter". Com isso, dois monumentos da literatura indígena do Brasil estarão ao alcance do leitor e do estudioso, numa edição que estimulará a comparação das ações de Makunaíma com as de Jurupari, dois dos maiores heróis da tradição oral latino-americana

              MEDEIROS, Sérgio(org.)
              Mitos indígenas: Betty Mindlin e narradores indígenas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / M663mi / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Bem longe do barulho e da agitação das cidades, envolvidos pela noite escura e pelos mistérios da floresta, os índios se reúnem em torno da fogueira para contar suas histórias - narrativas fantásticas que revelam seu cotidiano, suas crenças e suas interpretações para os enigmas da vida e da morte. Impossível ouvi-as e não reagir a elas com admiração e espanto, tão fascinante é o universo mítico dos povos indígenas brasileiros.

              MINDLIN, Betty
              Narrativas tradicionais Sakurabiat
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(811) / N234 / 2006 · Item · 2006
              Parte de Bibliográfico

              Coletânea bilingue composta por 25 histórias que narram as principais lendas mitológicas do povo Sakurabiat, que habita a reserva Rio Mequéns, em Rondônia. Apresenta também dados linguísticos e etnográficos sobre o grupo, do qual existem apenas 23 falantes. Acompanha CD-ROM com a narração oral e escrita das histórias tanto em português como em Sakurabiat

              Galucio, Ana Vilacy (org.)
              O caçador de histórias = Sehay Ka'at Haría
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / Y19 / 2004 · Item · 2004
              Parte de Bibliográfico

              Em O caçador de histórias - sehay ka’at haríaI, o índio Yaguarê Yamã resgata a memória ancestral da nação indígena Mawé relembrando as histórias de sua infância, a maioria contada por seu pai, um excelente narrador de aventuras e seu grande inspirador. Quando a makukawa entoava seu canto melancólico na floresta e os sapos coaxavam no ygarapé próximo de onde morávamos, já sabíamos que estava na hora. Aquele era o aviso para uma longa noite de histórias, e todos corríamos para junto das redes dos mais velhos. E, antes que os mais velhos morressem e a arte de contar histórias fosse esquecida, pude resgatar algumas narrativas, entre elas a de um aventureiro engraçado, chamado Watiamã-weipy’t, herói safado, do tipo do famoso Macunaíma ou do Baíra, do povo Parintintim

              YAMÃ, Yaguarê
              O cru e o cozido: mitológicas.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / L664c / 1991 · Item · 1991
              Parte de Bibliográfico

              Este clássico do pai da antropologia reúne narrativas de povos sul-americanos diversos, apresentando a teoria de que os mitos ameríndios formam uma estrutura de pensamento

              LÉVI-STRAUSS, Claude
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / V135i / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              O vôo livre e o canto dos pássaros, o verde da floresta, a imensidão das águas dos rios, a diversidade da flora e da fauna, as populações ribeirinhas, assim como o grande número de tribos que habitam ou habitaram a região, fazem da Amazônia uma parte muito especial de nosso país; região cheia de segredos, encantos e riquezas incalculáveis. Esse é o cenário onde nasceram e circulam as histórias aqui reunidas. Elas foram selecioandas com base em um cuidadoso levantamento do fecundo folclore que faz parte do patrimônio oral dos povos da floresta.No passado, Monteiro Lobato escreveu fábulas, valendo-se de histórias estrangeiras e dando-lhes roupagens nacionais. Agora, a escritora Vera do Val brinda os jovens leitores brasileiros ao produzir um livro em que lapida lendas inteiramente nacionais. Elas podem ser agrupadas em três tipos, da seguinte forma: umas são referentes à criação, outras às relações entre homens, animais e natureza e, diferenciando-se das duas primeiras, há as que se voltam para a explicação da origem de diferentes povos

              VAL, Vera do
              O primeiro homem: e outros mitos dos índios brasileiros.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / M663p / 2001 · Item · 2001
              Parte de Bibliográfico

              Histórias com sabor irreverente de seis diferentes povos indígenas do interior do Brasil: os Cinta-Larga (Mato Grosso do Norte), os Jabuti (Rondônia), os Kaiapó (Mato Grosso do Norte e Pará), os Suruí (Rondônia) e os Tremembé de Almofala (Ceará). As narrativas tratam, em geral, de mitos de criação do mundo transmitidos oralmente, de geração para geração

              MINDLIN, Betty
              O selvagem
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / M188s 1975 / 1975 · Item · 1975
              Parte de Bibliográfico

              O autor, que pode ser considerado um precursor do Gen. Rondon no tratamento dos índios, advoga o conhecimento e estudo de suas línguas, costumes e organização social como meio de transmitir-lhes o nosso idioma e de incorporá-los à sociedade brasileira. O livro, publicado originalmente em 1876, quando eram diminutos os contatos com a população indígena da Amazônia e do Centro-Oeste, é completado pelo curso de língua tupi ou nheengatu

              MAGALHÃES, Couto de Gen.
              Tupã-Quem
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2588 / 1986 · Item · 1986
              Parte de Bibliográfico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2 / E77v / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              Vasos sagrados é um livro de histórias. Não de histórias comuns, mas daqueles de tipo especial. De relato em relato, feitos de maneira tão à vontade que remetem até a uma conversa entre amigos, ela abre aos leitores um infinito de possibilidades de reflexões ao apresentar a riqueza da mitologia indígena brasileira; As histórias estão divididas em quatro grandes capítulos compostos de diversas narrativas curtas. Cada parte do livro começa com um mito indígena, para logo em seguida ser esmiuçado em forma de comentários, análises e – ela mesma inicia o processo de – reflexões. Mesmo novatos no tema não demoram a se tornarem integrados aos novos e velhos saberes dessa interessante cultura

              ESPÍRITO SANTO, Maria Inez