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Descrição arquivística
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Os Umutina
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SPIVI010 · Item · 1945
Parte de Arquivístico

Cena de um mapa de Mato Grosso, Barra do Bugres, onde se localiza os índios Umutina. O Conteúdo abaixo foi retirado da Revista América - Vol. VII, nº 3 julho de 1947, p. 261, baseado no Relatório de campo do Sr. Harald Schultz. No vídeo falta uma parte do que foi descrito no referido relatório. "Tipos de homens, mulheres e crianças. Construção de rancho até a sua cobertura de palha. Araras religiosas que representam as almas de antepassados Umutina. Trabalhos manuais do homem e da mulher, fiação com palha de tucum, preparo de couros rituais, fabricação de espadas e flechas. Pesca com arco e flecha. Em busca de mel silvestre, derrubada de árvores para obtê-lo (mel).Cenas de uma pesca com cipó - timbó, pelo envenenamento d' água (essa imagem não aparece no vídeo). Mudança de morada e queima de rancho abandonado. Óbito de uma criança e seus rituais. Lavoura - plantação de milho. Pintura de corpo com jenipapo e preparo da tinta (essa imagem não aparece também no vídeo). Os índios ornamentam-se para festa obituária (não aparece no vídeo). A primeira dança da festa - MIXINOSÉ. Preparo do grande terreiro para a festa (não aparece no vídeo). Construção do rancho no estilo primitivo dos ranchos Umutina, par receber os espíritos, dançarinos da festa."

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Expedições
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--CLIP 032 · Item · 1984
Parte de Arquivístico

O vídeo mostra o cotidiano das aldeias do Xingu e do trabalho realizado pela Universidade Federal de Mato Grosso, projeto de resgate cultural e pela melhoria da qualidade de vida desses povos. Fala do mundo simbólico dos índios, da diversidade biológica e

Arecemi, coordinador Peter Beysen e uma neta de Arecemi
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141207_107 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Arecemi com uma leve camada de urucum e Peter com o desenho carimbado de Kempiro (cobra Lachesis Muta). Casa de Arecemi e Wirita. Apiwtxa. Rio Amonia.

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Joana com o grafismo de oye (o arco-iris)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141211_119 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Ela aplicou para se mesmo linhas mais grossas porque ‘é assim que pessoas com uma idade avançada fazem’. Os desenhos dos/das adolescentes são mais finas e complexas. Casa de Joana. Apiwtxa. Rio Amonia.

Sem título
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141114_124 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Yara está segurando um espelho com o ‘grafismo’ do Cristo Redentor. Uma lembrança e/ou troféu que o pai dela trouxe do Rio de Janeiro por causa da abertura da exposição ‘O Poder da Beleza Ashaninka’ no Museu do Índio. Apiwtxa. Rio Amônia.

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Louisa com um desenho ‘antigo’ feito por Wirita
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141207_106 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

No interior do antebraço de Wirita percebe-se a tatuagem ‘X’ representando kempiro (a cobra Lachesis Muta).
Casa de Arecemi e Wirita. Apiwtxa. Rio Amonia.

Sem título
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141114_121 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

O processo da produção dos artefatos é algo social: as pessoas sentam se, encontram se, ‘trabalham’ juntos e as crianças sempre estão por perto e aprendem (aos poucos, sem nenhuma pressão) desde jovem imitando os adultos.
Grafismo na coroa de Valdete: etsikonta (desenho do tatu).

Casa de seu Antonio e Dona Piti. Apiwtxa. Rio Amonia.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141114_122 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Os dois carimbos representam partes diferentes do desenho da mesma cobra kempiro (Lachesis Muta). É tão bem feito que quando são postos juntos( lado ao lado como na fotografia) o desenho flui de um carimbo para o outro.
Apiwtxa. Rio Amonia.

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Pinturas dos Índios Wajãpi podem virar Patrimônio
BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--CLIP 046 · Item · 2002
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Uma criação dos índios Wajãpi, a pintura é candidata a tornar-se patrimônio pela UNESCO, um patrimônio imaterial. Os Wajãpi querem consagrar a pintura que fazem no corpo e nos objetos, como obra prima da humanidade. Usam tinta de urucum, gordura de macaco

‘Mestre’ Mambuka desenhando
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-ASH_PE-SO_FOT_20141207_109 · Item · 2014
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‘Mestre’ Mambuka sempre toma em conta a forma do rosto de alguém para acrescentar algo extra.
Apiwtxa. Rio Amonia.

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BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--CLIP 022 · Item
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A matéria é sobre demarcação da Terra Indígena dos índios Guarani de Bracuí, em Angra dos Reis, no Estado do Rio de Janeiro. Vivem nessa área 200 Guarani, vindos do Sul do Brasil, há oito anos. Apesar da influência dos brancos, os Guarani preservam alguns