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Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-77.3.66 · Item · 1977
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-11.10.30 · Item · 2011
Parte de Museológico

Uluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.

Kuikuro
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-11.10.28 · Item · 2011
Parte de Museológico

Uluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.

Kuikuro
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-11.10.27 · Item · 2011
Parte de Museológico

Uluri constituído por pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.

Kuikuro
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6296 · Item · 1955
Parte de Museológico

Uluri constituído por fios de tucum formando um cinto

Kamayurá
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6040B · Item · 1954
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de árvore cujo vértice, voltado para baixo, pende um cordel perinal de fibra não identificada

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6287 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-93.1.1 · Item · 1993
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6301 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6294 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6293 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-CCI-3426 · Item
Parte de Museológico

Designação em língua bakairi, difundida por toda a área do alto Xingu, para uma minúscula tanga. Consta de um triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perinal de fibra de buriti, este atado a um cinto de cem voltas de fios que contornam os quadris

Matipu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-CCI-3425 · Item
Parte de Museológico

Designação em língua bakairi, difundida por toda a área do alto Xingu, para uma minúscula tanga. Consta de um triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perinal de fibra de buriti, este atado a um cinto de noventa e oito voltas de fios que contornam os quadris

Matipu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-CCI-1163 · Item
Parte de Museológico

Designação em língua bakairi, difundida por toda a área do alto Xingu, para uma minúscula tanga. Consta de um triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perinal de fibra de buriti, este atado a um cinto de noventa e oito voltas de fios que contornam os quadris

Kalapalo
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-292 · Item · 1949
Parte de Museológico

O uluri consta de um triângulo de entrecasca de árvore de cujo um dos vértices, voltado para baixo, pende um cordel perinal. É suspenso por um outro cordel atado a um cinto de fios que contornam as cadeiras do corpo feminino

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-77.3.60 · Item · 1977
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-77.3.63 · Item · 1977
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-77.3.61 · Item · 1977
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-93.1.3 · Item · 1993
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-93.1.7 · Item · 1993
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6297 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6299 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-77.3.58 · Item · 1977
Parte de Museológico

O uluri consta de um triângulo de entrecasca de árvore pintado com motivos geometrizantes na cor preta e num dos vértices, voltado para baixo, pende um cordel perinal. O uluri é suspenso por um outro cordel atado a um cinto de fios que contornam as cadeiras do corpo feminino

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6040A · Item · 1954
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de árvore cujo vértice, voltado para baixo, pende um cordel perinal de fibra não identificada

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-11.10.29 · Item · 2011
Parte de Museológico

Uluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.

Kuikuro
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-11.10.26 · Item · 2011
Parte de Museológico

Uluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal. O triângulo encontra-se suspenso por um cinto de cordões de fibra de buriti torcida, dispostos paralelamente,e que contornam os quadris

Kuikuro
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-93.1.5 · Item · 1993
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-93.1.4 · Item · 1993
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6292 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6288 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6300 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6298 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-7683 · Item · 1959
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Yawalapiti
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-S/N · Item
Parte de Museológico

Conjunto de fios de fibra vegetal torcido formando um cinto usado na composição do uluri

Kamayurá
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-1046 · Item · 1950
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Kamayurá
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6285 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Kamayurá
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-6284 · Item · 1955
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Kamayurá
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-77.3.59 · Item · 1977
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
Uluri
BR DFFUNAI RJMI MUS-MNPI-AME-77.3.64 · Item · 1977
Parte de Museológico

Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal

Índios do Xingu
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_01 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_03 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_04 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_05 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Flechas produzidas por Tumi, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_09 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin volta a esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá colocar o bocal da arma, de forma que as duas peças encaixem perfeitamente.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_11 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin passa mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_12 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos de Binin passando mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_16 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin constrói a mira da zarabatana, feita de mamu, cera de abelha cozida, revestida de um pedaço oval de madeira.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_02 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_08 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin faz o primeiro teste de encaixe do bocal no corpo de sua zarabatana, enquanto Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na taboca de uma das flechas, de forma a inserir a ponta cortante no corpo da mesma.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_14 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_15 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão ajeita a zarabatana em seu colo, para então poder produzir a mira da mesma.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_20 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_07 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin termina de esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma, que se encontra já pronto e pintado de urucum, aos seus pés.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_13 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_18 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_19 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_06 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi com seu enawat nas mãos, o instrumento feito de dente de capivara (animal chamado enawat, em matis) que serve para afiar a ponta cortante da flecha. Ao seu lado, encostadas na parede da maloca, as flechas que estão sendo produzidas pelo artesão, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_10 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na ponta cortante que irá encaixar em uma das flechas, etapa final da construção da mesma. À sua esquerda, encostados na parede da maloca, podem-se ver os frutos de urucum utilizados por Binin, anteriormente, para pintar o bocal de sua zarabatana.

Shapu Sibó Matis
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_SSM_FOT_20150501_17 · Item · 2015
Parte de Arquivístico

Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.

Shapu Sibó Matis
Ulehe
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141105_096 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Ulehe tomando suco

Tauana Kalapalo
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / R484u / 1974 · Item · 1974
Parte de Bibliográfico

Reedição de alguns trabalhos de Darcy Ribeiro. Somam uma experiência e vivência de campo junto a tribos indígenas, que atravessam o difícil caminho do contato e ajustamento com as frentes de expansão nacional, em seu processo de avanço e conquista de territórios tribais

RIBEIRO, Darcy (1922-1997)
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-598.133 / C733u / 2006 · Item · 2006
Parte de Bibliográfico

Este é mais um livro do "Programa de Formação de Agente Agroflorestal Indígena" desenvolvido pela Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Ac). Diferentemente dos anteriores, Hanu Miyui Xarabu Tsamia está voltado especificamente para o povo Huni Kui, ou seja, para o povo Kaxinawá, como são popularmente conhecidos. Neste livro é tratado especificamente de tema relacionado à criação de animais silvestres: os quelônios.

Comissão Pró-Índio do Acre
Ubirajara, lenda tupi
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / A368u / 1970 · Item · 1970
Parte de Bibliográfico

Passa-se antes do descobrimento. O mais aborígene dos romances de Alencar. Desenvolve a lenda da fusão das tribos Araguaia e Tocantins, através do guerreiro Jaguarê, o senhor da lança

ALENCAR, José de
Ubá
BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F1209-6 / 1882 · Item · 1882
Parte de Bibliográfico
Uaupés
BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-IR1-030 · Subseção
Parte de Arquivístico

Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios

Serviço de Proteção aos Índios
Uatu Hoom
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Krenak / U11 / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico
KRENAK, Itamar de Souza Ferreira (org)
Ualalosé zerane (cantos de flauta)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JA_10112017_021 · Item · 2017
Parte de Arquivístico

Zalukaweyrore bateu com borduna, raio, quebrou a trava das sereias

Joãozinho Akonoizokae
Ualalosé zerane (cantos de flauta)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_25052017_027 · Item · 2017
Parte de Arquivístico

Canto de ualalosé meia noite. Whazaka (passarinho pescador, martim-pescador). Wazare queria tomar o bico de Whazaka, ele não quis dar

Anézio Zezonezokemae
Ualalosé zerane (cantos de flauta)
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_25052017_011 · Item · 2017
Parte de Arquivístico

Canto de ualalosé meia noite (flauta pequena). Kalaytewe, seu avo matou uma menina, levou para o fundo do rio, marimbondo. Kuymatiholo (menina) ressuscitada por Kalaytewe e virou sua mulher, preparando chicha para ele

Anézio Zezonezokemae
Uagati
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_HK_VID_20141106_041 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Hinhuka e Cesar buscam uagati (folha-lixa)

Coletivo Kalapalo
Uagati
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_082 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Masinua e Aiku lixando pilões de mão com uagati

Tauana Kalapalo
Uagati
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_077 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

00:00:00 até 00:00:18 - Uagati - Haja filmando Masinua lixando pilão de mão com uagati
00:00:18 até 00:00:39 - Queima da base do pilão - Bases dos pilões queimando
00:00:39 até 00:01:07 - Pilão de mão - Aiku observando Hinhuka lixando pilão de mão com uagati e Masinua raspando pilão de mão com facão

Tauana Kalapalo
Uagati
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_TK_VID_20141106_076 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Masinua lixando pilão de mão com uagati

Tauana Kalapalo
Uagati
BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_HK_VID_20141106_042 · Item · 2014
Parte de Arquivístico

Cesar coletando uagati (folha-lixa)

Coletivo Kalapalo