Etnologia
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O DVD apresenta inicialmente a distribuição do livro "Tastevin, Parrissier: fontes sobre índios e seringueiros do Alto Juruá" de autoria da antropóloga Manuela Carneiro da Cunha para em seguida exibir a palestra proferida pela supracitada autora. O evento
Museu do ÍndioA arte, os artistas, suas culturas e seus objetos situam-se no domínio de interesse principal deste livro através das originais formulações encontradas na obra de Claude Lévi-Strauss. A autora debruçou-se detidamente sobre a obra e a vida do antropólogo, tendo como fio condutor a investigação da arte como união entre a natureza e a cultura. Em suas pesquisas, encontrou documentos inéditos do período em que o autor esteve no Brasil, os quais mereceram atenção especial neste livro; manteve correspondência com o antropólogo, investigou arquivos diversos, para recompor sua trajetória intelectual. As reflexões do antropólogo sobre as chamadas arte primitiva e arte civilizada compõem um mesmo conjunto, que lhe possibilitou elaborar uma reflexão sobre a arte em geral, e permitiu à autora discutir questões fundamentais do estruturalismo de autoria do próprio Lévi-Strauss.
PASSETTI, Dorothea VoegeliA publicação reúne dados, aspectos políticos e a capacidade de organização dos Mendonça do Amarelão do Estado do Rio Grande do Norte
Galhardo, JussaraAtravés de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon
MACHADO, Maria Fátima RobertoEste trabalho inscreve-se dentre as etnografias dedicadas ao grupo indígena usualmente conhecido como Uitoto, de autodenominação Murui e Muira-murui(ou Muinane). Resulta de pesquisa realizada entre os anos de 1999-2004(entre períodos de campo longo e visitas pontuais), na AmazOnia colombiana, em particular San Rafael, rio Caraparaná
PEREIRA, Edmundo Marcelo MendesOs conceitos não têm sentidos rigidamente fixos, mas se desenvolvem e modificam no tempo e espaço. Geertz, um dos maiores antropólogos da segunda metade do século XX, discute conceitos como país, nação e identidade sob nova luz, ultrapassando as fronteiras disciplinares. Suas obras na área de ciências sociais são referência por sua clareza e importância. Com um pensamento pós-moderno e multicultural, Geertz retoma questões de filosofia política, psicologia, religião e história num trabalho de grande interesse para qualquer um disposto a enxergar sob nova perspectiva a antropologia no mundo contemporâneo
GEERTZ, CliffordEsta coletânea reúne pesquisas que contribuem para ampliar os horizontes acadêmicos sobre os Kaingang no Brasil Meridional, a partir do principio de que essas pessoas não são apenas um objeto de pesquisa, mas genuínos mestres com muito a ensinar
TOMMASINO, KimiyeOficializada pela FUNAI, em 1988, a comunidade Yaminawa, da Terra Indígena Cabeceiras do Rio Acre,; no município de Assis Brasil, constitui a principal referência deste livro. Trata-se de um estudo situado na confluência da História com a Antropologia, cujo objetivo é expor uma rotina descritiva que não isole história e estrutura. É a história de uma pequeno grupo humano, que incorpora a visão de seus herdeiros e seu papel na vida social - um ser, um ver e um fazer entretecidos. Na contracorrente de estudos bem delimitados, com estrutura canônica e conclusões bem assentadas, o conteúdo desta obra se aproxima de um conjunto de obstinadas variações sobre os mesmos temas, que reproduz, em certa medida, o seu próprio processo de elaboração. Sob tal foco, o autor escreve uma outra história dos Yaminawa, que busca desvendar elementos cruciais da vida desses indígenas do grupo etnolingüístico Pano
Calavia Saez, OscarQuantas casas ou ruas são necessárias para que uma cidade seja chamada de cidade? Os subúrbios cresceram a partir das cidades? Povos mais simples têm maior interesse pelo Divino? Alguém pode definir com palavras o que seja o jazz? Falar de arte em termos técnicos seria suficiente para entendê-la? As pessoas carismáticas seriam produto da psicopatologia que a desordem mundial alimenta? Insígnias, formalidades, coroas e limusines seriam uma forma de a elite justificar sua existência? Conflitos sociais, talento empresarial, desempenhos sexuais e rituais religiosos seriam jogos nos quais brincamos de ter e ser?
GEERTZ, CliffordO que a etnografia é não está muito claro. Talvez ela seja uma espécie de escrita, para aqueles que se empenham em produzi-la e/ou consumi-la. Mas diversas considerações, talvez não muito razoáveis, têm impedido seu exame como tal. Para desenvolver esta idéia inicial, o autor Clifford Geertz analisa o trabalho de antropólogos bastante diferentes como Claude Lévi-Strauss, Edward Evan Evans-Pritchard, Bronislaw Malinowski e Ruth Benediet
GEERTZ, Clifford