Andreia apresenta a exposição ashaninka e explica para os Kulina como ela foi concebida. Raimundo Kulina presta muita atenção e nos ajuda a pensar, ali mesmo, quais os objetos e imagens kulina seriam interessante de colocar em exposição naquele espaço. Ele procura experimentar todos os objetos da cultura ashaninka que estão a mostra no espaço.
Coletivo KulinaExposições Museu do Índio
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Arnaldo Kulina pousa para foto ao lado de foto de menino Ashaninka com cachimbo na boca na porta da exposição ashaninka.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina assina o livro da exposição ashaninka.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina experimenta o tradicional adereço ashaninka do tipo bandoleira. Ele é bem diferente dos adas kulina. É bem maior, com várias voltas grandes de contas vermelhas, feitas de sementes e adornado com penas coloridas de pássaros. As voltas de contas vão do ombro até a altura do joelho.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina pousa para foto em frente ao prédio da administração do Museu do Índio.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina pega a bolsinha ashaninka em exposição no Museu do Índio. Ele chama a atenção para o detalhe das penas amarelas que estão pregadas na bolsa, que é de algodão.
Coletivo KulinaArnaldo Kulina observa foto de menina ashaninka com pintura facial e roupas tradicionais. Ele vai imaginando como poderia ser uma exposição kulina, com pinturas faciais, com objetos interessantes e fotos bonitas de seu povo. Ele sugere um espaço dedicado às sessões de rami.
Coletivo KulinaBenjamim se encaixa em um dos chapéus em exposição no espaço para tirar uma foto. Ele carrega consigo a filmadora.
Coletivo KulinaRaimundo Kulina experimenta uma das bandoleiras ashaninka. Elas chegam quase ao sua canela.
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