No pátio da Aldeia Cachoeira de noite o chamador (Hôkehcate) Zé Cadete Jôhê anima o cantador (Kö`tojkatë) Carlito Intohôc Krahô da Aldeia Bacuri e a comunidade.
Coletivo KrahôAmanhecer do dia depois da noite inteira de cantoria no pátio; grupo feminino acompanhado do cantador (Kö`tojkatë) Antônio Tàmi Krahô da Aldeia Pedra Branca com seu maracá. D.ªPerolina; Creuza Prumkwyj; dentre outras cantoras; e Leonardo Pires Rosse registrando o áudio.
Coletivo KrahôAs meninas cantoras vem chegando para acompanhar o cantor (increr) Carlito Pànrã Krahô da Aldeia Bacuri. São elas: Mailza Kujkô Krahô, usando o Hahi, e Jõxen Krahô usando o Kratre. Cantam cantiga do peixe-mandi e seu burburinho.
Coletivo KrahôCarlitos Pànrã, da Aldeia Bacuri, cantador (inkrer) de maracá (cotoj) no pátio com côro de mulheres canta a Cantiga do Quati (Wakô) que é executada de dia.
Coletivo KrahôSr.Tejapoc e Sr.Xêpym que segura o feixe de cacot (flechas com ponta de peteca de palha de milho) no pátio central (cà).
Coletivo KrahôCantiga de kricapé pelo cantor Andorinha Cakrô da Aldeia Cachoeira. Pintado de urucum e jenipapo canta solo cantiga executada à tarde no kricapé (via circular que contorna a aldeia). Durante o caminho recebe água na cabaça de uma parente próxima. Canto executado sem maracá. Na mão ele segura um pequeno gravador digital. Em sua cintura está amarrado o Txy = cinto feito de muitas “cabecinhas” de cabaça cortada que se chocam uma as outras percutindo e fazendo um som característico.
Coletivo KrahôCantiga de kricapé pelo cantor Andorinha Cakrô da Aldeia Cachoeira. Pintado de urucum e jenipapo canta solo cantiga executada à tarde no kricapé (via circular que contorna a aldeia). Durante o caminho recebe água na cabaça de uma parente próxima. Canto executado sem maracá. Na mão ele segura um pequeno gravador digital. Em sua cintura está amarrado o Txy = cinto feito de muitas “cabecinhas” de cabaça cortada que se chocam uma as outras percutindo e fazendo um som característico.
Coletivo KrahôDepoimento do Sr.Getúlio Krwakraj (Aldeia Manoel Alves) na língua. Contando a história do Pohyhpry – ritual da colheita do milho, de seus conhecimentos no tempo em que os Krahô (mehi) só movimentavam na cultura.
“Não existia educação, saúde, renda, nada disso.” Sr.Getúlio Krwakraj
Depoimento do Sr.Getúlio Krwakraj na língua sobre sua experiência na juventude, da importância dos jovens serem bons corredores. Explica que toda a comunidade confia em quem é bom corredor.
Gregório Huntê comenta sobre o ornamento de cabeça utilizado por Getúlio e chamado de honka do modelo antigo preparado no período da seca com folha de babaçu; folha já amarela, representando o partido Wakmeje. Hoje os homens usam um ornamento com duas “antenas” na parte anterior, como sendo uma variação do honka. Honka é feito da palha “olho” do babaçu
Honka é feito da palha “olho” do babaçu.
Áudio se mantém no depoimento do Sr.Getúlio Krwakraj na língua enquanto filma as pessoas que estão na roda de conversa ouvindo o discurso. Conta que para se plantar o milho para essas festas Pohypre, Cacot e Pohy jõ Crow a pessoa deve fazer vários resguardos, não pode plantar de qualquer jeito; continua incentivando os jovens a se prepararem para serem bons atletas. José Lindo Xepym Krahô e José Cadete participam. Souza Prehtyc, cacique (Pahhi) da Aldeia Pé de Coco (Rõr Pàr Pyxit).
Coletivo KrahôCreuza Prunkroi e Veronica Aldè (Xaaprit) na cena arrumando os equipamentos depois Creuza Prunkroi (Prum) faz uma pergunta na língua para os anciãos.
Coletivo KrahôGritos dos partidos Catamjê e Wacmjê.
Txai: Ihtyctyjre catámjê gritando e respondendo o desafio de Andorinha Cakrô, cantando Wacmjê. O desafio diz respeito à corrida de tora entre os dois partidos (seca e inverno).
Na rua, perto das casas muitos jovens registrando com gravadores, filmadoras e máquinas fotográficas o Canto da Sucuri pelo cantor (inkrer) Andorinha Cakrô da Aldeia Cachoeira.
Andorinho Cakrô está respondendo o grito do João Duruteu Txai que é o Ihtyctyjre.
Ihtyctyjre são as pessoas que sabem responder o grito do partido oposto.
Catámjê só tem esse grito; Wacmjê tem dois jeitos e gritar (existe uma divisão dentro do poder dele).
O movimento Catámjê é muito mais bonito afirma Gregório Huhtê.
O ancião catámjê quanto mais seu grupo é melhor, aconselha os jovens wacmjê a fazer mais resguardo, não pode comer muito, senão nunca vai ganhar. E o ancião wacmjê também fala aconselhando os jovens catámjê.
Vice-cacique da Aldeia Cachoeira Sr. Quinquin Juarez brincando com os amigos.
Coletivo KrahôFala na lingua nativa do cacique da Aldeia Cachoeira Sr.Odilio Pêhà – discorre sobre seu papel diante da comunidade; pede aos jovens que escutem mais e respeitem os costumes dos antigos;
Coletivo KrahôO Francisco Popyt é cantor (increr) profissional de Wyty, Copo e Xy, não é de maracá (Cotoj).
Dizendo que as mulheres tem reponsabilidade de cuidar bem dos velhos cantores; não “judiar”, contribuir com esse profissional de desempenha um papel importante para toda a comunidade.
Cantiga do Potyt esta falando sobre mulher. Como é que mulher pode tratar ele, por ele ser um artista. A mulher tem que ter responsabilidade de dar tudo certo para ele; não pode judiar. Porque ele é uma pessoa que está no centro do mundo.
Nessa pasta temos 21 cenas que registram a corrida de tóra de buriti realizada por ocasião do ritual Amjekim Pohy jõ Crow (Plantio do Milho) na Aldeia Cachoeira
Coletivo KrahôNessa pasta temos 21 cenas que registram a corrida de tóra de buriti realizada por ocasião do ritual Amjekim Pohy jõ Crow (Plantio do Milho) na Aldeia Cachoeira
Coletivo KrahôNessa pasta temos 21 cenas que registram a corrida de tóra de buriti realizada por ocasião do ritual Amjekim Pohy jõ Crow (Plantio do Milho) na Aldeia Cachoeira
Coletivo KrahôNessa pasta temos 24 arquivos que registram o momento em que várias pessoas estão fazendo o corte tradicional de cabelo na Aldeia Cachoeira se preparando para os Rituais previstos.
Coletivo KrahôNessa pasta temos 24 arquivos que registram o momento em que várias pessoas estão fazendo o corte tradicional de cabelo na Aldeia Cachoeira se preparando para os Rituais previstos.
Coletivo KrahôNessa pasta temos 24 arquivos que registram o momento em que várias pessoas estão fazendo o corte tradicional de cabelo na Aldeia Cachoeira se preparando para os Rituais previstos.
Coletivo KrahôZé Cadete Jõhê (hõkjêr catê = chamador) pintado e ornado chamando e avisando os jovens (mentwaies) para o encontro de cantores.
Coletivo KrahôGregório Huhtê explica para a comunidade na língua nativa sobre o propósito do encontro e sobre o Projeto o Trabalho da Memória através dos Cantos. Ninguém deve ficar triste pois não tem ninguém doente nesse momento. Avise os dois anciãos que foram escolhidos para serem os chamadores (hõkjêr catê) do encontro. O desejo que esses registros possam ser utilizados na Escola e de outras formas.
Coletivo KrahôContinuação do cantor de maracá (Cotojcrer) Antônio Cahxêt, da Aldeia Cachoeira que apresenta uma cantiga que conta do ratinho (amxôre) e do calanguinho (ajpryre) da Chapada; o acompanham as cantoras (hokrepô) Côhcahac e Terehkwyj.
Coletivo KrahôAmbrósio Cupehkaj Krahô, cantor (increr) da Aldeia Cachoeira canta a Cantiga do Canarinho usando o cotoj e com o Xy (cinto) amarrado na cintura. Levada mais rápida. .Acompanhado das cantoras (hokrepô) Côhcahac e Terehkwyj executa a cantiga de maracá (cotojcrer) que fala sobre cigarra (kohkot) e andorinha (xiprôre).
Com passos, pulos e danças bem acelerados.
Sr. Olegário Tejapôc da Aldeia Pé de Coco amarrando o Xy na perna direita. Cena muito curta.
Coletivo KrahôSr.Olegário Tejapoc Krahô em depoimento diz na língua nativa que vai gravar para deixar o registro para os seus netos em um lugar seguro, bem guardado pois ele já está de idade.
Sr.Olegário Tejapoc Krahô canta e dança com o Xy amarrado à perna, música que faz a Abertura; importante para iniciar as grandes festas/rituais (Amjekin) como o Ketwajê, Pepcahac e Pohypre.
“Música que representa as caçadas. Grande Festa.”
Bonita imagem da comunidade no pátio cantando a Cantiga do Xexéu = Pêhàre[ti]
Só canta à tarde = Pyt Kãm pit mê to cre
Cantoras (Hõkrepôj): Jogãn Krahô e Luzia Huhkô Krahô
Cantores (Increr): Domingos Kaj Krahô / Carlito Pànrã Krahô / Ambrósio Cupêhkaj Krahô
Música do Xexéu, pássaro que come ingá. Só canta na parte da tarde. Essa cantiga está por dentro e é sócia de todas as festas.
.A cantiga do xexéu fala sobre ele mesmo. A formação dele - sobre o bico, as penas. Ele que ensinou essa musica para os mehin. A cantiga fala sobre limpeza na aldeia, sobre estrada limpa.
O xexéu, o canarinho, e o pássaro preto do cerrado são os três pássaros que mais cantam e são inteligentes. O xexéu imita o quati também, faz ninho nas arvores altas ou junto com os marimbondos.
Desses três, o canarinho é o mais inteligente, emenda um canto no outro; o xexéu da um espacinho. O canarinho vai imitar a cantiga de vários outros pássaros porque eles estão ligados nele. Outros pássaros que não podem cantar pedem pro compadre (honpin) canarinho para cantar por eles. O canarinho não pode cantar sobre o xexéu nem sobre outros pássaros cantores. Tem que cantar só pelo pássaro com quem combinou, que fez acordo com ele; igual cupen (não índio)
Continuação da Cantiga do Xexéu = Pêhàre[ti] entoada pela comunidade que canta contornando o Kricapé
Só canta à tarde = Pyt Kãm pit m~e to cre
Cantoras (Hõkrepôj):
Jogãn Krahô e Luzia Huhkô Krahô
Cantores (Increr):
Domingos Kaj Krahô
Carlito Pànrã Krahô
Ambrósio Cup~ehkaj Krahô
Continuação da Cantiga do Xexéu = Pêhàre[ti] entoada pela comunidade que canta contornando o Kricapé. Muitas crianças, moças e mulheres (pyjê) acompanham o grupo de homens (mêhumre). Algumas mulheres comem manga; Huntê comenta que comem a manga imitando o Xexeu.
Coletivo KrahôContinuação da Cantiga do Xexéu = Pêhàre[ti] entoada pela comunidade que canta contornando o Kricapé. Muitas crianças, moças e mulheres (pyjê) acompanham o grupo de homens (mehumre).
Coletivo KrahôCena de cima da árvore filmando a corrida de tora vindo pela estrada no cerrado; os professores Ataúlho Atwyr (Pedra Branca) e Roberto Cahxêt Krahô (Manoel Alves Pequeno) em ação.
Coletivo KrahôContinuação da cena anterior; de cima da árvore filmando a corrida de tora vindo pela estrada no cerrado; boa tomada do corredor Wilson Pycaj Krahô pintado e usando o cinto Xy; vem soando pela estrada;
Coletivo KrahôComunidade no pátio; mulheres (pyjê) dando água para seus familiares corredores que estão chegando;
Coletivo KrahôHuhkra cahhy (bater palmas) – excluindo o adversário. Grupos de homens batendo palmas para o partido Catamjê, não só porque ganharam a corrida, mas porque o partido do “inverno/águas” está assumindo o novo mandato sazonal.
Coletivo KrahôLevi Tepjêt “chamador e mandador” (Hõpôr catê mê increr) da Aldeia Cachoeira convocando os jovens para a prática “mesmo”. Pode-se ouvir o áudio de Osmar Cuhkô Krahô cantando com maracá (cotoj). Meninos observam o cantor e em dois momentos respondem coletivamente batendo na boca enquanto gritam.
Coletivo KrahôO adolescente Sulivan Kryjtep (Kryjtep = família do papagaio) que é o “príncipe do milho” nesse ritual contorna no Crikape (via radial principal) todo pintado de urucum (listras verticais = partido da seca Wacmejê) e levando nas mãos duas petecas. Em pontos determinados ergue as petecas olhando para o grupo de homens - que o acompanham com o olhar do pátio (cà) – que respondem o gesto ritual com um tipo de “grito” coletivo.
Coletivo KrahôContinuação Pohypre
Coletivo KrahôContinuação chegada no pátio por Andorinho Cakrô Krahô - Acompanhador da Sucuri (Rohti to Cator catê pê quêt, wacmejê to Cator Catê). Cantiga do Gavião e a fila masculina com rostos tampados pelas folhas = Sucuri (Rohti) indo bem lentamente ao pátio central (Cà).
Hihuc xà é tahnã hutên catê = canção
Ótima cena de um forte momento politico entre os Krahô. Falas baixas, ouvidos atentos, percepção acurada, respeito máximo pelos mais velhos. Lideranças masculinas vão se juntando ao grupo que debate questões politicas sobre funções e responsabilidades de cada um no novo mandato sazonal – escolha do “prefeito” = Homré da estação chuvosa e seus conselheiros.
Destaque para as lideranças Catamjê: Faustino CrocCroc, Inhonhy “Mundico”, Balbino Tehhi e Gregório Huntê Krahô
Grupo de homens; cortando a vaca para dividir a carne.
Coletivo KrahôEmbaixo das mangueiras, grupo de homens sentados, alguns preparam adereços com fibras. Veronica Aldé, pesquisadora Prodocson aparece na cena; Zé Miguel da Aldeia Pedra Branca canta segurando o Kopó (bastão ritual). Dia de reuniões e encerramento de atividades.
Coletivo KrahôOdilio Pêha Krahô, cacique da Aldeia Cachoeira e o Sr.Xêpym Krahô junto com outros homens se retiram do pátio central (cà).
Coletivo KrahôTrecho curto de uma cantiga sem maracá; Leonardo Pires Rosse (Prodoson) o acompanha gravando o áudio.
Coletivo KrahôHomens cortando os tecidos que vieram via Projeto em grandes rolos; mulheres e crianças observam e aguardam a divisão da mercadoria.
Coletivo KrahôComida na bacia
Coletivo KrahôContinuação da fala do pesquisador e cacique da Aldeia Manoel Alves Dodanin Piiken Krahô sobre os objetivos do projeto (parte em língua nativa e parte em português).
Krahô sobre os objetivos do projeto (parte em língua nativa e parte em português).
Fala em língua nativa.do Sr. Getúlio Orlando Kruwakraj Krahô, da Aldeia Manoel Alves.
Coletivo KrahôHipêr tamã - continuação do arquivo 3547; Zé Cadete (Johê Krahô), conta da narrativa do Pajé da chuva e seu cunhado (Crowjikôt); o ancião e historiador conta como que um cunhado quase acabou com o outro cunhado com feitiço
Coletivo KrahôLiteratura infanto-juvenil com a temática indígena sobre uma história de amor inspirada em lendas astecas
Oliveira, Rui deMeia-noite. Primeira flauta, experimentando taquaras, fez zero, pedindo para ararinha e passarinho tocar, experimentar a flauta
Anézio ZezonezokemaeCanto de amore
João Batista ZoloizomaeCanto de amore meia noite (maior flauta, grande). Neta viu justa-conta (árvore) do vô dela, brilhando. Kyzokare (avô) e Tomayero (menina)
Anézio ZezonezokemaeChegada no terreiro. Flauta de Kalaytewe ta chegando, bebedor de chicha de fruta
Anézio ZezonezokemaeCanto de amore. Pessoal chegando das aldeias Mataloza, Kotyaza, Alohete
João Daniel ZanezokaeCanto de amore. Arara ajuntando terra pra marcar território, fazendo um morro. Halawa, kalo (arara vermelha)
Maurinho NezokieCanto de amore do final, terminando, guardando na casa de flautas. Já ganharam carne, beiju, vai guardar. Antes do zolane pedindo respeito ao zolane, dando conselho. História do roubo de iyamaka, mulherada rouba flautas de Kaymare (lua), as mulheres Zozolokero, Taywenamalo, Kozaulotyolo
João Daniel ZanezokaeCanto de amore chegando no terreiro. Kanawilinã (aldeia), Zozasekola (aldeia), Nareka (turma) chegando. Tononhi (lança), zalayserawa (frutinha pra fazer chocalho de perna). Kolataha (seriema)
João Daniel ZanezokaeAmostra de algodão tingido com "nava imi" (sangue civilizado) para confecções variadas.
MaruboAmostra de borracha sernambi
Sem identificaçãoAmostra de breu envolvido em pedaço de palha
SuruíAmostra de casca de árvore não identificada
WauráAmostra de cipó não identificado
Não identificadoAmostra de fio de embira de tauari, partido em diversos pontos
Isolado da T.I. TanaruAmostra de fibra de origem animal não identificada, de fios pretos, podendo ser cabelo humano, amarrados em fio de tucum
Sem identificaçãoAmostra de fibra vegetal não identificada, apresentando diferentes colorações de tons castanhos em um rolo pequeno amarrado
Sem identificaçãoAmostra de fibra vegetal não identificada
Sem identificaçãoAmostra de fibra vegetal não identificada, apresentando diferentes colorações de tons castanhos em uma grande amarração.
Sem identificaçãoPedaço de madeira escura apresentando uma das extremidades talhada
UrubuAmarrado de fibra de palmeira brejaúba utilizada para a confecção das cordas da rabeca e do arco musical, respectivamente números 14.10.1a e 14.10.1b)
Guarani MbiáAmostra de ouriço cacheiro totalizando vinte unidades, matéria-prima com que são confeccionado vários ornamentos pessoais dos Bororo
BororoAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tintura de jenipapo (Genipa americana L.) e carvão vegetal (árvore Boriprà) pintado com os dedos e com tala contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o padrão "Pintura do noivo"
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tintura de jenipapo (Genipa americana L.) e carvão vegetal (árvore Boriprà) pintado com os dedos e com tala contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o padrão "boroktikuyry – wetekei-kamkrekadjoibekamkuken"
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tintura de jenipapo (Genipa americana L.) e carvão vegetal (árvore Boriprà) pintado com tala contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o padrão "kerekà"
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tinta acrílica preta pintado com tala de tamanhos diferentes contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o padrão "kapran-ôk com diagonais internas"
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tintura de jenipapo (Genipa americana L.) e carvão vegetal (árvore Boriprà) pintado com tala contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o padrão "kekenikra"
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tintura de jenipapo (Genipa americana L.) e carvão vegetal (árvore Boriprà) pintado com tala contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o padrão "Ngokontire-ôk"
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tintura de jenipapo (Genipa americana L.) e carvão vegetal (árvore Boriprà) contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o uma mistura de padrões
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com tecido de entretela com dupla imprimação, segundo a técnica de pintura executada com tintura de jenipapo (Genipa americana L.) e carvão vegetal (árvore Boriprà) pintado com tala contendo motivos geométricos característicos do grupo formando o padrão "meibeOkaikep"
KayapóAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, arrematados nas extremidades com talas presas por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "axaipa" ;Fibras de arumã (trançado), tintura feita de fuligem de lamparina (querosene) com fixador chamado wirita, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, arrematados nas extremidades com talas presas por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "tinoottarale" ;Fibras de arumã (trançado), tintura feita de fuligem de lamparina (querosene) com fixador chamado wirita, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, arrematados nas extremidades com talas presas por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "iwittoipa" ;Fibras de arumã (trançado), tintura feita de fuligem de lamparina (querosene) com fixador chamado wirita, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, presos por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "paitsi ierikoapi" ;Fibras de arumã (trançado); tintura feita de Kerawidzo (ou carajuru Arrabidaea chica Verl. Bigoniaceae) com fixador chamado Koomali, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado quadricular gradeado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, presos por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "alidaliiekoa" ;Fibras de arumã (trançado); tintura feita de Kerawidzo (ou carajuru Arrabidaea chica Verl. Bigoniaceae) com fixador chamado Koomali, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, presos por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "omaiteda" ;Fibras de arumã (trançado), tintura feita de fuligem de lamparina (querosene) com fixador chamado wirita, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, presos por meio de fios de fibras de curauá (amarrado com barbante encerado). Padrão Lixiapo. ;Fibras de arumã (trançado); tintura feita de Kerawidzo (ou carajuru Arrabidaea chica Verl. Bigoniaceae) com fixador chamado Koomali, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, presos por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "pethe itakethiona" ;Fibras de arumã (trançado); tintura feita de Kerawidzo (ou carajuru Arrabidaea chica Verl. Bigoniaceae) com fixador chamado Koomali, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
BaniwaAmostra de padrão gráfico confeccionado com talas de arumã (Ischnosiphon spp), segundo a técnica do trançado sarjado contendo motivo geométrico característico dos trançados rionegrinos, presos por meio de fios de fibras de curauá (barbante encerado). Padrão "omaiteda" ;Fibras de arumã (trançado), tintura feita de fuligem de lamparina (querosene) com fixador chamado wirita, na língua baniwa. Fibra de arremate curauá (heriwai, em B.) + breu (Máini em B.) = barbante encerado (manipia, em B.)
Baniwa