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BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / C331I / 2005 · Item · 2005
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Esta tese aborda a forma pela qual os índios de diversos grupos foram se incorporando à ordem colonial da AmazOnia portuguesa, tornando-se índiso cristãos. O autor busca mostrar como esses cristãos reinventaram e rearticularam os padrOes religiosos e morais introduzidos por missionários. O trabalho é fruto de uma extensa pesquisa em processos da Inquisição e traz novos aportes para se pensar o confronto de cosmologias e de universos culturais nesse período

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-392.89 / L643c / 1997 · Item · 1997
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Traçando um amplo painel do Renascimento ao Romantismo, o autor sustenta que a degradação da imagem do outro foi acompanhado por uma crescente incompreensão da antropofagia. Grande especialista nos textos quinhentistas franceses a respeito do Brasil, Lestringant dedica alguns capítulos aos Tupinambá e à sua fortuna política e filosófica no pensamento europeu

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.024 / V131h / 1995 · Item · 1995
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Ao longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.21 / P581p / 1992 · Item · 1992
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Aqui se conta a história da conquista do Maranhão pelos franceses com base em relatos dos frades capuchinhos Claude d'Abbeville e Yves d'Evreux, além de pesquisas do autor realizadas em Saint-Malo, de onde partiam as expedições corsárias, Paris, Genebra, Lisboa, Sevilha e Rio de Janeiro, nas bibliotecas e arquivos públicos. Logo, o livro não é apenas a compilação de outros volumes, mas uma visão particular e especial. Da mesma forma a apresentação não segue os padrões acadêmicos e a leitura se torna mais agradável quando o autor dá um tom romanesco à História, sem fugir em nenhum momento à verdade da cronologia e da saga gaulesa em terras maranhenses. Como afirma o senador José Sarney: "Os papagaios amarelos nos relembram que aqui se pensou criar uma nova França, que se pensou que os índios se transformariam em franceses. Com que grande orgulho o padre d'Abbeville julgava que o altíssimo e poderosíssimo monarca Luís XIII teria essa bela glória da tiara e a tríplice coroa de França, Navarra e Maranhão!"

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tupinambá / C146c / 2000 · Item · 2000
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Em seu A CRIANÇA E A MULHER TUPINAMBÁ, o Prof. José de Ribamar Chaves Caldeira analisa antologicamente uma sociedade fundamental para a formaçào sociocultural brasileira, em especial do Maranhão: os Tupinambás. A análise da criança e da mulher Tupinambá nos possibilita uma viagem pelo universo indígena, irradiando novas possibilidades para melhor compreensão da cultura e sociedade maranhenses

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.034 / A124h / 1945 · Item · 1945
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Publicado em Paris em 1614, a História do capuchinho Abbeville tem duas traduções em português, a primeira de César Marques (1874) e a segunda, mais divulgada, de Sérgio Milliet (1945), cada qual, segundo o prefácio de Sebastião Moreira Duarte, "bem longe de ser perfeita". O relato é sumamente valioso não apenas pela descrição minuciosa dos Tupinambá do Maranhão, como também pelas narrativas indígenas embutidas no texto. Cabe ainda refletir sobre este texto enquanto relato histórico e não propriamente etnográfico

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A Guerra dos Tamoios
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 1965 · Item · 1965
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A Confederação dos Tamoios, como ficou conhecido o movimento contra a dominação do colonizador português, iniciado pelos índios tupinambás, é considerada o primeiro levante popular brasileiro em nome da liberdade. O livro de Aylton Quintiliano registra esse momento histórico, ao relatar em detalhes a revolta que começava a moldar a mistura racial e social do povo brasileiro. Os insurgentes, que ficaram conhecidos como tamoios –os mais velhos, os donos da terra – ganham o destaque merecido, ao lado de figuras como Estácio de Sá, Villegagnon e Anchieta, em um momento no qual o Rio de Janeiro ainda não existia oficialmente como cidade

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A guerra dos Tamoios
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.53 / Q7g / 2003 · Item · 2003
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A guerra dos tamoios é, antes de tudo, a história de um grupo de heróis. Negligenciados pelos livros e obscurecidos por nomes como os de Estácio de Sá e Villegagnon, os tamoios são exemplos de união em defesa da terra e de seus direitos; É também um registro do Rio de Janeiro antes da fundação da cidade de São Sebastião, seus tipos, suas práticas econômicas, sua vida social e política e do espírito de independência e amor à liberdade que permanece até hoje na alma carioca

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-299.7/.8 / P788r / 2003 · Item · 2003
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Prêmio de melhor tese de doutorado no Concurso CNPq-ANPOCS de 2002, este livro oferece leituras instigantes de um vasto repertório documental. Dividido entre o século XVI e o XVII, entre o litoral e o sertão, entre os Tupi e os Kariri, entre a Antropologia e a História, o trabalho explora as múltiplas dimensões da tradução, não apenas no plano lingüístico como também (e sobretudo) no espaço do encontro entre horizontes cosmológicos distintos. Na primeira parte, ao refazer a trajetória do "profetismo tupi-guarani", a autora mostra a necessidade de reler as fontes à luz de uma crítica às leituras de outros estudiosos; na segunda, ao evocar a riqueza das missões do sertão nordestino, demonstra as possibilidades (e limites) do rico acervo de escritos missionários, que muito podem informar sobre a disputa entre índios e missionários em torno do poder simbólico

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / H489o / 2007 · Item · 2007
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Esta é a primeira tentativa de abordar a história de todos os índios brasileiros durantes os séculos de conquista colonial o primeiro contato que o autor teve com os índios brasileiros deu-se em 1961 numa expedição pelas cabeceiras do rio Iriri, quando sofreram uma emboscada preparada pelos kreen-akrore, tribo ainda desconhecida no país após essa primeira expedição, realizou várias viagens para diferentes regiões do país, conhecendo em profundidade a realidade de nossos índios neste livro, se propõe a escrever uma história dos índios brasileiros ou da conquista do Brasil em termos de seus povos nativos destaca a atuação dos exploradores europeus que deixaram alguma documentação sobre os índios que encontraram, e especialmente a atuação dos jesuítas, a seu ver, de fundamental importância para o bem estar dos índios durante a maior parte do domínio colonial português termina com a expulsão dos jesuítas na década de 1760, quando o equilíbrio de poder entre os colonos e os índios já se havia modificado

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / H673h / 2009 · Item · 2009
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"Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país

Meu querido canibal
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(815.3=1-82) / T693m / 2000 · Item · 2000
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Em Meu Querido Canibal, Torres se debruça sobre a vida do líder indígena Cunhambebe para traçar um painel das primeiras décadas de história brasileira. Considerado o mais valente dos nativos que lutaram contra a escravidão ou morte proposta pelos colonizadores, Cunhambebe, que, presumivelmente, morreu entre 1554 e 1560, era o mais temido e adorado guerreiro índigena e sua vida acabou sendo envolta em mitos. O livro acompanha a criação, apogeu e massacre da Confederação dos Tamoios, a organização social das tribos, o modo de vida, a ligação com os piratas franceses, o papel ambíguo de Anchieta, as mentiras e trapaças dos conquistadores, a fundação sangrenta da cidade do Rio de Janeiro, entre muitos outros temas que não estão nos livros escolares

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / L111va / 2000 · Item · 2000
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Clássico da literatura dos viajantes, esse livro constitui "breve relatório de uma viagem pelo interior da América Meridional, desde a costa do mar do Sul até as costas do Brasil e da Guiana, descendo o rio das Amazonas

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A991s / 1983 · Item · 1983
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A proposta da coleção História do Brasil em Documentos parte da reprodução comentada de documentos de época - textos oficiais, cartas, letras de música, artigos de jornal e fotos, entre outros - para expor temas relevantes da vida brasileira com a máxima fidelidade. Neste volume: - Primeiros contatos com os índios; os governadores-gerais e as guerras justas; os jesuítas; - Rondon e as primeiras tentativas de pacificação dos índios; - A questão indígena até os nossos dias; - Depoimentos dos próprios índios

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Duas viagens ao Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S776d 1974 / 1974 · Item · 1974
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Duas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil

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Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / D395b / 1980 · Item · 1980
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.034 / A124h / 1975 · Item · 1975
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Claude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39.001.5(81) / F399i / 1975 · Item · 1975
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Este livro reúne cinco ensaios etnológicos escritos por Fernandes entre 1946 e 1964, incluindo estudos sobre a reação tupi à conquista, a educação entre os Tupinambá, a trajetória de Tiago Marques Abiporeu, as tendências teóricas da pesquisa etnológica e o valor etnográfico das fontes coloniais. Inclui o famoso quadro sinóptico das observações registradas pelos “cronistas”

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tupinambá / F363o / 1989 · Item · 1989
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Durante mais de quatro séculos foi vendida a imagem do índio como um homem geneticamente preguiçoso, um homem nada afeito ao trabalho sistemático. Esta preguiça, entretanto, seria mera conseqüência da riqueza da terra. O índio brasileiro vivia numa espécie de Leste do Éden, um espaço onde tudo estava à mão e nenhuma necessidade se apresentava. Daí seu nomadismo, seu desapego à terra, seu desprezo ao trabalho. Segundo a tese em voga, também daí vinham seu caráter de povo sem lei, nem fé, nem rei e a formação de uma sociedade onde tudo era permitido, inclusive o canibalismo, a promiscuidade e a libertinagem.; Este olhar quinhentista formalizou o motivo necessário para se trazer da África os milhões de negros escravizados, afinal, uma “cultura superior”, como a européia, não podia conviver com tamanha ignomínia. E o sistema colonial precisava de uma mão de obra mais, digamos, responsável para fazer valer seus altos investimentos

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Os índios antes do Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / F268i / 2000 · Item · 2000
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Um mundo se desenvolveu por milênios à margem do Ocidente e do Oriente, até um dia ser descoberto e conquistado. Seus traços, que ficaram impressos na solidez da pedra e na fragilidade do barro, são o objeto deste livro. Das escarpas dos Andes ao Amazonas, do cerrado ao litoral, o leitor é convidado a conhecer esse mundo de antes de Cabral

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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / C267t / 1939 · Item · 1939
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Com um estudo preliminar e notas muito esclarecedoras, colocando o texto em diálogo com a atual historiografia e etnologia. São três tratados: "Do Clima e Terra do Brasil", que é uma espécie compêndio de saberes indígenas; "Do Princípio e Origem dos Índios do Brasil", que inclui uma descrição detalhada das práticas culturais dos Tupi e um esboço da diversidade étnica; e a "Narrativa Epistolar de uma Viagem e Missão Jesuítica", o que apresenta um relato esmiuçado da viagem do visitador jesuíta Cristóvão de Gouveia pelas missões do Brasil entre 1583 e 1590, com descrições preciosas dos índios que viviam nessas aldeias

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BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3049 / 2010 · Item · 2010
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Edição da revista Caros Amigos: especial genocídio e resistência dos povos indígenas que apresenta diversas matérias abordando a violação dos direitos indígenas. Há reportagens sobre os índios Guarani Kaiwá, Tupinambá, Pataxó, além da questão de Belo Monte assim como entrevistas com a antropóloga Manuela Carneiro da Cunha e do ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), Márcio Meira