Juruna
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Etnografia da vida social dos índios Juruna que vivem no Parque Indígenas do Xingu. Descreve e analisa os processos básicos da sociabilidade, práticas alimentares, categorias culinárias e a organização espacial da aldeia
LIMA, Tania StolzePublicação sobre músicas indígenas dirigidos a professores, educadores musicais e demais interessados pela temática indígena
Pucci, MagdaQuais os elementos e as relações que permitem uma leitura da sociedade brasileira como Brasil? Esta é uma das questões que o antropólogo Roberto DaMatta melhor articula em toda a sua obra. Trata-se de saber como é que passamos de grupo a Estado Nacional. E também de discutir como este Estado, que adotou ideologias e códigos de valores institucionais modernos, opera com as fortes relações de compadrio, de família e de amizade tão fundamentais e presentes na cultura brasileira. Em Explorações – Ensaios de sociologia interpretativa, o autor instiga o leitor a refletir sobre essas questões, a partir de artigos escritos entre 1985 e 1995 para o jornal Folha de S. Paulo e para a revista Manchete
MATTA, Roberto daA autora reúne e comenta numa excelente introdução várias narrativas de índios de diferentes grupos étnicos residentes no Parque Indígena do Xingu. Além de versões de mitos que se entrelaçam com memórias históricas, são de particular interesse as reconstituições das origens do contato e do estabelecimento do Parque
FERREIRA, Mariana K. LealInformação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "India Juruna criada pelo insp Pedro Silva"; Descrição da foto: Índia Juruna criada pelo inspetor do Serviço de Proteção aos Índios chamado Pedro Silva
Documentário sobre os Juruna, Suyá e Txukahamae que habitam a região do alto Rio Xingu. Os índios Juruna adornados dançam, tocam flauta e cantam na aldeia, pescam e caçam na floresta. Os Suyá adornados cantam, dançam, pescam com timbó, colhem mel na flore
DUTILLEUX, Jean-PierreA obra destina-se aos leitores juruna, mas também ao público geral, aos interessado0s em arte/artesanato indígena. Buscou-se uma organização temática, apresentando primeiramente a cerâmica, arte basicamente feminina, pela qual os juruna são conhecidos inclusive no exterior. Em seguida, apresenta-se a cestaria, arte masculina; cuias, arte feminina; estalhes em madeira, arte masculina; tecelagem, arte feminina; adereços corporais, arte feminina; arte plumária masculina; armas, armadilhas, canoa, brinquedos e entalhes, artes masculinas. Todos os textos são ilustrados. As ilustrações seguem estilos bem diversificados, do uso da caneta hidrográfica ao sombreamento do lápis de cor. Isso reflete justamente a característica principal deste livro: a coletividade. Não se privilegiou um único traço, um único estilo, pois a obra foi feita por várias pessoas, que aqui deixam um pouco de si, pensando talvez em leitores diferentes como alunos, outros colegas professores, filhos, netos que vião, e também nós, os não-índios, os caríbas, que admiramos as peças produzidas quando as vemos em exposições, lojas, e que podemo assim saber um pouco sobre elas
FARGETTI, Cristina Martins (org)Este livro apresenta o trabalho dos professores e autoridades do povo Juruna do médio Xingu
Boas, Deusdélia Pereira de Almeida VilasProtocolo de consulta do povo indígena Juruna sobre a forma como os indígenas querem ser consultados para qualquer decisão ou projeto de governo
RCA - Rede de Cooperação AmazônicaReportagem publicada pela revista Carta Capital em março de 2013 sobre a situação de conflito na região de Altamira no Pará entre os índios e a empresa Norte Energia em virtude da construção da Usina de Belo Monte
Vieira, WillianUm peixe olhou para mim é o resultado de uma pesquisa de campo de 26 meses entre os Yudjá, um povo tupi de navegadores e produtoras de bebidas fermentadas das ilhas do rio Xingu, que vive atualmente no Parque Indígena do Xingu; Resultado, também, de uma reflexão efetuada ao longo dos últimos vinte anos, este livro restitui as ligações que o cauim apresenta com deferentes aspectos da vida social Yudjá, oferecendo ao mesmo tempo uma analisa de um sistema sociocosmológico e um mapa condição humana; Como pensar relações entre perspectivas sem efetuar uma conceitualização hierárquica? Como criar todos que não sejam englobamentos? Daria para imaginar uma lógica entre perspectivas que tivesse mais afinidades com um jogo entre o dentro e o fora, do que entre partes e todos? Tais questões, diretamente enfrentadas pela autora, deixam implícita uma outra: existe uma diferença entre comer gente e beber cauim? Quem asseguraria que não comer gente é uma indicação suficiente de que não se é canibal?
LIMA, Tania StolzeTestemunho do esforço de um povo que lutou heroicamente para sobreviver e preservar sua cultura
VILLAS-BOAS, Claudio