Raimundo Kulina experimenta uma das bandoleiras ashaninka. Elas chegam quase ao sua canela.
Coletivo KulinaExposições Museu do Índio
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Benjamim se encaixa em um dos chapéus em exposição no espaço para tirar uma foto. Ele carrega consigo a filmadora.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina observa foto de menina ashaninka com pintura facial e roupas tradicionais. Ele vai imaginando como poderia ser uma exposição kulina, com pinturas faciais, com objetos interessantes e fotos bonitas de seu povo. Ele sugere um espaço dedicado às sessões de rami.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina pega a bolsinha ashaninka em exposição no Museu do Índio. Ele chama a atenção para o detalhe das penas amarelas que estão pregadas na bolsa, que é de algodão.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina pousa para foto em frente ao prédio da administração do Museu do Índio.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina experimenta o tradicional adereço ashaninka do tipo bandoleira. Ele é bem diferente dos adas kulina. É bem maior, com várias voltas grandes de contas vermelhas, feitas de sementes e adornado com penas coloridas de pássaros. As voltas de contas vão do ombro até a altura do joelho.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina assina o livro da exposição ashaninka.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina pousa para foto ao lado de foto de menino Ashaninka com cachimbo na boca na porta da exposição ashaninka.
Coletivo KulinaAndreia apresenta a exposição ashaninka e explica para os Kulina como ela foi concebida. Raimundo Kulina presta muita atenção e nos ajuda a pensar, ali mesmo, quais os objetos e imagens kulina seriam interessante de colocar em exposição naquele espaço. Ele procura experimentar todos os objetos da cultura ashaninka que estão a mostra no espaço.
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