Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.
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Último dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esculpe a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Flechas produzidas por Tumi, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin volta a esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá colocar o bocal da arma, de forma que as duas peças encaixem perfeitamente.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin passa mamu, cera de abelha cozida, na extremidade da zarabatana na qual irá encaixar o bocal, de forma a colar as duas partes.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin constrói a mira da zarabatana, feita de mamu, cera de abelha cozida, revestida de um pedaço oval de madeira.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin esquenta cinzas ao fogo, que irá utilizar para o acabamento estético de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin faz o primeiro teste de encaixe do bocal no corpo de sua zarabatana, enquanto Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na taboca de uma das flechas, de forma a inserir a ponta cortante no corpo da mesma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão ajeita a zarabatana em seu colo, para então poder produzir a mira da mesma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin termina de esculpir a parte do corpo da zarabatana na qual irá encaixar o bocal da arma, que se encontra já pronto e pintado de urucum, aos seus pés.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin, finalmente, encaixa o bocal da zarabatana no corpo da arma.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi com seu enawat nas mãos, o instrumento feito de dente de capivara (animal chamado enawat, em matis) que serve para afiar a ponta cortante da flecha. Ao seu lado, encostadas na parede da maloca, as flechas que estão sendo produzidas pelo artesão, três já concluídas e três nas quais ele ainda irá colocar a ponta cortante de bambu (paca).
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa mamu, cera de abelha cozida, na ponta cortante que irá encaixar em uma das flechas, etapa final da construção da mesma. À sua esquerda, encostados na parede da maloca, podem-se ver os frutos de urucum utilizados por Binin, anteriormente, para pintar o bocal de sua zarabatana.
Shapu Sibó MatisÚltimo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, e da oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu, ambas ocorridas na Aldeia Tawaya. A primeira durou quatro dias, e a segunda cinco dias. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Por fim, Binin produz a decoração de sua arma, usando fibras de uma planta e cipó.
Shapu Sibó MatisTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na sua aldeia. Filma o momento em que Tumi passa cera de abelha cozida, mamu, no bambu que será a ponta cortante da flecha, de forma a poder colá-lo na haste de madeira que o unirá ao corpo da arma.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi explica para Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia, a parte em que se encontra do processo de produção das flechas, além de sua visão acerca das atuais relações de produção dos artefatos matis, que envolvem velhos e jovens.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi explica para Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia, a parte em que se encontra do processo de produção das flechas, além de sua visão acerca das atuais relações de produção dos artefatos matis, que envolvem velhos e jovens.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi força em seu joelho a ponta de bambu da flecha amaciada pelo fogo, modelando o seu formato, de forma que ela se torne mais reta possível.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corta com uma faca sem ponta as bordas internas da parte cortante da flecha, corrigindo e homogeneizando as suas imperfeições.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi testa a letalidade de uma de suas flechas, já montada. Em sua companhia está Txami Matis, outra liderança da etnia.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi prepara seu enawat, instrumento feito de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante das flechas. Em sua companhia está Txami Matis, outra liderança da etnia.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, instrumento feito de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. É necessário pegar uma balsa para se chegar à parte da aldeia onde estão sendo produzidos esses artefatos, dentro de uma pequena maloca que os homens usam como oficina.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. É necessário pegar uma balsa para se chegar à parte da aldeia onde estão sendo produzidos esses artefatos, dentro de uma pequena maloca que os homens usam como oficina.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku chega à parte da aldeia onde está a pequena maloca que serva de oficina para as suas atividades. Ao fundo, pode-se ver a balsa utilizada para se chegar a essa parte da aldeia, já que em época de cheia, forma-se um pequeno igarapé que a separa do resto da comunidade.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corrige as bordas do que será a ponta da flecha com uma faca. Confere o tamanho e a afiação da mesma. À sua frente, no chão, podem-se ver as flechas com as hastes de madeira onde serão encaixadas as pontas cortantes. Vê-se também uma das pontas de bambu (tauat) com o orifício de encaixe para a haste já esculpido.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão corrige as bordas do que será a ponta da flecha com uma faca. Confere o tamanho e a afiação da mesma. À sua frente, no chão, podem-se ver as flechas com as hastes de madeira onde serão encaixadas as pontas cortantes. Vê-se também uma das pontas de bambu (tauat) com o orifício de encaixe para a haste já esculpido.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas produzidas.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas produzidas.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku explica para os jovens que estão filmando as oficinas a parte em que se encontra do processo de produção das flechas. Binin Chunu observa o trabalho pronto do amigo e a qualidade das flechas que estão sendo produzidas.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. O artesão analisa a envergadura de uma das flechas, já quase pronta, certificando-se de que esta está reta, e que irá acertar o alvo quando atirada pelo arco.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku inicia a parte final da confecção de suas flechas, que é esculpir a ponta perfurante das mesmas. Para isso, começa a preparar a peça com a qual são feitas as pontas, uma espécie de bambu chamado tauat.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas na sua aldeia. Filma o momento em que Tumi passa cera de abelha cozida, mamu, no bambu que será a ponta cortante da flecha, de forma a poder colá-lo na haste de madeira que o unirá ao corpo da arma.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku explica para Dani, responsável pelo registro audiovisual das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia, como faz para prender a ponta cortante da flecha ao corpo da arma.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi compara o tamanho da haste de madeira que esculpira no dia anterior com o que será a parte perfurante da flecha. Assim, ele esculpe nessa um encaixe onde colará e amarrará a haste, unindo a parte perfurante ao corpo da arma. O homem faz isso utilizando o enawat, instrumento feito com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal. O instrumento é afiado no caule de uma planta específica para isso.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa as pontas de bambu (tauat) no fogo, para que amaciem e fiquem mais flexíveis para serem acomodadas na haste de madeira, que as unirá ao corpo das flechas.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi passa cera de abelha cozida (mamu) pela peça da ponta da flecha e pela haste de madeira também, passando essa pelo fogo para a cera derreter. Assim, encaixa as duas peças, colando-as e amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku repete o processo com todas as flechas que está construindo: passa mamu, cera de abelha cozida, pela ponta cortante de bambu, pela haste de madeira também, passa essa no fogo para a cera derreter e encaixa as duas peças, colando-as e depois amarrando-as com linha de algodão natural, que ele mesmo fiara anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Detalhe das mãos do artesão prendendo a ponta cortante da flecha ao corpo da arma, utilizando linha de algodão natural que ele mesmo produzira anteriormente.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi Tuku passa pelo fogo a ponta cortante da flecha feita de bambu, já presa ao corpo da arma. Assim, o bambu fica amaciado para que possa ser mais bem manejado. Binin Chunu auxilia o seu amigo, avivando o fogo com a tampa de uma panela de alumínio.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante da flecha, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Carolina LopezTerceiro dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, já em seu quarto dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as suas atividades. Tumi usa o seu enawat, talhadeira feita de dente de capivara que leva o mesmo nome desse animal, para terminar de esculpir a ponta cortante das flechas, corrigindo as imperfeições e deixando as suas bordas totalmente geométricas. Essa é a última etapa do processo de produção de uma flecha matis.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi termina de amarrar as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades Um dos filhos de Binin Chunu observa seu pai esculpindo o bocal da zarabatana que está construindo para o Museu do Índio/RJ.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi amassa pó de cinzas com o cabo de seu facão, material que irá grudar nas partes não cobertas da cera de abelha que usou para colar as penas de mutum na extremidade posterior das flechas; esse é o acabamento dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco. Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é uma das responsáveis pela filmagem das oficinas de produção de artefatos realizadas na Aldeia Tawaya.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco. Dani e Shapu Sibó, alunos formados pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos realizadas nessa aldeia.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi afia a sua talhadeira feita de dente de capivara, enawat, no caule de uma folha específica para isso. Irá utilizar o enawat para esculpir as pontas e pontos de junção de cada flecha, garantindo a unidade e qualidade das mesmas.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi utiliza a sua talhadeira feita de dente de capivara, enawat, para esculpir a junção da base de taboca da flecha com a haste de madeira que será utilizada para prender a sua ponta. Garante assim a unidade e qualidade da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku inicia a preparação da palha para a realização da decoração da parte anterior das flechas. A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi termina de amarrar as penas de mutum (wesnit) na parte de trás das flechas, atividade que iniciara no dia anterior.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku passa mamu, cera de abelha cozida, nas extremidades de trás das flechas, de forma a fixar ainda mais as penas que colou e amarrou, e ainda realizar o acabamento dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Binin Chunu durante o processo de produção do bocal da zarabatana, esculpido em madeira maciça pelo homem. Ele é observado por Shapu Sibó, em um momento de descanso do rapaz da atividade de registro audiovisual das oficinas.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi passa pó de cinzas com a ponta de seus dedos na extremidade posterior das flechas. O pó de cinzas gruda nas partes cuja cera de abelha utilizada para grudar as penas não foi coberta por essas. Além de evitar que a cera de abelha grude em outros objetos, realiza-se o acabamento estético dessa parte da peça.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi acerta o comprimento correto das penas de mutum (wesnit) que se localizam na parte posterior das flechas, de forma que possam proporcionar o equilíbrio e propulsão perfeitos quando atiradas pelo arco.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku, então, esculpe uma haste de madeira que servirá como estrutura para se prender as pontas dianteiras das flechas.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi prende a haste de madeira que servirá como estrutura para se fixar as pontas das flechas na base da peça, feita de taboca. Amarra a haste com linha de algodão natural, fiada anteriormente por ele.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. A cada parte da flecha adicionada, Tumi Tuku analisa a envergadura das peças, de forma a garantir a correção de qualquer uma de suas partes constituintes.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi alterna movimentos em que passa a junção anterior da peça pelo fogo e esculpe essa parte da peça, corrigindo as imperfeições e garantindo a qualidade técnica e estética da mesma.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi alterna movimentos em que passa a junção anterior da peça pelo fogo e esculpe essa parte da peça, corrigindo as imperfeições e garantindo a qualidade técnica e estética da mesma.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Tumi Tuku inicia a preparação da palha para a realização da decoração da parte anterior das flechas. A decoração localiza-se em cima da junção da haste de madeira que servirá como estrutura para a fixação da ponta das flechas com a base da arma, feita de taboca. O momento é registrado por Dani, aluna formada pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014 e uma das responsáveis pelo registro fílmico das oficinas de produção de artefatos realizadas em sua aldeia.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Planta utilizada para afiar a talhadeira feita de dente de capivara, que leva o mesmo nome desse animal, enawat. É usada para afiar a ponta das flechas, etapa final da construção das mesmas.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe da parte debaixo do corpo do artesão enquanto produz as flechas, e que também utiliza as pernas e pés para isso, em movimentos naturalizados pela própria vivência de sua cultura. Podemos ver um pedaço de cera de abelha cozida, chamada mamu, apoiado em seu pé direito.
Carolina LopezSegundo dia da oficina de produção de flechas para o arco, construídas por Tumi Tuku Matis, na Aldeia Tawaya. Essa transcorreu junto à oficina de produção da zarabatana, construída por Binin Chunu Matis, e já em seu terceiro dia. Os homens disseram que não é comum produzirem sozinhos as suas armas e, por isso, uniram as duas atividades. Detalhe da parte debaixo do corpo do artesão enquanto produz as flechas, e que também utiliza as pernas e pés para isso, em movimentos naturalizados pela própria vivência de sua cultura. Podemos ver um pedaço de cera de abelha cozida, chamada mamu, apoiado em seu pé direito.
Carolina Lopez