Habitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
COSTA, Maria Heloisa FenelonBrasil
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Escrito pelo artista plástico e pesquisador de nossa história, Milton Luz, esse livro reveste-se da maior importância. Não só pela reprodução de nossa heráldica, mas também pelas explicações e comentários didáticos do autor. Ele assinala na introdução: "Cabe, pois, a todos nós, cidadãos brasileiros, o dever de cultuar e preservar nossas insígnias, conhecer-lhes as origens e seus significados
LUZ, MiltonColetânea de artigos escritos por diferentes especialistas a respeito da questão das sociedades indigenas no Brasil. Constitui uma obra básica de referência para os professores abordarem a temática indigena em sala de aula
SILVA, Aracy Lopes daEm Tucuruí começa a história deste projeto: Brasil 500 anos, Brasil 500 pássaros. Trata-se de uma singela homenagem ao nosso país, um presente composto por 500 espécies da avifauna brasileira, tão rica e encantadora, voando por todos os recantos com nomes tão nossos, brasileiríssimos, sempre piando longe na memória coletiva.; Sob qualquer aspecto considerado, o Brasil apresenta um conjunto de espécies de aves dos mais interessantes do mundo. A segunda edição do livro Ornitologia Brasileira, um dos mais completos e respeitados sobre aves de nosso país, registra um total de 1677 espécies. Esse número inclui tanto aves residentes (que se reproduzem no Brasil) quanto as visitantes (que migram para o território brasileiro em determinadas épocas do ano e retornam às suas regiões de origem para se reproduzirem), nos posiciona em terceiro lugar com maior diversidade, atrás apenas de Colômbia e Peru
Eletronorte/EletrobrásLivro editado há 154 anos dá-nos um relato, não de um cientista, mas de um viajante curioso e perspicaz, escrito no estilo de um diário de bordo. Chegando ao Brasil em setembro de 1842, precisamente no Rio de Janeiro, desloca-se para as margens do Paraíba do Sul, e dirige-se em seguida, com sua expedição, para o Amazonas e Xingu. A floresta amazônica o deixou fortemente impressionado, e de tudo toma nota do que lhe parece bizarro e curioso. Relato sem a pretensão de pesquisa científica, é de leitura agradável e amena.
ADALBERTO, Príncipe da PrússiaO autor, que viera para o Brasil em 1868, aqui trabalhou na Comissão Imperial de Agricultura, e foi diretor de uma colônia alemã no sul do País. Sobre essa obra, escrevera seu tradutor, Eduardo de Lima Castro: ".publicado em 1877, como tantos outros livros de que é rica a literatura teuto-brasiliense desde a narrativa da viagem de Hans Staden em 1549, constitui preciosa fonte de informações para o estudo de nossa história e da nossa evolução político-econômico-social" no período pós-guerra do Paraguai. Embora encerre alguns preconceitos da época, traz dados estatísticos sobre nossa produção, indústria, comércio e navegação, além de outras informações relevantes
CONSTATT, OscarEstuda as relaçOes entre os Kaingang e Guarani nos postos indígenas do Paraná dentro de um sistema de relaçOes interétnicas
PIRES, Maria Ligia MouraTrata-se da leitura de uma lei colonial, o Diretório dos Índios, que vigorou entre 1757 e 1798, a fim de instruir o comportamento do colonizador em relação às populações indígenas envolvidas nos empreendimentos de definição da fronteira norte do Brasil e seu povoamento
Almeida, Rita Heloísa deMissionário protestante de confissão metodista, chegou ao Brasil em 1837, juntamente com sua esposa, enviados pela American Bible Society. Aqui viveu até 1840. Esse livro, que compreende notícias históricas e geográficas do Império e de diversas províncias, constitui igualmente um relato sobre o modo de vida, as instituições, o meio ambiente, as figuras de brasileiros ilustres da política imperial
KIDDER, Daniel PUm estudo do Brasil constitucional (1889-1934) - obra marcada por aguda percepção por quem possuía o recuo necessário, escrita por Ernest Hambloch, cônsul inglês, jornalista e brasilianista das décadas de vinte e trinta deste século. Segundo o autor, trata-se de "uma tentativa de examinar alguns aspectos da operação do regime presidencial na sua influência direta sobre a vida social e econômica, com referência especial ao Brasil." Nesse livro, o autor constata que todas as cartas republicanas do continente americano concedem "licença de corso" ('letters of marque') aos presidentes da República, transformando-os em verdadeiros imperadores
HAMBLOCH, Ernest