Livro contendo capítulo realizado pela pesquisadora do Centro Ikuiapa-Cuiabá/Museu do Índio Anna Maria Ribeiro F.M.Costa chamado "Boca livre no sararé: invasão garimpeira em território Nambiquara"
Sans titreConto dos índios Nambikwára
Sans titreVisita aos Índios Nambikwára
Sans titreAldeia de Índios Nambikwára
Sans titreÍndias Nambikwára cozinhando bolo de mandioca. O Bolo é cozido sobre cinza quente no chão
Sans titreÍndia Nambikwára posando. Mulher do Índio Nuchilaitê
Sans titreÍndio Nambikwára, de nome Nuchiaitê, fumando um cigarro da marca "mistura" dado por pessoas do posto indígena
Sans titreÍndio Nambikwára, chamado Cavaignac, com seu arco e flecha
Sans titreÍndias Nambikwára registradas pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreCasal Nambikwára Nenê do rio Juína com filho no colo registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreÍndios Nambikwára registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Sans titreÍndios Nambikwára registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreÍndio Nambikwára reproduzido pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára em acampamento registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Rondon com índios Nambikwára registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado João Salustiano Lyra
Sans titreGrupo de índios Tayôpas (Nambikwára), em visita ao Tenente Pirineus, em Campos Novos registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Sans titreÍndio Nambikwára fardado registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreÍndio Nambikwára chamado Nenê registrado pelo pesquisador da Comissão Rondon chamado Edgard Roquette-Pinto
Sans titreÍndio Nambikwára registrado por pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára assando alimento registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára com artefatos indígenas no Núcleo Indígena Utiariti registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Luiz Thomaz Reis
Sans titreÍndios Nambikwára assando alimento registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára próximos de árvore registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Niebler
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
Sans titreGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
Sans titreGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
Sans titreHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára
Sans titreLegenda da foto: A barraca de Roosevelt era sempre visitada pelos índios Nambikwára, alguns já usavam as roupas dadas de presente pela a expedição
Sans titreAlbum de fotografias produzido pela Comissão Rondon, referente a serviços de Mato Grosso até o Amazonas
Família Nambikwára em sua perigrinação habitual
Sans titreLegenda da foto: Rondon visita uma aldeia nambikwára no ranchão, além do Juruena em 1908 e é observado pelo restante da comissão
Sans titreMato Grosso apresenta sistema hidrográfico mais rico e variado do Brasil. O rio “Saueminar”, o papagaio é um dos grandes em volume d’água, sua travessia é feita em balsa. O Salto do Utiariti, que é uma queda d’água desemboca neste rio. O transporte desta região é feito em bois. Em Juruena vemos a família da nação indígena Nambikwára atraídos pela missão religiosa Santa Terezinha do Mangabau. Imagem dos índios e dos seus utensílios. Imagem de um índio chefe de família construindo o “Sisu” pequeno abrigo temporário diferente das malocas são usados para caçar e guerrear com as tribos adversárias. Imagem do chefe da tribo. Imagens das crianças indígenas com seus animais preferidos como o macaco. Imagem dos índios preparando seu bolo predileto “Orienê Eso” feito de mandioca, esse bolo é passado de mão em mão antes do cozimento. Imagem das índias praticando natação numa piscina improvisada. Imagem dos índios vestindo trajes de chita. Imagem de Zé Maria, o mais temido atirador Nambikwára. Imagem dos índios praticando arco e flecha. Imagem da borduna, espada utilizada pelos pequenos índios. Imagem do rio Juína e de uma balsa atravessando esse rio. Imagem de Campos Novos (notável pelo clima) baluarte da civilização do interior mato grossense, na qual as erosões deram origem a Serra do Norte, imagem de casas da região. Imagem da planície de Vilhena focalizando as casas e o pequeno aeroporto. Imagem da cidade de Três Buritis. Imagem do cruzeiro comemorativo da 1º missa em 26/02/1936. Imagem do Rio Roosevelt. Imagem do trecho da estrada para Barão de Melgaço. Imagem do povoado. Imagem da sede da Estação Telegráfica
Sans titreFolheto informativo sobre o Projeto Berço das Águas que apoia os povos indígenas Irantxe, Mynky e Nambikwára na elaboração e implementação de planos de gestão territorial e ambiental na bacia do rio Juruena
O caderno de imagens é um trabalho concebido pelo Museu do Índio e a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro que tem por objetivo constituir um recurso didático para os professores utilizarem em sala de aula
Terceiro livro da trilogia que começou com Red Gold (1978) e passou por Amazon Frontier (1987), oferecendo uma cobertura ampla da história dos índios no Brasil desde 1500. A exemplo dos volumes anteriores, o autor se vale de anos de pesquisa e apresenta uma impressionante quantidade de informações. Como sugere o título ("Morrer se preciso for"), este livro não apenas começa com a saga rondoniana como também se inspira nesta vertente do indigenismo, dando um amplo destaque para as ações de sertanistas como os irmãos Villas-Bôas e para as situações de primeiro contato com "índios isolados". Diferentemente dos livros anteriores, este mostra um aproveitamento maior da etnologia contemporânea e vê os índios mais como protagonistas do que vítimas da história
Sans titreLivro contendo contos representativos de diversos povos indígenas
Sans titreTrabalho etnohistórico de Edwin B. Reesink do Latin America Research Series sobre os índios Nambikwára
Sans titreVárias reportagens:; 19/04/2006 - Super Tudo / TVE Brasil / 01'10";; 19/04/2006 - RJTV 1º Edição / Globo / 03'07";; 19/04/2006 - Jornal do Meio Dia / CNT / 02'00";; 19/04/2006 - Informe Rio / Record / 01'51";; 19/04/2006 - Jornal Futura / Futura / 03'20";
Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
Sans titreHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreGuerreiro Nambikwára com suas armas
Sans titreÍndios Nambikwára em embarcação no rio Juína registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreÍndios Nambikwára registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreRondon com índios Nambikwára registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índio Nambikwára chamado Nenê do Zuiu-iná (rio Juína), em peregrinação pelos campos registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreCacique Nambikwára Candido e outros índios com Rondon na porta de acampamento registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Sans titreÍndios Nambikwára assando alimento em frente a casa registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Thomaz Reis
Sans titreGrupo de índios Tagnanis (Nambikwára) em visita ao Tenente Pirineus, em Campos Novos da Serra do Norte (Invernada do Veado Branco, MT) registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Sans titreArtefatos dos índios Nambikwára registrados pelos pesquisador da Comissão Rondon chamado Edgard Roquette-Pinto
Sans titreÍndios Nambikwára na porta de casa registrados pela equipe de pesquisadores da Comissão Rondon
Índias Nambikwára registradas por pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára, de aldeias próximas à José Bonifácio, descacando frutos silvestres
Sans titreAldeia de Índios Nambikwára
Sans titreÍndio Nambikwára
Sans titreÍndio Nambikwára carregando criança
Sans titreÍndia Nambikwára
Sans titreJovem Índio Nambikwára
Sans titreÍndio Nambikwára
Sans titreÍndio Nambikwára, chamado Cavaignac, vestido com o uniforme recebido como presente do chefe da comissão
Sans titreJovem índio Nambikwára no campo registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Legenda da foto: Índios Nambikwára encontrados pela expedição do capitão Amarante e levados para Vilhena
Sans titreEste estudo tem por objetivo analisar, no período de 1942 a 1968, a ocupação das terras pertencentes aos Nambiquara, da Chapada dos Parecis, a partir da chegada dos seringueiros, movimento que fez parte do processo de expansão da fronteira oeste de Mato Grosso, sob a perspectiva Nambiquara
Sans titrePequenas histórias apresentam os mitos de criação de artefatos que estão presentes no cotidiano dos grupos indígenas que moram na Chapada dos Parecis - MT e, através destes podemos conhecer alguns dos seus modos de viver e compreender o mundo
Sans titreRelatório institucional da Operação Amazônia Nativa - OPAN do ano de 2015
Gravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
Sans titreGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
Sans titreHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
Sans titreÍndio Nambikwára, chefe Nuchilaitê, registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titrePosto telefônico Juhina, frequentado pelos Nambikwára e registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreEstação telegráfica de Juinia com índios Nambikwára registrada pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreÍndio Nambikwára registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titreCasa dos índios Nambikwára da Serra do Norte registrada pelo pesquisador da Comissão Rondon chamado Edgard Roquette-Pinto
Sans titreDocumentário japonês mostrando o cotidiano das tribos indígenas. Decupagem: Índios caminham pelo rio junto com uma expedição, índios doente dentro da casa, mapa do Brasil com as tribos que ficam perto de Rondônia, uma índia Suruí, índia toma banho de rio,
Sans titreCacique Nambikwára Candido e outros índios com Rondon na porta de acampamento registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Sans titreA série Morená apresenta os mitos de nossos índios em linguagem acessível que conserva o tom mágico e a poesia, com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos. Morená significa, para os índios Kamaiurá, a terra mítica onde mora Mavutsinim, o grande criador
Sans titreLegenda da foto: Grupo de expedicionários, entre eles Leduc, Lyra e Rondon e o índio "Uazácuririguassú" depois do ataque dos índios Nambikwára cujas flechas foram reunidas
Sans titreLegenda da foto: Rondon, Estilac, Lyra e outros integrantes da comissão ao lado de uma árvore onde um soldado do contingente foi flechado
Sans titreLegenda da foto: Carabina pertencente a Rondon, com a bandoleira furada pela flecha com que os Nambikwára o atacaram
Sans titreLegenda da foto: Rondon observa os três índios da tribo Nambkwára que visitavam o acampamento da expedição
Sans titreLegenda da foto: O acampamento da expedição recebia também visita de índias da tribo Nambikwára com suas crianças
Sans titreÍndia Nambikwára deitada
Sans titreÍndios Nambikwára assando alimento e registrados pela equipe de pesquisadores da Comissão Rondon
Índio Nambikwára Nenê do rio Juína registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
Sans titre