A abordagem da chamada Língua Geral Amazônica (LGA) ou Nheengatú, ocupa grande parte dos trabalhos, buscando analisar as linhas de política jesuítica a ela relacionadas no século XVI-XVII (BARROS) e discutir algumas dimensões históricas da política e suas conseqüências sociolingüísticas (BORGES), bem como as representações sobre essa língua e as atitudes das instâncias de decisão que lhe fazem frente nos referidos séculos XVI e XVII (ROSA). Numa perspectiva descritiva diacrônica, há um trabalho - com um debate teórico sobre línguas em contato - que discute o caso da LGA, (SCHMIDT-RIESE); uma abordagem pragmática de dados lingüísticos da LGA sob o mesmo prisma (REICH); e o registro de um corpus para estudar as mudanças no campo fonológico (MONSERRAT). Por último, há um estudo sobre a história externa da LGA, em que se questionam as razões históricas que levaram ao apagamento e esquecimento do papel da LGA na memória de seus falantes e descendentes (FREIRE)
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-811.87 / L755 / 2003
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2003
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Boletim do Museu Nacional - 1930 - 6 - 3
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1930
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Actas Ciba - 1941 - 8 - 4
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1941
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-PER-REF-Boletim do Museu Nacional - 1933 - 9 - 1
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1933
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-R918:016 / S678c OBRA RARA / 1891
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1891
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-980 / I59s / 1892
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1892
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