Bororo

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        Bororo

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          Bororo

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            Bororo

              764 Descrição arquivística resultados para Bororo

              764 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Músicas e cantos indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 001 FAIXA 01 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Músicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU

              AYTAI, Desidério
              Músicas e cantos indígenas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 001 FAIXA 02 · Item · 1974
              Parte de Arquivístico

              Músicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU

              AYTAI, Desidério
              Músicas Xavánte e Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 073 FAIXA 01 · Item
              Parte de Arquivístico

              Explicação sobre os nomes etnicos e músicas Xavánte pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também a explicação do Funeral Bororo e música

              AYTAI, Desidério
              Os animais
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F3022 / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico
              ADUGONOREU, Hilário Rondon (Org)
              Placa em estrada
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02862 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Placa na estrada Cuiabá-Campo Grande, indicando a estrada para os postos Bororo no São Lourenço

              FOERTHMANN, Heinz
              Placa em estrada
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI02863 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Placa na estrada Cuiabá-Campo Grande, indicando a estrada para os postos Bororo no São Lourenço

              FOERTHMANN, Heinz
              Problemas antropológicos e música indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 010 FAIXA 01 · Item · 1961
              Parte de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]

              AYTAI, Desidério
              Problemas antropológicos e música indígena
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--DES AYT-DES AYT 010 FAIXA 02 · Item · 1961
              Parte de Arquivístico

              Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]

              AYTAI, Desidério
              Professora com índia Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AL-IR6-GC-GC01 · Item · 1940
              Parte de Arquivístico

              Professora com aluna índia Bororo do Posto Indígena General Gomes Carneiro

              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03225 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03229 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03231 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03232 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03234 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03207 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 18 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03228 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03203 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 18 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03204 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 18 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03227 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03205 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 18 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03206 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 18 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03226 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03230 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03233 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03235 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rapaz Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DB-SPI03236 · Item · 1943
              Parte de Arquivístico

              Rapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade

              FOERTHMANN, Heinz
              Rituais e festas Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-CRVI004 · Item · 1917
              Parte de Arquivístico

              Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento

              REIS, Luiz Thomaz
              Rondon
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0886 / 1956 · Item · 1956
              Parte de Bibliográfico
              GUSMÃO, Clóvis de
              Rondon com criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09074 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon com criança Bororo

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon com criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09072 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon com criança Bororo

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon com criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09064 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon com criança Bororo

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon com criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09073 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon com criança Bororo

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon com criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09075 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon com criança Bororo

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09050 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09054 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09048 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09049 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09055 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09047 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09053 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09046 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09051 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz
              Rondon conversando com índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-VM-SPI09052 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              General Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete

              FORTHMANN, Heinz