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A luta da erva: um ofício étnico no Oeste.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / R413l / 1997 · Item · 1997
Parte de Bibliográfico

A luta da erva recupera as narrativas dos brasileiros expropriados com o processo de colonização do Oeste Catarinense. Traz os embates subjacentes do passado e do presente. Apresenta-se enquanto contra-história, por ser sineticamente opsta à História Oficial do colonizador. A contra-história dos brasileiros é silenciosa, subalterna, sem registros, sem marcos públicos, salvo aqueles da história feito corpo dos atores e depositária nos fragmentos da memória. É construida por homens comuns, nas ações do dia-a-dia. Neste caso, abriu-se espaço, para que a minoria étnica, os brasileiros, se expressasse, relatando as coisas comuns, matéria da qual todos somos feitos

RENK, Arlene
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-316.347 / F965p / 2005 · Item · 2005
Parte de Bibliográfico

Em A Persistência da Raça, além de interpretar os dois modelos de colonialismo adotados no Brasil? e suas seqüelas?, Fry fala da dor e da delícia de ser brasileiro, focalizando um dos temas mais candentes do mundo moderno: o racismo persistente. No livro estão reunidos onze ensaios sobre o tema? alguns esgotados em suas versões originais?, questionando dogmas, ortodoxias e verdades estabelecidas. Polêmico, mas não menos verdadeiro, o antropólogo recusa a idéia da "democracia racial" e não aprova o sistema de cotas para negros nas universidades. "As cotas introduziram pela primeira vez desde a declaração da republica a "raça" como figura jurídica", revela. Em seu lugar, ele propõe conceder essa dita "democracia" como um mito no sentido antropológico do termo, um ideal e uma maneira de pensar a sociedade em que a ascendência ou a aparência deveriam ser irrelevantes para a distribuição de direitos civis e de bens públicos; Dividido em duas partes, uma se lê a partir da África ¾ e reúne capítulos sobre as políticas coloniais portuguesa e britânica, o surgimento do segregacionismo inglês e a presença perturbadora do pensamento racializado autodepreciativo em uma pequena cidade de Moçambique. A outra parte se lê do Brasil, e focaliza as mudanças na "política racial", as implicações da adoção de uma taxonomia bipolar pelo Estado, o caso da "Cinderela Negra", a associação entre raça e programas de saúde, o debate sobre as cotas raciais e as implicações do critério de pobreza para a definição de quem pode pleiteá-las; No melhor estilo dos heróis fundadores da antropologia clássica, somos levados a olhar para as diferenças e, assim fazendo, duvidar da naturalidade com que a idéia de "raça" persiste com novas roupagens. A Persistência da Raça é uma contribuição fundamental para a antropologia contemporânea e para o debate sobre políticas de combate ao racismo hoje no Brasil. Leitura obrigatória, pelas certezas que questiona, as perplexidades que acende, os caminhos que mapeia

FRY, Peter
Clima e raça
BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2277 / 1981 · Item · 1981
Parte de Bibliográfico
PEIXOTO, Afrânio
Etnografia
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / H114e / 1940 · Item · 1940
Parte de Bibliográfico
HABERLANDT, Michael
Gente sem raça
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-323.4(81) / V614g / 1944 · Item · 1944
Parte de Bibliográfico
VIANA, Ataliba
Les types humains
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-574.6 / S378t 2vol / 1937 · Item · 1937
Parte de Bibliográfico
SCHREIDER, Eugène
Les types humains
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-574.6 / S378t 3vol / 1937 · Item · 1937
Parte de Bibliográfico
SCHREIDER, Eugène
Les types humains
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-574.6 / S378t 1vol / 1937 · Item · 1937
Parte de Bibliográfico
SCHREIDER, Eugène
Mitos raciais
BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0162 / 1964 · Item · 1964
Parte de Bibliográfico
COMAS, Juan
O selvagem
BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-39(81=1-82) / M188s 1913 OBRA RARA / 1913 · Item · 1913
Parte de Bibliográfico
MAGALHÃES, Couto de
O selvagem
BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-39(81=1-82) / M188s 1913 OBRA RARA / 1913 · Item · 1913
Parte de Bibliográfico
MAGALHÃES, Couto de
Raça e assimilação
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / V614r 1932 / 1932 · Item · 1932
Parte de Bibliográfico

Raça e assimilação (1932), um tratado antropológico de imensa repercussão e causou longas e eruditas polêmicas, principalmente porque, defendia a necessidade do caldeamento da raça negra, que julgava indispensável à integração do negro na sociedade universal, e Instituições políticas brasileiras

VIANNA, Francisco José de Oliveira
Raça e assimilação
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / V614r / 1938 · Item · 1938
Parte de Bibliográfico

Raça e assimilação (1932), um tratado antropológico de imensa repercussão e causou longas e eruditas polêmicas, principalmente porque, defendia a necessidade do caldeamento da raça negra, que julgava indispensável à integração do negro na sociedade universal, e Instituições políticas brasileiras

VIANNA, Francisco José de Oliveira
Raça e história
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9(091) / L664r / 1975 · Item · 1975
Parte de Bibliográfico
LÉVI-STRAUSS, Claude
Race and culture
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.9 / P236r / 1950 · Item · 1950
Parte de Bibliográfico
PARK, Robert Ezra
Racial miths
BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0071 / 1951 · Item · 1951
Parte de Bibliográfico
COMAS, Juan
Tipos humanos
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572.029 / F527tp / 1978 · Item · 1978
Parte de Bibliográfico
FIRTH, Raymond
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981 / V598i / 2000 · Item · 2000
Parte de Bibliográfico

A Obra citada é uma coletânea de ensaios produzidos por historiadores diversos, organizados em dois volumes pelo historiador Carlos Guilherme Mota, os quais tratam sobre diversos aspectos e períodos da História. No capítulo "Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência", que faz parte do primeiro volume, o historiador Kenneth Maxwell, discorre sobre a Independência do Brasil no contexto comparativo atlântico. Na primeira parte do texto, o autor trata sobre os aspectos e pressupostos que envolvem a emancipação de uma nova nação, os quais são: a democratização da política interna - a manifestação da expressão popular; o reconhecimento do novo status de nação por outras nações, o que naturalmente segundo ele, é de fundamental importância na história de sua identidade como nação independente; a assinatura de um tratado internacional com a antiga metrópole e outras obrigações e decisões comuns a uma nação emancipada, o que para ele, se constituem em temas fascinantes para a investigação histórica

MOTA, Carlos Guilherme (Org)