Triângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguUluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.
KuikuroUluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.
KuikuroUluri constituído por pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.
KuikuroUluri constituído por fios de tucum formando um cinto
KamayuráTriângulo de entrecasca de árvore cujo vértice, voltado para baixo, pende um cordel perinal de fibra não identificada
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguDesignação em língua bakairi, difundida por toda a área do alto Xingu, para uma minúscula tanga. Consta de um triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perinal de fibra de buriti, este atado a um cinto de cem voltas de fios que contornam os quadris
MatipuDesignação em língua bakairi, difundida por toda a área do alto Xingu, para uma minúscula tanga. Consta de um triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perinal de fibra de buriti, este atado a um cinto de noventa e oito voltas de fios que contornam os quadris
MatipuDesignação em língua bakairi, difundida por toda a área do alto Xingu, para uma minúscula tanga. Consta de um triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perinal de fibra de buriti, este atado a um cinto de noventa e oito voltas de fios que contornam os quadris
KalapaloO uluri consta de um triângulo de entrecasca de árvore de cujo um dos vértices, voltado para baixo, pende um cordel perinal. É suspenso por um outro cordel atado a um cinto de fios que contornam as cadeiras do corpo feminino
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguO uluri consta de um triângulo de entrecasca de árvore pintado com motivos geometrizantes na cor preta e num dos vértices, voltado para baixo, pende um cordel perinal. O uluri é suspenso por um outro cordel atado a um cinto de fios que contornam as cadeiras do corpo feminino
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de árvore cujo vértice, voltado para baixo, pende um cordel perinal de fibra não identificada
Índios do XinguUluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal de fibra de buriti.
KuikuroUluri constituído de um pequeno triângulo de entrecasca de árvore, cujo o vértice é voltado para baixo, de onde pende um cordel perineal. O triângulo encontra-se suspenso por um cinto de cordões de fibra de buriti torcida, dispostos paralelamente,e que contornam os quadris
KuikuroTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
YawalapitiConjunto de fios de fibra vegetal torcido formando um cinto usado na composição do uluri
KamayuráTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
KamayuráTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
KamayuráTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
KamayuráTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguTriângulo de entrecasca de arvore cujo vertice, voltado para baixo, pende um cordel perinal
Índios do XinguÚltimo trecho do caminho antes de chegar a aldeia
FOERTHMANN, HeinzÚltimo trecho do caminho antes de chegar a aldeia
FOERTHMANN, HeinzConforme itens anteriores.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Flechas produzidas por Tumi, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin volta a esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá colocar o bocal da arma, de forma que as duas peças encaixem perfeitamente.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin passa mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos de Binin passando mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin constrói a mira da zarabatana, feita de mamu, cera de abelha cozida, revestida de um pedaço oval de madeira.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin faz o primeiro teste de encaixe do bocal no corpo de sua zarabatana, enquanto Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na taboca de uma das flechas, de forma a inserir a ponta cortante no corpo da mesma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão ajeita a zarabatana em seu colo, para então poder produzir a mira da mesma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin termina de esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma, que se encontra já pronto e pintado de urucum, aos seus pés.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi com seu enawat nas mãos, o instrumento feito de dente de capivara (animal chamado enawat, em matis) que serve para afiar a ponta cortante da flecha. Ao seu lado, encostadas na parede da maloca, as flechas que estão sendo produzidas pelo artesão, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na ponta cortante que irá encaixar em uma das flechas, etapa final da construção da mesma. À sua esquerda, encostados na parede da maloca, podem-se ver os frutos de urucum utilizados por Binin, anteriormente, para pintar o bocal de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisÚltima corredeira do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzÚltima corredeira do rio Curisevo
FOERTHMANN, HeinzUlehe tomando suco
Tauana KalapaloReedição de alguns trabalhos de Darcy Ribeiro. Somam uma experiência e vivência de campo junto a tribos indígenas, que atravessam o difícil caminho do contato e ajustamento com as frentes de expansão nacional, em seu processo de avanço e conquista de territórios tribais
RIBEIRO, Darcy (1922-1997)Conforme itens anteriores.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersConforme itens anteriores.
Ana Paula Ratto de Lima RodgersEste é mais um livro do "Programa de Formação de Agente Agroflorestal Indígena" desenvolvido pela Comissão Pró-Índio do Acre (CPI-Ac). Diferentemente dos anteriores, Hanu Miyui Xarabu Tsamia está voltado especificamente para o povo Huni Kui, ou seja, para o povo Kaxinawá, como são popularmente conhecidos. Neste livro é tratado especificamente de tema relacionado à criação de animais silvestres: os quelônios.
Comissão Pró-Índio do AcrePassa-se antes do descobrimento. O mais aborígene dos romances de Alencar. Desenvolve a lenda da fusão das tribos Araguaia e Tocantins, através do guerreiro Jaguarê, o senhor da lança
ALENCAR, José deCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosLivro dos saberes indígenas sobre o açaí do povo indígena Karipuna
Fonte, Ana Paula Nóbrega da (organização)Tahihidyo (flauta ualalo de Marinho)
Fernando OmoizokieKaymare, oferecendo peixe
Joãozinho AkonoizokaeZalukaweyrore bateu com borduna, raio, quebrou a trava das sereias
Joãozinho AkonoizokaeMesma música de txeyru cantada no ritmo de ualalosé
Anézio ZezonezokemaeCanto de ualalosé meia noite. Whazaka (passarinho pescador, martim-pescador). Wazare queria tomar o bico de Whazaka, ele não quis dar
Anézio ZezonezokemaeCanto de ualalose. Kotyoyhoré (gente da água)
Maurinho NezokieMúsica gravada por Milton Nascimento do jeito que haliti canta
Maurinho NezokieCanto de ualalosé meia noite (flauta pequena). Kalaytewe, seu avo matou uma menina, levou para o fundo do rio, marimbondo. Kuymatiholo (menina) ressuscitada por Kalaytewe e virou sua mulher, preparando chicha para ele
Anézio ZezonezokemaeHinhuka e Cesar buscam uagati (folha-lixa)
Coletivo KalapaloMasinua e Aiku lixando pilões de mão com uagati
Tauana Kalapalo00:00:00 até 00:00:18 - Uagati - Haja filmando Masinua lixando pilão de mão com uagati
00:00:18 até 00:00:39 - Queima da base do pilão - Bases dos pilões queimando
00:00:39 até 00:01:07 - Pilão de mão - Aiku observando Hinhuka lixando pilão de mão com uagati e Masinua raspando pilão de mão com facão
Masinua lixando pilão de mão com uagati
Tauana KalapaloCesar coletando uagati (folha-lixa)
Coletivo Kalapalo