Ainda sem ter terminado o instrumento, João Ikobo mostra como ele é tocado. O casco de jabuti é acomodado embaixo do sovaco, do mesmo braço que segura a flauta pan, que é ligada ao casco de jabuti por um barbante. A outra mão friciona a resina fazendo vibrar o casco, enquanto a flauta é tocado em sincronia com o reco-reco. O grupo da oficina ri intimidando um pouco João Ikobo. O instrumento ainda não está pronto, então os sons não estão ainda perfeitos. Mas já dá para entender como ele funciona.
Benjamim KulinaLivro sobre saúde indígena elaborado no curso de formação de professores Mebêngôkre, Panará e Tapajúna Goronã, durante etapas de ciências e oficina de produção de livros didáticos
Cada pedaço do pano precisa secar de modo igual para não ter uma diferença em cor . Por isso o pano precisa secar totalmente esticado sem dobras.
Apiwtxa. Rio Amônia.
Execução do motivo melódico do canto Ä’jeje tänäämö yaichuumatoojo . acchudi ou yaichuumadö. Cantador David Manoel Rodrigues
Povo Ye'kwanaExecução do canto Äji’choto chokkwatoojo executado durante o ritual do fim do resguardo da menina moça. acchudi. no'samo Eva Rodrigues
Povo Ye'kwanaExecução do motivo melódico do canto Äji’choto eseenö yaichuumatoojo. acchudi ou yaichuumadö. Cantador David Manoel Rodrigues
Povo Ye'kwanaÄji'choto Ewankä'nä'tojo. Não possui arquivo de áudio
Povo Ye'kwanaExecução do motivo melódico do canto Äji’choto nekawwödö uu yaichuumatoojo. acchudi ou yaichuumadö. Cantador David Manoel Rodrigues
Povo Ye'kwanaExecução do motivo melódico do canto Äji’choto otö yaichuumatoojo. acchudi ou yaichuumadö. Cantador David Manoel Rodrigues
Povo Ye'kwanaEm edição bilíngue – português e guarani –, Olívio Jekupé conta a história de Vera, um indiozinho que queria estudar na escola dos não índios. As aquarelas de Rodrigo Abrahim captam a atmosfera alegre e corajosa dos indígenas, em sua luta para defender-se dos não índios
JEKUPÉ, OlívioCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosCópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosTafukumã contando história para Masinua e Haihua
Tauana KalapaloExecução do motivo melódico do canto Akinhu’tojo’jödö inhakaatojo. acchudi ou yaichuumadö. Cantador David Manoel Rodrigues
Povo Ye'kwanaFruto de uma tese de doutorado defendida na UFPE, o livro abarca a atribulada história dos povos indígenas que, no século XVIII, enfrentaram o avanço da presença colonial na região do rio Tocantíns. A autora traz inúmeros aportes documentais que permitem elucidar o protagonismo de homens e mulheres Akroá, Karajá e Xakriabá (entre outros) nos embates violentos, na negociação de acordos de paz e na constituição de um espaço colonial para os índios. É de grande interesse a utilização de textos e depoimentos de obscuros estadistas, de sertanistas semi-analfabetos e de outros personagens que ilustram o encontro nem sempre feliz entre a política indigenista de Lisboa e as práticas locais do sertão. O livro inclui mapas ilustrados, com destaque para um manuscrito da Biblioteca Pública de Évora que mostra representações pictóricas de índios e aldeias
Alambique de cerâmica, base bojuda e corpo cilíndrico-alongado exibindo um orifício na parte superior, confeccionado com argila e antiplástico segundo a técnica do acordelado. Argila (dekai), antiplástico, cinzas da casca da árvore kawa, espécie não id., "ilimawa" (limão). Apresenta decorada externamente com grafismos geométricos "liatsakana", "dzawithida", "maaliphe" e "liikapakanaa" na cor vermelha ("eewa", barro amarelo) e envernizada com a resina de "maphitako" ;
BaniwaAlambique de cerâmica, base bojuda e corpo cilíndrico-alongado exibindo um orifício na parte superior, confeccionado com argila e antiplástico segundo a técnica do acordelado. Argila (dekai), antiplástico, cinzas da casca da árvore kawa, espécie não id., "ilimawa" (limão). Apresenta decorada externamente com grafismos geométricos " diakhe dzamakhanali", "maliphe" e "makalo" na cor vermelha ("eewa", barro amarelo) e envernizada com a resina de "omaphitako" ;
BaniwaAlambique de cerâmica, base bojuda e corpo cilíndrico-alongado exibindo um orifício na parte superior, confeccionado com argila e antiplástico segundo a técnica do acordelado. Argila (dekai), antiplástico, cinzas da casca da árvore kawa, espécie não id., "kainia" (manicuera). Apresenta decorada externamente com grafismos geométricos "kapitsirina" e "maaalikoodzo" na cor vermelha ("eewa", barro amarelo) e envernizada com a resina de "omaphitako" ;
BaniwaAlberto Garcia Pires durante o trabalho de pesquisa e registro dos caminhos percorridos pelo ancestral Kuyuujaani, principal responsável pela demarcação primeira do território ye'kwana. Aldeia Fuduuwaadunnha, Terra Indígena Yanomami, Roraima.
José CuryRegistro das atividades de difusão cultural do Museu Nacional dos Povos Indígenas
Publicação contendo estudos, relatos de viagens e ensaios sobre o rio Purus
Santos, Gilton Mendes (Organizador)“Amazonas: em Uxituba”
“Amazonas: em Uxituba”
“Amazonas: maloca principal do aldeamento de Cumarú (Inspetoria do Pará)”
“Amazonas: maloca principal do aldeamento de Cumarú (Inspetoria do Pará)”
“Amazonas: outro aspecto de Cumarú”
“Amazonas: outro aspecto de Cumarú”
O núcleo do trabalho está na análise iconográfica de uma gravura de 1782 mostrando a aldeia de São Fidélis, no Vale do Paraíba fluminense. Pouco elaborado e carente de apoio documental, o texto busca analisar a organização dos espaços político e simbólico deste aldeamento capuchinho
BARROS, Clara Emilia Monteiro deEste livro reproduz as entrevistas – na verdade, conforme explica a autora, conversas – realizadas com os habitantes do antigo aldeamento de Carretão ou Pedro III, em Goiás. Voltados inicialmente para informar a FUNAI sobre os conflitos na região e, em seguida, para subsidiar a dissertação de mestrado da autora, os levantamentos aqui apresentados fornecem detalhes bastante interessantes sobre a identidade étnica, sobre a história fundiária e sobre a memória. Além de depoimentos de Tapuios, também há entrevistas com posseiros e fazendeiros que contam outra história. O livro traz, ainda, um pequeno anexo documental
ALMEIDA, Rita Heloísa de (org.)“Principal maloca do aldeamento Maraú.”
“Principal maloca do aldeamento Maraú.”
Pensado inicialmente como um aporte didático, o livro ultrapassa essa limitação ao trazer um material original de pesquisa em arquivos realizada pela equipe do Programa de Estudos dos Povos Indígenas, da UERJ. O texto é curto porém contundente, buscando levantar questões e problemas quanto à presença indígena no Rio de Janeiro, entre os séculos XVI e XIX
FREIRE, José Ribamar BessaEdição de um trabalho de geografia apresentado como tese de livre docência em meados da década de 1960. Fruto de uma expressiva pesquisa histórica, o livro documenta o lugar das populações indígenas na organização do espaço colonial em São Paulo, com destaque para o século XVIII
PETRONE, PasqualeO livro trata do processo de aldeamento indígena na região Nordeste quando a política indigenista esteve sob a incumbência do Serviço de Proteção aos Índios, neste caso, o aldeamento dos Xucuru-Kariri no Posto Indígena Irineu dos Santos, Agreste alagoano, Palmeira dos Índios; O processo resultou na fundação da aldeia Fazenda Canto, primeira do grupo no contexto republicano. Foi a partir da aldeia Fazenda Canto que os Xucuru-Kariri iniciaram seu processo de restituição territorial, atualmente, o grupo se encontra distribuído em seis aldeias, inclusive, encontra-se em adiantado processo de demarcação da sua terra Indígena, o que tem causado tensão entre os indígenas e sociedade envolvente
SILVA JUNIOR, Aldemir Barros daInformação do relatório: I.R.2 - Pará - 1942; Legenda da foto: "[Vista da aldeia]"; Descrição da foto: Casas indígenas da aldeia
Aldeia registrada pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Aldeia registrada pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: "Vista parcial da "Aldeia Januaria" localisada no P.I.A."; Descrição da foto: Vista parcial da Aldeia Januaria localizada no Posto Indígena de Atração
Foto do pátio da aldeia Aiha, tirada em agosto de 2011
Marina Pereira NovoFoto aérea da aldeia Aiha, tirada em fevereiro de 2015
Marina Pereira NovoAldeia Aratuma no Posto Redenção Indígena
Continuação do vídeo 29. Imagens de interior de casa, índios conversando, índia comendo, índia descascando legumes e conversando, crianças brincando e correndo dentro da casa. Crianças em volta da índia mais velha da aldeia. Índia de novo descascando legu
Trabalho produzido pela Comunicação Social/Sacd para o Jornal Museu ao Vivo no. 18. Vista da terra indígena dos Guarani da Aldeia Boa Esperança no Estado do Espírito Santo. Imagens de crianças Guarani tomando banho da água que cai da caixa d'água. Casa in
Vista de algumas malocas Bororo junto ao Posto Córrego Grande
FOERTHMANN, HeinzVista de algumas malocas Bororo junto ao Posto Córrego Grande
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FOERTHMANN, HeinzUma aldeia dos índios Bororo chamada Miao-Pare
FOERTHMANN, Heinz