Etnologia
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Esta publicação tem o objetivo de dar continuidade, ampliar e diversificar as discussões presentes no livro Povos Indígenas: projetos e desenvolvimento (Sousa, Cassio Noronha Inglez de; Souza Lima, Antonio Carlos de, Almeida, Fabio Vaz Ribeiro de e Wentzel, Sondra, orgs. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2007), dando uma continuidade a uma parceria entre o LACED/Museu Nacional-UFRJ, o PDPI – Projetos Demonstrativos dos Povos Indígenas/Ministério do Meio Ambiente e a GTZ - Agência da cooperação técnica alemã. A iniciativa de promover estas discussões e divulgá-las através de publicações teve sua origem no processo de reflexão sobre a experiência prática de participação de antropólogos no PDPI, um programa de apoio a projetos indígenas voltados para o desenvolvimento sustentável na Amazônia brasilei ra. De uma forma geral os textos do livro, estão relacionados ou dialogam com as complexas relações entre o Estado Nacional e povos indígenas, em especial tendo em vista os direitos que lhes são assegurados e as políticas governamentais concretas sobre eles incidentes ou a eles destinadas
Sem títuloA publicação reúne dados, aspectos políticos e a capacidade de organização dos Mendonça do Amarelão do Estado do Rio Grande do Norte
Sem títuloO livro tem dois objetivos: dar uma contribuição às teorias das dramatizações e da ideologia; e, simultaneamente, realizar isso tomando como base o caso brasileiro
Sem títuloEste trabalho analisa a constituição de um núcleo urbano indígena através dos sentidos atribuídos pelos índios às mudanças decorrentes de uma longa história de contato com agentes não-indígenas na região. Mostra como as identidades indígenas nos bairros urbanos da localidade se articulam a partir de elementos ligados à história do contato e de elementos herdados dos ancestrais
Sem títuloPrelúdio da cachaça' é o resultado de minuciosa pesquisa de Câmara Cascudo, em que foi necessário recorrer a objetos, documentos e fontes, as mais diversas além de, o próprio autor, refazer uma viagem na linha do tempo, para oferecer aos estudiosos e interessados a mais densa e saborosa - sem trocadilhos - pesquisa sobre a cachaça, a conhecida 'água que passarinho não bebe'
Sem títuloA Obra citada é uma coletânea de ensaios produzidos por historiadores diversos, organizados em dois volumes pelo historiador Carlos Guilherme Mota, os quais tratam sobre diversos aspectos e períodos da História. No capítulo "Por que o Brasil foi diferente? O contexto da independência", que faz parte do primeiro volume, o historiador Kenneth Maxwell, discorre sobre a Independência do Brasil no contexto comparativo atlântico. Na primeira parte do texto, o autor trata sobre os aspectos e pressupostos que envolvem a emancipação de uma nova nação, os quais são: a democratização da política interna - a manifestação da expressão popular; o reconhecimento do novo status de nação por outras nações, o que naturalmente segundo ele, é de fundamental importância na história de sua identidade como nação independente; a assinatura de um tratado internacional com a antiga metrópole e outras obrigações e decisões comuns a uma nação emancipada, o que para ele, se constituem em temas fascinantes para a investigação histórica
Sem títuloEmbarcação mais antiga do mundo, com 30 mil anos de vida, "primeira fórmula consciente do navio dirigido por mão humana", a jangada navegou por todos os mares da antiguidade. Os povos marítimos a conheceram e a utilizaram como veículo de pesca e de heroísmos.; Os portugueses a encontraram na Índia, de onde transplantaram o termo para o Brasil. O veículo era de uso cotidiano do índio brasileiro (chamado de igapeba ou piperi), registrado e descrito por Pero Vaz de Caminha, em sua carta, com o nome de almadia
Sem títuloCulture and Practical Reason makes a substantial contribution to current discussions within anthropology. Sahlins uses the anthropological concept of culture, as founded upon meaning and symbols, to successfully challenge a mode of thought which is pervasive in modern consciousness, namely, “practical reason”
Sem títuloEste livro dá sequência à série iniciada com "Manejo do Mundo. Conhecimentos e práticas dos povos indígenas do rio Negro", publicado em 2010. Como o primeiro, este volume dedica-se a um tema de enorme relevância na vida dos povos indígenas do rio Negro: a inscrição de suas histórias de origem na paisagem natural. Em seu conjunto, os textos aqui reunidos são o resultado de pesquisas colaborativas e de múltiplos diálogos entre pesquisadores brancos e indígenas acerca de como fazer pesquisa, do que e como registrar, de como tratar das histórias contadas pelos mais velhos e de como estimular os mais jovens a se envolver neste tipo de atividade
Sem títuloEtnografia do povo Witoto
Sem títuloEstudo sobre um monumento pré-histórico chamado Inga Stone
Sem títuloEtnografia da chefia Kalapalo, vista a partir de seu ritual mortuário
Sem títuloTrabalho etnográfico sobre as mudanças no modelo de atenção à saúde indígena, focando, em particular, o papel dos agentes indígenas de saúde neste processo
Sem títuloO leitor encontra, neste livro, uma história e uma etnografia de Iauaretê, povoado indígena multiétnico situado no médio rio Uaupés, fronteira Brasil-Colômbia, noroeste da Amazônia Brasileira. O tratamento das fontes históricas e do material empírico é um exercício dedicado à elucidação das premissas sociocosmológicas pelas quais os grupos indígenas descrevem e vivenciam as transformações sociais que se passaram na região desde o inicio da colonização do século XVIII; É uma história de mais de dois séculos, vivida por militares, missionários, viajantes, comerciantes, seringueiros, agências indigenistas, instituições do poder local e vários grupos indígenas. Como é de se esperar, é uma história de violências e exploração. Mas, mesmo em seus desdobramentos recentes, quando uma cidade começa a surgir e atrair inúmeros grupos antes dispersos pela comunidades do rio Uaupés, é preciso atentar para a maneira específica, e sutil, pela qual os índios imprimiram sua marca no processo; Nessa linha, a narrativa visa a um ponto de vista indígena e seu repertório simbólico, guiando-se pelo estilo das próprias descrições nativas e oferecendo um quadro precioso para a compreensão dessa realidade
Sem títuloTrata-se da primeira obra de Oliveira Viana, publicada em 1920, quando o autor completara 37 anos. Contrariando o enfoque tradicional entre os sociólogos e historiadores da época, que consideravam que o povo brasileiro constituía uma massa homogênea, o autor defendia a tese de que a nação brasileira era constituída de três sociedades diferentes: a dos sertões (o sertanejo), a das matas (o matuto) e a dos pampas (o gaúcho). Obra fundamental para o conhecimento do pensamento sociológico e historiográfico em nosso país
Sem títuloO DVD apresenta inicialmente a distribuição do livro "Tastevin, Parrissier: fontes sobre índios e seringueiros do Alto Juruá" de autoria da antropóloga Manuela Carneiro da Cunha para em seguida exibir a palestra proferida pela supracitada autora. O evento
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