Etnologia
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A dissertação acompanha a trajetória histórica de Atalaia, um aldeamento composto por índios Kaingang que teve sua concepção no governo da Capitania de São Paulo durante o processo de colonização dos Campos de Guarapuava na primeira metade do século XIX
Sin títuloPublicação contendo textos e fotografias de Curt Nimuendajú e do organizador Renato Athias
Sin títuloEste é um estudo da organização social tuyuka. Seu horizonte teórico é o sistema social; do Uaupés, a respeito do qual várias descrições de grande valor etnográfico já foram; publicadas. As informações sobre os Tuyuka da área da fronteira Brasil-Colômbia; contribuem para adensar o entendimento dos grupos Tukano Orientais e da região do alto; rio Negro
Sin títuloFruto de estudo sobre um aldeamento indígena no norte Fluminense, este livro mostra as várias formas de se entender o índio no século XIX
Sin títuloEste livro reúne cinco ensaios etnológicos escritos por Fernandes entre 1946 e 1964, incluindo estudos sobre a reação tupi à conquista, a educação entre os Tupinambá, a trajetória de Tiago Marques Abiporeu, as tendências teóricas da pesquisa etnológica e o valor etnográfico das fontes coloniais. Inclui o famoso quadro sinóptico das observações registradas pelos “cronistas”
Sin títuloPode a antropologia explicar satisfatoriamente o desejo de uma população indígena por dinheiro e mercadorias? E o que dizer quando o consumo indígena não responde pelas necessidades de produção material ou de subsistência e aparece-nos à primeira vista como uma espécie de ‘consumismo’? Quais os efeitos da circulação de bens industrializados na economia política nativa?; Eis algumas questões que César Gordon aborda nesta obra. Como base em uma detalhada etnografia do caráter inflacionário do consumo entre índios Xikrin, ele nos mostra que o desejo indígena pelos objetos que lhe são estrangeiros não é espúrio, inautêntico e exótico. Ao contrário, é a expressão de um propósito e de uma história propriamente indígenas, com profundas conexões com a cosmologia, o sistema ritual e o parentesco; Sendo parte de um projeto que estuda as transformações ocorridas entre os povos indígenas contemporâneos, este é um trabalho antropológico valioso e inovador, em que o autor reflete sobre um tema candente para muitas populações indígenas no Brasil: a relação com os não-índios, com o Estado e com a economia capitalista
Sin título“A nossa ‘Aventura antropológica’ pode lembrar a visão romântica que cerca os antropólogos, quase sempre confundidos com excêntricos aventureiros que se lançam em estranhas viagens por regiões desconhecidas os espaços urbanos inabituais. Mas, mesmo rejeitando estas pinceladas românticas, não seria enganoso dizer que a pesquisa é sempre uma aventura nova sobre a qual precisamos refletir. É o que tentamos fazer neste livrio” – Ruth Cardoso
Sin títuloEste volume retrata a crítica do conceito de guerra nas sociedades ditas primitivas e a interpretação da significação dos símbolos sagrados que se relacionam com o poder, enquanto elementos operários do seu exercício
Sin título“Este livro, embora independente, integra uma série de estudos de Antropologia da Civilização em que se procura repensar os caminhos pelos quais os povos americanos chegaram a ser o que são agora e discernir as perspectivas de desenvolvimento que se lhes abre” Darcy Ribeiro (Prefácio à Primeira Edição)
Sin títuloO homem submeteu as forças da natureza, mas não conseguiu controlar ainda as forças sociais, dominar as mudanças e planejá-las segundo as leis da razão.; A Antropologia Aplicada propõe-se justamente, como ciência, a tarefa de contribuir com meios de seu saber para que se desenvolva à altura do nosso tempo e das nossas necessidades esta expansão do poder do homem, a partir da natureza fixa para a natureza social. Daí a enorme importância atual desta disciplina antropológica. Roger Bastide, sociólogo e antropólogo sobejamente conhecido por seus vínculos com esta área no Brasil e com a história da Universidade de São Paulo, aborda no presente livro os postulados da Antropologia Aplicada, seus métodos de ação e seus limites. Limites tão relevantes que ele sugere aqui um outro, o qual não mais extraia uma prática da teoria, isto é, que pesquise as leis da ação prometéica
Sin títuloWhen Western scholars write about non-Western societies, do they inevitably perpetuate the myths of European imperialism? Can they ever articulate the meanings and logics of non-Western peoples? Who has the right to speak for whom? Questions such as these are among the most hotly debated in contemporary intellectual life. In How "Natives" Think, Marshall Sahlins addresses these issues head on, while building a powerful case for the ability of anthropologists working in the Western tradition to understand other cultures; In recent years, these questions have arisen in debates over the death and deification of Captain James Cook on Hawai'i Island in 1779. Did the Hawaiians truly receive Cook as a manifestation of their own god Lono? Or were they too pragmatic, too worldly-wise to accept the foreigner as a god? Moreover, can a "non-native" scholar give voice to a "native" point of view? In his 1992 book The Apotheosis of Captain Cook, Gananath Obeyesekere used this very issue to attack Sahlins's decades of scholarship on Hawaii. Accusing Sahlins of elementary mistakes of fact and logic, even of intentional distortion, Obeyesekere portrayed Sahlins as accepting a naive, enthnocentric idea of superiority of the white man over "natives"—Hawaiian and otherwise. Claiming that his own Sri Lankan heritage gave him privileged access to the Polynesian native perspective, Obeyesekere contended that Hawaiians were actually pragmatists too rational and sensible to mistake Cook for a god; Curiously then, as Sahlins shows, Obeyesekere turns eighteenth-century Hawaiians into twentieth-century modern Europeans, living up to the highest Western standards of "practical rationality." By contrast, Western scholars are turned into classic custom-bound "natives", endlessly repeating their ancestral traditions of the White man's superiority by insisting Cook was taken for a god. But this inverted ethnocentrism can only be supported, as Sahlins demonstrates, through wholesale fabrications of Hawaiian ethnography and history—not to mention Obeyesekere's sustained misrepresentations of Sahlins's own work. And in the end, although he claims to be speaking on behalf of the "natives," Obeyesekere, by substituting a home-made "rationality" for Hawaiian culture, systematically eliminates the voices of Hawaiian people from their own history; How "Natives" Think goes far beyond specialized debates about the alleged superiority of Western traditions. The culmination of Sahlins's ethnohistorical research on Hawaii, it is a reaffirmation for understanding difference
Sin títuloEssa coletânea reúne três textos clássicos da antropologia, escritos pelos principais representantes da corrente evolucionista que prevaleceu nos primeiros anos da disciplina. Lewis Henry Morgan (1818-1881), Edward Burnett Tylor (1832-1917) e James George Frazer (1854-1941) representam a tradição antropológica contra a qual lutaram autores como Franz Boas, em defesa do relativismo cultural. Assim, esse livro pode ser lido em diálogo com outro da mesma coleção: Antropologia Cultural, que reúne textos de Boas também selecionados e apresentados por Celso Castro; A valiosa iniciativa de reunir textos emblemáticos da corrente evolucionista na antropologia supre uma lacuna do campo das ciências sociais no Brasil: o acesso a textos fundadores como os reunidos nesse volume costuma ser difícil, feito através de recortes em manuais ou mediado por interpretações de estudos posteriores; Os textos originais dão aos leitores a possibilidade de conhecer idéias polêmicas, que tendem a ser empobrecidas e simplificadas na divulgação da história da antropologia, muitas vezes reduzidas a uma visão etnocêntrica utilizada para justificar pretensas superioridades culturais ou até raciais
Sin títuloAntropologia Cultural é o primeiro livro publicado no Brasil com textos de Franz Boas, um dos mais importantes antropólogos de todos os tempos. Os cinco ensaios foram selecionados e traduzidos por Celso Castro; Boas foi o fundador da moderna antropologia cultural, que contrapunha, às teorias evolucionistas e racistas ainda dominantes no início do século XX, uma perspectiva relativizadora, centrada na noção de cultura. Foi também um dos pioneiros da pesquisa de campo como método privilegiado para o estudo das diferentes culturas
Sin títuloReúne Ensaios de Antropólogos e Historiadores do Brasil e de Portugal Sobre o Antigo Império Português e suas Reconfigurações Pós-coloniais. ao Expor a Persistência de Continuidades Imperiais e suas Relações Com os Interstícios da Dominação e da Subordinação, Contribui Com Uma Perspectiva Comparativa Crítica para os Debates Atuais Sobre Colonialismo e Pós-colonialismo
Sin títuloOs Nuer, de E. E. Evans-Pritchard, ocupa desde seu aparecimento um lugar central nos estudos socioantropológicos de nosso tempo. No Brasil, a tradução pela Editora Perspectiva desta obra-prima da "interpretação científica" , como foi considerada pela crítica internacional, deu aos cursos e estudiosos deste campo um instrumento dos mais valiosos para a pesquisa e o conhecimento, o que tornou quase obrigatória a presente reedição
Sin títuloQuantas casas ou ruas são necessárias para que uma cidade seja chamada de cidade? Os subúrbios cresceram a partir das cidades? Povos mais simples têm maior interesse pelo Divino? Alguém pode definir com palavras o que seja o jazz? Falar de arte em termos técnicos seria suficiente para entendê-la? As pessoas carismáticas seriam produto da psicopatologia que a desordem mundial alimenta? Insígnias, formalidades, coroas e limusines seriam uma forma de a elite justificar sua existência? Conflitos sociais, talento empresarial, desempenhos sexuais e rituais religiosos seriam jogos nos quais brincamos de ter e ser?
Sin títuloEstelas funerárias dos Mbali traz ao público uma importante investigação conduzida por Carlos Lopes Cardoso nos anos 60 na região de Moçâmedes como investigador do Instituto de Investigação Científica de Angola (I.I.C.A). Trata-se de um aspecto particular rico do grupo aculturado do Mbali, em boa hora registrado, e que hoje seria extremamente difícil, senão mesmo impossível, observar no terreno. Procurando as evidências materiais da festa da cruzeta nos diferentes cemitérios dos Mbali, C. Lopes Cardoso inventaria elementos preciosos de uma prática quase desaparecida e particularmente características deste grupo aculturado
Sin títuloPublicação do Museum Fünf Kontinente
Costumes e Tradições aborda fatos e acontecimentos do povo Yawa, surgimento e fortalecimento das artes, dos rituais, dos mitos, das lendas, da pajelança, uso das plantes medicinais, cantos sagrados, caçadas e pescarias tradicionais. As informações foram obtidas através de depoimentos e entrevistas com os velhos sábios e conhecedores da cultura e da história do povo Yawanawá, também de outros grupos étnicos que formam as comunidades da terra indígena