Brasil
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Fruto de uma minuciosa pesquisa e de uma reflexão original sobre o indigenismo, este livro apresenta um estudo denso da trajetória histórica do Serviço de Proteção aos Índios, das suas origens em 1910 à tumultuada extinção em 1967. É particularmente relevante a forma cuidadosa com a qual o autor trata os conceitos que nortearam – e norteiam, em alguma medida – a política indigenista do Estado brasileiro
Sans titreHistória dos povos indígenas do Rio Branco durante a ocupação colonial no século XVIII
Sans titreQuais os elementos e as relações que permitem uma leitura da sociedade brasileira como Brasil? Esta é uma das questões que o antropólogo Roberto DaMatta melhor articula em toda a sua obra. Trata-se de saber como é que passamos de grupo a Estado Nacional. E também de discutir como este Estado, que adotou ideologias e códigos de valores institucionais modernos, opera com as fortes relações de compadrio, de família e de amizade tão fundamentais e presentes na cultura brasileira. Em Explorações – Ensaios de sociologia interpretativa, o autor instiga o leitor a refletir sobre essas questões, a partir de artigos escritos entre 1985 e 1995 para o jornal Folha de S. Paulo e para a revista Manchete
Sans titrePrelúdio da cachaça' é o resultado de minuciosa pesquisa de Câmara Cascudo, em que foi necessário recorrer a objetos, documentos e fontes, as mais diversas além de, o próprio autor, refazer uma viagem na linha do tempo, para oferecer aos estudiosos e interessados a mais densa e saborosa - sem trocadilhos - pesquisa sobre a cachaça, a conhecida 'água que passarinho não bebe'
Sans titreÉ uma antropologia de ensaios críticos. Só a partir de uma autocrítica honesta, lúcida e corajosa da missão pode-se criticar, com garantias de credibilidade, a política indigenista oficial e o comportamento anti indigena da sociedade envolvente; Esta antologia de textos variados tem sua unidade interna de pensamento, expressa uma visão coerente do mundo indígena e dos seus contrários, do tempo presente e da fé cristã de Teologia Indigenista
Sans titreDestinado a um público geral, este livro traz 28 textos dos principais estudiosos da arqueologia brasileira, abordando as principais questões que marcam este campo: a relação entre arqueologia, pré-história e história; a origem do povoamento das Américas; as evidências em torno do "paleoíndio"; os vestígios dos primeiros caçadores-coletores, com destaque para as pinturas rupestres; os achados e as controvérsias em torno dos sambaquis; a pesquisa arqueológica em sítios de horticultores; o problema da preservação do patrimônio arqueológico no Brasil
Sans titreEm Tucuruí começa a história deste projeto: Brasil 500 anos, Brasil 500 pássaros. Trata-se de uma singela homenagem ao nosso país, um presente composto por 500 espécies da avifauna brasileira, tão rica e encantadora, voando por todos os recantos com nomes tão nossos, brasileiríssimos, sempre piando longe na memória coletiva.; Sob qualquer aspecto considerado, o Brasil apresenta um conjunto de espécies de aves dos mais interessantes do mundo. A segunda edição do livro Ornitologia Brasileira, um dos mais completos e respeitados sobre aves de nosso país, registra um total de 1677 espécies. Esse número inclui tanto aves residentes (que se reproduzem no Brasil) quanto as visitantes (que migram para o território brasileiro em determinadas épocas do ano e retornam às suas regiões de origem para se reproduzirem), nos posiciona em terceiro lugar com maior diversidade, atrás apenas de Colômbia e Peru
Sans titreFazendo Antropologia no Brasil é um livro que busca mostrar o ofício antropológico através de seus diferentes objetos, métodos e abordagens teóricas. São treze capítulos produzidos pelos professores do Departamento de Antropologia Cultural e do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Os autores abordam temas como o carnaval carioca, a ocupação do espaço urbano, os conflitos no campo e na cidade, a religiosidade brasileira, a trajetória de mitos de nossa história. A idéia é que todos os interessados nas ciências sociais sejam introduzidos em conceitos e métodos através das pesquisas realizadas sobre questões relacionadas à cultura brasileira. O leitor entrará em contato com diferentes formas de “fazer antropologia”, como a etnografia, o estudo de caso, a análise de discursos, a observação participante e a história de vida, e encontrará questões que caracterizam a tradição antropológica: a preocupação com as dimensões simbólica e cultural dos fatos sociais (a religião, a festa, o ritual); a atenção dedicada aos sistemas classificatórios (tempo, espaço, alteridade, autenticidade, identidade, gênero, raça); com um enfoque voltado para movimentos e processos alocados, sobretudo, no presente ou no passado mais próximo. Fazendo Antropologia no Brasil é um livro que interessa a todos que querem se iniciar nos diferentes “olhares” antropológicos e também àqueles, estudantes e pesquisadores, que desejam ter um retrato da diversidade e atualidade dos estudos em nosso país
Sans titreAs alternativas dos vencidos mostra como uma parcela do povo Terena, transferida para o Estado de São Paulo, luta para se reproduzir como força de trabalho e como comunidade indígena. Indo além das concepções étnicas, Edgar de Assis Carvalho retrata a situação dos moradores do Porto Indígena Araribá, fazendo intervir na análise a especificidade das relações de trabalho
Sans titreO ensaio principal que dá título ao livro traça uma rota nova na historiografia brasileira. Nem Varnhagen havia tratado com tanta maestria da questão dos caminhos coloniais e do povoamento do território que, já em 1530, entre o Maranhão e Santa Catarina, era dividido em 12 capitanias. Para Capistrano, o movimento de penetração e o povoamento fizeram-se de quatro centros. São Vicente, Salvador, Pernambuco e Rio de Janeiro. Ao influxo destes quatro núcleos deve-se a formação territorial e populacional brasileira. O avanço para o sertão, a submissão dos índios, as ligações interiores, apesar das asperezas do caminho, o movimento bandeirante, que não é só paulista, a criação do gado, a descoberta do ouro, a comunicação direta entre o Rio e São Paulo, estabelece o predomínio carioca, a vitória sobre os emboabas, tudo isto visto com uma visão integrada, como não se fizera antes
Sans titreTrata-se de um livro difícil de abordar, uma vez que é constituído basicamente por fichamentos de leituras das mais diversas. Escrito por um jurista especializado em direito do trabalho, o texto reúne um vasto repertório de informações, servindo, pela sua organização sistemática, sobretudo como um guia para localizar diferentes assuntos referentes às atividades produtivas e à cultura material dos índios, nas principais fontes descritivas do período colonial
Sans titrePreparada originalmente para uma coleção do quinto centenário (Biblioteca Ayacucho), esta seleção de textos abrange relatos de viajantes, correspondência de missionários, legislação e informes administrativos, com uma certa ênfase na temática indígena. Os extratos documentais são intercalados com comentários explicativos dos organizadores
Sans titreFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
Sans titreFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
Sans titreFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
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