Homens em acampamento registrada pela equipe de pesquisadores da Comissão Rondon
Bororo
764 Archival description results for Bororo
Índios Bororo registrados pela equipe de pesquisadores da Comissão Rondon
Músicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU
UntitledChegada do brigadeiro de avião sendo recebido pelo padre e toda a população de Meruri, índios Bororo tocando instrumentos musicais, índios adultos e crianças cumprimentando o brigadeiro. Visitam em companhia do diretor do SPI, Modesto Donatini sede da misão religiosa, índios tocam hino nacional e a bandeira é hasteada, freiras educando índias, padres supervisionando exercícios físicos dos índios, índios adultos e crianças recebendo presentes dos visitantes, índia com filho no colo, brigadeiro recebe presentes dos índios, a aldeia, visitantes se preparando para partir
UntitledGeneral Rondon distribuindo brindes entre os índios Bororo que residem nas imediações da cidade de Rondonópolis
UntitledGeneral Rondon distribuindo brindes entre os índios Bororo que residem nas imediações da cidade de Rondonópolis
UntitledGeneral Rondon distribuindo brindes entre os índios Bororo que residem nas imediações da cidade de Rondonópolis
UntitledGeneral Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete
UntitledGeneral Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete
UntitledGeneral Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete
UntitledGeneral Rondon conversando com índios Bororo
UntitledGeneral Rondon conversando com índios Bororo
UntitledGeneral Rondon com criança Bororo
UntitledGeneral Rondon conversando com índios Bororo
UntitledGeneral Rondon conversando com índios Bororo
UntitledInformação sobre o Projeto Tucum dos índios Bororo
O livro apresenta um panorama das coleções plumárias do acervo do MAE-USP, analisando o histórico de sua constituição, a elaboração e contextos de uso de artefatos plumários entre os indígenas e sua comunicação em exposições de divulgação científica. O sentido da arte plumária para seus produtores é o de pôr em comunicação os homens com o cosmos; sua beleza se realiza no contexto da festa e do rito. Apreciar este rico acervo, imobilizado e em conjunto, permite contrastá-lo e perceber as mudanças de estilos e finalidades e as transformações da própria sociedade indígena quando em contato com outras etnias ou com o branco. Dispostos assim no tempo, esses artefatos nos fazem ver que os índios têm história e que ela foi sempre a história do contato
UntitledInformação do relatório: Cópia do relatório do Sub - Cel. Nicolau B. H. Barbosa (anteriormente fots. I.R. 5); Legenda da foto: Borôros de São Lourenço; Descrição da foto: Mulheres Bororo posando para foto
Informação do relatório: Cópia do relatório do Sub - Cel. Nicolau B. H. Barbosa (anteriormente fots. I.R. 5); Legenda da foto: Índios Bororos; Descrição da foto: Índios bororo posando próximo a um caminhão
Informação do relatório: Exposição de trabalhos executados no Estado de Matto Grosso; Legenda da foto: "Bordo Lancha Rosa Borroro Nº18 Marinheiros indigenas pertencentes as tribus Borroros"; Descrição da foto: Marinheiros Bororo a bordo da lancha Rosa Bororo
Aldeia dos índios Bororo junto ao posto
UntitledAldeia dos índios Bororo junto ao posto
UntitledÍndio Bororo trabalhando em serraria cortando toras de madeira
UntitledInauguração de retrato do Presidente da República na escola do posto, assistida pelos índios
UntitledHasteamento da Bandeira Nacional pelos índios Bororo
UntitledHasteamento da Bandeira Nacional pelos índios Bororo
UntitledHasteamento da Bandeira Nacional pelos índios Bororo
UntitledMenino Bororo escrevendo na lousa
UntitledMenino Bororo escrevendo na lousa
UntitledMenino Bororo escrevendo na lousa
UntitledÍndio Bororo trabalhando na roça de arroz, após queimada
UntitledÍndio Bororo trabalhando na roça de arroz, após queimada
UntitledÍndio Bororo trabalhando na roça de arroz, após queimada
UntitledÍndio Bororo trabalhando na roça de arroz, após queimada
UntitledÍndios Bororo trabalhando nas roças de arroz, mandioca e milho
UntitledÍndios Bororo trabalhando nas roças de arroz, mandioca e milho
UntitledÍndios Bororo trabalhando nas roças de arroz, mandioca e milho
UntitledÍndios Bororo trabalhando nas roças de arroz, mandioca e milho
UntitledÍndios Bororo trabalhando nas roças de arroz, mandioca e milho
UntitledÍndio Bororo trabalhando nas roças de arroz, mandioca e milho
UntitledÍndio Bororo trabalhando nas roças de arroz, mandioca e milho
UntitledCanoa grande subindo o rio São Lourenço
UntitledCanoa grande subindo o rio São Lourenço
UntitledEncontro com o capitão "Cadete" numa praia do rio São Lourenço
UntitledO Capitão "Cadete" com um grupo de índios Bororo em viagem ao Posto São Lourenço
UntitledÍndios Bororo descendo o Rio São Lourenço de canoa
UntitledPesca dos índios Bororo
UntitledPesca dos índios Bororo
UntitledÍndio Bororo limpando a rede de pesca
UntitledÍndio Bororo limpando a rede de pesca
UntitledMaloca do capitão da aldeia Miao-Pare
UntitledVista da aldeia Quejare localizada a margem esquerda do rio São Lourenço
UntitledAldeia Bororo chamada Pobore situada a margem direita do rio Vermelho
UntitledVista de algumas malocas Bororo junto ao Posto Córrego Grande
UntitledVista de algumas malocas Bororo junto ao Posto Córrego Grande
UntitledUma casa dos índios Bororo na aldeia Quejare
UntitledÍndio Bororo pintando o corpo com urucum e óleo de peixe
UntitledÍndio Bororo pintando o corpo com urucum e óleo de peixe
UntitledMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
UntitledMeninos Bororo tomando caldo com ajuda de conchas fluviais
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